domingo, 11 de setembro de 2011
Conjutivite Felina
Conjuntivite é uma zoonose que acomete não só as pessoas como os animais em especial, os gatos, eles normalmente se infectam quando entram em contato com animais já infectados. Nada mais é que a inflamação da conjuntiva ( a parte rosada do olho que cobre a parte branca chamada de esclera)
Os sinais oculares vão ser observados a partir de uma média de 2 a 7 dias após a infecção, o olho pode ficar bem vermelho, pode apresentar um edema na conjuntiva também, e o olho fica constantemente lacrimejando, que nada mais é que um corrimento ocular devido a essa inflamação, além do que eles piscam excessivamente podendo ainda ficar com tosses e espirros frequentes. Se não tratados os animais podem ficar com esses sintomas até mais de um mês;
Os felinos não costumam ter problemas oftálmicos, porém, quando os tem então precisa ser tratado com máxima eficiência para evitar que o animal fiquem estrábico.E uma vez que foram vítimas na maioria das vezes voltam a ter a conjuntivite, principalmente quando apresentam baixa resistência.
Por isso é muito importante que o animal sempre tome todas as vacinas, até mesmo os gatos pois muitas pessoas acham que só os cachorros que precisam tomar todas as vacinas mas não é bem assim os gatos também para evitar doenças pra eles e nós mesmos.
A vacina pode sim reduzir a frequencia e a gravidade da doença, embora não nos de 100% de certeza que vai evitar, mas é sempre bom prevenir.
Fonte:bichosbrasil.com.br
Gatos tambem escovam os dentes!!
A importância de escovar os dentes do gato
Escovar os dentes do gato é um cuidado de saúde obrigatório e essencial. Gatos que não fazem higiene bucal com frequência possuem o risco de contrair doenças que podem ser graves. Um exemplo é a doença dentária de gatos, também chamada de periodontite.
Além de escovar o dente é importante que você entenda um pouco sobre dentes e saúde da boca do gato lendo nosso artigo sobre Dentes do Gato: cuidados básicos.
Qual a frequência que devo escovar os dentes do meu gato?
A escovação deve ser diária ou pelo menos de 3 vezes por semana.Eu mesmo posso escovar os dentes do meu gato?
Você não só pode como deve escovar os dentes de seu animal de estimação. Não pense que seu veterinário ou outra pessoa irá fazer isso para você, como a escovação deve ser freqüente, seu veterinário não poderá estar sempre por perto para realizar a higiene bucal do gato.Além disso, escovar os dentes de seu gato pode ser um momento de aproximação e ganho de intimidade com seu filhote.
Que escova de dente é melhor para meu gato?
Primeiramente você precisa entender que não se deve utilizar escovas de dente para humanos e nem pasta de dente para humanos, pois isso pode resultar em problemas de saúde para seu gatinho!
Existem escovas e pastas de dente especiais para gatos, seu veterinário pode recomendar a marca e o modelo mais apropriados.
A escova para humanos além de machucar, não penetra corretamente nas áreas que mais necessitam de limpeza. E as pastas de dente para gatos geralmente possuem um gosto especial que seu gato irá amar.
Treinando seu gato a se acostumar com a escova de dente
Não vá tentando enfiar a escova dentro da boca de seu amigo: ele precisa primeiro se acostumar a um objeto dentro de sua boca. Para tal, comece brincando de colocar seu dedo dentro da boquinha do gatinho.
Você deve acostumá-lo com o processo e isso leva alguns dias. Se fizer tudo com paciência seu gato vai passar a enxergar a atividade de limpeza oral como uma “brincadeira”. Caso contrário ele vai se assustar e fugir e irá associar a limpeza oral a uma experiência desagradável.
Finja que seu dedo é uma escova de dente e devagarzinho e gentilmente esfregue seu dedo no dente do gatinho, massageando. Não ponha o dedo fundo na boca dele, seja gentil e realmente simule uma escovação de dente utilizando seu dedo. Repita isso por cerca de uma semana até ele se acostumar com esta prática.
Depois passe a fazer a mesma coisa só que agora, colocando um pouco de pasta de dente para gatos em seu dedo assim o filhote vai se acostumando com o gosto da pasta. Faça isso por mais ou menos uma semana.
Apresentado a escova de dente
O próximo passo é acostumar seu gatinho com a escova de dente. Coloque a escova de dente gentilmente e devagar em sua boca. Você pode colocar um pouco da pasta de dente na escova já que ele já está acostumado com esse gosto.
Outra maneira é colocar um pouco de caldinho de comida para gato ou caldo de atum enlatado, ele irá gostar do gostinho e vai querer a escova dentro de sua boca. Faça isso por mais uma ou duas semanas.
Se você optar por colocar um caldo de comida na escova tente mudar para a pasta o quanto antes, pois afinal você quer limpar os dentes e não sujá-los com caldo de comida.
Perceba que o processo de acostumar o gatinho leva cerca de um mês: realmente não é o caso de colocar a escova na boca dele da noite para o dia!
A escovação deve sempre ser gentil e suave. Não vá escovando com força, pois você pode machucar seu animal de estimação! Lembre-se, vá ensinando e treinando ele devagar e tenha paciência. No começo ele não irá deixar você escovar todos os dentes.
É fortemente recomendado que pergunte ao seu veterinário para que ele lhe mostre como escovar os dentes do gatinho corretamente.
A limpeza oral no veterinário
Recomendamos que a cada 6 meses pelo menos, você leve seu gatinho ao veterinário para uma limpeza oral profissional. Da mesma forma que nós humanos vamos ao dentista de tempos em tempos para fazer uma “limpeza geral nos dentes” é importante para seu gato fazer o mesmo de vez em quando. Pergunte ao seu veterinário sobre esta prática.
Fonte:www.linkanimal.com.br
Casinhas de Cachorro
Casinha de cachorro
Revista Cães & Cia, n. 340, setembro de 2007O seu cão tem casinha? Entenda por que ele deve ter uma e saiba como prepará-la para obter melhores resultados
Para os cães, a casinha é mais do que proteção contra o vento e a chuva. É o lugar em que se sentem completamente protegidos, um espaço realmente deles. Portanto, até mesmo o cão que vive dentro de casa ou em apartamento deve ter casinha. Mesmo que não a use constantemente, o simples fato de ela estar lá proporciona a tranqüilidade emocional de saber que há abrigo disponível para ser usado quando for preciso.
Conforto emocional
Cães são animais de toca. Isto é, costumam preferir dormir e relaxar em pequenas tocas. Dentro delas se sentem protegidos do mau tempo e do ataque de outros animais. Mesmo dentro de casa, onde estão protegidos contra esses perigos, os cães continuam querendo uma toca por necessidade instintiva. Eles gostam de ter um esconderijo ao qual recorrer em noites de trovoadas ou quando sentem dores ou querem comer um osso em paz, entre outras situações.
O fato de um cão passar anos sem casinha própria não significa que ele não adorará ter uma, mesmo que a adaptação demore algum tempo.
Aconchego
A grande maioria dos cães gosta de dormir em superfícies bem macias e fofas – a exceção fica por conta dos dias de calor, quando alguns apreciam deitar-se diretamente sobre superfícies frias. Se o cão não for calorento, capriche no colchão e nos cobertores ou lençóis. A minha cadelinha vira-lata, por exemplo, prefere edredom de plumas e lençol de fios egípcios! Como achamos isso um absurdo, experimentamos dar-lhe algumas opções e ela, consistentemente, escolhia a mais cara, sobre a qual se deitava! Não estou sugerindo gastar uma fortuna com a roupa de cama dos cães, mas saiba que eles distinguem muito bem texturas e maciez.
Deixar a casinha aconchegante, além de ser uma maneira de colaborar para o bem-estar do animal, evita que o cão fique se aninhando em outros locais da casa, como sofás, camas e jardins. Instintivamente, ele arranha a superfície desses locais e dá umas voltinhas antes de se deitar, o que colabora para estragar o lugar preferido para as sonecas.
Tamanho
Ao contrário do que muita gente acredita, os cães preferem casinhas a mansões. Para eles, tocas apertadinhas conferem mais segurança do que espaços amplos. Por isso, compre uma casinha com espaço suficiente apenas para o cão ficar em pé e dar suas voltinhas antes de deitar-se. Caso seja um filhote, pode ganhar uma casinha de tamanho adequado para quando se tornar adulto, mas com uma divisão provisória que permita expandir a área disponível à medida que ele cresce.
Localização
Casinhas externas devem proteger o cão do vento e da chuva. Por isso, verifique se a casinha e o local escolhido para colocá-la agüentariam uma tempestade, situação na qual o seu cão mais precisará de abrigo.
Se não houver possibilidade de proteger a casinha do sol nas horas mais quentes, adquira uma com isolante térmico.
Como o cão gosta de estar perto do grupo dele, ou seja, de seus proprietários, a casinha deve ficar o mais perto possível de onde ele consegue nos ver ou de onde nos estará aguardando. Cães que ficam do lado fora, por exemplo, gostam de se deitar próximo à porta e não no fundo do quintal. O lugar ideal para colocar a casinha é, portanto, bem próximo do local de entrada e saída das pessoas.
Cães que ficam dentro de casa também querem estar perto de nós. Nesses casos, deixe a casinha próxima à porta ou à janela que proporcionem maior contato com as pessoas da casa. Se o cão tiver livre acesso aos cômodos, coloque a casinha onde as pessoas mais ficam, como na sala ou no quarto.Aromatização
O “perfume” que mais contribui para a sensação de segurança dos cães é o cheiro do dono. Basta você esfregar a mão na sua própria pele e, em seguida, no pano que colocará dentro da casinha para o cão deitar-se em cima. Nosso cheiro é tão importante para os cães que, quando estão inseguros ou sentem a nossa falta, procuram deitar-se justamente em cima dos lugares com o nosso odor, como o nosso travesseiro, o sofá onde sentamos e o nosso assento no carro.
Endereço móvel
Por ser um ponto de referência, que ajuda o cão a não se sentir tão inseguro ou abandonado em um novo ambiente, a casinha pode e deve ir junto com ele quando for levado para um local desconhecido. Um jeito muito prático de resolver o assunto é adotar, como casinha, a própria caixa de transporte do cão.
Limpeza
Higiene é fundamental. Procure, portanto, uma casinha que possibilite boa limpeza.
Fonte:caocidadao.com.br
domingo, 4 de setembro de 2011
O Gato Sagrado da Birmânia
Gato Raça Sagrado da Birmânia
Características Gerais: É um gato legendário e misterioso. É grande, de pelagem longa e sedosa. Os olhos, quase redondos, são azuis, de preferência escuros, e bem separados, o que dá a face uma expressão muito doce.
Os pés devem ser brancos, com quatro luvas perfeitamente simétricas. A pelagem é de média a longa, de textura sedosa. O temperamento do Sagrado da Birmânia é equilibrado. É um gato gentil, ativo, brincalhão, mas tranquilo. Não pede atenção insistentemente, mas é carinhoso e gosta de companhia. É um gato para ficar dentro de casa, pois precisa muito estar junto com a família, já que sofre de melancolia e depressão se o dono se ausentar por muito tempo. Já com relação a estranhos é reservado e não permite que o toque, chegando a rosnar e morder caso haja insistência. Adora ganhar colo e carinho, e sempre vai fazer o possível para acompanhar os donos por onde eles forem.
Seu tamanho deve ser médio; corpo ligeiramente longo; pés redondos; estrutura forte, bochechas redondas; testa pouco arredondada; nariz médio sem stop; orelhas pequenas mas não tanto quanto as do Persa, inseridas bem separadas; olhos azuis, ligeiramente ovais. Pelagem com textura sedosa e semi-longa e com pouco subpêlo. As pontas (face, orelhas, cauda, pernas e genitais) de coloração mais escura em contraste com a cor creme ou bege do corpo. O branco (simétrico) das 4 patas brancas deve ir até a articulação com as pernas. As marcações nas extremidades só aparecem com 4 a 5 meses de idade.
São reconhecidas 17 cores subdivididas em 4 grupos - Point (Red, Seal, Blue, Chocolate, Lilac e Cream), Tortie Point (Seal), Tabby Point (Cream, Seal, Blue, Chocolate, Lilac e Red) e Tortie Tabby Point (Seal, Blue, Chocolate e Lilac). Essas cores devem ser lisas e contrastar bem com o corpo. São indesejáveis manchas brancas na barriga e nos genitais, partes escuras das patas e peito e luvas subindo muito por trás das patas.
Historia:
O gato sagrado da Birmânia descende dos animais antigos, gatos criados nos templos budistas. Segundo a lenda, existia num templo um gato branco, de pelo comprido, que era o fiel companheiro de um sacerdote. Quando este morreu, assassinado por invasores, o gato pulou para cima do corpo de seu dono e aí ficou, para evitar que alguém se aproximasse. Nesse momento, sua pelagem foi ficando cor de creme. Os olhos dourados tornaram-se azuis e as patas, nariz, orelhas e cauda, azuis - cinzentos. Apenas os quatro pés, que estavam em contato com o corpo do defunto, permaneceram brancos. Depois disso, todos os outros gatos criados nos templos ficaram iguais a ele. Os sacerdotes acreditavam que os fiéis retornavam à Terra na forma de gatos.
Há várias descrições da chegada dos primeiros exemplares da raça à Europa. A raça moderna foi fundada por "Wong Mau", um Sagrado da Birmânia — levado para os EUA em 1930 — que foi cruzado com um Siamês. É provável que tenha havido importações posteriores da Birmânia. Mas o fato é que em 1936 a raça já se tornara suficientemente pura para ser reconhecida nos EUA.
Na França, a raça foi oficialmente reconhecida em 1952. Os selecionadores franceses incluíram na descendência o sangue dos Siameses e dos Persas brancos, este último responsável pela pelagem macia e semilonga do Sagrado da Birmânia. A história da raça, que divergiu durante a última metade da década de 1940, produziu dois tipos distintos de Sagrado da Birmânia: o gato inglês tem um porte mais oriental, e o americano é mais robusto.
Não só o número de variantes do Sagrado da Birmânia diverge entre os dois lados do Atlântico, como o padrão britânico é diferente do americano. O americano tem o corpo, a cabeça, os olhos e as patas mais arredondadas do que o gato inglês. As diversas variedades têm em comum uma importante particularidade: as quatro patas são cobertas por luvas completamente brancas .
Fonte:amadeuw.com.br
Truques que seu gato pode aprender
Revista Cães & Cia, n.340, setembro de 2007
Gatos também aprendem a obedecer a comandos e a efetuar truques - basta saber ensiná-los. Com os treinos, o dono pode entender melhor o felino e passar por momentos de interação, agradáveis para ambos. Não se preocupe: nenhum gato treinado vira robô. Ele simplesmente aprende a conseguir o que quer por meio de comportamentos específicos
Pode-se ensinar praticamente qualquer coisa ao gato. Basta seguir a lógica dos truques descritos neste artigo. O ensino é feito com a ajuda de reforço positivo, ou seja, de qualquer coisa que o gato aprecie ou deseje, como carinho, uma porta aberta ou brincadeiras - mas nada é melhor do que premiá-lo com um petisco que adore!
Sentar
Segure o petisco acima da cabeça do gato, sem deixá-lo pegar. Simplesmente espere que ele se sente ou, se preferir, tente induzi-lo a sentar-se. Para tanto, movimente o petisco próximo à cabeça dele, estimulando-o a andar para trás: alguns gatos se sentam nessa situação.
Quando ele sentar, recompense-o no mesmo segundo com o petisco. Dê um pedaço pequeno, assim ele não demorará nem para comer nem para prosseguir praticando. E terá ainda mais disposição para treinar antes de ficar satisfeito.
Quando o gato perceber que ganha petisco cada vez que senta, sempre que desejar petisco sentará rapidamente. Se você quiser associar o treino a um comando gestual ou verbal, como “senta”, introduza-o segundos antes de o gato sentar e dê a recompensa enquanto ele senta.
Dar a pata
Com um petisco em cada mão, chegue bem perto do gato. Estenda uma delas num gesto de convite para receber a pata, o que passará a funcionar como comando gestual. Naquela mão estará um petisco à mostra. Caso o gato tente pegá-lo com a boca, afaste a mão e não o entregue. A tendência natural e desejada é que ele o pegue com a pata. Sempre que isso acontecer, recompense-o com o petisco da outra mão. Fique atento: ao tentar pegar a recompensa, alguns gatos podem machucar a mão do treinador com as unhas. Depois que o felino perceber que, ao pôr a pata sobre a sua mão, ganha recompensa, passará a dar a pata mesmo que na mão estendida não haja petisco.
Ficar
É relativamente fácil ensinar este comando. Principalmente para um gato preguiçoso. Afinal, ele aprenderá que, depois de ouvir “fica”, ganhará um petisco sem fazer nada além de aguardar que a pessoa volte e lhe traga a guloseima!
A maneira mais fácil de começar é pelo comando “senta”, que já deverá estar aprendido. Comande “senta” e recompense o gato assim que obedecer. Aumente aos poucos o tempo entre sentar e ganhar recompensa. Sempre que o gato se levantar, induza-o a sentar novamente e não dê o petisco. Aos poucos, ele perceberá que só ganha prêmio se permanecer sentado, o que fará por períodos cada vez maiores. Comece então a dizer “fica” e, ao mesmo tempo, faça o sinal “pára” com uma das mãos. Alguns segundos depois, dê a recompensa. Gradativamente, afaste-se mais antes de recompensá-lo.
Vir
Facílimo de ensinar, este comando é aprendido em apenas alguns dias por qualquer gato interessado em petiscos. Chame o gato com um assobio ou palavra exclusiva, usada só para esse fim. No começo, quando ele não atender, mostre o petisco até ele compreender que será premiado. Espere e, quando o gato chegar, dê o petisco. Nunca o chame sem recompensá-lo, caso contrário, com o tempo, ele parará de vir. Esse comando é especialmente útil para achar o gato que fugiu ou que está num lugar perigoso, como atrás da máquina de secar.
Entrar na caixa de transporte
Também bastante útil, este treino faz o gato associar a caixa de transporte a coisas agradáveis, em vez de unicamente a procedimentos desagradáveis, como ir ao veterinário tomar vacina. Dê alguns tapinhas em cima da caixa de transporte para chamar a atenção do gato e jogue um petisco dentro dela. Deixe-o entrar e comer. Com o tempo, bastará dar os tapinhas na caixa para o gato entrar correndo, interessado na recompensa, que poderá estar no interior da caixa ou ser dada assim que ele entrar.
Pense nisso: o gato vai usar todos os truques aprendidos quando quiser ganhar petisco, inclusive miar! Se assim mesmo você quiser ensiná-lo a miar sob comando, espere um miado e, nesse momento, dê o petisco. Repita algumas vezes. Depois, passe a dizer “mia” alguns segundos antes de mostrar o petisco.
Muitos proprietários, ao atender miados no dia-a-dia, acabam, sem querer, incentivando o gato a miar. Saber adestrar permite também influir naquilo que o gato deverá aprender ou não, de acordo com a conveniência!
Fonte:caocidadao.com.br
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