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sexta-feira, 3 de abril de 2015

Grandes Famosos e seus Bichanos


Os Gatos tambem são muito queridos no mundo artístico e aqui esta uma sleção de famosos que posaram com seus Bichanos!

Freddy Mercury


Kim Novak


Janis Joplin



Bob Dylan



Marilyn Monroe


Jane Fonda


Leonard Nimoy

Tres cuidados no Outono


Quem não gosta muito de altas temperaturas sente um alívio ao perceber que o outono está se aproximando. Ufa! Aquele friozinho à noite e pela manhã dão uma trégua para a sensação de forno em potência alta. Mas quem tem cachorro precisa ficar atento à virada da estação, que pode fazer seu peludo ficar mais suscetível a alguns probleminhas de saúde. Veja quais são e o que você deve fazer:

 1 – Alergias de outono

Acredite ou não, as alergias do seu cão podem ser ativadas por mudanças sazonais no clima. É comum os cães terem erupções alérgicas na pele. Em alguns casos, se você observar que o seu cão tem tido mais espirros que o de costume, começar a bufar, roncar e dar sinais de coriza, com grande quantidade de secreção no nariz, ele pode ter desenvolvido uma alergia ou rinite. Se você observar que o seu cão parece estar tendo uma reação alérgica, leve-o ao veterinário.



2 – Manter aquecido

O outono, como é uma meia-estação, apresenta variações de temperatura ao longo do dia. Se você fizer caminhadas com o cachorro de manhã ou à noite, fique atento à temperatura. Uma agasalho leve pode ajudar a manter o bichinho protegido, principalmente no caso das raças menores, que podem se resfriar mais rapidamente.

3 – Manter o cão ativo 

Quando o clima fica mais frio, muitas pessoas tendem a levar seus cães para passear com menor frequência que no verão. É importante verificar que o seu cachorro mantém o mesmo nível de atividade que tinha no verão. Se você desanimar no outono, imagine o que vai acontecer no inverno? Deixe seu animalzinho aproveitar o clima mais brando do outono, cheirar as folhas que caem e, principalmente, manter os níveis de exercício e lazer, que são tão importantes para ele.

Fonte: http://almanaquepet.com.br

quarta-feira, 25 de março de 2015

Gatos Anti Sociais



Os gatos, não são antissociais como muitas pessoas acham. Na verdade, pergunte para alguém que tem gatos e veja a resposta, será o contrário.

Os gatos, diferentemente dos cães, tem uma personalidade mais independente, mas isso não quer dizer que eles sejam somente apegados ao ambiente ou ao seu território.

Quando faço socialização de felinos em ambiente doméstico, noto que os gatos na verdade veem o humano como outro gato, ou seja, diferente do cão que acaba seguindo uma hierarquia, peludos felinos, podemos dizer que tratam todos, numa questão "igualitária".



Por isso, dessa maneira, os gatos são dependentes e independentes ao mesmo tempo. Ao contrário de muitos animais que foram domesticados, os felinos não mudaram muito suas características durante esse período de domesticação, ou seja, ele ainda tem muitas características selvagens dos seus parentes antigos.

Se o gato fosse realmente antissocial, ele seria um animal solitário e certamente não seria socializado, com nada nem ninguém. E isso não é o que acontece, pois mesmo se os gatos não tivessem contato com os humanos, ainda sim eles gostam de viver em grupos com outros felinos.

Para ter um gato bem sociável, o mais importante de tudo é: entender seu jeito e seu temperamento. Não o trate como um cão, pois ele não tem nada de parecido com ele.



Você precisa respeitar o espaço do felino e entender que ele é muito mais independente que o cão, mas isso não quer dizer que ele não ame seu dono ou não seja sociável. É uma característica do felino, agir assim. Interaja bastante com seu peludo felino, com brincadeiras de esconder, com bolinhas, brinquedos com penas, carinho, afeto e faça com que ele também, interaja com outras pessoas que não sejam somente da sua casa. Seguindo essas regras básicas, seu felino será muito mais sociável e feliz.

E não se esqueça, que as primeiras semanas de vida de um gato, influenciam seu comportamento para o resto da vida, ou seja, uma boa socialização nesse período o tornará um gato muito tranquilo, dócil e carinhoso. Pois o gato também é o melhor amigo do Homem.


Fonte: http://equilibrioem4patas.blogspot.com.br

Cães resmungões


Faltando esse exercício, os cães tendem a ficar estressados, resmungões, chegando por vezes a descarregarem a energia na destruição de sofás e tapetes ou urinar e defecar com abundancia em locais onde não é permitido fazê-lo.

Também adoecem com maior frequencia.


Um cão feliz da vida, influencia e contribui para o bem estar e felicidade dos donos.
Afinal qual o objetivo de termos um animal de estimação em casa!

E os canitos, sempre estão dispostos e se entem felizes quando teem uma oportunidade de agradar ao dono. Sejamos também agradaveis com eles.

Fonte: http://racas.org

quarta-feira, 18 de março de 2015

A Equoterapia


Andar a cavalo deixou de ser, pura e simplesmente, um prazer ou um meio de locomoção. Hoje, essa prática tão antiga também é usada como terapia no desenvolvimento biopsicossocial de pessoas portadoras de deficiência ou de necessidades especiais e se você ler este artigo com atenção, perceberá que é terapêutico para qualquer um de nós.
Os benefícios ao usuário do método, conhecido como Equoterapia, não são apenas físicos, mas também psicológicos, educativos e sociais.

De acordo com especialistas no assunto, o cavalo, ao se deslocar, realiza um movimento semelhante à marcha humana, ou seja: o centro gravitacional do cavalo é deslocado tridimensionalmente, com a marcha, num movimento semelhante à bacia pélvica humana. A correspondência entre os movimentos, humano e eqüino é tal que a diferença entre um e outro é menor que 5%.

 Essa semelhança pode ajudar pacientes com lesões no cérebro, fornecendo imagens cerebrais seqüenciais e impulsos importantes para aprender ou reaprender a andar. Além disso, o cavalo passa três ondas vibratórias simultaneamente (para cima e para baixo, para um lado e outro e para frente e para trás), o que faz dele uma “máquina terapêutica” que nenhum outro método consegue imitar.

Um dos grandes motivadores da terapia é a inversão de papéis, considerando que o paciente é o protagonista do tratamento, tendo como parceiro o cavalo, e o terapeuta é um simples mediador. Outra vantagem da Equoterapia é o biorritmo do cavalo e o movimento rítmico-balançante, que estimulam o metabolismo, regulam o tônus e melhoram os sistemas cardiovascular e respiratório.



Já o movimento e a mudança de equilíbrio constante pedem uma adaptação incessante do próprio equilíbrio, fortalecendo a musculatura e a coordenação. Assim, a integração sensoriomotora e a consciência do próprio corpo são melhoradas. Os resultados da prática de equoterapia são, geralmente, o maior controle dos reflexos, equilíbrio de tronco e cabeça e correção de postura. As pessoas com musculatura supercontraída adquirem flexibilidade e as que possuem pouco tônus muscular são fortalecidas.

A interação do praticante da Equoterapia com o cavalo desenvolve, ainda, novas formas de socialização, auto-confiança e auto-estima. Para a criança, o cavalo é como um grande brinquedo de pelúcia que, entretanto, é de difícil manuseio e impõe respeito. O calor, o cheiro adocicado, a docilidade do corpo e o movimento rítmico do animal remetem a pessoa aos primeiros contatos com a mãe e à maneira como foi transportada e cuidada por ela. Assim, a criança portadora de deficiência tem o apoio e o amparo de que necessita para se desenvolver.

A técnica, exige profissionais hábeis, para que a Equoterapia seja aproveitada de maneira segura e correta.




Indicações

A Equoterapia é indicada para tratamento de casos de paralisia cerebral, acidentes vasculares cerebrais, traumas crânio-encefálicos, atrasos maturativos, formas psiquiátricas de psicoses infantis, estados marginais como autismo, Síndrome de Down e dependência química. O método também pode ser usado para aliviar ou eliminar problemas de estresse, depressão, dificuldades no aprendizado, na coordenação motora, timidez e deficiências físicas, entre outros.
O início

Embora o cavalo já tenha sido utilizado com fins terapêuticos por Hipócrates, na Grécia Antiga, e a equitação tenha sido recomendada pelos antigos médicos gregos, os tratamentos com Equoterapia tiveram início somente nos anos 30, na Alemanha, como alternativa para a cura de várias doenças. Os estudos sobre a Equoterapia tinham se iniciado no século anterior, quando médicos parisienses começaram a pesquisar o assunto, motivados pelos ensinamentos da Grécia Antiga.

Há mais de três décadas, a Equoterapia ganhou notoriedade com as observações do médico alemão Rider. Vítima de um acidente vascular cerebral que o deixou semiparalisado, ele notou que a prática de andar a cavalo contribuía para a sua recuperação. Um dos impulsos para a disseminação da técnica foi a Segunda Guerra Mundial. Com ela, houve uma renascença da Equoterapia, que foi usada em mutilados pela guerra, pois muitos deles tinham sido excelentes cavaleiros. A técnica se difundiu e começou a ser utilizada em todo o mundo.


 No Brasil, a terapia começou a ser aplicada em meados dos anos 80, e teve grande aceitação, sendo que há hoje várias clínicas especializadas em Equoterapia, embora somente em 1997 o Conselho Regional de Medicina tenha admitido a terapia como método de tratamento válido no país.
Suzete é Naturopata, Iridóloga e Instrutora dos Exercícios Visuais. Autora do livro: Cuide de Seus Olhos

Contato: suzete@saudeintegral.com
Sites: www.saudeintegral.com, www.iridologiasp.com.br e www.metodobates.com.br
Fonte: saudeintegral.com
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