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domingo, 11 de setembro de 2011

Conheçam o Cão Bearded Collie


Bearded Collie, Highland collie ou Collie Barbudo é uma raça canina, originária da Grã-Bretanha, mais precisamente da região das Highlands, Escócia. Surgiu da cruza ao acaso de diversas raças de cães pastores como Old English Sheepdog, Polski Owczarek Nizinny, (conhecido também por Lowland Polish Sheepdog), Rough Collie e Border Collie. De acordo com a história, o mais antigo registro visual mostrando um Collie barbudo data de 1771, um retrato do Duque de Buccleigh feito por Thomas Gainsborough. A raça Lowland Polish Sheepdog, antepassados dos Collies Barbudos, chegou a Escócia em 1514, com um capitão da marinha polonesa chamado Kazimierz Grabski, que vendeu 3 de seus 6 cães a um pastor escocês por um carneiro e uma ovelha.
Em 1912 foi fundada a Bearded Collie Society em Edimburgo que não sobreviveu à Primeira Guerra Mundial. Devido a estas convulsões sociais que se arrastaram na primeira metade do século XX, o Bearded Collie esteve quase extinto. Contudo, conseguiu recuperar na segunda metade do século, mas ainda não é uma raça muito divulgada.

 Aparência

Cão robusto de altura entre 53 e 56 cm, com peso entre 25kg e 30 kg. A cabeça é grande, com focinho alongado, dentes brancos e bem posicionados. Os olhos devem ter a cor harmoniosa com a cor da pelagem. Orelhas inseridas altas e pendentes, cauda mantida baixa em repouso e alta quando em estado de atenção.
Seu pêlo é grosso e forte, com subpêlo mais macio embora ainda espesso. Suas cores podem ser ardósia, loiro-ruivo, todas as tonalidades de cinza, preto, areia e pode ter manchas claras ou não.

Temperamento

Conhecido por seus "pulos", é um cão entusiasmado,alegre e afetuoso. Costuma "pastorear" seus donos e apesar de seu tamanho, é gentil, o que o torna apto a conviver com crianças, com as quais se dá muito bem. É um animal extremamente social e aprecia companhia. Quando criado com forte convívio humano, torna-se um excelente cão de guarda. É apto a ser criado em casa ou ambientes fechados, apesar da necessidade de exercícios físicos. É um dos poucos cães de grande porte com senso de limpeza. Deve-se educá-los desde pequenos, pois são cães espertos,e podem se tornar travessos. De acordo com o livro A Inteligência dos Cães, de Stanley Coren, o Bearded Collie encontra-se na 34ª posição entre as 135 pesquisadas em "IAOC": Inteligência a Adestramento e Obediência a Comandos.


Utilidade

Utilizado durante séculos como guia e pastor de rebanhos, é muito resistente aos invernos mais rigorosos e muito atento ao seu trabalho. Pertenciam principalmente a trabalhadores rurais, tendo sido mais valorizados e selecionados por sua capacidade de trabalho em pastoreio e nas travessias de gado das Terras Altas para os mercados nos séculos XVII e XVIII.
Fonte:wikipédia

Chico Xavier e os animais



CHICO, O AMIGO DOS ANIMAIS
 
Márcia Q. Silva Baccelli

Todos aqueles que conhecem a vida de Chico Xavier, vêm observando, ao longo do tempo, o seu grande amor pelos animais.
Em sua casa, ele já teve inúmeros animais. Vamos agora falar de um período em que tinha dois cachorrinhos da raça pequinês, chamados Brinquinho e Fofa.
Brinquinho, apesar de encontrar-se cego e doente, acompanhava o Chico em todos os seus movimentos dentro de casa.
Enquanto o médium trabalhava psicografando páginas e mais páginas dos Amigos Espirituais, Brinquinho permanecia debaixo da mesa, aos pés do dono, como se estivesse orando...
À chegada de alguém, ele latia ou aproximava-se mais de seu benfeitor, no intuito de protegê-lo
Brinquinho só faltava falar, pois Chico conversava muito com ele, e o mais espantoso é que ele compreendia tudo e respondia a seu modo.
No dia 12 de outubro, quando comemorávamos o Dia da Criança, ele partiu para o Mundo Espiritual.
Apesar de não se queixar, percebemos a dor do Chico, com a separação transitória do “grande amigo”, qual ele se referia sempre ao cachorrinho.
O amigo dos animais o enterrou no quintal de sua casa, bem próximo de seu quarto. Chico contou-nos um lindo fato sobre Brinquinho, evidenciando que ele era um cachorro diferente.
Em certa época, havia em sua casa uma gata que tinha dado à luz a muitos gatinhos.
Eles, porém, eram muito pequeninos e tinham muita dificuldade de aproximarem-se da mãe, para mamar.
Brinquinho, então, conduzia-os ternamente, com a boca, até a “mamãe gata”, da mesma forma que ela procedia para carregá-los...
Ao recordar do amigo, os olhos de Chico brilhavam pelas lágrimas de saudades!
Fofa, a outra cachorrinha, que ainda permanece ao lado do médium, também sentiu muita falta de branquinha, e a cada dia apega-se mais ao seu grande protetor... 

E muitas vezes, ao distanciar-se dele, ela o chama, num som bem nítido: “Chi ... Chi ...”



 
Outro lado interessante do amor de Chico aos animais, é o que acontece quando ele vai à Goiânia, nas vésperas do Natal, visitar os irmãos hansenianos na Colônia Santa Marta.
Como mensageiro da esperança, a sua presença é o melhor presente de Natal, como dizem os próprios doentes.
Mas, a chegada de Chico à Colônia é precedida de grande inquietação, não somente por parte dos amigos que lá residem, mas, sobretudo, por um cão...
Contam alguns amigos goianenses que este cachorro tinha uma doença na pele e estava destinado a ser sacrificado ...
Ao vê-lo na Colônia, Chico aproximou-se, ajoelhou e abraçou-o.
Desde então, ele curou-se. Chico deu-lhe o nome de Menino.
Ele parece pressentir quando o amigo está para chegar, pois fica todo agitado, ganindo muito. Quando o carro que conduz Chico estaciona, Menino tenta soltar-se da coleira para ir ao seu encontro.
Ele que era um cão feroz, devido à erupção na pele, agora é dócil, principalmente com o seu grande amigo de Uberaba.
Os animais têm alma e Chico é sensível a esta realidade, auscultando-lhe o psiquismo e, em sua vida de renúncia, eles lhe valem por grandes companheiros em suas horas de solidão.

Fonte:espiritualidade.blogspot.com

Conjutivite Felina


Conjuntivite é uma zoonose que acomete não só as pessoas como os animais em especial, os gatos, eles normalmente se infectam quando entram em contato com animais já infectados. Nada mais é que a inflamação da conjuntiva ( a parte rosada do olho que cobre a parte branca chamada de esclera)
Os sinais oculares vão ser observados a partir de uma média de 2 a 7 dias após a infecção, o olho pode ficar bem vermelho, pode apresentar um edema na conjuntiva também, e o olho fica constantemente lacrimejando, que nada mais é que um corrimento ocular devido a essa inflamação, além do que eles piscam excessivamente podendo ainda ficar com tosses e espirros frequentes. Se não tratados os animais podem ficar com esses sintomas até mais de um mês;



Os felinos não costumam ter problemas oftálmicos, porém, quando os tem então precisa ser tratado com máxima eficiência para evitar que o animal fiquem estrábico.E uma vez que foram vítimas na maioria das vezes voltam a ter a conjuntivite, principalmente quando apresentam baixa resistência.
Por isso é muito importante que o animal sempre tome todas as vacinas, até mesmo os gatos pois muitas pessoas acham que só os cachorros que precisam tomar todas as vacinas mas não é bem assim os gatos também para evitar doenças pra eles e nós mesmos.
A vacina pode sim reduzir a frequencia e a gravidade da doença, embora não nos de 100% de certeza que vai evitar, mas é sempre bom prevenir.
Fonte:bichosbrasil.com.br

Gatos tambem escovam os dentes!!



A importância de escovar os dentes do gato

 

Escovar os dentes do gato é um cuidado de saúde obrigatório e essencial. Gatos que não fazem higiene bucal com frequência possuem o risco de contrair doenças que podem ser graves. Um exemplo é a doença dentária de gatos, também chamada de periodontite.
Além de escovar o dente é importante que você entenda um pouco sobre dentes e saúde da boca do gato lendo nosso artigo sobre Dentes do Gato: cuidados básicos.

 

Qual a frequência que devo escovar os dentes do meu gato?

A escovação deve ser diária ou pelo menos de 3 vezes por semana.

 

Eu mesmo posso escovar os dentes do meu gato?

Você não só pode como deve escovar os dentes de seu animal de estimação. Não pense que seu veterinário ou outra pessoa irá fazer isso para você, como a escovação deve ser freqüente, seu veterinário não poderá estar sempre por perto para realizar a higiene bucal do gato.
Além disso, escovar os dentes de seu gato pode ser um momento de aproximação e ganho de intimidade com seu filhote. 


 

Que escova de dente é melhor para meu gato?

 

Primeiramente você precisa entender que não se deve utilizar escovas de dente para humanos e nem pasta de dente para humanos, pois isso pode resultar em problemas de saúde para seu gatinho!
Existem escovas e pastas de dente especiais para gatos, seu veterinário pode recomendar a marca e o modelo mais apropriados.
A escova para humanos além de machucar, não penetra corretamente nas áreas que mais necessitam de limpeza. E as pastas de dente para gatos geralmente possuem um gosto especial que seu gato irá amar.

 

Treinando seu gato a se acostumar com a escova de dente

 

Não vá tentando enfiar a escova dentro da boca de seu amigo: ele precisa primeiro se acostumar a um objeto dentro de sua boca. Para tal, comece brincando de colocar seu dedo dentro da boquinha do gatinho.
Você deve acostumá-lo com o processo e isso leva alguns dias. Se fizer tudo com paciência seu gato vai passar a enxergar a atividade de limpeza oral como uma “brincadeira”. Caso contrário ele vai se assustar e fugir e irá associar a limpeza oral a uma experiência desagradável.
Finja que seu dedo é uma escova de dente e devagarzinho e gentilmente esfregue seu dedo no dente do gatinho, massageando. Não ponha o dedo fundo na boca dele, seja gentil e realmente simule uma escovação de dente utilizando seu dedo. Repita isso por cerca de uma semana até ele se acostumar com esta prática.
Depois passe a fazer a mesma coisa só que agora, colocando um pouco de pasta de dente para gatos em seu dedo assim o filhote vai se acostumando com o gosto da pasta. Faça isso por mais ou menos uma semana. 



 

Apresentado a escova de dente

 

O próximo passo é acostumar seu gatinho com a escova de dente. Coloque a escova de dente gentilmente e devagar em sua boca. Você pode colocar um pouco da pasta de dente na escova já que ele já está acostumado com esse gosto.
Outra maneira é colocar um pouco de caldinho de comida para gato ou caldo de atum enlatado, ele irá gostar do gostinho e vai querer a escova dentro de sua boca. Faça isso por mais uma ou duas semanas.
Se você optar por colocar um caldo de comida na escova tente mudar para a pasta o quanto antes, pois afinal você quer limpar os dentes e não sujá-los com caldo de comida.
Perceba que o processo de acostumar o gatinho leva cerca de um mês: realmente não é o caso de colocar a escova na boca dele da noite para o dia!
A escovação deve sempre ser gentil e suave. Não vá escovando com força, pois você pode machucar seu animal de estimação! Lembre-se, vá ensinando e treinando ele devagar e tenha paciência. No começo ele não irá deixar você escovar todos os dentes.
É fortemente recomendado que pergunte ao seu veterinário para que ele lhe mostre como escovar os dentes do gatinho corretamente. 

A limpeza oral no veterinário

 

Recomendamos que a cada 6 meses pelo menos, você leve seu gatinho ao veterinário para uma limpeza oral profissional. Da mesma forma que nós humanos vamos ao dentista de tempos em tempos para fazer uma “limpeza geral nos dentes” é importante para seu gato fazer o mesmo de vez em quando. Pergunte ao seu veterinário sobre esta prática. 
Fonte:www.linkanimal.com.br

Casinhas de Cachorro



Casinha de cachorro

Revista Cães & Cia, n. 340, setembro de 2007
O seu cão tem casinha? Entenda por que ele deve ter uma e saiba como prepará-la para obter melhores resultados
Para os cães, a casinha é mais do que proteção contra o vento e a chuva. É o lugar em que se sentem completamente protegidos, um espaço realmente deles. Portanto, até mesmo o cão que vive dentro de casa ou em apartamento deve ter casinha. Mesmo que não a use constantemente, o simples fato de ela estar lá proporciona a tranqüilidade emocional de saber que há abrigo disponível para ser usado quando for preciso.

Conforto emocional
 
Cães são animais de toca. Isto é, costumam preferir dormir e relaxar em pequenas tocas. Dentro delas se sentem protegidos do mau tempo e do ataque de outros animais. Mesmo dentro de casa, onde estão protegidos contra esses perigos, os cães continuam querendo uma toca por necessidade instintiva. Eles gostam de ter um esconderijo ao qual recorrer em noites de trovoadas ou quando sentem dores ou querem comer um osso em paz, entre outras situações.
O fato de um cão passar anos sem casinha própria não significa que ele não adorará ter uma, mesmo que a adaptação demore algum tempo. 

Aconchego
 
A grande maioria dos cães gosta de dormir em superfícies bem macias e fofas – a exceção fica por conta dos dias de calor, quando alguns apreciam deitar-se diretamente sobre superfícies frias. Se o cão não for calorento, capriche no colchão e nos cobertores ou lençóis. A minha cadelinha vira-lata, por exemplo, prefere edredom de plumas e lençol de fios egípcios! Como achamos isso um absurdo, experimentamos dar-lhe algumas opções e ela, consistentemente, escolhia a mais cara, sobre a qual se deitava! Não estou sugerindo gastar uma fortuna com a roupa de cama dos cães, mas saiba que eles distinguem muito bem texturas e maciez.
Deixar a casinha aconchegante, além de ser uma maneira de colaborar para o bem-estar do animal, evita que o cão fique se aninhando em outros locais da casa, como sofás, camas e jardins. Instintivamente, ele arranha a superfície desses locais e dá umas voltinhas antes de se deitar, o que colabora para estragar o lugar preferido para as sonecas.

 





 

 Tamanho
 
Ao contrário do que muita gente acredita, os cães preferem casinhas a mansões. Para eles, tocas apertadinhas conferem mais segurança do que espaços amplos. Por isso, compre uma casinha com espaço suficiente apenas para o cão ficar em pé e dar suas voltinhas antes de deitar-se. Caso seja um filhote, pode ganhar uma casinha de tamanho adequado para quando se tornar adulto, mas com uma divisão provisória que permita expandir a área disponível à medida que ele cresce. 




Localização
 
Casinhas externas devem proteger o cão do vento e da chuva. Por isso, verifique se a casinha e o local escolhido para colocá-la agüentariam uma tempestade, situação na qual o seu cão mais precisará de abrigo.

Se não houver possibilidade de proteger a casinha do sol nas horas mais quentes, adquira uma com isolante térmico.
Como o cão gosta de estar perto do grupo dele, ou seja, de seus proprietários, a casinha deve ficar o mais perto possível de onde ele consegue nos ver ou de onde nos estará aguardando. Cães que ficam do lado fora, por exemplo, gostam de se deitar próximo à porta e não no fundo do quintal. O lugar ideal para colocar a casinha é, portanto, bem próximo do local de entrada e saída das pessoas.
Cães que ficam dentro de casa também querem estar perto de nós. Nesses casos, deixe a casinha próxima à porta ou à janela que proporcionem maior contato com as pessoas da casa. Se o cão tiver livre acesso aos cômodos, coloque a casinha onde as pessoas mais ficam, como na sala ou no quarto.
 
Aromatização
 
O “perfume” que mais contribui para a sensação de segurança dos cães é o cheiro do dono. Basta você esfregar a mão na sua própria pele e, em seguida, no pano que colocará dentro da casinha para o cão deitar-se em cima. Nosso cheiro é tão importante para os cães que, quando estão inseguros ou sentem a nossa falta, procuram deitar-se justamente em cima dos lugares com o nosso odor, como o nosso travesseiro, o sofá onde sentamos e o nosso assento no carro. 




Endereço móvel
 
Por ser um ponto de referência, que ajuda o cão a não se sentir tão inseguro ou abandonado em um novo ambiente, a casinha pode e deve ir junto com ele quando for levado para um local desconhecido. Um jeito muito prático de resolver o assunto é adotar, como casinha, a própria caixa de transporte do cão. 


Limpeza
 
Higiene é fundamental. Procure, portanto, uma casinha que possibilite boa limpeza.

Fonte:caocidadao.com.br
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