sexta-feira, 11 de janeiro de 2013
Os alegres Periquitos
Temperamento:
Os periquitos são aves extremamente alegres e barulhentas, que podem ser criadas em casais e em grandes grupos, até mesmo com outros tipos de aves. No entanto, os periquitos podem também ser criados individualmente, com a condição de que sejam adquiridos numa idade precoce, para se acostumarem com os seus donos. Na verdade, muitas pessoas dizem que os periquitos australianos são as aves mais alegres de que se tem notícia.
É muito comum vermos os mais variados tipos de objectos de brincadeira para estas aves, como por exemplo poleiros, baloiços, bolinhas, e tudo o que existe para manter os periquitos alegres e animados.
Os periquitos são as aves de gaiola mais conhecidas entre o público em geral, principalmente pela seu aspecto alegre e manso, podendo inclusive, aprender algumas palavras se os donos tiverem paciência.
Descrição:
O naturalista John Gould foi o responsável pela primeira saída desta ave do seu país natal, a Austrália, em 1840. Gould publicou um livro a respeito dos periquitos australianos, o que difundiu a espécie por toda a Europa, e em seguida, Estados Unidos e América Latina. A ave fez tanto sucesso que o Governo da Austrália teve que criar leis que punissem o contrabando e a caça ilegal, já que ela estava em risco de extinção. Apesar de não correr mais esse risco, pois hoje em dia o periquito está presente em muitas casas e ambientes ao redor do mundo, a caça continua proibida na Austrália.
Esta ave pode ter aproximadamente 18 centímetros, dependendo da variedade de periquito. A diferenciação entre machos e fêmeas pode ser feita através da cera azul dos machos, enquanto que nas fêmeas é castanha.
Os periquitos são muito fáceis de criar. Esta ave não constrói ninho, e as caixas de ninho são levemente inclinadas para evitar que os ovos rolem e se afastem uns dos outros, e não sejam chocados. Põem entre quatro a seis ovos por ninhada, que são chocados pela fêmea por um período de 18 dias. Depois de nascerem, as crias são alimentadas por ambos os progenitores.
A plumagem surge depois de, aproximadamente, quatro semanas de vida, altura em que ainda não estão prontas para cuidarem de si próprias, sendo necessário o cuidado dos progenitores até as cinco semanas. A coloração definitiva dos periquitos surge após quatro meses de vida.
Alojamento:
Os periquitos da Austrália podem ser criados em qualquer tipo de ambiente, ou seja, aviários fechados, gaiolas, ou ao ar livre. A única coisa que não se recomenda é colocar plantas juntamente com o periquito, pois esta ave vai destruir toda a decoração verde do aviário. Mas, por outro lado, podem colocar diversos tipos de objectos no aviário ou gaiola, para que possam trepar à vontade.
Os periquitos da Austrália são aves muito fortes e não têm qualquer tipo de problema em relação à localização do aviário ou da gaiola. O criador não vai ter qualquer problema, desde que proporcione um bom isolamento no Inverno e um abrigo nocturno para os pássaros.
Alimentação:
A alimentação deve ser à base de verduras, frutos e sementes, além de uma ração especial para periquitos australianos. Seu alimento favorito é o milho verde, que pode ser dado duas vezes por semana, mas retirado após duas horas para não fermentar. É importante também oferecer verduras frescas para facilitar a digestão e arenito. Alpista, aveia descascada e papa fortificante também podem fazer parte da sua dieta. Também pode procurar nas casas especializadas, algum tipo de suplemento vitamínico e cálcio.
Variedades:
Depois de longos anos de criação em cativeiro, podemos encontrar os mais diversos tipos de variações cromáticas nos periquitos da Austrália. Estas aves podem ser classificadas de uma forma geral, em cores normais ou cores gordurosas. As cores normais são as que têm as cores naturais da espécie, como os tons de verde, de azul, cor de malva, cinzentas e violetas.
As cores gordurosas incluem os albinos e os lutinos, que são, respectivamente, as aves brancas e amarelas com os olhos vermelhos. Existem também os periquitos amarelos e brancos, os malhados, os periquitos com marcas anormais, ou aves que apresentam cores desbotadas, ou cores diferentes do normal. Outra espécie relativamente comum é o periquito de rosto amarelo, que apresenta uma máscara amarela, ao invés de branca.
Fonte:srcoronado.com
A troca de Dentes em Cães e Gatos
Entenda Como ocorre a troca de dentes em Cães e Gatos
Você sabia que cães e gatos também trocam seus dentes? Esta fase acontece por volta do quarto ao sexto mês de vida do filhote, quando os dentes decíduos caem e dão lugar aos permanentes.
“Os dentes decíduos são dentes finos e pontiagudos e de aspecto frágil, que machucam com mais facilidade quando os filhotes mordem em suas brincadeiras. Já os dentes permanentes são maiores e mais brilhantes que devem durar toda a vida do animal e, por esse motivo, requerem cuidados de conservação e manutenção adequados”, explica Drª Carla.
Durante essa fase de troca o animal pode ficar seletivo para os alimentos ou até mesmo sem apetite, pois o desconforto causado pelo nascimento dos novos dentes é muito grande. “Nessa fase é normal a presença de mau hálito e eventual sangramento gengival e todas as alterações não têm significado clínico relevante, já que são temporárias”, esclarece a doutora.
Dificilmente é possível notar os dentes trocados em animais. Segundo a diretora do hospital, normalmente eles são engolidos pelos pets durante a mastigação dos alimentos, porém algumas vezes podem ser encontrados pelo chão da casa. Mas existem também aqueles animais que não efetuam a troca totalmente.
“Isso acontece quando observamos a presença de dentição dupla, principalmente nos caninos superiores e inferiores, nos incisivos, que são raros, ou em ambos. Em outros filhotes observamos dentição dupla nos incisivos, conhecidos por Dentes de Tubarão, o que normalmente é observado em animais de pequeno porte principalmente em Malteses, Yorkshires, Poodles, Lhasa Apsos, Pinschers entre outros”, diz.
Ainda de acordo com a doutora Carla, isso pode favorecer o acúmulo de restos alimentares e, consequentemente, cálculo dentário (tártaro) e mau hálito. “A pior consequência da dentição dupla é o desvio de mordedura que deverá ser corrigida com a extração dos dentes decíduos o quanto antes para evitar que o desvio se acentue ou perpetue”, acrescenta.
É aconselhável, mesmo antes da troca dos dentes decíduos, condicionar o animal – principalmente os cães – à escovação periódica dos dentes, evitando o acúmulo de cálculo dentário e a perda precoce dos dentes.
Fonte:mbs-euamocaes.blogspot.com.br
Cuidados Naturais contra Pulgas e Carrapatos
Pulgas e carrapatos
Quem convive com cães e gatos sabe que
um dos cuidados básicos é mantê-los longe desta famosa dupla que
transmite diversas doenças, além de grandes incômodos. E ao contrário do
que tenta se fazer crer, produtos usados para combater estes parasitas,
sejam aplicados nos cães ou no ambiente, são tóxicos e podem trazer
prejuízos à saúde dos animais, podendo até matar.
Funciona!
Ações simples e produtos naturais são
eficientes e mantêm pulgas e carrapatos bem longe do seu quintal ou
animal, sem intoxicá-los. Faça um controle rigoroso do ambiente, onde
vivem 95% das formas imaturas de pulgas e carrapatos. Para lavar
calçadas e casinhas use uma solução de água bem salgada. Abuse do uso do
aspirador e jogue o saco fora em seguida.
Mais dicas I
Misture óleo de neem (vendido em pet
shops e agropecuárias) na proporção de 100ml de óleo para 5 litros de
água e pulverize casinhas, quintais, paredes, carpetes, tapetes, pisos e
todo o ambiente onde há infestação! Ele funciona como repelente e
inseticida e é excelente.
Atenção redobrada para pisos de madeira,
carpetes e tapetes e prefira casinhas de plástico para cães que moram no
quintal. Dê banho de sol nas casinhas, camas, roupas e roupas de cama
dos peludos, de preferência todos os dias. O suplemento alimentar em
pó Estibion Plus Neem mata pulgas e carrapatos em cães e gatos. Onde
comprar: pet shops, agropecuárias ou pela internet.
Mais dicas II
Pulgas e carrapatos preferem atacar cães
e gatos com imunidade baixa, manter seu peludo com boa imunidade ajuda a
deixá-los longe! Ter boa imunidade passa por estar no peso ideal (nem
gordinho, nem obeso!). Alho cru picadinho oferecido para cães (nunca
para gatos) aumenta a imunidade e age como repelente.
Dosagem: 1/5 de um
dente médio de alho para cada 10kg de peso do cachorro. Uma colher de
café ou de chá de levedura de cerveja em pó por dia, dependendo do porte
do animal, também reforça a imunidade quando oferecida regularmente na
alimentação.
Uma colher de sobremesa de vinagre de maçã na vasilha de
água onde seu cão/gato bebe ajuda a manter pulgas e carrapatos
afastados. Existem medicamentos homeopáticos que eliminam pulgas e
carrapatos. Leia mais sobre o assunto e conheça as homeopatias no
endereço www.maedecachorro.com.br.
Fonte:ndonline.com.br
Os Gatos de Roma
Voces sabiam que os Gatos são considerados como Patrimônio na cidade de Roma?
Os gatos perambulam pelas ruas de Roma desde a antiguidade, porém recentemente eles têm encontrado refúgio em uma associação de voluntários que carinhosamente cuida de milhares deles ao longo dos anos entre as ruínas da Piazza Argentina, um local onde Brutus esfaqueou Júlio César em 44 a. C.
O abrigo, confinado em um espaço subterrâneo perto de um adorado sítio arqueológico, possui diversas jaulas alinhadas em diferentes quartos que abrigam dezenas de gatos e ganhou fama - e doações – por ser uma atração turística popular.
Mas após algumas décadas de tolerância por sua ocupação não autorizada, os arqueólogos da Itália disseram que a associação tem que se retirar do local, dizendo que os riscos da ocupação ilegal podem prejudicar um monumento frágil. Os apoiadores da organização dos gatos responderam prontamente: eles não têm intenção de sair.
"Se eles querem guerra, vamos dar-lhes guerra", alertou Silvia Viviani, uma cantora de ópera aposentada e uma das fundadoras da associação Santuário de Gatos da Torre Argentina. "Os gatos precisam de nós."
O que se seguiu é uma disputa que incluiu uma série de oficiais da prefeitura recebendo uma enxurrada de e-mails de amantes dos gatos de rua e revelou-se um profundo choque entre a tradição e a legalidade que testou as noções que Roma possui de seu patrimônio cultural.
No meio de tudo isso estão também os gatos, antigos habitantes de Roma que foram oficialmente declarados "parte do patrimônio biocultural da cidade", observou Monica Cirinna, uma legisladora local do Partido Democrata, que criou um departamento de defesa dos direitos dos animais quando o partido de centro-esquerda começou a tomar conta do governo da capital.
Roma tem inúmeras colônias de gatos, normalmente atendidos por apaixonados pelos felinos que deixam vasilhas de plástico com petiscos para gatos em pátios municipais ou nas calçadas.
Também existem associações de voluntariado mais organizadas para grandes colônias de gatos selvagens, algumas em sítios arqueológicos, incluindo uma localizada na Pirâmide de Céstio, monumento do século I A.C., e outra no Mercado de Trajano, onde os gatos receberam um santuário dentro da antiga área. Mas eles possuem autorização oficial.
O abrigo da Piazza Argentina não possui autorizaçao oficial, disseram os oficiais de arqueologia do Estado, que estão tentando fechá-lo dois anos depois de uma solicitação de autorização para instalar um banheiro. Isso chamou a atenção dos oficiais, e eles agora insistem que o abrigo tem de se retirar do local, mesmo que, contando com apenas equipamentos básicos como jaulas, armários médicos, móveis caindo aos pedaços e cestos de lixo, ele seja muito melhor organizado do que os outros.
O abrigo, que cuida de cerca de 180 gatos, fica perto da Área Sacra do Largo Argentina, um local no centro arqueológico constituído por quatro templos da era da república. Localizado em um espaço criado durante o governo de Mussolini, quando uma rua foi construída sobre o local, o abrigo fica diretamente acima dos restos do pódio travertino do que arqueólogos identificam como sendo o Templo D, uma estrutura do segundo século A.C.
"Os amantes de gatos estão ocupando um dos locais mais importantes na Piazza Argentina e que é incompatível com a preservação do monumento", disse Fedora Filippi, arqueólogo do Ministério da Cultura responsável pela área.
Há dois anos, discussões tentam encontrar uma solução para o abrigo, disse ela. Até agora, elas têm sido infrutíferas, e a menos que uma alternativa seja encontrada em breve, a associação dos gatos vai ser despejada.
Sem o abrigo, o departamento de veterinária de Roma já sobrecarregado seria forçado a lidar com centenas, possivelmente milhares de novos gatos de rua, argumentou a associação.
Mudar o abrigo para uma área menos frequentada não é uma opção, disseram os voluntários. A associação precisa estar em um lugar visível para os turistas, que vêm de todo o mundo para visitar e fazer doações. Ele também precisa de um espaço físico para abrigar jaulas para gatos doentes e para armazenar alimentos e outros suprimentos.
Na semana passada, o prefeito de Roma, Gianni Alemanno, que irá disputar sua reeleição em 2013, deu sua opinião e disse no Twitter que ele e seu gato, Certosino, "estão do lado dos gatos de Roma. Qualquer um que mexer com eles vai ter problemas". "Os gatos não podem votar, mas as pessoas que amam gatos sim", observou Viviani.
Umberto Broccoli, superintendente cultural de Roma, reconheceu que a situação era delicada.
"Os gatos de Roma são, por definição, tão antigos quanto os monumentos de mármore da cidade," disse ele.
"Temos que encontrar uma solução que equilibre o cuidado do patrimônio histórico arqueológico de Roma, com uma prática histórica, social, que tem sua própria tradição", disse ele.
Além disso, os gatos têm seus próprios costumes.
"Eles não conseguem ler placas ", disse ele. "Eles vão voltar para a Piazza Argentina", independentemente do abrigo estar lá ou não, e os amantes de gatos e os turistas irão continuar os alimentando. "A situação não é tão simples assim."
Por Elisabetta Povoledo
Fonte: ultimosegundo.ig.com.br
quinta-feira, 3 de janeiro de 2013
Muito carinho nesse Verão!!!!
Durante o calor do verão, é comum seu animal apresentar mudanças como mais sede, menos apetite, perda de pêlos, etc. É preciso, portanto, alguns cuidados durante estes meses.
Os animais se adaptam bem ao verão desde que tenham sombra e água fresca à disposição. Para deixar cães peludos mais confortáveis, vale a pena tosar o pêlo do seu bichinho.
É comum no começo do verão aumentar a queda de pêlos em gatos e cachorros. A tosa nos cachorros ajudará a reduzir os pêlos soltos pelo ambiente. Escove mais seu animal durante este período.
Mesmo que o animal esteja ofegante, o dono não deve usar ventilador para refresca-lo. Ventilação direta na face pode causar doença respiratória.
Os banhos devem ser com água morna e cuidado com orelhas e olhos. Para o animal não dormir de pêlo molhado, evite banha-los no fim de tarde ou á noite.
Desde que a família não se importe com este hábito, o animal poderá nadar na piscina, mas cuidado para que ele não beba a água ou se afogue. Após o banho, o cão deverá ser enxaguado com água para retirar o cloro do pêlo.
Animais de pele clara ou despigmentada podem apresentar dermatites ou até desenvolver câncer devido à exposição demasiada no sol.
Cães, como as pessoas, correm o risco de insolação e podem morrer em função disso. Por isso, deve ter sempre à disposição um local à sombra para ficar.
Fonte: .soama.org.br
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