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quarta-feira, 12 de novembro de 2014

Gatos e falta de Apetite


 Os gatos são conhecidos por serem “petisqueiros”. Se o alimento for deixado à disposição o gato realiza, em média, 10 a 20 refeições diárias. Em cada refeição, consome cerca de 5 a 6 gramas, não despendendo mais de 1 a 2 minutos por refeição. No total, um gato gasta menos de 30 minutos por dia com a alimentação. No entanto, há gatos que têm um comportamento alimentar um pouco mais voraz, como por exemplo o Siamês.

A apetência de um gato por um determinado alimento não se resume à velocidade com que o ingere, nem ao volume alimentar que consome. Podemos considerar que a apetência varia em função das características intrínsecas do alimento, assim como do próprio animal e respectivo meio envolvente.


O animal:

A raça e as preferências individuais decorrentes das suas próprias experiências de vida e hábitos alimentares influenciam consideravelmente a apetência do alimento. Por exemplo, o gato pode dar preferência ao alimento que consumia quando estava na presença da mãe.

O facto do animal ser esterilizado também pode influenciar o seu apetite. As alterações hormonais que ocorrem após a esterilização provocam uma diminuição das necessidades energéticas e um aumento do apetite que, em alguns casos pode mesmo tornar-se insaciável. Os dois primeiros meses após a esterilização são os mais críticos no que diz respeito ao possível aumento do apetite.

O estado de saúde do gato também pode influenciar a quantidade de alimento que ingere. Há algumas doenças que fazem com que o gato aumente o seu consumo alimentar e outras em que o primeiro sintoma de que algo não está bem é a falta de apetite.


 

O meio envolvente:

O modo de vida, a coabitação ou não com outros animais de companhia, bem como a organização do espaço para as diferentes actividades podem criar condições mais ou menos favoráveis para o gato se alimentar.

A nível do modo de vida, se o gato viver no exterior exercita-se mais, por isso deverá ter uma alimentação mais energética. Determinados alimentos secos estão especialmente formulados para dar resposta a essas necessidades elevadas. Gatos exclusivamente de interior exercitam-se menos, logo precisarão de uma alimentação menos energética.

Quanto à coabitação, os gatos tem tendência a ser invejosos quando toca a comida, por vezes um gato mais dominante empurra os outros, de forma a não os deixar comer. Por isso se aconselha a que cada gato tenha a sua tigela. Se mesmo assim não resultar, deve deixa-los comer à vez, separadamente, para que possam saborear a comida mais descansados. Se por acaso o companheiro for um cão, o gato pode tentar comer a comida deste, o que não é aconselhável, evite-o ao máximo.

No que toca à organização do espaço, tente que o alimento não se encontre demasiado perto da caixa de areia, os gatos são animais limpos, e também animais que contam com o seu olfacto, ter o WC perto do local da comida (mesmo que limpo) não funciona para si, logo também não funciona para os felinos.


O alimento:

As características do alimento e a sua percepção pelo gato influenciam as escolhas alimentares. A selecção de um alimento por parte de um gato comporta quatro etapas sucessivas:

1. O animal cheira o alimento para avaliar o odor e a temperatura. Aquecer ligeiramente os alimentos húmidos é uma forma de potenciar o aroma do alimento, estimulando a sua ingestão por parte do gato;

2. Se o odor do alimento for agradável, o animal procura agarrá-lo, sendo então confrontado com a facilidade de preensão do alimento;

3. Uma vez na boca, o alimento é avaliado em termos de sabor e propriedades físicas: o tamanho e formato dos croquetes, a sensação produzida na boca, a facilidade com que pode ser mastigado, etc.;

4. Finalmente, o efeito pós-ingestão, constitui a última etapa.

Os gatos também podem apresentar uma diminuição do apetite ou mesmo recusa de um alimento novo quando se faz uma mudança demasiado rápida na sua alimentação. Para evitar este comportamento alimentar, é importante respeitar um período de transição de 7 a 10 dias.

Reconhecer os diferentes fatores que influenciam o comportamento alimentar do gato, é fundamental para compreendermos as necessidades destes animais.

Cães e Insuficiencial Renal



Cães

A insuficiência renal crônica pode afetar cães de qualquer raça, sexo e idade. A idade media em que ocorre maior incidência de insuficiência renal crônica em cães é sete anos. A insuficiência renal crônica de origem genética (hereditária) costuma ocorrer nas seguintes raças: Basenji, Beagle, Bull Terrier, Cairn Terrier, Chow Chow, Cocker Spaniel, Dobermann Pinscher, Pastor Alemão, lhasa Apso, Shih Tzu, Maltes, Schnauzer, Norwegian Elkhound, Rottweiler, Samoieda, Shar Pei e Poodle.
 
Visão Geral
 
A insuficiência renal crônica, ou IRC, é uma doença grave geralmente encontrada em cães idosos, porem pode ocorrer em qualquer idade. Os sinais mais comuns da enfermidade são: polidipsia (aumento do consumo de água) , poliúria (micção em excesso), apatia, perda de apetite e vomitos.
A insuficiência renal crônica é causada por um processo normal de envelhecimento, devido ao declínio do funcionamento renal com o tempo. Tambem ocorre após longos períodos de insultos renais decorrentes de doença periodontal, hipertensão arterial, diabetes e outras endocrinopatias, infecções, hematozoários, filariose etc...Os sinais mais comuns da doença, como o aumento do consumo de água e micção freqüente, são tentativas do organismo de compensar a perda das funções renais, eliminando resíduos que se acumularam na corrente sanguínea.

Como a doença é progressiva e irreversível, o prognóstico para os cães afetados é ruim. Embora o tratamento raramente melhore as funções renais dos cães afetados, pode aliviar os sintomas e trazer um maior conforto para o animal. Cães afetados pela enfermidade têm uma expectativa de vida que pode variar de meses a alguns anos, dependendo dos fatores causais e de como estes fatores são tratados. atualmente com os avanços da medicina veterinária no Brasil, com a possibilidade de se utilizar a hemodiálise para controlar a uremia e com novos medicamentos e clinicas especializadas em nefrologia veterinária, podemos contar com a possibilidade de tratamentos que trarão melhoras clinicas, dando uma boa sobrevida  com qualidade para o animal afetado.


 
Sinais Clínicos
 
Os sinais clínicos mais comuns de insuficiência renal crônica são, polidipsia, aumento do consumo de água, e poliúria, ou micções mais freqüentes. Outros sinais são, letargia, anorexia, perda de peso, vômitos, diarréia, úlcera gástrica e/ou intestinal, mau hálito, fraqueza e intolerância ao exercício, ou inabilidade de se exercitar normalmente sem se cansar. Se associada à hipertensão (pressão alta), a insuficiência renal crônica pode levar à cegueira.
 
Descrição
 
A insuficiência renal crônica é uma desordem causada pelo mau funcionamento gradual dos rins ou pelas conseqüências de longo prazo de uma insuficiência renal aguda. Os rins têm algumas funções essenciais à sobrevivência tais como a excreção, a reabsorção de fluidos e alguns processos endócrinos. Eles filtram os resíduos da corrente sanguínea, de forma a excretá-los do corpo através da urina. Os rins também produzem hormônios como eritropoietina, que estimula a medula óssea a produzir novas hemácias (glóbulos vermelhos). Os sintomas da insuficiência renal crônica geralmente aparecerão quando setenta e cinco por cento do rim de um cão já estiverem comprometidos.
Os sinais mais comuns da doença, como o aumento do consumo de água e a urina em grandes volumes, são tentativas do organismo de compensar a perda das funções renais, eliminando resíduos que se acumularam na corrente sanguínea.

A causa mais comum da insuficiência renal crônica é o processo normal de envelhecimento, que provoca a perda gradual das funções renais. Como a doença é progressiva e irreversível, o prognóstico para os cães afetados é ruim. A meta primordial do tratamento é aliviar os sintomas que comprometem a qualidade de vida do cão. Dependendo de quão rápido seja o progresso da doença, os cães afetados podem sobreviver de semanas até anos. Outras causas comuns são a doença periodontal negligenciada, uso abusivo de antiinflamatórios por longo tempo, hipertensão, doenças cardíacas, hematozoários, endocrinopatias etc...



Diagnóstico
 
O veterinário vai primeiro identificar e corrigir qualquer doença renal pré-existente que possa exacerbar ou mascarar a insuficiência crônica, assim como todo e qualquer fator que esteja originando novos insultos renais. Um diagnóstico de insuficiência renal crônica necessita de exame físico e diversos testes laboratoriais. O exame físico do animal afetado geralmente revela desidratação, rins pequenos ou irregulares, caquexia ou grande perda de peso, membranas mucosas ou gengivas descoradas, úlceras orais e mau hálito ( hálito urêmico ). Os testes de laboratório devem incluir hemograma completo e análise bioquímica de sangue e exame de urina. Outros exames, como cultura de urina, radiografias, ultra-som, tomada da pressão sanguínea e biópsia, podem ser indicados para se obter um diagnóstico completo da causa da doença. Alguns destes exames requerem consulta a um especialista em nefrologia veterinária.
 
Prognóstico
 
O prognóstico de um cão afetado pela insuficiência renal crônica depende da gravidade da doença. Em alguns casos, os sintomas já são muito graves a ponto da enfermidade ser irreversível e não reagir a tratamento algum. Independentemente da gravidade, devido à insuficiência renal crônica ser progressiva e irreversível, os cães afetados têm um prognóstico ruim e podem sobreviver por meses ou alguns anos.
 
Transmissão ou Causa
 
Muitos casos de insuficiência renal crônica tem origem idiopática, ou não tem causa específica, além do processo normal de envelhecimento do cão. Em alguns casos, sabe-se que os seguintes problemas podem causar a enfermidade, doença renal hereditária e congênita, nefrotoxinas, ou toxinas renais, hipercalcemia, ou alta dosagem de cálcio no sangue, glomerulonefrite, ou inflamação das estruturas internas do rim, pielonefrite, ou infecção renal, rins policisticos, pedras nos rins, obstrução urinária crônica, certos medicamentos; e linfoma, que é um tipo de câncer. Além desses fatores , a doença periodontal,doenças auto-imunes, a hipertensão arterial e os hematozoários atuam fortemente na deterioração dos rins levando à casos de insuficiência renal crônica
 
 
Tratamento
 
Cães com insuficiência renal crônica moderada podem ser tratados em casa, com medicamentos e dietas apropriadas. O veterinário poderá prescrever ração canina com menor teor de proteína, fósforo e sódio do que a normal e assim reduzir a carga de trabalho dos rins.
Cães com insuficiência renal crônica devem beber água fresca todo o tempo. Podem ser receitados medicamentos para controlar a náusea, inapetência, desequilíbrio mineral e eletrolítico, deficiências hormonais e pressão sanguínea alta. Cães com insuficiência renal crônica moderada podem precisar de administração de soro por via subcutânea, além de monitoramento feito por médico veterinário, regularmente. A freqüência das visitas vai depender da gravidade da doença e da reação do animal ao tratamento.

Cães com insuficiência renal crônica grave vão precisar de internação hospitalar para tratamento com soro intravenoso, suplemento nutricional e remédios. Os exames laboratoriais serão monitorados para saber se houve melhoras durante a hospitalização.

Hoje já se encontra disponível o tratamento de suporte tanto da IRA quanto da IRC com o auxílio da HEMODIÁLISE e da DIÁLISE PERITONEAL.

A HEMODIÁLISE assim como a DIÁLISE PERITONEAL são processos de substituição temporária da função renal, diminuindo os niveis de toxinas uremicas. desta forma, melhora-se a condição geral do paciente, evitando que as toxinas acumuladas danifiquem outros sistemas orgânicos (cerebro, estomago, intestinos, sistema cardio-vascular etc...) enquanto ganha-se tempo para permitir que o tratamento instituido, visando a cura ou correção das causas dos insultos renais , surta efeito e se consiga recuperar total ou parcialmente um pouco da função renal.

 Vale lembrar que a HEMODIÁLISE não é necessária para o resto da vida. Apenas por um curto período suficiente para retirar o animal de um quadro agudo (IRA) ou de uma agudização em casos crônicos (IRC) animais e procurar aconselhamento veterinário o mais cedo possível.

terça-feira, 4 de novembro de 2014

Pets elegantes


Uma seleção de Pets lindinhos com roupinhas para voces!



























Escova Marroquina para Pets


Cada vez mais diversificado, o mercado de pets lança produtos que prometem hidratar, alisar e tirar o frizz da pelagem de animais!

 A tendência de penteado para o verão é tranças – grande, embutida, ou várias trancinhas arrematadas com acessórios. Entre os lançamentos, as vedetes são linhas completas de tratamento capilar com óleo de argan, ingrediente da escova progressiva marroquina, e linhas baseadas em ingredientes da Amazônia, como cupuaçu, açaí e castanhas. A diferença é que os lançamentos não são para cabelos, e sim para pelos.

 Tratamentos para as madeixas caninas e felinas foram o principal destaque da 10ª edição Pet South America, feira do setor pet que aconteceu na última semana em São Paulo. “É uma tendência muito forte de dois anos para cá. O mercado está oferecendo produtos que aproximam cada vez mais a vida do animal à vida do dono. 

A pessoa vai ao salão e faz uma escova, usa em casa produtos com ingredientes naturais, faz um penteado para uma festa, e que oferecer a mesma coisa para seu pet”, explica Waldecir Alexandre da Silva, groomer e consultor da Pet Society, de produtos para estética e bem estar animal. “As matérias-primas são as mesmas. Muitos produtos lançados na feira esse ano usam insumos que marcas como Boticário e Natura usam”, afirma.  

Por:Verônica Mambrini, iG São Paulo |  

Fonte:delas.ig.com.br

Caminhas e Casinhas


Lindas Caminhas e Casinhas para os nossos  Amadinhos!!!!!































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