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domingo, 19 de maio de 2013

Quiropraxia Animal





A Quiropraxia é uma profissão da saúde aceita pela Organização Mundial de Saúde (OMS), e lida com o diagnóstico, tratamento e  prevenção das desordens do sistema neuro-músculo-esquelético e dos efeitos destas desordens na saúde em geral.

Utiliza de determinadas técnicas manuais, incluindo o ajuste e/ou manipulação articular. A manipulação da coluna já era utilizada por médicos da Grécia Antiga, mas a descoberta da Quiropraxia é atribuída a D.D. Palmer, em 1895, formando a primeira instituição de ensino em 1897 nos EUA.





Em 1989, também nos EUA, foi fundada a primeira escola de Quiropraxia Veterinária. Nos EUA e na Europa essa técnica já é conhecida, e bem recomendada.

No Brasil a quiropraxia animal foi introduzida pela médica veterinária Camila Morandini, que agora ministra o curso de pós graduação em Quiropraxia para Veterinários.







INDICAÇÕES:

A Quiropraxia é indicada para o tratamento e prevenção de diversas patologias, por melhorar a saúde da coluna vertebral e do Sistema Nervoso, potencializando, assim, a resposta do organismo aos estímulos nervosos.

Claudicações inespecíficas, lombalgias, dermatites e hérnias de disco são apenas alguns exemplos do amplo leque de possibilidades de aplicação.

Esta terapia holística não visa substituir os protocolos clínicos tradicionais, mas sim oferecer ao animal condições para que seu corpo volte ao estado ideal.
Fonte: http://reabilitadog.wordpress.com

sábado, 11 de maio de 2013

Cuidados com os olhos do Gato





O Gato Estrábico"
Gatos não têm tantos problemas oculares quanto cães, mas quando uma doença ocular ocorre no gato, ela geralmente é crônica durando de meses a anos e algumas vezes um problema para toda vida.



O que é a conjuntivite: 

Conjuntivite é a inflamação da membrana rosa do olho, que cobre a parte branca esclera e a pálpebra interna. A conjuntiva pode ficar muito avermelhada e inchada em alguns gatos e freqüentemente é só em um olho e não em ambos. Isto pode causar estrabismo intermitente ou constante. Pode ocorrer de vez em quando durante meses ou anos.

A conjuntivite pode ocorrer sem outros problemas oculares, ou o olho pode ter uma úlcera ou erosão corneal (ferida aberta, dolorosa, na córnea), queratite (inflamação da córnea), e/ou uveíte (inflamação intraocular). O envolvimento corneal e a uveíte freqüentemente é causado por Herpesvírus Felino-1.






Sinais de conjuntivite:

Sinais incluem estrabismo (que é grave se a córnea tem uma úlcera ou erosão) e excreção mucóide ou aquosa (que pode ser clara, cinza, amarela, verde ou um vermelho-enferrujado que parece sangue, mas NÃO É). Gatos que tem esta cor de lágrima estranhamente escura freqüentemente são persas ou himalaios. A conjuntiva é avermelhada e algumas vezes inchada ou grossa. A córnea pode ser clara, ou pode ser nebulosa se há presença de uma úlcera, erosão ou tecido cicatrizado. 

A íris (a parte colorido de dentro do olho que forma a pupila) também pode ser de uma cor diferente (geralmente mais “suja”, menos brilhante que a cor normal), se há presença de uveíte. Todos estes sinais podem estar presentes, ou alguns deles e pode ser em um olho ou ambos. Algumas vezes o gato mostra sinal de infecção do trato respiratório superior e está espirrando. 

Causas da conjuntivite:

A maioria das causas é infecciosa. Enquanto muitos tipos diferentes de organismos infecciosos podem causar conjuntivite, existem apenas três que são culpados comuns: Herpesvirus Felino-1 (FHV-1), Clamídia Felina e Micoplasma Felino. É importante saber que um caso de conjuntivite pode ter um, dois ou todos os três organismos juntos causando o problema e que o Herpesvirus Felino não pode ser transmitido para humanos – apenas para gatos. É um vírus muito específico para a espécie. 

Diagnosticando a causa da conjuntivite e/ou ceratite: 

Freqüentemente o histórico médico e os sinais clínicos presentes são o suficiente para ajudar no diagnóstico, mas algumas vezes testes especiais são necessários. Estes testes incluem (mas não estão limitados) coleta de células conjuntivais e/ou corneais para cultura, ou citologia (olhar as células em um microscópio) ou testes de DNA especiais para infecção por FHV-1. 






Tratamento de conjuntivite e ceratite: 

Infecções por micoplasma geralmente respondem bem a antibióticos e infecções por clamidia freqüentemente também respondem, mas podem recorrer. No entanto, infecções por FHV-1 não respondem bem a terapias antibióticas tópicas e são muito frustrantes de tratar.

Algumas vezes, medicações antivirais tópicas também são usadas. Porque conjuntivite e queratite de FHV-1 são doenças complicadas? Nós discutiremos o vírus com mais detalhes:


FHV-1 é um vírus muito comum em gatos e a maioria dos gatos no planeta tem e estão expostos a ele mesmo quando filhotes. O vírus pode então ficar dormente no corpo do gato pelo resto de sua vida, ou se ativar e causar problemas em qualquer época. Um fator chave na gravidade da doença e em sua recorrência é o ESTRESSE. 


Qualquer coisa que estressa o gato pode suprimir o sistema imunológico e permitir que o vírus ataque e cause problemas. Isto é semelhante a resfriados em humanos, que podem piorar quando a pessoa está estressada. Gatos são iguais! Também é importante saber que conjuntivite e/ou queratite de FHV-1 não pode ser curada, apenas controlada. Entre os ataques, os olhos felinos podem ser bem normais. Os ataques podem ocorrer freqüentemente ou podem estar espaçados por anos. Alguns gatos nunca são atacados. 






Existem muitos possíveis tratamentos diferentes para conjuntivite causada por FHV-1, dependendo dos sinais clínicos presentes e há ainda mais drogas para tratamentos diferentes se a córnea está envolvida, e, nestes casos a visão pode estar comprometida se o vírus não for controlado. Felizmente é raro que um gato com infecção FHV-1 ocular fique totalmente cego por causa do vírus. Esta doença causa dor a longo-prazo e desconforto sem o tratamento apropriado.

O que fazer se você suspeita de conjuntivite e/ou queratite em seu gato:
Antes de tudo, leve-o ao veterinário de sua família. Ele pode recomendar um oftalmologista veterinário (que freqüentemente é o caso se há suspeita de FHV-1) se os olhos de seu gato não estão melhorando com a medicação ou mesmo estão piorando.

Fonte: http://www.clinicalieberknecht.com.br/conjnti.htm/lepetitchat.com

Gatos:Higienizadores de Energias



O gato é um animal que tem muito quartzo na glândula pineal, é portanto um transmutador de energia e um animal útil para cura, pois capta a energia ruim do ambiente e transforma em energia boa,normalmente onde o gato deita com frequência, significa que não tem boa energia, caso o animal comece a deitar em alguma parte de nosso corpo de forma insistente, é sinal de que aquele orgão ou membro está doente ou prestes a adoecer, pois o bicho já percebeu a energia ruim no referido orgão e então ele escolhe deitar nesta parte do corpo para limpar esta energia ruim que tem ali.

  




Ela observa que do mesmo jeito que o gato deita em determinado lugar, ele sai de repente, pois ele sente que já limpou a energia do local e não precisa mais dele.

 Ela ainda diz na palestra que o amor do gato pelo dono é de desapego, pois enquanto precisa ele está por perto, quando não, ele se a afasta.

 O gato é capaz de provocar os mais diversos sentimentos no ser humano.






Certamente,quem não gosta de gatos é porque nunca teve o prazer de conviver com um deles. Gostaria que todos lessem esse artigo inteligentemente escrito por "Artur da Távola".

Quem gosta de gatos irá se identificar muito com o texto e quem não gosta... bem, quem não gosta, a gente apenas lamenta...(Cristina Cairo)
Fonte:http://desperteconsciente.blogspot.com.br

Brucelose Canina




A Brucelose Canina é causada pela bactéria Brucella canis , porém há relatos de infecção por Brucella abortus, Brucella suis e Brucella melitens .
O sexo, a estação do ano e o clima não têm influência na apresentação da doença, mas a idade sim, pois as brucelas são mais infectantes para animais jovens, ainda que possam ocorrer em outras faixas etárias.


A transmissão da Brucella canis dá-se por contato direto com o microorganismo que penetra pelas mucosas. As infecções geralmente começam pela penetração das mucosas da boca e nariz (ato de cheirar e lamber), mucosas conjuntivas ou mucosas genito-urinárias pelo agente.


 Ocorrem infecções intra-uterinas que frequentemente levam cadelas prenhas ao aborto. Corrimentos vaginais, tecidos placentários e fetos abortados contêm grande número da bactéria . Há relatos de transmissão por meio de fômites, tais como vaginoscópios, seringas contaminadas, transfusão sangüínea e inseminação artificial.






O contato direto com tecidos e corrimentos pós-parto ou pró-aborto é a maneira mais comum de infecção pelas mucosas do focinho e da boca. Os cães machos em reprodução apresentam maiores chances de infectarem-se pelo contato oronasal com as secreções vaginais de uma fêmea no cio contaminada do que propriamente pelo acasalamento embora esta também se dê e tenha bastante importância, pois esse tipo de transmissão é mais efetiva quando um macho infectado acasala com uma fêmea suscetível, pois tais machos expelem grande quantidade de Brucella canis no líquido seminal durante diversas semanas após a infecção inicial.


O microorganismo localiza-se na próstata e no epidídimo do macho, portanto são expulsos pelo sêmen e pela urina de forma intermitente num período de dois anos aproximadamente ou mais.

Frequentemente, essas infecções são assintomáticas . Depois que o microorganismo penetra no animal pelas membranas mucosas, ele alcança os linfonodos daquela região ou multiplicam-se dentro dos macrófagos.


Depois disso ocorre uma multiplicação dos microorganismos no animal que pode durar até dois anos ou mais, se o cão não for tratado com antibióticos específicos. Embora a infecção por Brucella Canis seja sistêmica, os cães infectados não terão uma doença sistêmica ou generalizada.






 Sinais Clínicos:

Nos cães adultos, a infecção não promove alterações clínicas evidentes, entretanto os principais sinais clínicos da brucelose canina se associam com o trato reprodutor.
Nas fêmeas ocorre aborto depois de 45-55 dias de gestação. Embora o aborto no terço final seja a forma clássica. A interrupção da gestação pode ocorrer em qualquer fase, inclusive morte embrionária precoce, responsável pela causa de infertilidade.


O transtorno mais comum nos machos é a infertilidade. O exame físico revela epididimite em um ou em ambos os epidídimos, podendo ocorrer atrofia testicular e dermatite escrotal. O sêmen dos machos afetados geralmente contém grande número de espermatozóides anormais (80-90%) e células da inflamação, especialmente durante os 3 primeiros meses posteriores a infecção. Os machos cronicamente enfermos podem apresentar azospermia (ausência de espermatozóides). As principais alterações na morfologia espermática são: espermatozóides imaturos, alteração acrossomal, edema de peça intermediária, gotas citoplasmáticas, caudas dobradas, destacamento de peça intermediária e aglutinação de espermatozóides.


Os sinais inespecíficos em ambos os sexos incluem: letargias, perda de libido, envelhecimento prematuro e aumento generalizado dos nódulos linfáticos.

Diagnóstico:


É difícil porque os antígenos de superfície da Brucella produzem reação cruzada com os anticorpos contra outros microorganismos não patológicos comumente ligados aos cães. Portanto, faz-se sorologia utilizando, principalmente, material do exsudato vaginal, mas também pode ser feito do sangue, leite ou sêmen dos cães infectados.

Tratamento:


É difícil e oneroso. Até o momento não se conhece tratamento eficaz, fazendo-se uso de antibioticoterapia, a bacteremia cessa e há declínio do nível de anticorpos circulantes, o que não significa erradicação da doença, pois se interrompendo a administração de antibióticos o animal volta a ser soropositivo.

 




 Profilaxia:

Não existem vacinas disponíveis. A prevenção depende do exame de todos os cães antes do acasalamento, inseminação ou ingresso de outro animal no plantel e do controle sorológico com castração e isolamento de cães positivos.
As fêmeas devem ser examinadas várias semanas antes do cio.


Recomenda-se testar todos os animais do plantel anualmente, ou quando surgem problemas como abortamentos ou falhas reprodutivas.


É importante salientar que a brucelose é uma zoonose, portanto, é preciso oferecer especial atenção aos funcionários do canil que cuidam dos animais, pois estes, além de terem o risco de se infectar podem funcionar como fontes de infecção. Assim, cuidados na manipulação dos animais e higiene rigorosa do canil devem ser aplicados. 

Fonte: artigonal.com

Espondilite / Discoespondilite



A discoespondilite é a forma mais comum de infecção vertebral, acomete o disco intervertebral e as placas terminais adjacentes. A discoespondilite é a forma mais comum de infecção vertebral, acomete o disco intervertebral e as placas terminais adjacentes, normalmente manifestada com quadro de algesia intensa associada à  clínica de compressão medular, com diagnóstico diferencial para neoplasias e doença do disco intervertebral (DDIV).






Ela tem bom prognóstico quando diagnosticada corretamente e tratada por antibioticopterapia de longa duração.      De forma convencional, a discoespondilite tem sido um diagnóstico radiográfico. Entretanto, deve ser levado em consideração que os sinais clínicos frequentemente precedem os achados radiográficos (que consistem em lise das placas terminais vistas tipicamente em casos mais avançados). 




A Tomografia Computadorizada (TC) é muito mais sensível do que o exame radiográfico em identificar osteólise precoce das placas terminais, mesmo em casos nos quais a lesão óssea é mais sutil.
     Embora tenha uma resolução de contraste de tecidos moles menor que da Ressonância Magnética, é ainda possível observar uma hipercaptação pela inflamação dos tecidos e se há compressão medular por efeito de massa.


 Fonte:http://blog-crvimagem.blogspot.com.br
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