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sábado, 20 de outubro de 2012

O que é Florida Spots?





Alterações oftálmicas nos animais de companhia são facilmente observáveis pelos seus donos e constituem-se uma grande parcela dos motivos das visitas aos consultórios veterinários.

Em cães e gatos, observa-se frequentemente opacidades na córnea, denominadas “Florida spots” (manchas da Flórida), de coloração acinzentada ou branca e de tamanho variado. Acomete também, embora mais raramente, equinos e alguns pássaros. 

Esta anomalia foi descrita pela primeira vez em gatos no Sul do Flórida, EUA (1), o que explica a origem de seu nome. Em outras regiões do mundo, como a América do Sul, observa-se mais frequentemente em áreas tropicais ou subtropicais, por isso também é denominada “ceratopatia tropical”. 







Apesar de localizar-se na córnea, que é a camada transparente externa localizada no centro do globo ocular que permite a entrada da luz no olho, esta doença é frequentemente confundida pelos proprietários com a “catarata”, que é uma doença que afeta o cristalino, estrutura localizada mais profundamente no globo ocular, atrás da íris (a estrutura muscular que define a “cor” dos olhos).

Florida spots caracteriza-se por opacidades visíveis a olho nu, e podem ser únicas ou multifocais, radialmente simétricas, com a região central mais densa, podendo se apresentar uni ou bilateralmente. 

Essas opacidades encontram-se profundamente na córnea. As lesões variam em tamanho de 1 a 8 mm de diâmetro e são tipicamente múltiplas. Não se observam outras anormalidades e a condição é não progressiva.






Os olhos não apresentam sinais de inflamação ou desconforto e não respondem ao tratamento com antifúngicos ou corticosteroides. A visão também não é afetada significativamente. 

Não se conhece o mecanismo patogenético desta alteração, embora já tenham sido sugeridos como possíveis causas agentes físicos como o excesso de luz ultravioleta (1), uma reação alérgica ao pólen e agentes infecciosos como microbactérias (2,3).

No Brasil, a doença foi descrita em cães e gatos pela primeira vez em São Paulo no ano de 1997 (3). No ano de 2001 (4) foi realizada uma pesquisa em 100 gatos atendidos no Hospital de Clínicas Veterinárias da UFRGS, em Porto Alegre-RS, e observou-se que 32% dos gatos apresentavam “Florida spots”, um número considerado expressivo.

 Os animais mais afetados foram os que tinham contato com outros gatos, o que reforça a hipótese de a doença ser de origem infecciosa e transmissível, porém sem comprovação.   

Portanto, se você observar manchas nos olhos dos seus animais, procure um veterinário oftalmologista para realizar o diagnóstico correto, pois existem outras doenças que também causam manchas na córnea e podem ser de maior gravidade ou tratáveis.

Mauro Luis da Silva Machado é médico veterinário e Coordenador de Serviço de Dermatologia Veterinária (Dermatovet) - Hospital de Clínicas Veterinárias da UFRGS - Porto Alegre RS. mauro.machado@ufrgs.br
Fonte: revistapulodogato.com.br

Cães Albinos




Seres humanos albinos são casos raros, que chamam a atenção das pessoas. A mesma coisa acontece nos animais, principalmente em cães que não têm a pelagem branca como característica da raça. O albinismo pode ser mais comum em algumas raças, especialmente, na Boxer.
 
Em outras, como é o caso do Daschshund, conhecido popularmente como Cofap ou Salsicha, o albinismo é um caso raro.
 
De acordo com o veterinário Ronivan Gobbi, “Algumas raças, como já foi citado anteriormente, realmente são propícias ao albinismo. Mas no caso dos Daschshund isso é raro, pois os cães dessa raça não tem característica branca na pelagem.
 
 
 
 
 
 
 No caso deles, a predominância é do preto com castanho, marrom claro e pinhão, e o arlecrim (que é a mistura do preto com o branco). Para acontecer este caso, o gen recessivo, que é o branco nesta raça, foi predominante”, explica Roni.
 
Cuidado para não fazer confusão, cão albino é diferente de cão com pêlo branco. “Um animal com albinismo, não possui melanina. Por isso, requer cuidados fundamentais para evitar problemas de pele”, ressalta o veterinário.
 
A cor branca, na pelagem, é gerada por dois tipos de etiologia: a escassa produção da feomelanina, que pigmenta os pêlos em associação com a melanina, que faz parte das características biotípicas de certas raças, e a total ausência de produção da melanina, que pode estar limitada a uma determinada área da pelagem ou alastrar-se por inteiro, que é uma patologia congênita e hereditariamente transmissível.
 
De acordo com Roni, em cães com pelagem naturalmente branca, a produção de melanina é normal. Já em cães albinos, é a falta dessa substância que provoca a pele branca.
 
 
 
 
 
 
Riscos de um cão albino. O cão albino pode ter uma vida normal, como qualquer outro cão. Mas necessita de cuidados especiais, devido a falta de melanina. Conforme disse dr. Roni, a exposição ao sol para estes cães deve ser extremamente cuidadosa.
 
 “Cães albinos não podem ficar muito tempo expostos ao calor dos raios ultra violetas, pois caso isso aconteça é possível que o mesmo adquira graves problemas de pele, como dermatite, ou até, câncer de pele”, ressalta o veterinário.
 
Para evitar que isto aconteça é preciso passear com seu cão albino em horários onde a incidência do sol não seja tão forte, e ainda, ter o cuidado de passar protetor solar na pelagem do animal: “Seguindo estes cuidados, o cão albino tem uma vida normal, como qualquer outro animal”.
 
 Além disso, é conselhável também, evitar lugares muito luminosos por causa dos olhos do cão. “Também se recomenda não cruzar cães albinos, para que o problema congênito não seja repassado de geração para geração”, salienta o veterinário.
 
fonte: Cãoleotta/http://patinhasdeanjo.wordpress.com

domingo, 14 de outubro de 2012

Cães e a troca de pelos





Todos cães fazem troca de pelos e os de pelo curto (que não precisam ser tosados) perdem muito mais……


Raças de pelo curto como Pinscher, Wippet, Beagle, Fox Paulistinha, Weimaraner, Pointer, Pug, Labrador entre outras perdem muitos pelos.

Raças de pelo parcialmente longo e que tem um sub pelo denso como Pastor Alemão, Husky Siberano, Chow Chow, Akita e Samoieda também perdem bastante pelos.

Por incrível que pareça as raças que vão dar menos trabalho com queda de pelo são aquelas de pelo longo e que precisam ser tosadas regularmente, pois tem pelo de crescimento contínuo. Poodle, Maltes, Yorkshire, Lhasa Apso, Shih Tzu, Bichom Frise são exemplos de cães que praticamente não perdem pelo em nenhuma época do ano.






Normalmente todas as raças fazem duas trocas sazonais (duas vezes por ano, trocando o pelo de inverno e o pelo do verão). Essas trocas deveriam ocorrer na primavera e no outono. Como vivemos em um país tropical onde as estações do ano não são bem definidas eles perdem pelo o ano todo, mas você deve observar um aumento da intensidade nos meses de abril/maio e setembro/outubro.

Nesses casos de trocas sazonais o animal não apresenta falhas, coceiras ou feridas na pele. Conforme o pelo mais velho vai caindo o pelo novo da nova estação já vai substituindo os espaços e assim não vemos nenhuma falha na pelagem.

Outras causas de troca de pelo podem ser por estresse, alguma doença sistêmica, desnutrição ou dieta inadequada, infecções de pele por parasitas (pulgas e carrapatos que induzem a coceira) ou mesmo infecções bacterianas, sarnas e fungos. Em todos esses casos o animal vai apresentar alguma falha de pelo localizada ou generalizada.





Quando a troca é sazonal (normal), banhos semanais e escovações diárias podem ajudar agilizando a troca de pelo e diminuindo o tempo para que isso ocorra.

Assim quando for optar por um animal de estimação onde a presença de pelos pela casa pode incomodar ou mesmo desencadear casos de alergia, procure dar preferência para os animais que precisam ser tosados (pelos longos de crescimento contínuo). Apesar de dar mais trabalho na manutenção da pelagem com escovações e tosas mais frequentes, você perceberá muito menos pelos dispersos pela casa e grudados nos sofás e roupas….
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Com os gatos, podemos considerar que todos perdem pelos o ano todo. O que pode ocorrer é que pelo fato de se limparem e se lamberem constantemente na sua higienização diária, podemos observar menos pelos pela casa em alguns casos. Ai o problema passa a ser as famosas “bolas de pelo”….
Fonte:petcare.com.br

Casinhas para Gatos!!!!





Ja se foi o tempo em que só os Cachorrinhos é que tinham suas casinhas!Agora,os Gatos tambem tem suas residencias!!Curtam esses modelinhos fofos!








































Dicas para a alimentação do seu Gatinho






Alimentação:

Dê ração industrializada ao gato, mas que seja de boa qualidade. Dessa maneira você estará fornecendo todos os nutrientes necessários para o bom desenvolvimento físico e muscular e também o fortalecimento de seu sistema imunológico. A comida caseira não é recomendada pois necessita de vários ingredientes em proporções certas e exige conhecimentos de nutrição o que dá bastante trabalho. Para o gato com menos de um ano, dê ração para filhote.


Gatos a partir de um ano

Após um ano de idade, introduza uma ração de adulto dando preferência por uma que seja também preventiva à Doença do Trato Urinário Inferior dos Felinos, antiga Síndrome Urológica Felina (SUF), inflamação das vias urinárias que causa dificuldade e dor para urinar e sangramento na urina. Em alguns machos chega a ocorrer a obstrução da uretra. Em parte dos casos, há formação de cristais e cálculos, que podem causar ou agravar os sintomas da doença. 

Os gatos são muito exigentes por isso escolha uma ração que eles gostem, e não adianta a ração ser de boa qualidade se ele não comer. Caso isso aconteça, procure mudar o sabor da ração.
Acostume a servir a ração em um local calmo e tranquilo, e distante da caixa higiênica. Gatos não gostam de lugar sujo e barulhento.

Observe se o gato bebe bastante água. Esse cuidado é de vital importância. As rações industrializadas (secas) não fornecem a quantidade de água necessária para atender o consumo do processo digestivo do gato.

 Os próprios fabricantes estimulam a sede colocando sal nessas rações. Beber mais faz urinar mais e ajuda a eliminar os cristais antes que estes fiquem grandes e provoquem a Doença do Trato Urinário Inferior. Se o gato não bebe muita água, tente faze-lo beber mais. 

Exemplos:

1)- Troque a água mais vezes ou coloque mais potinhos com água à sua disposição;

2)- Dê água filtrada pois alguns gatos não gostam do cheiro do cloro existente na água tratada; 

3)- Deixe uma torneira pingando pois a água em movimento costuma estimular o gato a beber.

Evite dar leite ao gato, pois pode provocar distúrbios intestinais como vômito ou diarréia, um sinal de intolerância à lactose (carboidrato presente em qualquer tipo de leite). 







DIARIAMENTE

Dê ração seca em quantidade suficiente para durar o dia todo e não sobrar (ração muito velha pode causar problemas para seu gato).
O ideal é o gato ter comida á disposição o dia todo, já que ele se alimenta aos poucos. 

Cuidado ao oferecer ração úmida: a deterioração é rápida. Deixe-a no máximo por três horas no prato. Pode-se oferece-la eventualmente ou dar apenas ração úmida. Nesse caso, ofereça-a no mínimo duas vezes ao dia.

 As vantagens são a maior umidade (faz o gato urinar com maior freqüência, bom para evitar a doença do Trato Urinário Inferior) e o sabor geralmente mais atraente. Mas o preço é mais alto.
Não deixe a água mais de 24 horas sem trocar.
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Limpe a caixa higiênica sempre que necessário. Não deixe as fezes na caixa higiênica por mais de um dia, se o gato a considerar suja, irá evitar seu uso e evacuar fora da caixa.
Estimule o gato a usar a caixa higiênica já que urinar com freqüência previne Doença do Trato Urinário Inferior.

Se o seu gato for um Persa, evite o acúmulo de pêlos mortos escove-o sempre que julgar necessário (no verão deve ser escovado todos os dias). Por baixo dos pelos podem se esconder males, como micose ou fungo, e parasitas, como pulgas. Além disso, quando o gato se lambe ingere pêlos mortos, que se acumulam no estômago e formam uma bola, causando obstrução e problemas futuros.

SEMANALMENTE

Examine a pele do gato todas as semanas para melhor combater aos parasitas. Não permita que pulgas, ácaros e fungos prejudiquem a resistência imunológica do seu gato a longo prazo ou causem verminose, sarna e micose, fragilizando as defesas dele tornando-o um alvo mais fácil para as doenças, além de provocar incômodos.
Escove o gato de pêlos curtos uma vez por semana para evitar que ao se lamber acabe por ingerir pêlos que venham o lesionar ou obstruir o estômago.








MENSALMENTE

Aplique um antipulgas no gato uma vez por mês, e evite que as pulgas reduzam as defesas dele. Mas, procure a orientação do médico veterinário para que ele possa indicar o que seja melhor, de acordo com a idade, peso e tipo de pelo do seu gato.
O gato deve tomar banho pelo menos uma vez por mês. Se não tem prática não tente fazê-lo sozinho para não traumatizá-lo, você pode optar por clínicas veterinárias ou pet shops que farão o trabalho com segurança e tranqüilidade para o gato.

ANUALMENTE

Proteja o seu gato mantendo suas defesas elevadas vacinando-o uma vez por ano na data indicada em sua caderneta de vacinação.

PERIODICAMENTE

Ministre vermífugo de amplo espectro, preventivamente, conforme indicação do veterinário. Gatos com acesso à rua são os mais vulneráveis aos vários tipos de verminoses. O tratamento preventivo costuma ser indicado já antes da primeira vacinação.

SEU GATO EM CASA

Se o seu gato fica a maior parte do tempo sozinho, procure lhe proporcionar um ambiente que o estimule a atividade física. Construa um “playground” para ele com bolinhas de ping-pong, bolinhas de papel e outros brinquedos próprios para gatos, arranhadores para escalar, etc. O gato que vive em casa está protegido dos perigos da rua, mas também pode se tornar sedentário e obeso, proporcionando inconvenientes à saúde. 

Proteja o gato das variações bruscas de temperatura, mesmo sendo peludo (um persa) ele sente frio. O clima instável influi na incidência dos males respiratórios e o gato é especialmente sensível a eles, ainda mais no inverno.

Evite o contato do seu gato com outros gatos não vacinados ou gatos de rua pois eles podem trazer doenças, verminoses e parasitas como pulgas por exemplo.

Se você mora em apartamento, cuidado com janelas e sacadas, evite quedas instalando telas protetoras, o gato pode se aventurar atrás de um pardal ou borboleta.
Fonte: gatilmaanaim.com.br
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