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domingo, 4 de setembro de 2011

O Gato Sagrado da Birmânia



Gato Raça Sagrado da Birmânia 

Características Gerais: É um gato legendário e misterioso. É grande, de pelagem longa e sedosa. Os olhos, quase redondos, são azuis, de preferência escuros, e bem separados, o que dá a face uma expressão muito doce.

 

Os pés devem ser brancos, com quatro luvas perfeitamente simétricas. A pelagem é de média a longa, de textura sedosa. O temperamento do Sagrado da Birmânia é equilibrado. É um gato gentil, ativo, brincalhão, mas tranquilo. Não pede atenção insistentemente, mas é carinhoso e gosta de companhia. É um gato para ficar dentro de casa, pois precisa muito estar junto com a família, já que sofre de melancolia e depressão se o dono se ausentar por muito tempo. Já com relação a estranhos é reservado e não permite que o toque, chegando a rosnar e morder caso haja insistência. Adora ganhar colo e carinho, e sempre vai fazer o possível para acompanhar os donos por onde eles forem.
Seu tamanho deve ser médio; corpo ligeiramente longo; pés redondos; estrutura forte, bochechas redondas; testa pouco arredondada; nariz médio sem stop; orelhas pequenas mas não tanto quanto as do Persa, inseridas bem separadas; olhos azuis, ligeiramente ovais. Pelagem com textura sedosa e semi-longa e com pouco subpêlo. As pontas (face, orelhas, cauda, pernas e genitais) de coloração mais escura em contraste com a cor creme ou bege do corpo. O branco (simétrico) das 4 patas brancas deve ir até a articulação com as pernas. As marcações nas extremidades só aparecem com 4 a 5 meses de idade.  
São reconhecidas 17 cores subdivididas em 4 grupos - Point (Red, Seal, Blue, Chocolate, Lilac e Cream), Tortie Point (Seal), Tabby Point (Cream, Seal, Blue, Chocolate, Lilac e Red) e Tortie Tabby Point (Seal, Blue, Chocolate e Lilac). Essas cores devem ser lisas e contrastar bem com o corpo. São indesejáveis manchas brancas na barriga e nos genitais, partes escuras das patas e peito e luvas subindo muito por trás das patas.




 

Historia: 

O gato sagrado da Birmânia descende dos animais antigos, gatos criados nos templos budistas. Segundo a lenda, existia num templo um gato branco, de pelo comprido, que era o fiel companheiro de um sacerdote. Quando este morreu, assassinado por invasores, o gato pulou para cima do corpo de seu dono e aí ficou, para evitar que alguém se aproximasse. Nesse momento, sua pelagem foi ficando cor de creme. Os olhos dourados tornaram-se azuis e as patas, nariz, orelhas e cauda, azuis - cinzentos. Apenas os quatro pés, que estavam em contato com o corpo do defunto, permaneceram brancos. Depois disso, todos os outros gatos criados nos templos ficaram iguais a ele. Os sacerdotes acreditavam que os fiéis retornavam à Terra na forma de gatos.


Há várias descrições da chegada dos primeiros exemplares da raça à Europa. A raça moderna foi fundada por "Wong Mau", um Sagrado da Birmânia — levado para os EUA em 1930 — que foi cruzado com um Siamês. É provável que tenha havido importações posteriores da Birmânia. Mas o fato é que em 1936 a raça já se tornara suficientemente pura para ser reconhecida nos EUA.
 

Na França, a raça foi oficialmente reconhecida em 1952. Os selecionadores franceses incluíram na descendência o sangue dos Siameses e dos Persas brancos, este último responsável pela pelagem macia e semilonga do Sagrado da Birmânia. A história da raça, que divergiu durante a última metade da década de 1940, produziu dois tipos distintos de Sagrado da Birmânia: o gato inglês tem um porte mais oriental, e o americano é mais robusto.

Não só o número de variantes do Sagrado da Birmânia diverge entre os dois lados do Atlântico, como o padrão britânico é diferente do americano. O americano tem o corpo, a cabeça, os olhos e as patas mais arredondadas do que o gato inglês. As diversas variedades têm em comum uma importante particularidade: as quatro patas são cobertas por luvas completamente brancas .
Fonte:amadeuw.com.br

Truques que seu gato pode aprender


Revista Cães & Cia, n.340, setembro de 2007

Gatos também aprendem a obedecer a comandos e a efetuar truques - basta saber ensiná-los. Com os treinos, o dono pode entender melhor o felino e passar por momentos de interação, agradáveis para ambos. Não se preocupe: nenhum gato treinado vira robô. Ele simplesmente aprende a conseguir o que quer por meio de comportamentos específicos

Reforços positivos
 
Pode-se ensinar praticamente qualquer coisa ao gato. Basta seguir a lógica dos truques descritos neste artigo. O ensino é feito com a ajuda de reforço positivo, ou seja, de qualquer coisa que o gato aprecie ou deseje, como carinho, uma porta aberta ou brincadeiras - mas nada é melhor do que premiá-lo com um petisco que adore!


Sentar
 
Segure o petisco acima da cabeça do gato, sem deixá-lo pegar. Simplesmente espere que ele se sente ou, se preferir, tente induzi-lo a sentar-se. Para tanto, movimente o petisco próximo à cabeça dele, estimulando-o a andar para trás: alguns gatos se sentam nessa situação.
Quando ele sentar, recompense-o no mesmo segundo com o petisco. Dê um pedaço pequeno, assim ele não demorará nem para comer nem para prosseguir praticando. E terá ainda mais disposição para treinar antes de ficar satisfeito.

Quando o gato perceber que ganha petisco cada vez que senta, sempre que desejar petisco sentará rapidamente. Se você quiser associar o treino a um comando gestual ou verbal, como “senta”, introduza-o segundos antes de o gato sentar e dê a recompensa enquanto ele senta.

Dar a pata
 
Com um petisco em cada mão, chegue bem perto do gato. Estenda uma delas num gesto de convite para receber a pata, o que passará a funcionar como comando gestual. Naquela mão estará um petisco à mostra. Caso o gato tente pegá-lo com a boca, afaste a mão e não o entregue. A tendência natural e desejada é que ele o pegue com a pata. Sempre que isso acontecer, recompense-o com o petisco da outra mão. Fique atento: ao tentar pegar a recompensa, alguns gatos podem machucar a mão do treinador com as unhas. Depois que o felino perceber que, ao pôr a pata sobre a sua mão, ganha recompensa, passará a dar a pata mesmo que na mão estendida não haja petisco.




Ficar
 
É relativamente fácil ensinar este comando. Principalmente para um gato preguiçoso. Afinal, ele aprenderá que, depois de ouvir “fica”, ganhará um petisco sem fazer nada além de aguardar que a pessoa volte e lhe traga a guloseima!

A maneira mais fácil de começar é pelo comando “senta”, que já deverá estar aprendido. Comande “senta” e recompense o gato assim que obedecer. Aumente aos poucos o tempo entre sentar e ganhar recompensa. Sempre que o gato se levantar, induza-o a sentar novamente e não dê o petisco. Aos poucos, ele perceberá que só ganha prêmio se permanecer sentado, o que fará por períodos cada vez maiores. Comece então a dizer “fica” e, ao mesmo tempo, faça o sinal “pára” com uma das mãos. Alguns segundos depois, dê a recompensa. Gradativamente, afaste-se mais antes de recompensá-lo.

Vir
 
Facílimo de ensinar, este comando é aprendido em apenas alguns dias por qualquer gato interessado em petiscos. Chame o gato com um assobio ou palavra exclusiva, usada só para esse fim. No começo, quando ele não atender, mostre o petisco até ele compreender que será premiado. Espere e, quando o gato chegar, dê o petisco. Nunca o chame sem recompensá-lo, caso contrário, com o tempo, ele parará de vir. Esse comando é especialmente útil para achar o gato que fugiu ou que está num lugar perigoso, como atrás da máquina de secar. 




Entrar na caixa de transporte
 
Também bastante útil, este treino faz o gato associar a caixa de transporte a coisas agradáveis, em vez de unicamente a procedimentos desagradáveis, como ir ao veterinário tomar vacina. Dê alguns tapinhas em cima da caixa de transporte para chamar a atenção do gato e jogue um petisco dentro dela. Deixe-o entrar e comer. Com o tempo, bastará dar os tapinhas na caixa para o gato entrar correndo, interessado na recompensa, que poderá estar no interior da caixa ou ser dada assim que ele entrar.


Miar sob comando
 
Pense nisso: o gato vai usar todos os truques aprendidos quando quiser ganhar petisco, inclusive miar! Se assim mesmo você quiser ensiná-lo a miar sob comando, espere um miado e, nesse momento, dê o petisco. Repita algumas vezes. Depois, passe a dizer “mia” alguns segundos antes de mostrar o petisco.

Muitos proprietários, ao atender miados no dia-a-dia, acabam, sem querer, incentivando o gato a miar. Saber adestrar permite também influir naquilo que o gato deverá aprender ou não, de acordo com a conveniência!
Fonte:caocidadao.com.br

Conheça o trabalho da WSPA




A visão da WSPA: um mundo onde o bem-estar animal importe e os maus-tratos contra os animais tenham fim.
A WSPA vem promovendo o bem-estar animal há mais de 29 anos. Nosso trabalho está concentrado em regiões do mundo onde há poucas formas, sequer alguma, de proteção animal.
O trabalho da WSPA concentra-se em quatro áreas prioritárias de bem-estar animal:
  • Animais de companhia – guarda responsável de animais de estimação, gerenciamento humanitário de animais na rua e prevenção de crueldade contra os animais.
  • Exploração comercial de animais silvestres – criação intensiva e manuseio cruel e matança de animais silvestres para produção de alimentos ou derivados.
  • Animais de produção – criação intensiva, transporte de longa distância e abate de animais para produção de alimentos.
  • Gerenciamento em casos de desastres – assistência aos animais afetados por desastres naturais ou provocados pelo homem e, com isso, preservação dos meios de vida das populações locais.

Nossa missão: construir um movimento global de proteção animal.

Reconhecida como órgão consultivo pela ONU e pelo Conselho Europeu, a WSPA é a maior federação de organizações de bem-estar animal do mundo.
Temos orgulho de fazer parte desta rede em expansão, com mais de 1000 organizações afiliadas em 156 países.
A WSPA reúne pessoas e organizações em todo o mundo em sua luta para elevar os níveis de bem-estar animal no mundo.
A WSPA possui 15 escritórios e centenas de milhares de apoiadores em todo o mundo.


 

Nossas metas

Politicamente, atuamos através de campanhas junto a governos e principais tomadores de decisão visando mudanças de práticas e a criação de novas leis para proteger e melhorar o bem estar animal.
Graças às doações generosas de nossos apoiadores, a WSPA tem contribuído para a formação de novos grupos de bem-estar animal, fazendo com que comunidades locais em todo o mundo ajudem na implantação de melhorias para o bem-estar animal.
Por compreender que a ignorância humana é a principal causa da perpetuação da crueldade animal, os programas educacionais da WSPA promovem mudanças positivas nas atitudes das pessoas em relação aos animais.
Nossas equipes de campo e gerenciamento em caso de desastres fornecem ajuda direta aos animais abandonados, negligenciados ou vítimas de desastres naturais ou causados por ação humana em todo o mundo.


As Cinco Liberdades

A WSPA avalia o bem-estar dos animais de acordo com os critérios das Cinco Liberdades (Farm Animal Welfare Council, 2003), que determinam que os animais têm o direito de viver:
  1. Livres de fome e sede.
  2. Livres de desconforto.
  3. Livres de dor, ferimentos e doenças.
  4. Livres de medo e angústia.
  5. Livres para expressar seu comportamento natural.

    Fonte:wspa.com.br

Gatos :as pragas do Verão



Os proprietários de gatos deve saber que os gatos correm o risco de serem atacados por pragas mais facilmente no clima mais quente, especialmente pulgas, carrapatos e mosquitos.

Os donos de gatos devem falar com seu veterinário sobre quais medicações preventivas são mais adequadas para seus gatos.

Mesmo os gatos que vivem dentro de casa pode estar em risco da pegar pulgas, e devem ser protegidos. As pulgas podem transmitir doenças, inclusive aqueles que afetam as pessoas. Uma vez que as pulgas de gatos invadem a casa do seu gato, eles são difíceis de eliminar. Evitar pulgas é mais fácil, por isso fale com o seu veterinário sobre um bom lugar para começar antes que estes hóspedes indesejados
apareçam.

Mais do que um incômodo, os carrapatos podem também ser perigosos para os gatos, especialmente em lugares onde uma doença mortal chamada cytauxzoonosis é transmitida por carrapatos. Além disso, a dirofilariose dos mosquitos é não somente um problema que afeta cães,mas também gatos que causa uma doença pulmonar irreversível e pode causar morte súbita.





 

 Dirofilariose Muitos gato, pulgas e carrapatos e medicamentos de prevenção existentes. Um veterinário é o melhor recurso para ajudar a fazer a escolha certa para o seu gato. Alguns produtos feitos para cães pode ser fatal quando utilizada em gatos. Além disso, alguns produtos não são apropriados para filhotes muito jovens.
Siga os conselhos do veterinário do seu gato para o melhor produto para seu gato e para ter certeza de que o que você usa é seguro e eficaz. Visite o seu veterinário e pergunte sobre a prevenção mensal para que você e seu gato pode apreciar a estação livre de pestes.
fonte:meusgatos.com

Cuidados na Estação Quente



Entre as alegrias do verão também encontram-se possíveis perigos para os nossos animais de estimação. Ter consciência das ameaças ao seu conforto e segurança pode tornar a vida na época do verão mais fácil para os animais de estimação e seus donos.


O verão significa mosquitos e o perigo da dirofilária. Convém fazer uma visita ao seu veterinário para que ele examine seu cão quanto à dirofilária, bem como outros parasitas internos e comece um programa de prevenção contra a dirofilária. Lembre-se de que os gatos também podem infectar-se, porém a incidência é menor. Se você estiver morando em uma área com uma grande infestação de mosquitos, consulte o seu veterinário sobre uma proteção contra a dirofilária para o seu gato. O problema de pulgas e carrapatos intensifica-se durante os meses de verão. Uma higiene (grooming) regular não apenas ajuda a controlar a descamação do verão, mas também auxilia no controle de pulgas e carrapatos. Examine a pelagem do seu animal cuidadosamente durante cada sessão de higiene quanto a sinais de parasitas externos. Se os cães estiveram em campos ou áreas arborizadas, examine-os também quanto à presença de ervas daninhas e sementes. Algumas vezes, as sementes penetram nos ouvidos, narinas, boca e almofadas plantares e, até mesmo, internamente. A pronta remoção ajuda a evitar problemas. Seu veterinário pode recomendar produtos de controle de pulgas para o seu animal e seu ambiente. Certifique-se de que qualquer produto que você usa para o seu gato está indicado, no rótulo, como sendo seguro para os gatos. 




Muitos dos inseticidas, herbicidas e fertilizantes que utilizamos para manter nossos gramados e jardins lindos podem ser prejudiciais ou até mesmo tóxicos para um animal de estimação. Os cães e gatos apanham resíduos em suas patas após correr sobre uma área tratada e ficam doentes após lamberem os mesmos de suas patas. Se um animal tender a comer grama, os gramados recém-borrifados apresentarão uma ameaça adicional. Muitos plantas domésticas e de jardins podem causar irritação, doenças ou morte se ingeridas pelos animais de estimação. Amarílis, narciso silvestre, bulbos de tulipa e íris, azaléia, lírio-do-campo, teixo, difenbáquia, filodendro e caládio são algumas das plantas tóxicas para os animais de estimação. Planeje seu jardim e disponha suas plantas domésticas de modo que fiquem fora do alcance dos animais.


Calçada quente, piche pegajoso ou cascalho podem causar problemas para as almofadas plantares. Para remover o piche das almofadas plantares, esfregue-as com geléia de petróleo e, em seguida, lave-as com sabão neutro e água e enxágüe completamente. Jamais use querosene ou aguarrás para remover o piche. Estes produtos químicos irritam a pele e podem ser tóxicos para o seu animal de estimação. Algumas vezes, nós nos preocupamos com o fato de que nossos cães não estão comendo tão bem quanto antes. A menos que um cão apresente outros sinais de doença, é provável que ele esteja fazendo o que muitos cães fazem durante a estação quente - comem menos. Muitos gatos também tendem a comer menos durante a estação extremamente quente.

 



Dar ao seu animal de estimação bastante água fresca ajudará a mantê-lo fresco durante todo o verão. Coloque alguns cubos de gelo na tigela de água durante os períodos de calor extremo. Se você tiver que despachar seu animal de avião, escolha um vôo no início da manhã ou da noite. Deve-se evitar, se possível, os períodos de viagem de pico quando os atrasos ou interrupções podem ser mais longas. No final da viagem, o seu animal de estimação deve ser apanhado imediatamente. É importante manter um ambiente confortável para os seus animais de estimação. Aqueles que forem deixados do lado de fora deverão contar com bastante sombra e água fresca. O confinamento em um carro ou qualquer outro local fechado e mal ventilado pode ser fatal para um animal de estimação. Um estudo relata que, quando a temperatura externa é de 25.6ºC, a temperatura em um carro fechado atingirá 32.2ºC em cinco minutos e 43.3ºC em 25 minutos. Evite exercitar seus cães excessivamente durante os dias quentes ou durante as noites tépidas e úmidas. A melhor hora de exercitar os cães é no começo da manhã, antes do sol nascer, ou após o sol se pôr. À medida em que as temperaturas se elevam, os animais de estimação tornam-se mais vulneráveis ao estresse causado pelo calor. Os cãezinhos e gatinhos e os cães e gatos geriátricos tendem a se tornar mais susceptíveis. Outros que estarão em uma condição de risco incluem as raças de nariz curto, como o buldogue e pug, os gatos persas, os animais com excesso de peso e aqueles com problemas cardíacos ou respiratórios.

Os animais de estimação adultos mais susceptíveis ao estresse causado pelo calor incluem aqueles que saíram recentemente do clima frio para climas mais quentes, aqueles com problemas cardiovasculares ou respiratórios ou com um histórico de estresse devido ao calor. Cães cujos pêlos foram recentemente cortados muito curtos podem tornar-se vítimas de queimaduras do sol e são tão susceptíveis ao estresse devido ao calor quanto os cães com seus pêlos naturais. Na verdade, a pelagem de um cão tem características isolantes para protegê-lo do calor. Um corte muito curto deve ser evitado durante a estação quente. A insolação é o tipo mais comum de estresse devido ao calor. Ela desenvolve-se rapidamente, estando freqüentemente associada à exposição a temperaturas elevadas, umidade e má ventilação. Os sintomas incluem respiração ofegante, um olhar fixo e ansioso, ausência de resposta a comandos, pele seca e um tanto quente, temperatura extremamente elevada, desidratação, batimento cardíaco rápido e colapso. Para tratar a insolação, mergulhe o animal em água fria ou borrife-o com uma mangueira de jardim para ajudar a abaixar a temperatura do seu corpo. Caso não disponha de água, aplique sacos de gelo na cabeça e pescoço e leve-o para um local fresco imediatamente. Uma leve brisa de um ventilador também pode ser utilizada. Qualquer que seja a forma do estresse devido ao calor, a atenção imediata de um veterinário é importante tendo-se em vista lidar com as possíveis complicações.

Uma Consideração Final


Com sua proteção vigilante, seus animais de estimação poderão compartilhar as alegrias do verão com você.

Fonte:nestle.com.br
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