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segunda-feira, 13 de dezembro de 2010

O Decálogo do Cão



  1. Minha vida não vai prolongar-se muito além de 10 anos. Nesse período, qualquer separação de você será muito dolorosa para mim.
  2. Me dê algum tempo para entender o que você quer de mim. Sou irracional, mas capaz de retribuir a sua estima e paciência.
  3. Tenha confiança em mim. Eu sou leal.
  4. Não fique zangado comigo por muito tempo. E não me prenda em um lugar como punição. Você tem seu trabalho, seus amigos, suas diversões. Eu só tenho você.
  5. Fale comigo de vez em quando. Mesmo que eu não entenda as suas palavras, compreendo muito bem a sua voz e simples som dela me deixa feliz.
  6. Esteja certo e seja como for que você me trate, isso ficará gravado em mim através de condicionamento.
  7. Antes de me censurar pôr estar sendo vadio, preguiçoso ou teimoso, pergunte se não há alguma coisa me incomodando. Talvez não esteja me alimentando bem. Pode ser que eu esteja com alguma dor, ou é apenas meu coração que está ficando velho e cansado.
  8. Cuide bem de mim quando eu ficar velho: você também vai ficar e certamente terá quem cuide de você.
  9. Não se afaste de mim em meus momentos difíceis ou dolorosos. Nunca diga a frase: "Prefiro não ver" ou "Faça isso quando eu não estiver presente". Tudo é mais fácil para mim quando você está ao meu lado, mesmo meus últimos momentos.
  10. Se na velhice eu estiver ao seu lado, eu saberei compreendê-lo, meu amo, porque as relações misteriosas entre nós dois estão nos segredos de Deus.

Gatos:Curiosidades,Comportamentos e Doenças



Adaptação e Comportamento:
A popularidade do gato é justificada, pois ele se adapta perfeitamente ao estilo de vida moderno. O gato que vive na região urbana fica mais protegido dentro de casa, mas os das regiões suburbanas ou rurais podem desfrutar a liberdade de perambular. Os gatos podem perfeitamente ficar sozinhos por um bom período, pois mesmo na ausência dos donos, apreciam o território que conquistaram em redor deles e em função deles. A sua estatura acomoda-se perfeitamente a uma casa pequena e não é caro mantê-lo. Exige muito menos cuidados do que o cão; não há necessidade de levá-lo para passear; é solitário por natureza e não possui espírito gregário. Não se agrada de mimos exagerados e não responde a nomes, mas sim a entonações. Os gatos adamptam-se muito bem à presença de outros animais, mesmo com o cão, seu pretenso inimigo hereditário. Basta que carícias, alimento e atenção sejam repartidos com equidade.
Um gato pode viver 15, 16 anos ou mais, o que para uma família com crianças pequenas significa que o gato vai viver até as crianças se tornarem adultas. É importante ter em mente que, como carros esportivos sofisticados, gatos de raça exigem cuidados especiais e possivelmente custam mais para “se manter bem”.
São animais extremamentes limpos; fazem suas necessidades em caixas com areia (compradas em lojas especializadas), porém devem ser mantidas sempre limpas, caso contrário eles procurarão outro lugar “para banheiro”, pois detestam entrar em caixas onde há dejetos antigos e sujas.
Um filhote pode se divertir por horas com uma bolinha ou carretel vazio, mas tome cuidado para não oferecer “brinquedos” que representem perigo, por exemplo um novelo de lã, pois ele pode mastigar e engolir a lã.
As fêmeas entram no cio por volta do 6º mês de vida e se repetirão a cada tres meses.
Elas têm um período de gestação de aproximadamente 60 dias e durante os 30 dias seguintes estarão em fase de amamentação, o que significa dizer que logo após o desmame dos filhotes ela entram novamente no período de acasalamento.
O ouvido do gato é de uma precisão extrema. A camada externa que o reveste chamada de córtex auditivo, possui dez milhões de neurônios e faz com que o gato consiga distinguir vários tipos de som próximos, simultaneamente. Os gatos também são capazes de reconhecer frequências de ultra-som, que são imperceptíveis tanto para os cães quanto para os humanos.
Os gatos se comunicam através do miado. Acredita-se que hajam 100 tipos diferentes de miados, cada um deles com o seu significado. Exemplo disso, é o miado fraco, que corresponde ao cumprimento do gato a seu dono. O miado curto indica que o gato está com fome ou deseja fazer suas necessidades, enquanto que o miado longo é a maneira de o gato expressar dor.

As Doenças mais comuns e a Vacinação:

As doenças combatidas com as vacinas são:
Herpesvírus, transmitida pelo contato direto com pessoas, gaiolas, comedouros e bebedouros contaminados, inclusive através de tosse e espirro. O maior risco de infecção ocorre em gatos não vacinados, jovens e confinados em gatis.
O herpesvirus se incuba no animal de 3 a 5 dias, e pode durar de 5 a 10 dias (ou mais), variando de animal para animal.
Os sintomas são febre frequente, anorexia e depressão, espirros, conjutivite severa, tosse, perda de voz, hipersalivação, pneumonia bacteriana, úlceras, algum tipo de infecção contraída durante a prenhez, aborto ou morte neonatal.
Calcivirus Felinos, que pode ser incubado entre 1 e 3 dias, podendo durar de 5 dias a uma semana. Seus sintomas mais frequentes são febre, espirros, úlcera na ponta do focinho, úlceras orais e no interior das patas, anorexia e depressão suaves, conjuntivite, gengivite crônica, pneumonial viral, claudicação (artirite), diarréia e vômitos.
Clamidiose Felina, que pode ser facilmente detectada quando o animal apresenta conjuntivite macropurulenta aguda ou crônica (primeiramente unilateral e, mais tarde, bilateral), corisa suave, espirros e tosse ou , até mesmo, pneumonia subclínica (detectada por exame histológico).
Para o tratamento de tais doenças, são indicadas a fluidoterapia para a prevenção da desidratação do animal, a suplementação da alimentação do animal com potássio e complexo de vitamina B, repouso e aquecimento, algum tipo de estimulante para o apetite. É importante, ainda, que os olhos e narinas sejam constantemente limpos e sejam ministrados antibióticos a fim de controlar as infecções secundárias.
No que diz respeito à vacinação contra essas doenças, recomenda-se que sejam ministradas duas doses com três semanas de intevalo entre elas e, posteriormente, que sejam reforçadas anualmente. As gatas devem ser vacinadas antes do acasalamento e, se possível, durante a prenhez (de 3 a 4 semanas antes do parto) com apenas uma vacina inativada para que os níveis de anticorpos maternos sejam potencializados não oferecendo riscos aos filhotes.
Panleucopenia
Vômitos freqüentes, falta de apetite, sede aparente são os sintomas desta doença. A Panleucopenia é uma doença causa por um vírus que provoca queda da imunidade física. Se tratada a tempo, o índice de cura é bastante alto, desde que as providências sejam rapidamente tomadas, iniciando-se pelo diagnóstico dado pelo veterinário.
Mantenha sempre o pelo limpo para que não ocorram dermatites e o único meio de prevenção é a vacina, que deve ser dada a partir da 8ª semana de vida do animal, com um reforço após 30 dias.
Envenenamento
Os envenenamentos químicos devem-se, sobretudo, à absorção de produtos químicos contidos em inseticidas e em raticidas.


Fonte:fasproteçãoanimal.org.br

terça-feira, 7 de dezembro de 2010

O Ronronar dos Gatos !!!


Quando acariciamos um gato dócil, ele normalmente começa a emitir um agradável ruído, como um "motorzinho". A verdade é que este hábito ainda não foi totalmente compreendido pelos biólogos. O certo é que o ronronar não provém de cordas vocais. Estas servem para outros sons menos agradáveis do seu repertório - os miados e gemidos.Quando um gato emite o característico ronronar de satisfação, pode-se sentir as vibrações que emanam da garganta. Dentro dela, juntamente com as cordas vocais, o gato possui um par de estruturas chamadas pregas vestibulares, ou falsas cordas vocais, e alguns cientistas acreditam que elas vibram quando o gato respira. É evidente que o ronronar exige muito pouca energia e o animal pode produzi-lo durante vários minutos seguidos.


No entanto, há quem diga que as falsas cordas vocais nada têm a ver com o ronronar e que é a sensação de prazer, que aumenta a turbulência no sistema circulatório do gato, que está na origem do fenômeno. Esta turbulência, segundo alguns cientistas, é maior onde o sangue flui numa veia excepcionalmente larga, situada no peito do animal. Quando os músculos à volta dessa veia se contraem, as vibrações provocadas pela turbulência são amplificadas pelo diafragma, antes de subirem pela traquéia e ressoarem na cavidade sinusoidal. Para os gatinhos recém-nascidos, que ainda não ouvem bem, sentirem as tranqüilizantes vibrações do corpo da mãe é provavelmente mais importante que o ronronar.
Não são só os gatos domésticos que ronronam: muitos felinos selvagens de pequeno porte, como o lince e a jaguatirica, também podem comunicar prazer dessa maneira. Contudo, os grandes felinos, como os tigres e os jaguares, não têm essa característica.
Fonte:www.osgatos.com.br

segunda-feira, 6 de dezembro de 2010

Labrador Retriever:a história da raça




ORIGEM

É provável que proceda do mesmo tronco étnico do Terra-nova, a outra raça oriunda dessa ilha.
Primitivamente chamava-se aos Labradores “pequenos Terra-nova” e ambas as raças apresentam a particularidade física de possuírem os dedos ligados por uma membrana. O Terra-nova recebeu a influência dos mastins, o que lhe proporcionou um maior porte, esqueleto forte e um pêlo mais comprido. Esses mastins tiveram seguramente origem nas montanhas dos Pirenéus, para aí levados pelos marinheiros bascos que se dedicavam à caça da baleia.

PREPARADOS PARA O FRIO

A latitude da Terra Nova faz daquelas terras uma região inóspita, fustigada por frios tremendos. Por isso é natural que as raças de cães adaptadas ao seu clima possuam características físicas apropriadas que as defendam das temperaturas baixas. Ao olharmos para um labrador podemos apreciar por um lado o seu corpo roliço, forte, com um bom tecido adiposo sob a pele que serve de câmara protectora contra o frio, e por outro um manto de pelagem apertada, espessa e impermeável. O seu tamanho, não muito grande (originariamente estes cães eram mais pequenos do que os actuais, produtos da criação britânica), o seu peito largo, que lhes permitia uma boa respiração para nadar nas águas geladas do Atlântico Norte, os seus pés com membrana, e o seu manto impermeável, faziam do labrador o cão perfeito para acompanhar as grandes barcaças de pesca e atirar-se à água, se fosse necessário, para recuperar uma rede ou um objecto que tivesse caído.
 


A SUA EVOLUÇÃO PARA CAÇADOR

Muito provavelmente, a história desta raça teria sido outra e até talvez desaparecesse, absorvida pela do seu irmão mais velho - o Terra-nova - se não se tivesse feito a fascinante descoberta de que este cão também era bom para a caça. A ilha da Terra Nova é rica em caça, especialmente em espécies aquáticas.
Os labradores eram usados com assiduidade nestas tarefas, recuperando as peças abatidas pelas espingardas e talvez até se tenham cruzado com cães cobradores e levantadores, tipo Spaniei, procedentes do Reino Unido.
Nos anos compreendidos entre 1750 e 1810, incluindo duas décadas antes e duas depois, este cobrador perfeito vai-se formando. Foram anos em que também ainda não tinham aparecido os modernos cães de exposição, que naquela altura se ncontravam em período de gestação. Um cão levantador e cobrador é o animal perfeito para caçar aves aquáticas. Naquela época, os cães procedentes de linhas de sangue empregadas na caça eram denominados “Cães de São João”. Estas circunstâncias fizeram com que os labradores adquirissem uma boa reputação como cães de caça e despertassem o interesse de alguns nobres e cavaleiros que viajavam por aquelas terras.


RAÇA RECONHECIDA E CORES

O Kennel Club britânico reconheceu oficialmente a raça como Labrador Retriever em 1903 e um ano mais tarde incluía-o dentro do grupo dos cães de caça.
Isto foi um êxito, comparando com as inúmeras raças que demoraram décadas a abandonar o grupo misto, onde competem todas as raças sem implementação no país, de modo a formarem um grupo concreto.
Os Labradores primitivos eram todos de cor negra. Todavia, em 1903, o Kennel britânico ainda não tinha feito uma classificação dos cães cobradores e por isso, nessa época, inscreveram-se cães-irmãos como o Golden (dourado) e labrador (negro), sem mencionar a textura e o comprimento do pêlo. Provavelmente, estes Golden não foram mais do que os primeiros labradores de cor amarelo-camurça.
A cor castanha é, contudo, mais recente, e teve origem nos canis do famoso criador Buccleuch.
Ao princípio eram cães castanhos com pêlo ondulado. Buccleuch foi ao afixo que inscreveu os primeiros sete Labradores nos registos de caça do Kennel Ctub e ao seu trabalho se deve um dos melhores machos de cobrição e campeões de “field” da sua época, o cão Peter of Faskally. É quase impossível encontrar uma linha de cães de campo na Grã-Bretanha ou Estados Unidos, nestes primeiros anos, que não tenha, nas suas veias, o sangue de Peter of Faskally.
O responsável pela difusão da cor dourada é outro cão destacado, Bem of Hyde, nascido em 1899, e que foi empregue como macho de cobrição em numerosas fêmeas, daí resultando os melhores labradores dourados do país.
O labrador é hoje uma das raças mais populares nos Estados Unidos, tanto como animal de companhia como na vertente de cão de caça, contando com centenas de associações por todo o país, que velam pelos seus cuidados e promoção.
Mas os cães americanos não são oriundos da ilha da Terra Nova, pois são filhos de cães britânicos levados para o Novo Mundo no princípio do século XX. A senhora Howe ofereceu vários Labradores a reputados “sportman” de Long Island (Nova Iorque) antes da Primeira Grande Guerra Mundial.
 Fonte:cpuc.org.br


Doenças graves em Cães que podem ser evitadas com a Vacinação


(1) Cinomose
A cinomose é uma doença infecto-contagiosa, causada por vírus e que atinge cães de todas as idades, mas especialmente os jovens com até 3 meses de vida. Esta doença pode ser fatal, se não descoberta logo no início e é transmitida através de secreções nasais ou da boca, fezes, água e alimentos, ou seja, por vias respiratórias ou por via digestiva.
O animal contaminado deve ser isolado, pois o vírus vive no ambiente por vários dias, meses e até mesmo alguns anos. Uma pessoa que esteve em contato com um animal infectado pode carregar o vírus até outro sadio.  Aproximadamente 50% dos cães não vacinados, se infectados com o vírus da cinomose, desenvolvem sinais clínicos da doença e aproximadamente 90% deles morrem.

(2) Hepatite (Adenovírus do tipo 1)
É enfermidade infecto-contagiosa provocada pelo vírus Adenovírus do tipo 1, própria dos cães que pode ser confundida com a cinomose.  Podem se apresentar formas clínicas distintas: Quadro Superagudo aqui a doença não é diagnosticada a não ser após a morte do animal, devido sua evolução ultra rápida, os animais são encontrados mortos pela manhã após pequenos sinais de doença na noite anterior. Nestes casos, os proprietários dos animais chegam a acreditar que a morte se deu por envenenamento. Quadro agudo - Os animais mostram apatia, falta de apetite e muita sede, além de secreções nasais e oculares (como na cinomose).  Após alguns dias a córnea fica opaca (podendo durar até 3 semanas) e coincide com novo pico de febre. O interior da garganta, encontra-se vermelho e inflamado, causando dificuldades para engolir , o que motiva vômito. O fígado fica aumentado de tamanho mas raramente ocorre icterícia (pele e mucosas amarelada).

(3) Adenovírus tipo 2
Levam a um quadro respiratório podendo resultar em broncopneumonia e pneumonia severa.  É altamente contagiosa a outros cães e seu contágio se dá pelas secreções nasais e salivares.
(4) Parainfluenza
É uma doença do trato respiratório superior (vias nasais, garganta e boca) e pode se tornar severa se ocorrer contaminação com outras bactérias ou vírus simultaneamente.  A transmissão se dá por contato direto ou veiculado por pessoas das secreções nasais e salivares.  É conhecida como uma “gripe” canina.
(5) Parvovirose
É provocada pelo Parvovírus, um vírus altamente resistente podendo permanecer ativo no quintal por semanas e até meses. É uma doença entérica, o animal apresenta apatia, falta de apetite, vômitos e muita diarréia sanguinolenta.  Pode levar o animal a morte devido à desidratação provocada rapidamente no organismo.  Animais não imunizados, de qualquer idade, porém mais freqüentemente em filhotes, podem adquirir a doença estando apenas em contato com o ambiente onde houve contaminação outrora.  O tratamento se baseia apenas no controle dos sintomas, reidratação, vitaminas e antibióticos prevenindo infecções secundárias, não há tratamento específico. O índice de mortalidade é alto, principalmente em filhotes. Filhotes de 4 – 12 semanas de idade acometidos pela doença ocasionalmente podem apresentar miocardite que pode resultar em deficiência aguda do coração após doença breve e imperceptível.  Após a infecção, muitos cães que se salvam ficam refratários a doença por um ano e cadelas soropositivas transferem anticorpos aos seus filhotes imunizando-os por até 16 semanas de idade.
(6) Coronavirose
Também causa uma doença intestinal em cães de todas as idades.  Altamente contagioso o vírus é transmitido inicialmente através do contato direto com fezes diarréicas contaminadas e pode causar enterite clínica dentro de até 4 dias após a exposição.  A gravidade da doença pode ser acentuada se houver contaminação com outros agentes simultaneamente, devido a queda de resistência do animal.  A freqüência de vômito pode diminuir 1 ou 2 dias após o surto de diarréia, mas a diarréia pode permanecer durante todo o período de evolução e a evacuação geralmente é sanguinolenta.
(7 e 8) Leptospirose  (Leptospirose canicola e Leptospirose icterohaemorrhagiae)
Ocorre em cães de todas as idades, com uma ampla variação de sinais clínicos que vai desde apatia, vômito, febre, diarréia, icterícia (pele amarelada) e nefrite crônica, geralmente após infecção aguda. Infecção por L. canicola e L. icterohaemorrhagiae não podem ser diferenciadas com sintomas clínicos.  Os animais adquirem essa doença entrando em contato com urina de roedores infectados e alojam as leptospiras em seus rins eliminando a forma contagiante (leptospiras) da doença tanto em período crônico como na fase aguda da doença.  É uma zoonose e portanto contamina seres humanos, sendo assim é uma doença de notificação pública (órgãos responsáveis) e não realiza-se tratamento para essa patologia, indicando então a eutanásia em animais doentes.

Vacina contra a Giárdia
A Giárdia é um protozoário que vive na água e pode contaminar seu animal e até mesmo os seres humanos através da ingestão de água e alimentos lavados em água contaminada.  A giardíase causa diarréia leve, com algumas estrias de sangue.  Esse protozoário se instala no instestino dos animais e acaba por prejudicar a função de reabsorção intestinal de nutrientes de sua dieta.  Não é uma doença fatal, possui tratamento, mas pode prejudicar muito a saúde do portador, sendo assim, a vacina contra a giárdia não se torna obrigatória, todavia, previne a infecção desse parasita em seu animal.
Vacina contra a Pneumonia - Bronchi-Shield III
Essa vacina foi produzida no intuíto de reforçar a V8 em animais mais sensíveis.  Ela traz imunidade para a Traqueobronquite Infecciosa Canina, contendo os principais agentes envolvidos: vírus da Parainfluenza, Adenovírus do Tipo 2 e Bordetella bronchiseptica,  sendo a última, a grande responsável pela famosa “Tosse dos Canis”.
Vacina contra a Leishmaniose
A primeira vacina do mundo contra Leishmaniose Visceral Canina, produzida por um dos maiores laboratórios do mundo – Fort Dodge. É uma vacina inativada e de subunidade, feita através de um extrato inativado de promastigotas de Leishmania donovani. A leishmaniose é uma zoonose (podendo ser transmitida ao homem).  É transmitida pela picada do mosquito do gênero Phlebotomus, que transmite a doença tanto ao cão como ao homem.  Possui sintomas dermatológicos (“verrugas” e feridas típicas na pele), causa febre, apatia, falta de apetite, fraqueza e também sintomas viscerais.  Não aconselha-se o tratamento dessa doença, sendo sugerido a eutanásia em animais doentes devido ao problema zoonótico.
Vacina contra a Raiva
A raiva é uma doença provocada por vírus, caracterizada por sintomatolo gia nervosa que acomete animais e seres humanos. Transmitida por cão, gato, rato, bovino, eqüino, suíno, macaco, morcego e animais silvestres, através da mordedura ou lambedura da mucosa ou pele lesionada por animais raivosos. A raiva pode apresentar vários sinais clínicos, tornando-se difícil diferenciar de outras síndromes nervosas aguda progressivas. Os sinais podem incluir alterações de comportamento, depressão, demência ou agressão, dilatação da pupila, fotofobia (medo do claro), incordenação muscular, mordidas no ar, salivação excessiva, dificuldade para engolir devido à paralisia da mandíbula, ataxia e peresia dos membros posteriores progredindo para paralisia. Neste estágio o animal pára de comer e beber. Tanto no homem como nos animais, quando os sintomas da moléstia se manifestam, já não há mais cura possível - a morte é certa.
Por todos esses sintomas que descrevi espero que não haja dúvidas quanto a necessidade da vacinação do seu animal.  A vacinação deve ser feita assim:
  • São 3 doses da vacina V8 ou V10, a partir dos 45 dias de vida em intervalos de 21 - 30 dias.  Fazer reforço anual em dose única.
  • Vacina anti-rábica aos 4 meses de idade (dose única) e reforço anual.
  • Vacina contra Giardia e Pneumonia a partir dos 45 dias, com reforço após 30 dias e reforço anual em dose única. (Opcional).
  • A vacina V10 difere da V8 apenas por possuir antígeno para dois tipos de Leptospiras a mais, ou seja, além da proteção contra a L. canicola e L. icterohaemorrhagiae também possuí antígenos contra a Leptospirose pomona e Leptospirose grippotyphosa.
  • Fonte:sospetshop.com.br
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