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sábado, 17 de novembro de 2012

Os Braquicéfalos






Focinhos,doces Focinhos!


Achatados!

Parece até palavrão, mas cães e gatos com focinhos curtos ou achatados são chamados de braquicéfalos. Como todos os cães e gatos descendem de um único ancestral, os lobos no caso dos cachorros e um felino do deserto no caso dos bichanos, qualquer variação muito longe deste primeiro padrão tem a mão do ser humano. Assim, cães com focinhos longos e orelhas em pé, como o pastor alemão, por exemplo, são mais naturais do que os de focinho curto ou completamente achatados, como boxers (curto) ou pugs (achatado).





Saúde frágil

Acontece que a cabeça redonda e os focinho curtos ou achatados são considerados deformidades do esqueleto e causam vários problemas de saúde para cães e gatos. À primeira vista, o mais óbvio acontece: seus olhos esbugalhados estão mais expostos a acidentes e podem saltar da órbita ocular ou ficar secos; suas respirações são difíceis e até se alimentar não é fácil. Como engolem mais ar ao tentar comer e respirar ao mesmo tempo, os peludos braquicéfalos sofrem muito de flatulência (gases) e ainda podem engasgar com pedaços de alimento desviados para a traqueia. Também engolem ainda mais ar ao respirar pela boca, o que só os deixa mais “gasosos”.







Cuidados I

Se você já tem um cão ou gato braquicéfalo, precisa tomar diversas medidas para lhes manter mais saudáveis (ou menos doentes!). Nunca os expor a tempo quente e úmido é a primeira delas. Jamais os deixar dentro de carros ou ambientes abafados, outra. Mesmo com as janelas abertas a temperatura dentro de um carro pode ser fatal para um animal braquicéfalo, e em pouco tempo. Como geralmente possuem pregas faciais, suas peles podem ser um paraíso para bactérias. Nada de fumar perto deles! Exalações de produtos químicos podem lhes afetar, então procure usar produtos de limpeza mais naturais, como sabão de coco líquido, vinagre de álcool etc, sempre com os peludos bem longe do momento da aplicação.

Cuidados II

A hora da anestesia, necessária para a cirurgia da castração, merece atenção especial. Certifique-se de que o veterinário usa anestésicos modernos, peça que coração e respiração sejam monitorados por equipamentos especiais e prefira a anestesia inalatória. Nem todo veterinário está preparado para lidar com animais braquicéfalos. Vacinas por via nasal? Nem pensar! Aliás, segundo as instituições médico-veterinárias dos Estados Unidos e Europa, a vacina contra gripe canina só é justificada para animais que vivem em abrigos/canis.







Coleiras

Nada de sair na rua com seu peludo solto, certo? Mas se ele for braquicéfalo, precisa estar com o pescoço e as vias aéreas sempre livres. Coleiras de pescoço fazem pressão sobre a traqueia, principalmente daqueles cães que puxam a guia. Prefira as peitorais em forma de Y, que abraçam o peito e não o pescoço e eduque seu cachorro para não puxar a guia, o que eles tendem a fazer mais ao usar peitorais. A hora do passeio precisa ser agradável, não um perigo, e cães com focinho curto/achatado não podem ficar muito excitados e resfolegando demais.

  Ana Corina
@maedecachorro
Florianópolis
Fonte: .ndonline.com.br

Guloseimas:como administrar?




Este tema é muito interessante, e tenho certeza que muitas pessoas têm dúvidas em relação a oferecer ou não guloseimas para seu animal.  Por diversas vezes somos questionados e acho bacana detalhar aqui para vocês as desvantagens de criar estes tipos de hábitos tanto para seu animal quanto para você.
A alimentação de um cão ou gato deve ser única e exclusiva a ração. A ração fornece os nutrientes específicos e balanceados de acordo com a necessidade de cada categoria e espécie animal, não necessitando assim suplementar com outros tipo de alimentos.
 Cada animal necessita de uma certa quantidade de alimento diária, baseada em cálculos feitos por um veterinário, quantidade essa que em excessos ou carências podem resultar com o tempo graves conseqüências ao seu animal. Animais que se alimentam somente de ração vivem mais e são mais saudáveis isso eu comprovo diariamente em minha rotina clínica. 
Alguns proprietários de cães e gatos não se contentam em oferecer somente a ração, por achar um alimento sem graça, que não supre e que seu animal tem vontade de comer outras coisas. Mas raciocinem comigo, se você não oferecer de nenhum outro tipo de alimento que não seja a ração, exemplo um doce, um biscoito, o animal nem se quer vai saber o que é aquilo, mas se você criar o hábito de oferecer um pedacinho hoje, irá se repetir amanhã, depois e se tornará um hábito difícil de interromper, e vamos combinar que é desagradável nos horários das refeições seu animal ficar chorando e pedindo comida, além de ser estressante para ambos. Além de que algumas raças são mais predispostas a apresentarem problemas relacionados à alimentação incorreta, um exemplo é a Diabetes que vêm crescendo drasticamente entre cães.
 
 
 
 
 
 As principais conseqüências de se oferecer alimentos caseiros para seu animal estão listadas a seguir:
-obesidade (principalmente nas raças predispostas);
- carências ou excessos de nutrientes;
- formação de tártaros dentários, mau hálito e outras afecções dentárias;
- alterações na consistência das fezes e odor;
-alterações de pelagem e pele;
- problemas hepáticos, hormonais e gastrintestinais;
- aumento nos índices de colesterol, triglicérides, etc.;
 
Existem algumas exceções nos casos de algumas enfermidades, como problemas de pele, a necessidade de acrescentar alguns alimentos caseiros na dieta, porém são feita alterações no preparo, e outros que somente o veterinário sabe quais são.
O interessante é que hoje em dia temos uma vasta opção de petiscos animais no mercado, entre eles chocolate, biscoito, podendo substituir pelos petiscos caseiros seu pet irá adorar. Mas lembre-se de utilizar com moderação, durante um agrado, uma bonificação, assim seu pet será mais saudável!
 
Atenção proprietários nunca caiam nessas chantagens que essas fofuras fazem com vocês, como carinhas, chorinhos, miados, gritinhos para conseguir um docinho!  
Dra. Mallize Gonçalves
Médica Veterinária
CRMV-SP 21291
Fonte:dramallize.blogspot.com.br

segunda-feira, 12 de novembro de 2012

A Visão dos Cães




Muitas pessoas se perguntam como os cães enxergam o mundo.
Posso dizer que é bem diferente da nossa visão, eles conseguem perceber coisas que não percebemos.

Os cães também podem ter miopia, hipermetropia e astigmatismo.
Os cães enxergam, de certa forma, como um humano daltônico, isto é, eles não distinguem entre o vermelho e verde. Cães conseguem distinguir bem  entre o azul e o verde. Brinquedos azuis são mais fáceis de estimular o cão do que o vermelho.





Bolinhas vermelhas podem ser usadas para estimular o olfato, pois como eles não conseguem distinguir esta cor, vão ter que procurar usando o olfato. 

A definição de imagens dos cães é inferior à do humano, mas é muito boa com pouca iluminação. Visualmente o ser humano é capaz de reconhecer um rosto a uma distância maior do que o cão, mas em um ambiente com pouca iluminação, a definição visual do ser humano diminui muito, enquanto a do cão, não. Um objeto que uma pessoa consiga reconhecer a uma distância de 25 metros só seria reconhecido pelo cão a 7 metros.





 
Os cães são mais capazes de detectar movimentos.  

Um teste bem simples de se fazer é : amarre numa cordinha um objeto que o cão adore. Prenda o cão num ponto fixo e distraia-o. Coloque o objeto a uma distância tal que fique difícil de ele ver facilmente. Solte o cão e, quando ele estiver “perdido”, procurando o objeto, puxe a cordinha para o objeto se mover. 

Observe como é localizado facilmente quando entra em movimento. Só não dá para sugerir uma distância padrão, porque o alcance da visão dos cães varia bastante e muitos deles são míopes. (Cão Cidadão -http://www.caocidadao.com.br/artigos_caes.php?id=311 ).

O campo de visão dos cães é maior do que humanos, em humanos o campo de visão é por volta de 180 graus já do cão gira em torno de 250 graus.

Zootecnista João Marcel Camargo






Fonte:zoopetcare.blogspot.com.br

Heterocromia Canina





Quando os cães apresentam um olho de cada cor, e até mesmo duas cores no mesmo olho, estamos diante de uma alteração congênita (de nascença) chamada de heterocromia de íris.

A heterocromia de íris pode ser total (um olho de cada cor), radial (uma cor contorna a borda externa da íris e outra contorna a pupila), e fragmentada (manchas mais escuras se espalhando pela íris de um ou ambos os olhos).





 

 Essas alterações podem ocorrer com mais frequência em cães de pelagem branca ou com albinismo parcial ou ainda com a pelagem Merle.

A pelagem Merle ocorre devido a presença do gene Merle, que dilui a coloração da pelagem preta em tons de cinza e também pode produzir olhos azuis. 




 

Este gene é mais encontrado em raças como: Pastor Australiano, Collie, Dogue Alemão, Bulldog Inglês, Dachshund de pêlo longo, Dálmata, Malamute, Husky Siberiano, Old English Sheepdog, Boxer e Weimaraner.

 Em geral a heterocromia de íris não está relacionada com cegueira, a não ser em raros casos onde ocorre a Síndrome do Gene Merle, que ocasiona malformações oftálmicas e também alterações nos ouvidos levando à surdez.

Esta síndrome já foi relatada em cães da raça Dálmata.
Fonte: mbs-euamocaes.blogspot.com.br

A simpática Marmota




As marmotas são roedores, membros do género Marmota e estão classificadas dentro da família Sciuridae (esquilos).

Têm a aparência de um esquilo mas com dimensões maiores. Vivem em tocas que utilizam para hibernar durante o Inverno. A sua hibernação pode durar até sete meses.

Quando despertam da hibernação, a sua principal preocupação é alimentar-se o mais rápido possível para recuperar as reservas energéticas, reconhecendo as redondezas para, em caso de perigo, poderem realizar uma fuga veloz.

São animais extremamente sociais e utilizam vocalizações ruidosas como meio de comunicação, especialmente quando sentem uma ameaça. Normalmente vivem em pequenas colónias ou famílias.






A marmota é uma das presas preferidas das grandes aves de rapina, e por isso todos os componentes do grupo revezam-se em uma vigilância constante.

 Levantando a parte anterior do seu corpo, ganham altura e podem se prevenir de qualquer imprevisto.

Vivem no hemisfério norte, em regiões montanhosas, onde o clima rigoroso não permite uma vegetação mais desenvolvida do que a erva dos prados alpinos

As marmotas são herbívoras, para se alimentar não fazem grande esforço, já que sua dieta é composta pela mesma erva dos prados que rodeiam seus abrigos.

Em tempos remotos, como na época das glaciações, a marmota comum ocupava grande parte da Europa.








O 2 de fevereiro é o Dia da Marmota nos Estados Unidos. A data, reservada a previsões acerca do fim do inverno, é baseada em uma crença antiga - surgiu por volta de 1887 -, mas ainda hoje leva milhares de pessoas anualmente a Punxsutawney, onde a superstição é muito popular, para conferir os primeiros passos do animal que aponta a previsão do tempo.

Em 2012, mais de 15 mil visitantes, de acordo com os organizadores da cerimônia, reuniram-se para assistir à marmota Phil sair da toca. De acordo com a tradição, se o dia estiver nublado e a marmota não enxergar a própria sombra, ela sai da toca e dá por concluído seu sono invernal por achar que a primavera está chegando. Phil saiu da toca antes do amanhecer e viu a própria sombra - o que indica, portanto, que o país terá mais seis semanas de frio. Mas esta lenda, tradição ou superstição tem sentido?

Conforme a Sociedade de Meteorologia Americana, desde os tempos antigos os humanos buscam realizar previsões de eventos climáticos futuros, e o comportamento dos animais, especialmente aqueles relacionados à hibernação, é base para inúmeras lendas. Este é o caso da marmota, roedor que normalmente hiberna de outubro até o começo de fevereiro.

Além disso, esta lenda também coincide com um importante marco astronômico: o dia 2 de fevereiro fica entre o solstício de inverno, marcando a ocorrência de menor duração do dia no Hemisfério Norte (22 de dezembro de 2012), e o equinócio da primavera (20 de março de 2012), quando temos o dia e a noite com a mesma duração.







A tradição da marmota parece ter se desenvolvido no norte da Europa, principalmente na Alemanha, onde os agricultores acordavam cedo para assistir a saída do texugo. A partir daí surgiu a crença de que, se o animal saísse da toca e visse a própria sombra, ele retornaria à hibernação, indicando, assim, mais seis semanas de frio. Outras pessoas acreditam justamente no inverso - se nenhuma sombra for vista, o início da primavera pode ser aguardado com temperaturas mais altas.

Outros países europeus costumam usar o despertar do urso ou do porco-espinho como símbolo da chegada da primavera. Segundo informações da Sociedade de Meteorologia Americana, a tradição foi trazida para os Estados Unidos em meados do século 18 por imigrantes alemães.

Os meteorologistas, contudo, afirmam que nenhuma evidência estatística foi encontrada para fundamentar essa crença. O único ponto que pode ser considerado como tendo algum significado científico são as condições meteorológicas do tempo, sem nuvens, que está relacionado com o fato da marmota ter sombra ou não. O tempo sem nuvens no início de fevereiro normalmente está associado a uma massa de ar frio, fato que costuma fazer com que os animais fiquem abrigados em suas tocas.
Fontes:wikipedia/noticias.terra.com.br
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