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quarta-feira, 9 de fevereiro de 2011

Gatos e Leite


Nas primeiras semanas de vida, os gatinhos dependem do leite materno para sobreviverem e para se desenvolverem rapidamente. Recheado de proteínas, gorduras e anticorpos essenciais para o seu crescimento, não precisam de qualquer outro alimento até às quatro semanas de vida aproximadamente.
Não é aconselhável dar leite de vaca a um gatinho! Mesmo que algo tenha acontecido à sua mãe – se ele foi abandonado ou é órfão – não deve consumir leite de vaca, mas sim um leite de substituição que pode ser encontrado nas lojas de animais. Em caso de dúvida, já sabe, consulte o Dr. Veterinário!
O leite de vaca tem uma constituição totalmente diferente do leite de gata e a intolerância ao mesmo é normalmente manifestada por volta dos três meses de vida. Se depois de algumas lambidelas refrescantes de leite humano verificar alguma indisposição digestiva (sim, maus odores e barulhos intestinais estranhos!), é oficial – o seu gato é lactose intolerante! Tanto pelo leite e tambem de seus derivados…
A verdade é que quando chegam à idade adulta, a maioria dos felinos são intolerantes ao leite de vaca, mais precisamente à lactose – o açúcar presente no leite – isto porque o seu organismo não contém a enzima necessária para digerir a lactose. O resultado? Dores de barriga e diarreia! Enquanto bebem sentem-se bem, porque é doce, mas depois – porque a digestão é inadequada e os níveis de bactéria do tracto digestivo inferior aumentam..
Lembre-se que o leite de vaca não deve integrar, de forma regular, a dieta do seu felino porque, e ao contrário do que acontece com os humanos, este não contém os nutrientes essenciais para uma alimentação saudável. No fundo, o leite de vaca não tem qualquer valor nutricional para um gato!
Fonte:ronronar.com

Sarna de Ouvido


Sarna de ouvido ou sarna otodécica é uma parasitose causada por ácaros, os “otodectes cynotis”, que vivem na superfície da pele e acomete cães e gatos. Estes parasitas causam muita coceira, na região das orelhas, e o surgimento, dentro do ouvido de grande quantidade de cera marrom escura. A cera em excesso é causada pela presença desses ácaros que, são minúsculos parasitas, semelhantes a carrapatos (sarna). Estes parasitas habitam o conduto auditivo externo, bem como a pele em volta deste, podendo até atingir toda a cabeça do animal.
A sarna otodécica é exclusiva e contagiosa entre os animais.
A sarna de ouvido, se não for tratada (pelo veterinário), evolui para uma otite, que é uma infecção dolorosa no ouvido, de origem bacteriana. A sarna otodécica é a causa primária de otite em mais de 50% dos gatos e em torno de 10% nos cães.



Tratamento:
O interior do ouvido deverá ser limpo pelo veterinário que, prescreverá a aplicação de anti-parasitário no ouvido e na região das orelhas.
A sarna de ouvido é diagnosticada e tratada pelo médico veterinário.

Fonte:abcanimal.org 

Os bigodes dos Gatos



O bigode dos gatos (também conhecidos como "pêlos táteis") age como um detector de estímulos externos, fornecendo informações sobre as imediações onde o animal está. É através dele que se manifesta o olfato e o tato apurados do gato. Além disso, no escuro o bigode atua como um orientador espacial, prevenindo-o de eventuais acidentes. É por isso que o bigode ajuda o gato a sentir o ambiente em seu redor. Estes “pêlos faciais” também nos indicam o humor do gato. Por exemplo, quando um gato está bravo ou na defensiva, o bigode fica para trás; quando o gato está feliz, curioso ou contente, o bigode fica mais relaxado e para frente.
Resumindo, o bigode do gato serve para ele se prevenir de acidentes, medir distâncias e manifestar o seu humor. Não é por acaso que os gatos têm tanto cuidado com os seus bigodes.
Nem o cão mais bem dotado, pode aproximar-se das habilidades sensoriais de um gato. Os bigodes do gato, em conjunto com os outros pêlos sensores, são antenas altamente sensíveis e podem detectar o toque ou a mínima presença. Até a corrente de ar em uma ranhura na parede, nunca descoberta por nós, pode ser detectada.
Os pêlos sensores dos gatos situam-se acima dos olhos, embaixo do queixo e ao lado da cara (BIGODES). Eles estão repletos de nervos e podem detectar o mais leve movimento. Os gatos que perambulam pela noite e os que têm problemas de visão, usam-nos para "ver" por onde andam, permitindo-lhes manobrar em espaços estreitos e avaliar distâncias.


Os cães também têm pêlos sensores, mas dependem muito menos deles do que os gatos. Como os gatos dependem de seus bigodes e pêlos sensores para orientar-se qualquer dano nestes pode causar sérios danos de orientação. Um gato sem pêlos sensores poderia machucar os olhos ao caminhar pela penumbra, por não receber a tempo o sinal para fechá-los. Também poderia ficar atrapalhado em lugares estreitos, o que poderia ser perigoso no caso de estar sendo perseguido por um inimigo.
Portanto se nosso gatinho sofreu perda parcial ou total de seus bigodes e outros pêlos sensores, o melhor é mantê-lo dentro de casa alguns meses até que cresçam novamente. Neste caso, não é conveniente mudar os móveis de lugar, nem redecorar a casa, pois poderia ser difícil para ele deslocar-se sem tropeçar ou trombar com as coisas.
A perda de seus pêlos sensores não é caso de vida ou morte, mas pode ser desconcertante e muito dolorosa. Portanto deve-se tomar precauções para evitar que seu gato se encontre nesta difícil situação, pelo que se deve:
Evitar deixar tesouras em lugares de fácil acesso à crianças que possam, num momento de brincadeira, cortar os bigodes e pêlos sensores.
Se tosar seu gatinho, faça-o cuidadosamente, para que não corte indevidamente os pêlos sensores. Apague chamas e mantenha a seu gato longe destas. Os pêlos sensores cortados, geralmente crescem novamente, mas os que se queimam até a base, nem sempre o fazem. Portanto, os bigodes não são um adereço decorativo ou de presunção de nosso gato, são uma arma vital para orientá-lo, sobretudo no meio exterior. Cuidemos e protejamos os pêlos sensores de nosso gatinho. 
Fonte:lepetitchat.com

Cães e Chocolate


Os cachorros e as pessoas são diferentes em várias coisas. Por exemplo, os cachorros podem correr na neve o dia inteiro descalços e isso não lhes traz nenhum problema. As pessoas, por outro lado, podem correr descalças na neve por 30 segundos antes de o pé começar a doer. E há várias outras diferenças.
Acontece que um composto químico chamado teobromina, existente no chocolate, é um problema para os cachorros. A teobromina é semelhante à cafeína...
  A teobromina é tóxica para um cachorro quando ele ingere de 100 a 150 mg por quilograma de seu peso corporal. Tipos diferentes de chocolate contêm quantidades diferentes de teobromina: embora fossem necessários 600 ml de leite achocolatado para matar um cachorro de nove quilos, uma quantidade de apenas 56 gramas de chocolate Baker's ou 170 gramas de chocolate amargo já seriam suficientes para levar esse mesmo cachorro desta para melhor. Não é difícil para um cachorro achar uma cesta cheia de ovos de Páscoa ou docinhos de chocolate e devorar meio quilo ou um quilo de uma vez só. Se estivermos falando de um cachorro pequeno, isso será letal!

 

 O fato é que envenenamento por chocolate não é tão incomum quanto parece. Para um ser humano, a cafeína é tóxica em níveis de 150 miligramas por quilograma de peso corporal. O mesmo vale para cachorros! Nós geralmente pesamos muito mais do que cachorros, mas não é tão difícil crianças pequenas terem problemas com cafeína ou chocolate se exagerarem na dose. Os bebês são especialmente vulneráveis porque não eliminam a cafeína da corrente sangüínea tão rapidamente quanto os adultos. Assim, se você suspeitar que seu cão comeu uma quantidade excessiva de chocolate, é melhor procurar um veterinário.
Fonte:Howstuffworks

A elegância do Cão Akita


Os cães da raça possuem uma aparência de lobo, sendo fêmeas mais baixas, e os machos maiores. O peso varia entre 34 e 50 kg, e a altura na cernelha deve ser entre 64 e 70 cm para os machos, e 58 e 64 cm para as fêmeas. Seu aspecto geral é imponente, robusto e nobre, devendo ser bem proporcionado. O focinho é potente e afilado, mas jamais pontudo, com cana nasal reta e curta. Dentes fortes, com mordedura em tesoura, nunca prognatas. Os olhos são levemente pequenos e triangulares, fazendo ângulo ligeiramente voltado para cima. As orelhas são pequenas e grossas, triangulares, ligeiramente arrendondadas na extremidade, inseridas moderadamente separadas e inclinadas para frente. A cauda é grossa e forte, com seu comprimento chegando até o jarrete, mas deve portar-se enrolada sobre o dorso.
Sua pelagem é dupla, sendo o pêlo de cima duro e reto e o subpêlo macio e denso, o que lhe dá aparência de um bichinho de pelúcia. Como possui subpêlo, há uma intensa muda (troca de pêlo) em algumas épocas do ano, devendo ser muito bem escovado para manter seu belo aspecto e eliminar os pêlos mortos. Suas cores podem ser vermelho-fulvo, sésamo (pêlos vermelhos com as pontas pretas) tigrado e branco. Os exemplares de todas as cores, exceto a branca, devem apresentar o "URAJIRO" (pelagem esbranquiçada nas laterais do focinho, nas bochechas, sob o queixo, pescoço e ventre, na face inferior da cauda e face interna do membros).


Protetor, prudente, afetuoso e corajoso. Diante de brincadeiras insistentes ou bruscas, os cães da raça costumam se afastar e se recolher em um de seus locais favoritos, mas se o incomoda persistir, eles podem rosnar em sinal de advertência. Late pouco, nunca late desnecessariamente, uiva geralmente se precisa de algo e é muito seguro de si. É possessivo com seu território e com seus donos, o que faz desta raça excelente guardiã, tanto de propriedades quanto pessoal. Na guarda, seu comportamento não é ostensivo, como pode-se observar nos Dobermanns, mas costuma manter-se em um local que ofereça boa visibilidade, deslocando-se apenas se achar necessário.
É muito preocupado e apegado ao dono, sendo considerado "cão de um dono só" (o que não quer dizer que não possa ser adotado já crescido), mas sofre muito quando abandonado e ,às vezes, não consegue se adaptar aos novos donos. Entretanto, uma vez conquistado será um excelente guardião e companheiro por toda a vida. Precisa de ensinamento para corresponder ao controle normal pelo chamado do dono. De acordo com o livro A Inteligência dos Cães, de Stanley Coren, o Akita encontra-se na 54ª posição entre as 79 pesquisadas. Seus resultados podem ser explicados pela dificuldade "natural" que tem de aceitar ordens de estranhos. Por isso, recomenda-se que desde cedo o próprio dono invista algumas horas na educação de seu cão.
Akita Americano
 A raça foi quase extinta durante a Segunda Guerra Mundial. Para recuperá-la, foi feito um intenso trabalho de seleção com os exemplares remanescentes. Paralelamente, exemplares mestiçados com Pastor Alemão e Mastins foram para a América, onde foram selecionados e a criação foi direcionada para formar uma nova raça: o Akita Americano.

Fonte:Wikipédia
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