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sábado, 30 de agosto de 2014

O alegre Schnauzer Miniatura



 História e Características Gerais da Raça 


Originário da Alemanha (a palavra Schnauzer significa focinho em alemão), o nosso pequeno Schnauzer Miniatura tem outros 2 primos, o Schnauzer Médio e Schnauzer Gigante. Não se sabe ao certo quais foram os cruzamentos que deram origem a raça, mas o mais provável é que tenha sido a partir do Schnauzer médio, com influencia de Poodle preto, e Affenpinscher.

O tipo Miniatura, ou também chamado Anão, foi reconhecido como uma raça separada em 1899 e nos Estados Unidos e no Canadá está classificado como pertencente ao grupo dos Terriers, embora eles tenham um temperamento muito mais voltado para os cães do Grupo de Trabalho. 




Cães bicolores com predominância preta ou prata e com marcas mais claras que vão do creme ao castanho claro são mais comuns e mais aceitos fora da Alemanha. Lá, na Alemanha, os cães totalmente pretos têm classificação própria e muitos canis se dedicam exclusivamente ao desenvolvimento de cães desta cor.

A aparência destes cães deve ser uma combinação de força e solidez, mas sem extremos, nem tão pouco eles devem parecer pequenos e delicados como os "Toys", sendo considerado falta grave nos padrões da raça.

Os Schnauzers são normalmente cães limpos, saudáveis e que não exigem muitos cuidados, a não ser uma visita regular ao salão de banho e tosa para manter o pêlo em ordem e com a aparência elegante e sofisticada, característica da raça. Um outro ponto muito favorável da raça é que eles não soltam pêlos, como a grande maioria dos cães fazem.




Tamanho:

Machos e fêmeas de 30 a 35 cm (na cernelha).

Peso: 


entre 6 e 7,5 quilos.

Aparência: 


Corpo balanceado, quadrado com movimentos suaves, mas ao mesmo tempo energéticos.

Pelagem e cor:


Pelagem dura, arrepiada, de tamanho médio, sendo mais curto no pescoço, orelhas e no alto da cabeça; As cores permitidas, são: Sal-com-Pimenta; preto com prateado ou totalmente preto.


Cabeça: 

Crânio longo, reto, com focinho quadrado; olhos ovais, pequenos, castanho-escuros, nunca salientes; orelhas triangulares, em formato "V", dobradas junto à cabeça. Podem ser cortadas e passam a ficar eretas e pontudas.

Cauda: 


Cortada na terceira vértebra, grossa, carregada alta e ereta.






Perfil da Raça

O Miniatura Schnauzer é um cachorro alerta, ativo, inteligente, companheiro e com uma personalidade forte.

São brincalhões, afetuosos e ótimos cães de guarda (claro que eles não vão "derrubar" um ladrão, mas vão fazer um bocado de barulho para alertar seus donos). Fazem questão de fazer parte da família e de estar sempre por perto. Adoram passeios e jogos ao ar livre, mas detestam andar na chuva.

Uma característica bastante interessante sobre a raça é que um filhote muda muito pouco a sua personalidade em função do ambiente em que vive. Ao contrário de muitas raças, o Schnauzer Miniatura já pode ser avaliado com facilidade com apenas 8 semanas de vida. Se o cachorrinho for alegre, sociável, equilibrado e amoroso ele se manterá assim por toda a vida, se os donos observarem um mínimo de bom senso nas regras básicas de obediência e socialização do filhote.


 Ao contrário, se o filhote for nervoso, latir muito e for muito agitado, pouco poderá ser feito para mudar esta situação ao longo da vida do cachorrinho. No caso dos pequenos Schnauzers, mais do que nunca, é importantíssimo conhecer bem o temperamento dos pais do filhote, para evitar uma desilusão mais tarde.




Um Schnauzer típico não deve latir incessantemente, nem a toa. Não deve ser briguento, mas também é comum deixar sinais claros de que não quer a aproximação de outros animais. Se dão bem com crianças se ambos, crianças e cachorros, forem acostumadas a brincar com respeito e delicadeza, caso contrário, o Schnauzer não hesitará em mostrar os dentes para se livrar de uma criança abusiva.

Porque são naturalmente curiosos, corajosos e alertas, Schnauzers estão mais seguros se forem passear com coleiras para evitar o risco de ser atropelado quando estiver engajado na perseguição de algum gato, rato ou esquilo.

Embora estes pequenos cães demonstrem enorme personalidade, se ensinados desde pequeninos a responder prontamente aos comandos de seus donos, eles se tornam excelentes cães de companhia. Eles aprendem rápido, são inteligentes, encaram o treinamento como uma grande brincadeira e tornam-se obedientes.


Fonte:lordcao.com

quarta-feira, 27 de agosto de 2014

Desvendando o Soninho dos Cães



Os cães sonham? Quais os sinais que eles emitem quando estão sonhando?

O cérebro dos cães tem a mesma estrutura e segue os mesmos padrões de funcionamento do cérebro humano. Por manter atividade elétrica cerebral durante o sono, é correto afirmar que os cães sonham, basta observá-los enquanto dormem. Sutis movimentos dos olhos, lábios e orelhas, sons discretos, uivos, latidos, tapinhas no ar, pedaladas são sinais de que o cão está sonhando.


Com o que os cães sonham? 

Assim como nós, os cães sonham com atividades do dia a dia, acontecimentos que ficaram registrados na memória, tanto positiva quanto traumaticamente. Durante o sono, parte do cérebro permanece em atividade exatamente na região onde a memória fica armazenada. 

Estudos recentes realizados pelos cientistas Matthew Wilson e Kenway Louie do Massachusetts Institute of Technology, EUA, trouxeram evidências de que cérebros de ratos apresentam atividade elétrica durante o sono compatível com sonhos. Em se tratando de cérebros complexos, como o dos cães, não há dúvida de que eles sonham. E muito.


Cães têm pesadelos?

Provavelmente sim, basta ter tido um dia complicado e desgastante. Cães que sofrem maus tratos e vivem sob condições insuportáveis de estresse têm dificuldade para descansar durante o sono. 

Para sonhar é preciso atingir uma fase de profundo relaxamento, denominado REM. Respiração tranquila e ritmada são sinais de bons sonhos e, consequentemente, boa qualidade de vida. Sono agitado geralmente indica o contrário.



Podem ser sonâmbulos? Como proceder com cães sonâmbulos?

Não exatamente sonâmbulos. Pode demorar alguns segundos para perceber que estava sonhando, chega a agredir se for acordado. Por isso é importante chamar o animal pelo nome ao invés de tocá-lo, mesmo se estiver de olhos abertos. Às vezes sae correndo, se esconde embaixo da cama, sem entender o que acontece. O dono deve manter-se calmo e respeitar o tempo do animal. Aos poucos ele acorda!.


Quantas horas por dia eles dormem?

Durante o dia os cães tiram pequenas sonecas, enquanto parte do cérebro permanece em estado de vigilia, reagindo prontamente a qualquer estímulo percebido. Quanto maior o cansaço, mais relaxado durante o sono. Animais obesos, idosos e os que praticam bastante atividade física tendem a dormir mais tempo e mais profundamente.

 Cães ansiosos, medrosos ou que vivem em ambientes agitados dormem menos e pior. Alterações de humor, agressividade e olhos avermelhados são sinais de baixa qualidade do sono. Em geral, sonecas de 30 a 40 minutos várias vezes ao dia, 3 a 4 horas de sono profundo a noite são padrões comuns.


O que pode causar insônia?

Depressão, ansiedade, estresse, dores crônicas, problemas neurológicos são causas frequentes que prejudicam o relaxamento.



Tem cama certa para não causar dores na coluna? 

Cama certa não, apenas piso seco e liso, protegido do vento e frio. Para os mais calorentos, quanto mais fresco o ambiente, melhor. Já os idosos preferem locais quentes e macios. No chão ou colcochenete, tanto faz. Caminhas almofadadas são mordomias criadas pelos humanos que os cães aprenderam a gostar. Basta descobrir a preferência de cada um. Para prevenir lesões de coluna é só controlar o peso do animal e evitar escadas.

 Posso oferecer calmante diariamente?

Não. Ao invés de dopar com drogas, tente descobrir  porque o bicho não está aproveitarndo as horas de descanso. Tratar a causa é sempre a melhor alternativa, e a mais respeitosa.


É saudável dormir na cama com os donos?

Dormir junto é desconfortável pro dono, já que o animal sempre dá um jeito de roubar espaço na cama. Os cães se adaptam bem às suas caminhas e ao canto da casa criado para eles. Dormir junto estimula dependência e dificulta o afastamento quando necessário. Mas, quem sou eu pra dizer o que é certo, cada um faz o que quer.

 Entrevista da Dra Rubia Burnier à Revista My Pet - ed. Março 2013.

Fonte: espacoanimal.com.br

AVC em Gatos


 Um derrame ocorre quando o cérebro é subitamente privado de seu suprimento de sangue normal. Isto é devido a um problema com um vaso sanguíneo cerebral , tais como a ruptura ou bloqueio . 

Um acidente vascular cerebral em um gato é chamado isquêmica felina ( FIE ) . Felizmente, essa condição não é comum em felinos. No entanto , ainda é importante reconhecer os sintomas de FIE , a fim de obter a intervenção médica actual e necessária . 


Tipos e causas:


Existem dois tipos de cursos que podem afetar um gato. Um acidente vascular cerebral isquêmico envolve uma diminuição do oxigênio do cérebro , devido à falta de fornecimento de sangue suficiente. Um acidente vascular cerebral hemorrágico é causado por um rebentamento na veia da cabeça do animal . 

Estes cursos têm muitas fontes, incluindo trauma , toxinas ou condições médicas , tais como hipertensão , hipotireoidismo ou doença hepática. Vet site da Info relata que a causa real de um acidente vascular cerebral felino , muitas vezes, não ser diagnosticada definitivamente.
Sintomas 



Os sinais da FIE são muito diferentes daquelas em humanos. Sinais de derrames em gatos frequentemente imitar outras doenças e condições. Portanto, qualquer um dos sinais deve ser impulso para procurar atendimento médico para o seu animal de estimação.

 O Site da Pet Aceno afirma que os sintomas podem incluir depressão, inclinação da cabeça (dificuldade de mover a cabeça para o outro lado ) , agressividade , desorientação, circulando incontrolável e perda de equilíbrio e coordenação. Alguns outros sintomas que indicam um possível acidente vascular cerebral são convulsões, cegueira ou alunos incompatíveis e maior vocalização . Estes sinais são repentinos no início . 


Tratamento 


diagnóstico e tratamento precoce aumenta a chance de uma recuperação completa para o seu animal de estimação. Se você notar qualquer sinal de FIE , levar seu felino a um veterinário ou de emergência clínica animal imediatamente. O seu veterinário irá trabalhar para minimizar qualquer inchaço do cérebro e danos nos tecidos , tentativa de tratar a causa , se conhecida e reabilitar o seu animal de estimação

 Alguns dos medicamentos que podem ser prescritos são sedativos para ajudar os problemas desorientação e coordenação , anti-inflamatórios para tratar o inchaço , medicamentos anti-apreensão para a atividade de apreensão e antibióticos no caso de o acidente vascular cerebral foi causado por infecção. 

Seu animal de estimação também vão receber cuidados de enfermagem de suporte, incluindo a reidratação e de cama quente e seco. No escritório do veterinário e quando casa, eles terão de ser transformado muitas vezes para evitar úlceras de pressão e queimaduras causadas por urina. Seu veterinário também irá recomendar a terapia física e aconselhá-lo sobre o que isso implica. 


Fonte:http://pt.jsxys.com

Convulsão em Cães


 Uma convulsão é um quadro muito “feio” de se presenciar, às vezes até assustador.

O animal apresenta várias contrações musculares involuntárias, pode vocalizar, urinar, defecar, “pedalar” ou apresentar um quadro mais brando com pequenas contrações dos músculos da face. Uma convulsão pode durar poucos segundos ou minutos.
Para quem assiste, parece uma eternidade.

As convulsões são sintomas de alguma desordem neurológica e não são por si, uma doença.

Entre as possíveis causas, devemos destacar:

  • hipoglicemia
  • doença hepática (encefalopatia hepática)
  • intoxicações ou envenenamento
  • inflamação ou infecção no sistema nervoso
  • trauma na cabeça
  • tumor cerebral
  • doenças congênitas (hidrocefalia, por exemplo)
  • epilepsia

 Na maioria dos casos, as convulsões são idiopáticas, isto é, não é possível determinar a causa.

Se o seu cão apresentar uma convulsão, não entre em panico.
Ele está inconsciente e não está sentindo dor. Pode até parecer que ele não está respirando, mas está.

Os cães não enrolam a língua – não coloque sua mão nem nenhum objeto na boca do seu animal. Ele ou você podem se machucar.

Afaste móveis para evitar que ele se machuque, se possível posicione uma almofada embaixo da cabeça dele, para evitar traumas cefálicos. Se ele estiver perto de uma escada, vão, ladeira ou piscina, mude-o de lugar para ele não cair.

Evite fazer barulho, pode agravar a convulsão.
Retire crianças e outros animais do ambiente.
Anote a duração e o que aconteceu durante a convulsão – estas informações são valiosas para o veterinário que vai examiná-lo.

Logo após uma convulsão, seu cão pode ficar desorientado e não te reconhecer. Em geral, se a convulsão for duradoura e severa, ele também pode ficar muito cansado.
Aproxime-se do seu cachorro, fale com a voz calma e tranquilize-o, conforte-o.


Em geral a convulsão não é uma emergência veterinária, mas seu animal deve ser examinado por um veterinário assim que possível.
Se a convulsão durar mais de 10 minutos, leve-o para atendimento emergencial.
Se não for detectada nenhuma causa para a convulsão (intoxicação, envenenamento, virose, parasitismo, doença hepática etc), ela é considerada idiopática.

Às vezes é necessário realizar vários exames complementares para buscar uma causa – exames de sangue, radiografia, tomografia e até ressonância magnética.
Quando não encontramos causa para as convulsões, diagnosticamos como epilepsia.

O objetivo do tratamento é reduzir a frequência e a severidade das convulsões.
 Nem sempre é possível eliminar completamente todas as convulsões. Nestes casos, usa-se medicação anti-convulsivante.

O tratamento deve ser recomendado e acompanhado pelo médico veterinário. É importante avaliar a toxidez das medicações e escolher a melhor opção.
Este diagnóstico não é uma “sentença de morte”! A epilepsia é uma doença crônica que pode ser controlada na grande maioria dos casos.

Como existe a possibilidade da epilepsia ser herdada geneticamente, evite que seu cão ou seus descendentes diretos reproduzam.

Fonte: bichosaudavel.com

segunda-feira, 18 de agosto de 2014

O Gato Peterbald


 Esta raça surgiu em 1994 em São Petersburgo, na Rússia. Recebeu o nome Peterbald em honra da cidade de São Petersburgo. A palavra bald que completa o nome significa “sem pêlos” em inglês.
 
Desde 1993 a senhora Olga Mironova, uma conhecida juíza e admiradora dos felinos, teve a ideia de criar um novo tipo de gato sem pêlos, mas diferente do Sphynx. Originalmente planificou-se através de cruzamentos experimentais entre a raça siamesa e gatos com ausência de pêlos mediante mutação genética espontânea da Rússia. Esta raça era conhecida nesse momento como DonSkoy, ainda que actualmente a TICA a reconhece como Donsphynx.

A senhora Olga Mironova cruzou a sua gata, chamada Radma von Jagerhov, com um macho russo original que apresentava a mutação dominante para a queda de pêlo. As duas primeiras camadas deu como resultado 4 gatinhos, os quais foram usados como base para o desenvolvimento da raça Peterbald. A TICA reconheceu a raça em 1997 enquanto que a FIFE o fez em 2007.


Traços

Fisicamente o Peterbald é um gato médio em tamanho, com um físico harmonioso e equilibrado. A cara forma um triângulo a partir da ponta do nariz até ao nascimento das orelhas, as quais são bem grandes e nascem para os lados da cara. Os olhos amendoados não sobressaem nem afundem na cara.

A linha do gato é elegante, harmoniosa, esbelta e musculada. Pode ter ausência total de pêlo ou algum grau de pêlo como o conhecido “pêlo de escova”. Desde um ou outro tipo de pêlo podem-se encontrar pêlos de tamanho diferente em cada caso. Algumas crias podem nascer com um ligeiro manto de pêlo que perderão com o passar do tempo, enquanto outros podem nascer totalmente nus. Existem linhas de cria que são hipoalergénicas.



Caráter

Esta raça tem um temperamento afável e doce. São gatos curiosos e inteligentes como a maioria dos felinos. Gostam de investigar e realizar actividades que impliquem gato de energia. São animais de estimação que precisam e exigem muito afecto dos seus donos.
São uma companhia excelente que não só e afectuosa com o seu dono como também com todos os outros membros da família, inclusive crianças e idosos. Também não apresentam problemas com outros animais domésticos. Em suma são mimosos e calmos.

Cuidados

Os gatos Peterbald não necessitam de um asseio constante como a raça Sphynx, já que a pele seca não produz gordura. Podem-se utilizar toalhitas ou algo semelhante, ou até dar-lhes banho em dias de muito calor. É necessário abrigá-lo bem em alturas de muito frio.
O efeito do bronzeado pelo sol desaparece com o passar do tempo dentro de casa. Não se descobriu qualquer doença específica da raça até ao momento. São gatos fortes e saudáveis.

Fonte: gatosmania.com
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