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domingo, 17 de junho de 2012

Sempre é bom brincar!!!



Um estudo veio agora revelar que os répteis, tais como as tartarugas, os peixes e até as vespas também precisam de descontrair e que gostam de o fazer com brincadeiras. “Durante muitos anos, estudei o comportamento de jovens répteis e nunca vi nada que me fizesse concluir que estavam a brincar. 









No entanto, um dia vi uma tartaruga com uma bola de basquete no Jardim Zoológico de Washington e percebi que, afinal, os répteis também precisam de brincar”, explicou o investigador Gordon Burghardt, justificando a ideia que o levou a iniciar esta investigação. Burghardt defende mesmo que estudar as brincadeiras dos animais pode ser útil ao ser humano.




“Nos animais podemos avaliar melhor o papel que brincar tem na capacidade de aprender, manter a forma psicológica e física e melhorar as relações sociais”, salientou. “Podemos desenvolver ideias e aplicá-las às pessoas, como, por exemplo, perceber qual o papel que uma brincadeira pode ter nas pessoas com défice de atenção ou crianças hiperativas”, salientou.
Fonte:folhadeportugal.pt

Doenças Cardíacas em Cães e Gatos



 As doenças cardíacas podem acometer filhotes (quando são congênitas, ou seja, o animal nasce com uma má formação no coração/válvulas/veias/artérias) mas acomete principalmente animais idosos. Com o avanço da medicina veterinária, os animais tem vivido cada vez mais, e quanto mais animais idosos, maior a incidência de doenças cardíacas. Eles são considerados idosos a partir dos 8 anos de vida.

A principal doença que acomete cães é a degeneração ou envelhecimento das válvulas do coração, e acomete principalmente cães de raças pequenas (poodles, pinschers, yorkshire, etc).
Já nas raças grandes (boxer, labrador, doberman, dogue alemão) a principal doença é a dilatação do músculo cardíaco.
Nos gatos, a principal doença é a cardiomiopatia hipertrófica, que tem evolução lenta e silenciosa, podendo apresentar sintomas só quando o comprometimento cardíaco do animal já está muito avançado.  

Para os animais de região litorânea, uma doença que pode ocorrer é a dirofilariose, que é a presença de vermes no coração. Por isso, é muito importante a vermifugação em animais que vivem no litoral ou quando viajam.
Ao contrário do que pode ocorrer com o homem, os animais não são vítimas de infarto do miocardio, mas de micro-infartos decorrentes da degeneração do músculo cardíaco. Assim sendo, animais não morrem de infarto.
Independente da doença, o animal pode ter uma vida normal desde que seja detectada e tratada com rapidez.

 




Mas como saber quando o animal está com alguma doença cardíaca? Quais sinais ou sintomas eles apresentam?

- O primeiro sintoma costuma ser a tosse. Muitas vezes as pessoas pensam que é engasgo. 

Repare se ocorre quando o animal está agitado ou feliz,

- Cansaço, intolerância ao exercício,
- Dificuldade para respirar,
- Inchaço de membros ou abdomen,
- Lingua arrouxeada (exceto nos chow-chows, que já são roxas sempre né!)
- Mucosas (parte interna da boca, vulva ou pênis) azulados,
- Desmaios,
- Convulsões,
- Crescimento deficiente em filhotes.

 




Ao notar alterações descritas acima, procure o médico veterinário.
Descreva com detalhes as alterações, e através de exame físico, exame radiográfico, ecocardiográfico e eletrocardiograma, o diagnóstico pode ser concluído.

*É importante o check up cardíaco em animais com idade mais avançada ou mesmo para todo animal ao fazer qualquer procedimento cirúrgico. Por querer economizar, corre-se o risco de perder o animal por causa da anestesia.

Os exames também são importantes em cães e gatos idosos, mesmo que não apresentem sintomas, para que eventuais doenças de evolução lenta possam ser detectadas cedo, e se forem tratadas de forma correta, o animal pode ter uma sobrevida de qualidade e viver muitos anos ao seu lado!

Cuide com carinho do coração do seu melhor amigo!
Fonte:raquelvet.blogspot.com.br

quinta-feira, 7 de junho de 2012

Brigitte Bardot,eternamente!






 Nossa homenagem a eterna estrela,Brigitte Bardot,que mostra ao mundo a sua beleza eterna e interna,ao se dedicar de corpo e alma aos animais!!!!!A fundação cuida do bem estar animal,na França e ate pelo mundo!


















Gatos são Inteligentes?


Gatos são inteligentes?

Revista Cães & Cia, n. 331, dezembro de 2006

É muito comum proprietários de cães e de gatos tentarem argumentar a favor da inteligência do animal predileto deles. Neste artigo, Alexandre Rossi descreve os principais argumentos usados e procura explicar o que se conhece a respeito da inteligência dos gatos e por que é tão complexo compará-la com a de outras espécies

O ser humano é considerado - por nós, é claro - o animal mais inteligente do planeta. Talvez por isso muita gente quer saber se este ou aquele bicho é inteligente e se é mais ou menos inteligente que outros. Por mais simples que a pergunta possa parecer, a resposta é complexa e quase impossível de ser dada.

A maioria das pessoas sabe o que é inteligência, mas pouquíssimas conseguem defini-la. A tarefa não é fácil até mesmo para quem estuda psicologia. Mas, de maneira geral, a inteligência está relacionada a algumas capacidades cerebrais (cognitivas) como memória, capacidade e velocidade de processamento (respostas), insight, capacidade de observar e relacionar, de aprender e de reter o aprendizado.

Gatos demonstram todas essas capacidades. São, portanto, inteligentes. Mas, como ocorre com outros animais, alguns gatos são muito mais inteligentes que outros. A inteligência do seu gato vai depender da genética e da criação dele. Gatos filhos de pais inteligentes tendem a ser mais inteligentes, assim como acontece com gatos que foram corretamente alimentados e bastante estimulados, principalmente quando filhotes e na juventude. Vamos agora para as perguntas e argumentos dos proprietários de gatos.







O gato não se submete a ordens, por isso é mais inteligente

É verdade que obedecer não é necessariamente um sinal de inteligência. Mas não obedecer também não é. Cães possuem uma predisposição natural para mandar ou ser mandados, já que evoluíram por muito tempo como membros de um grupo em que  a hierarquia era fundamental. Se não se submetessem ao líder, poderiam ser expulsos do grupo e até morrer de fome. Com os gatos a situação é bem diferente. São caçadores solitários natos.

 Nunca dependeram de outros gatos para caçar suas presas. Não precisavam, portanto, se submeter para sobreviver.
Conclusão: não devemos esperar que os gatos acatem ordens da mesma maneira que os cães. Não por um ser mais inteligente que o outro, mas, sim, porque um precisa constantemente da nossa aprovação, enquanto o outro, não.

 
Meu gato sabe até onde o cão do vizinho alcança e se aproveita

Alguns gatos ficam deitados ou se limpam, relaxados, próximo a cães loucos para atacá-los, mas que não conseguem fazê-lo por causa de uma grade ou muro que impede a aproximação. Como o gato consegue saber exatamente até onde um cão consegue chegar e aproveitar-se disso? Ele tem excelente noção espacial além de ótima memória e é capaz de aprender diversas coisas por observação. Quando está relaxado sobre um muro e olha para o cão, descobre o comportamento do inimigo e até aonde este consegue chegar.






De tão esperto, tem um miado para cada situação

O gato também aprende a manipular seus donos! Proprietários que convivem intensamente com gatos percebem necessidades de seus felinos com bastante facilidade, a ponto de conseguir interpretar miados diferentes e associá-los a diferentes pedidos. O interessante é que essa comunicação se desenvolve à medida que o gato e o ser humano se conhecem melhor e aperfeiçoam a “linguagem”.

Deslocamento oculto e permanência de objetos

Existem diversos testes de inteligência que podem ser aplicados em animais. Dois deles, muito famosos, dizem respeito à capacidade de o animal e o ser humano (bebês e crianças) entenderem que um objeto, ao passar por trás de uma barreira, não desaparece - está simplesmente atrás de alguma coisa. Os gatos possuem essa capacidade, pois demonstram interesse em ir procurar o objeto atrás da barreira, assim que ele deixa de ser visível. Os cães também passam nesse teste.

Mas o gato se sai bem melhor que o cão no teste de deslocamento oculto, no qual é avaliada a capacidade de prever onde um objeto em movimento uniforme aparecerá após passar por trás de uma barreira. Isso é feito pela observação da direção do olhar do animal enquanto uma bolinha passa por trás de uma caixa de papelão, por exemplo. A maioria dos gatos é aprovada no teste: consegue prever o contínuo deslocamento do objeto, pois olha exatamente para o ponto onde a bolinha irá aparecer. Já a maioria dos cães fica olhando para o local onde a bolinha desapareceu...
 Fonte:caocidadao.com.br

Curiosidades Caninas!!!



  • Ele está latindo:
Da mesma forma que você se expressa de diferentes maneiras, os cães têm vários tipos de latidos. Basicamente, pode expressar três coisas: um pedido, um aviso e a ameaça de ataque.
Quando os latidos têm intervalos longos, do tipo "au......au......au", com uns 15 segundos entre os latidos, é porque seu cão está pedindo algo, como água, comida ou quer dar uma voltinha. Pode ser ainda que ele simplesmente queira que você abra a porta para ele entrar ou sair. Neste caso é provável que depois de latir ele corra e fique parado em frente a porta.
O latido, de alerta ou de advertência é dado sempre que um estranho se aproxima e você pode conferir de vez se ele abaixar um pouco as orelhas, franzindo o nariz às vezes rosnando. Outro bom indicativo é reparar se os pêlos das costas estão eriçados. O latido tem intervalos menores entre um e outro, mais ou menos uns 3 segundos.
Agora, se ele disparar a latir como um doido, praticamente sem parar, é latido de ataque: ele quer defender seu território, ou o dono, sua comida ou até mesmo sua fêmea. A cara fica toda franzida, os dentes á mostra, as orelhas abaixadas para trás e ele pode avançar e recuar, pronto para morder.

  • Ele resmunga:
O cão fica resmungando quando é deixado de lado. É praticamente um queixume, quase como se ele quisesse chorar. Se depois de resmungar ele não for atendido, é fatal que comece a latir.

  • Voltinhas em círculo e arranhões antes de dormir:
Esse é um hábito herdado da vida selvagem, pois o cão precisava afofar a terra onde dormia. As voltas orientam a direção, norte ou sul.

  • Uma lambidinha:
É um beijão em você, só que mais molhado. Trata-se da maior demonstração de afeto de um cão, especialmente quando lamber seu rosto e suas mãos, que são partes mais descobertas e, em geral, que estão em maior contato com o cão.








  • Balança o rabinho:
Se a cauda estiver na posição normal, ele está hiper-contente. Se estiver entre as pernas, acuda porque seu cachorro está pedindo socorro. Cães habituados a fazer as necessidades fora de casa podem exibir esse jeitinho, porque estão "apertados".

  • Ele começou a uivar:
No cio, quando os cães ficam separados das fêmeas, os machos põem a boca no trombone. Em grupo, também fazem isso. É uma herança dos antepassados. Pode ser ainda que o cão esteja uivando de fome ou de solidão, por isso, dê uma olhadinha nele e no seu prato.

  • Uma cutucada com o focinho:
Ele só quer chamar sua atenção! Provavelmente, vai mostrar uns olhinhos bem pidões, de quem quer alguma guloseima, dar um passeio ou mesmo uns afagos na cabeça. A cutucada também pode vir acompanhada de uma patada rápida; este sim é um sinal evidente de "ei, olhe para mim!"

  • Cheira o rabo dos outros cães:
Ele está cumprimentando outro animal da espécie canina. Funciona como "olá, amigo!" O cão identifica o outro através de um odor individual exalado pela glândula ad'anal, que existe na região.







  • Raspa a terra ou grama cobrindo as fezes:
Segundo uma das teorias, o cão estaria fazendo um controle sanitário, pois encobre as fezes para que outro animal não se contamine com verminose ou outras doenças. Outra corrente acredita que o cão tem este comportamento devido a hábitos adquiridos no passado, quando precisava camuflar seus rastros, para evitar confrontos com possíveis inimigos.

  • Barriguinha para o alto:
É o sinal de que "se entrega todo para você". Numa briga, por exemplo, quando o cão vira de barriga para cima é porque entregou os pontos. Nas brincadeiras, seu cão pode ficar nessa posição, que é uma forma bem legal de lhe agradar, mostra que você é mesmo o dono e que quer carinho.

  • Esconde objetos:
É um comportamento herdado da vida selvagem, quando o cão estocava sob a terra a comida excedente, prevendo tempos de escassez. O costume se manteve e seu cão pode fazer também tocas ao ar livre, quando possível, ou procurar cantos escuros da casa, levando para lá todos seus objetos e brinquedos preferidos.







  • Esfrega, esfrega:
Em geral, é uma brincadeira, um pedido de carinho. Se ele deitar no chão, com as patas para cima, não resista e divirtam-se juntos. Se ele ficar passando no meio das suas pernas, feito um gato, é vontade de ser acarinhado.

  • Ele fez cocô ou xixi nas suas coisas:
Xixi nos cantos da casa é coisa de cachorro marcando seu território. Mas se andou sujando as suas coisas, em cima da cama, nos livros, é porque está de mal com você e deixa bem claro! Outra forma de demonstrar zanga canina pode ser despedaçando coisas suas. Nos filhotes, essa é uma atitude comum, mas aí é coisa de infância e basta falar num tom enérgico que eles se aquietam.

  • Ele persegue gatos:
O cão vê os gatos mais como um divertimento do que como uma possível refeição. Estes animais despertam os instintos predatórios e inatos do cão, pois são pequenos, peludos, rápidos e estão sempre prontos a fugir. O cão consegue distinguir perfeitamente os diferentes gatos, e por isso pode conviver muito bem com o gato da família. É muito comum, por exemplo, que o cão persiga um gato estranho no quintal e depois se deite ao lado do gato da casa!!
 Fonte:southsystem.net
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