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sexta-feira, 30 de agosto de 2013

O Verão e o Cancer de pele




Problemas de pele causados pela excessiva exposição ao sol não afetam somente os seres humanos. Assim como nós, os animais precisam de alguns cuidados extras no verão. Cães e gatos também podem apresentar câncer de pele. Geralmente, as lesões ocorrem nas áreas sem pelo, como na barriga, na ponta das orelhas, no nariz e ao redor dos olhos, principalmente em pele despigmentada (rosadas).


Assim, essa ocorrência é maior em animais brancos e claros – mesmo os que não são albinos – além de cães e gatos com nariz, lábio, coxins (almofadinhas dos dedos) e barriga rosada. Esses animais não devem tomar banhos de sol, mas se a exposição for inevitável é preciso usar bloqueadores solares nas regiões de risco.





Para isso, já existem no mercado protetores solares especialmente feitos para os bichos de estimação, que são amargos para evitar que o animal remova o produto com a língua. Agora no verão os cuidados com o sol se intensificam. Além do câncer de pele o calor pode levar os animais a hipertermia e morte. Assim devemos evitar sempre os horários mais quentes do dia pelo calor excessivo e pala maior exposição aos raios solares.

Gatos brancos ou de cor clara são mais suscetíveis ao carcinoma de células escamosas (carcinoma solar) em áreas com pouco pelo ou que estão cronicamente expostos à luz solar. A área afetada mais comum em gatos é a ponta da orelha. Esta doença ocorre em gatos mais velhos e pode tornar-se evidente na primavera e verão, quando a exposição solar é maior.




Os sintomas mais comuns são:

 
- Vermelhidão da ponta da orelha (probabilidade de ser primeiro sintoma)

- Queda de pelo leve e descamação da pele na ponta da orelha


- Lesão que não cicatriza.


Se voce observar esses sinais clínicos recomendamos uma pequena biópsia de pele para diferenciar dermatite actínica pré-cancerosa do carcinoma de células escamosas.

O tratamento precoce eficaz de lesões pré-cancerosas podem prevenir o aparecimento do carcinoma de células escamosas.






Cuidados com o seu gato ou cão de pele rosada:

 
- Restrição a exposição solar especialmente no verão.

- Uso de protetor solar resistente à água e com fator de proteção solar (FPS) 15 ou mais aplicadas nas pontas da orelha duas vezes por dia


A remoção cirúrgica do carcinoma de células escamosas da ponta da orelha é mais eficaz quando realizada logo após o diagnóstico.

 A remoção precoce aumenta a chance de retirar todo o tumor pois a lesão é menor. Remoção cirúrgica precoce também diminui a incidência de propagação do câncer para os gânglios linfáticos perto da orelha.
Fonte: http://petcare.com.br

O Cão Lauthund





Origem e história da raça



 

Criado mediante uma seleção metódica e com raças precisas. Graças a esta seleção o cão Pequeno Sabujo Suíço possui umas qualidades particulares que lhes tornam excelentes para realizar as suas funções.

 É de tamanho relativamente pequeno, segue o rastro mediante um ladrar com um tom sonoro e harmonioso, é um apaixonado sabujo e possui um olfato prodigioso. A sua pelagem reproduz as quatro atrativas variedades de cor dos cães sabujos Suíços.
O clube do pequeno cão Sabujo Suíço, existe desde da sua criação o nome do clube Suíço do Basset foi fundado em 1 de Junho de 1905.



 




Temperamento e caráter


 

Cão de caça com letras maiúsculas: Procura e se lança com determinação. É um cão sabujo ágil, duro, com o olfato prodigioso e apaixonado pela caça. Segue a pista com segurança em si mesmo com um ladrar de tom sonoro e harmonioso. Possui uma natureza amável e um temperamento tranquilo que os torna fácil de levar. Não tem medo nem é agressivo. Possui um caráter tranquilo, doce e afetuoso.



Características físicas
 


É uma raça do standard “cão sabujo”. Trata-se de uma redução do “Cão Sabujo Suíço”. A sua altura é de 35 a 43 cm para os machos e de 33 a 40 cm para as fêmeas. Como vemos, o seu comprimento é médio, com uma constituição muito poderosa. Na sua cabeça, também de dimensões médias, podemos encontrar uns olhos que transmitem uma expressão amável e atenta. As orelhas, muito compridas e pingentes, são de porte baixo.


 




Existem quatro variedades de cor, criando quatro sub-raças distintas:


 
Pequeno Sabujo Jura: 

Sub-raça que tem o pêlo liso. Fundo preto escuro com marcas de fogo avermelhadas por cima dos olhos, sobre as bochechas, o peito e os membros. Também podemos encontrá-lo com o fundo fulvo com pelagem preta. A sua pele é preta por baixo do pêlo preto e algo mais claro debaixo do pêlo fulvo.
 

Pequeno Sabujo Schwyzer:  

Sub-raça de pêlo liso. Apresenta um fundo branco com zonas mais ou menos estendidas que vão desde da cor amarela avermelhada até ao vermelho alaranjado. A sua pele é cinzenta escura debaixo das zonas de pêlo alaranjado e branca debaixo das zonas brancas.



 
Pequeno Sabujo Suíço:  

 Esta sub-raça tem duas variedades: uma de pêlo liso e outra de pêlo duro. Mas sempre são tricolores: branco, preto e fogo. O fundo da pelagem é branco com grandes zonas pretas. Apresenta marcas de fogos por cima dos olhos, sobre as bochechas, na cara interna e superior das orelhas. A sua pele é preta debaixo do pêlo preto e branca debaixo do pêlo branco.



 
Pequeno Sabujo Lucerna. 

Esta variedade apresenta o pêlo liso. De fundo cinzento e branco ou preto, vemos marcas de fogo de cor avermelhada por cima dos olhos, sobre as bochechas, no inicio da cauda, sobre o peito e sobre as patas. A sua pele é preta debaixo do pêlo preto e mais clara debaixo do pêlo azulado.
Fonte: 101caes.com

quarta-feira, 28 de agosto de 2013

O Gato Neva Masquerade






Neva Masquerade é o gato de Colorpoint tradicional do florestas da Sibéria . Neva Masquerade originou-se ao longo do Rio Neva em Leningrado (agora são Petersburgo).
Quando foram os outros gatos raças importadas para a área da Sibéria, o gato de rua lugar, Misturado com outras raças como Bali, Siamese twins, Persas, Himalaia, etc, os Estados descendentes que surgiu naturalmente.
O tradicional ideal de Neva Masquerade é um gato médias, robusto, forte e longo-haired. Acredita-se que eles são uma raça mista, com base da Sibéria, o persa e as linhas de sangue siamês. Gatos adultos são corpulento com uma aparência geral da força e uma pose de alerta. 



Poderosas patas que são ligeiramente mais longa do que o front. Eles têm uma expressão natural de doçura. Sua pelage é densa por causa do clima e varia em tamanho e densidade da camada de acordo com as diferentes estações.
O tradicional Masquerade Neva inicialmente resistiu os rigores do clima, o frio de sua Rússia Natal. Desde então tem sido adaptado facilmente para diferentes ambientes.



A cor dos olhos Ssu é azul intenso. As orelhas são ligeiramente inclinadas frente, um pouco convexos. A ponta das orelhas deve ser arredondada e geralmente com tufos de cabelo mais tempo nas pontas.
Neva não precisa muito higiênico, um bom cabelo uma vez por semana manterá a sua pele suave e livre de complicações. Eles são muito saudáveis gatos, Quieto, orgulhoso e muito inteligente. Eles têm uma afinidade especial com crianças.




Fonte:mascotarios.org/

Casinhas lindas de Cachorros




É muito bom para o nosso amigão ter seu espaço e uma casinha para eles sempre é muito bem vinda!











































Os bigodes dos Gatos




Hoje falaremos sobre uma parte do corpo dos felinos que contribui decisivamente nas habilidades de caçador. O bigode do gato, apesar de parecer algo sem utilidade à primeira vista, é uma peça fundamental que ajuda na sobrevivência dele.  Procuraremos, nesse artigo, elucidar um pouco mais sobre essa parte anatômica do corpo dos felinos.
O bigode de um gato é diferente do resto da pelagem do corpo. Além de ser mais longo, flexível e forte, o bigode é em torno de duas vezes mais espesso do que o restante dos pêlos e é mais profundo em torno de três vezes. O número de fios que compõe o bigode do felino depende de cada animal. A média é que haja entre 16 a 24 fios táteis, sendo de 8 a 12 somente ao lado do nariz.
 E isso é bastante interessante, pois a maioria das pessoas acredita que o bigode do felino restringe-se apenas do lado do focinho, quando na realidade há em outras partes, como em cima do lábio superior, em cima dos olhos – como se estivessem saindo das sobrancelhas -, na mandíbula e, acredite se quiser, na parte de trás das patas dianteiras.


O grande número de fios que fazem parte do bigode felino tem uma razão de existirem. Em cada um deles há uma espécie de órgão sensorial na base, chamado proprioceptor, que envia os sinais táteis para o cérebro e o sistema nervoso. Isso é importante porque ajuda o animal a entender o que está acontecendo ao seu redor e contribui na tomada de decisão. O proprioceptor é tão sensível que permite até mesmo a detecção da corrente de ar e a vibração causada pelo movimento de pessoas e animais no ambiente, tornando-os, portanto, excelentes caçadores – especialmente à noite, o bigode funciona como um sistema de orientação e identificação, transmitindo informação sobre o corpo da presa, o que possibilita morder com precisão. Ademais, o bigode do felino não apenas o ajuda a avaliar se ele pode entrar em determinados ambientes mais estreitos, como também auxilia na medição visual da distância dos objetos, capacitando-o a saltar rápido e graciosamente de um local para o outro.
O bigode desempenha um papel fundamental para a vida do felino. É por isso que recomendamos a todos os pais de felinos que verifiquem, de tempos em tempos, se os fios estão normais, pois eles podem ter sido danificados em algum evento. Outro ponto importante que gostaríamos de ressaltar: NUNCA CORTE O BIGODE.


 Desculpe escrevermos em caixa alta, mas é para frisar mesmo. O motivo é que sem os fios táteis no tamanho correto, os felinos tornam-se mais desorientados ou assustados, pois ficam com o seu “instrumento de avaliação” deturpado. Apesar de os fios voltarem a crescer, esse processo pode causar algum tipo de stress, mudando o comportamento do felino. 
Nós já notamos que alguns petshops têm o hábito de aparar o bigode após o banho do seu gato como uma forma de estética. Por isso, tome cuidado e alerte ao dono ou a pessoa que irá dar banho para não cortar os fios. Finalmente, um último aviso: evite passar a mão nos fios que compõe o bigode, pois por ter terminações sensíveis, pode causar algum tipo de incômodo no gato.
O bigode do felino, conforme vimos nesse artigo, reúne informações sobre o mundo ao redor dele. Além de fornecer meios para que o animal sobreviva, o bigode também demonstra o estado de espírito do gato. Se os fios estiverem apontados para trás, eles estão indicando que o felino está com raiva; apontados para frente e baixo, significa que está relaxado e feliz; apontados para frente e rígidos, significa que estão agressivos e prontos para atacar. Para finalizar, queremos dar uma dica a todos os pais de felinos a fim de contribuir para a felicidade deles: comprem potes de comida e água suficientemente largos para que os fios não toquem nas bordas, pois isso causa desconforto na hora de comer e beber.

domingo, 25 de agosto de 2013

Como apresentar o filhote ao cão da casa



O quão sucedido você será na apresentação de seu novo filhote para o seu cachorro mais antigo depende de algumas variáveis. Primeiro, o seu cão mais antigo tem que ter uma história de se dar bem com outros cães; se ele arruma brigas com outros cães, ou tende a tornar-se agressivo em torno de cães estranhos, você pode não ter sucesso em trazer um novo filhote para casa.


 No entanto, se o seu cão se dá bem com outros cães, não tem um histórico com cães estranhos, ou é um cão descontraído, você não vai ter nenhum problema. Cães mais velhos toleram filhotes, e às vezes podem a até mesmo colocar o filhote "sob a sua asa".








Instruções



  1. 1
    Conheça o seu cão adulto. Se ele é um companheiro feliz, simpático e sociável com outros cães, as apresentações serão muito mais fáceis. Se ele não está acostumado com outros cães ou fica geralmente irritado perto deles, ele provavelmente irá tolerar o filhote, mas você vai ter que trabalhar um pouco mais nisso.
  2. 2
    Introduza o seu filhote para o cão adulto segurando o pequeno em seus braços e mostrando-o ao cão adulto. Diga que ele é o "filhote da mamãe" ou chame-o pelo o nome, "este é o Rover", por exemplo. Isso pode parecer bobagem, mas na verdade é muito importante, esse tipo de apresentação mostra o cachorro adulto que o filhote já tem o seu lugar na casa e que você vai proteger o filhote. Isso também funciona para gatos filhotes e gatos mais velhos também. Se o seu cão vê você segurando o recém-chegado em seus braços, mostrar que você é amoroso e protetor com o novo cachorro e logo ele irá entender o recado de que você não vai tolerar qualquer travessura contra o filhote.
  3. 3
    Remova todos os brinquedos, tigelas ou objetos que seu cão tenha como posse. Isto irá reduzir a chance de uma briga surgir como resultado de seu cão tentando proteger seus pertences. Com o tempo, você pode colocar esses itens de volta, mas só depois de ver como o seu cão irá reagir quando o filhote brincar com eles.
  4. 4
    Peça a um amigo para ajudar. É útil ter duas pessoas para a apresentação. Com ambos os cães na coleira, deixem eles se cheirarem e se distraírem, dê guloseimas ou brinquedos se você notar qualquer tensão entre eles. A melhor maneira de se fazer isso é levar os cães para uma caminhada juntos, esse tipo de apresentação é chamada de caminhada paralela, e é uma maneira excelente para cães de qualquer idade se acostumar com outros e criar laços. Fazendo esta apresentação fora de casa, irá criar um clima neutro, pois seu cão não irá conhecer o novo amigo em seu território, mas em um lugar neutro.
  5. 5
    Permita que os cães sejam cães. O seu cachorro provavelmente vai querer saltar no cachorro mais velho e lamber o focinho, isso é normal, típico comportamento de filhote submisso. Seu cão pode dar uma patada nele ou rosnar, e isso pode parecer assustador, mas também é uma atitude normal e uma maneira de ensinar as boas maneiras para o novo cachorro. Não interfira na brincadeira ao menos que você perceba que está havendo algum tipo de agressão. Enquanto forem apenas sinais de alerta, tudo bem, mas se a situação se agravar para agressão corrija o seu cão imediatamente com um alto e severo "NÃO!".
  6. 6
    Esteja aberto para deixar seu novo cachorrinho aprender as boas maneiras do cão mais velho, assim ele vai aprender a não incomodá-lo durante o sono e não levar a comida e brinquedos do amigo mais velho. Às vezes, as correções irão soar como se o filhote estivesse sendo agredido, mas vigie de perto, o provável é que ela vá superar isso dentro de 30 segundos e vai continuar a seguir o seu cão mais velho ao redor da casa. Ela está aprendendo.
  7. 7
    Continue a passar um tempo com o seu cão adulto, é bastante fácil negligenciar o seu cão mais velho quando há um novo cachorro em casa porque, logicamente, os filhotes precisam de muita atenção. Passe um tempo brincando com o filhote também, para que ela não se torne excessivamente ligado ao outro cão.
  8. 8
    Às vezes, um cão adulto não vai corrigir adequadamente um filhote, e o cachorro pode tornar-se ousado e ofensivo. Se isso acontecer, coloque a coleira no filhote e o corrija se ele estiver sendo um incômodo para o outro cão. Lembre-se de elogiá-lo quando ele fizer algo de bom também.



Sofás e Tapetes:os favoritos dos Pets





Quem tem animais de estimação sabe como é difícil conservar os móveis. Sofás, tapetes e até mesmo os pezinhos de mesas ou cadeiras são vítimas dos bichinhos, que adoram fazer bagunça. 
No entanto, existem alguns tipos de tecidos que são mais duráveis, fáceis de lavar e perfeitos para quem tem pets dentro de casa. O arquiteto Allan Feio e o decorador GuuhGreen dão dicas infalíveis para quem deseja adaptar a casa aos cães e gatos.
 Confira:
Tipos de tecidos indicados

Segundo Allan, para evitar rasgos, arranhões e odores desagradáveis, o ideal é investir em tecidos de tramas fechadas ou impermeáveis. “Uma boa ideia é investir no couro, brim, sarja, vinil, chenile e lona. Evite móveis com tecidos como algodão, linho e seda”, explica. Se você prefere tecidos mais refinados, a dica é fazer uma capa resistente que pode ser retirada quando for receber visitas.
 “No caso do animal urinar no estofado, não causará estragos maiores. Pode-se ainda aplicar impermeabilizante nos tecidos para garantir maior durabilidade. Materiais mais lisos também são mais práticos e resistentes à escovação, feitos para retirar os pelos”, completa o arquiteto.
GuuhGreen complementa que os tecidos de couro natural são os mais indicados, pois sua durabilidade é bem maior que a do couro sintético. “O couro pode ser lavado com mais frequência e com menos desgaste. Os tecidos em jeans ou brim também podem ser uma nova opção para quem tem animais, pois são bem resistentes e laváveis”.




Cuidando dos móveis

Os sofás são as principais vítimas dos cachorros, já que eles adoram roer os pezinhos dos móveis. “A melhor solução seria evitar móveis com pés de madeira, que são mais frágeis. Prefira os cromados, menos atraentes para os bichos. É possível ainda utilizar protetores de borracha, específicos para proteger os pés dos móveis”, conta Allan.

Como escolher o tapete ideal

Para GuuhGreen, quem tem animais de estimação pode sim ter tapete em casa, mas é sempre bom optar pelos de cor bege ou nude. “A maioria tende a escolher os tapetes de cores escuras, porém, quando o animal troca a pelagem, seus pelos aparecem com mais frequência em cores escuras”, diz o decorador.
Allan, no entanto, conta que o ideal seria eliminar os tapetes dos ambientes, já que os animais – principalmente gatos – adoram arranhar e afiar as unhas nestes locais, além de transformá-los em banheiro. “Se não for possível eliminar os tapetes, evite materiais que desfiem com facilidade. Os tapetes mais indicados são os laváveis ou fabricados com materiais sintéticos, como o sisal e o polipropileno”.





Invista no bem-estar do animal

Além das famosas capas para sofás, uma maneira de desviar a atenção dos pets é investir na casinha deles. O bichinho precisa de um cantinho com cama, comida, água e o espaço para o banheiro. 
“Não é necessário criar um quarto só para eles. Reserve uma parte da área de serviço ou da varanda para uso do animal. Prepare o local para que eles encarem como seu canto privativo. Se tiver um gato, não se esqueça de comprar um arranhador. Para os cachorros, os brinquedos de morder são indispensáveis”, finaliza Allan.
Consultoria
Allan Feio – arquiteto – www.allanfeioarquitetura.blogspot.com
GuuhGreen – designer de interiores

Muito prazer!Eu sou um gatinho....




Todos acreditam que cães odeiam gatos e vice-versa, a crença desta inimizade natural entre eles não é verdade. O que acontece normalmente nos primeiros encontros, é apenas alguns "problemas de comunicação". Estes problemas ocorrem devido as diferenças entre cães e gatos....


Devido ao fato de cães e gatos reagirem diferentemente aos mesmos estímulos, ocorre  estes desentendimentos pelo resto da vida deles. Vamos exemplificar estas diferenças. Quando um cachorro filhote vê um gato, dirige-se a ele com o intuito de brincar, abanando alegremente a cauda.

 Para o gato, o abanar da cauda significa um sinal de agressão e de perigo eminente, e não de brincadeira, então ele abana a cauda para demonstrar e avisar o cachorro que não gostou da aproximação dele (o abanar da cauda de um gato nunca significa agrado, mas sim que ele pode atacar). O cão ao ver a cauda do gato balançando, interpreta como um sinal de amizade, de consentimento, e parte para cima, dando um cutucão com a pata como se dissesse: "anda, vamos brincar".

 O gato então responde ao "ataque" levantando a pata para o arranhá-lo caso se aproxime novamente. Se o cão continuar, o gato pode arranhar-lhe o focinho, causando no cão uma aversão futura aos gatos, podendo correr atrás deles, brigando e muitas vezes matando-os.

     Cachorros adoram perseguir tudo aquilo que corre e se move rapidamente. Um gato assustado não seria uma ótima brincadeira para um cão? Não faria aflorar a memória genética de seus ancestrais lobos, que caçavam coelhos e pequenos roedores? Esse é outro motivo pelo qual cães correm atrás de gatos, parecendo querer caçá-los. Mas só parecendo, porque mesmo os cães que chegam a matar gatos não os comem. Quando o 'brinquedo' pára de se mover, acabou a graça.

     Cabe a nós evitar que esta perseguição e até mesmo a morte do gato aconteça, para isto temos que intermediar a "conversa" entre eles.







A primeira coisa a se fazer é controlar o entusiasmo inicial do seu cachorro.


     Sabemos que o seu filhote de cachorro está apenas querendo brincar, mas o seu gato pode pensar de forma diferente. A tolerância  que  ele  tem é muito limitada devido a maneira enérgica que o cão cumprimenta - cheira, lambe, cutuca, late… Não tardará muito para que ele tente uma retirada estratégica, sendo prontamente perseguido pelo seu cão.

 Os cães gostam de perseguir pequenas criaturas. Para eles é um ato instintivo ou ate mesmo uma brincadeira. Cabe a você controlar este comportamento  para  que tudo corra bem. Se o seu cão estiver adestrado, mantenha-o sempre sentado ou deitado durante a apresentação.

Se não conseguir controlar o seu cão com comandos verbais ("Não", "Senta"), mantenha-o sempre preso. Se ele tentar atacar o gato pode borrifar um jato de água no nariz dele. Se ele parar de perseguir o gato elogie-o. Tenha também cuidado para que o gato não arranhe e magoe o focinho do cão.

A aproximação


     Deves prender os dois, um de frente para o outro mas em local seguro, como por exemplo, o cão em uma corrente e o gato em uma caixa de transporte (evitando que este saia correndo e estimule a perseguição pelo cachorro). Inicie com uns 5 metros de distância entre eles e vá aproximando-os aos poucos, observe a reação deles a cada aproximação, mantendo-os "seguros" (onde o gato não entre em pânico e que o cão consiga controlar sua ansiedade e agressividade predatória), ofereça guloseimas e brinquedos a ambos para que se distraiam e relacionem o outro a algo prazeroso, acostumando-se com sua presença.

     Quando o gato estiver brincando durante as seções (isto pode variar de semanas a meses) é porque já está se acostumando com a presença do cachorro, e está na hora de soltá-lo, mas o solte em um local pequeno, onde ele não possa correr e estimular o cão a perseguição. Com o tempo solte-o em ambientes maiores.




   



  Deixe que o seu gato se aproxime do seu cão para satisfazer a sua curiosidade e investigar um pouco. Não se esqueça de manter sempre o cão sobre controle. O seu gato começará assim a ganhar confiança e a perceber que partilhar a casa com o novo amigo e que poderá não ser tão ruim como parecia.Se o seu gato tentar fugir não o impeça de o fazer. Não deve forçar o encontro entre os dois. Deixe as coisas correrem naturalmente, sem pressas. Certifique-se que o gato tenha um espaço seguro onde possa ficar fora do alcance do cão.

     Na sua ausência, deve sempre mantê-los separados, deixando o seu gato em algum lugar seguro, com a sua caixa de areia, brinquedos e água e o seu cão num lugar igualmente confortável.

     Sempre que acontecer uma interação positiva entre os dois, como por exemplo, o seu cão deixar o gato passar por ele sem o perseguir, elogie-o entusiasticamente. Uma outra dica é exercitar o seu cão com frequência (levando-o para passear ou brincando bastante com ele), isto pode contribuir para que ele se mantenha calmo quando está em casa e não tente perseguir o gato.

     Se ocorrer situações em que o cão intimide o gato (olhar fixo, impedir a passagem, correr atrás dele, etc), o repreenda imediatamente, mas sem assustar o gato.

Não se esqueça que cada "amigdepatas" tem o seu temperamento, e que varia bastante, podendo haver uma intolerância maior por parte de certos cães ou gatos. No entanto, depois do período de adaptação, provavelmente eles se tornarão grandes amigos ou ao menos irão se tolerar.

     Se tiver mais de um cão, tenha cuidado redobrado, devido ao fato de um cão poder estimular outro(s) a caça; assim como se tiver mais de um gato, deve ser apresentados individualmente, apresentando um gato a um cão de cada vez.

     Tenha paciência!!

sábado, 10 de agosto de 2013

Erliquiose em Gatos





Mesmo com o nome de doença do carrapato do cão, a Erlichiose  ou Erliquiose, também afeta os felinos. Eles não estão livres de pegarem carrapatos e serem infectados. Inclusive, os donos podem contrair a doença, uma vez que esta é uma zoonose, doença que passa do animal para o homem. Tudo por culpa de um carrapato. Quem tem gato precisa saber como evitar e como cuidar em caso de erlichiose ou erliquiose felina.






O que é a Erlichiose ou Erliquiose em Gatos?

O nome popular desta zoonose é doença do carrapato, ela é uma doença infecciosa causada por uma parasita de nome científico Rickettsiaceae. Ele está presente no carrapato infectado, e quando este pica o gato parasita, ataca os seus glóbulos brancos causando anemia. 
doença do carrapato em gatos é mais difícil de acontecer, mas não é impossível. O carrapato vermelhoRhipicephalus sanguineus é o agente transmissor.

Como é Transmitida?

transmissão da erlichiose é feita pelo carrapato infectado com a doença. Ele pica o gato que fica infectado. A doença pode passar para o carrapato quando ele pica um animal infectado.


Sintomas

Os sintomas da Erlichiose felina podem e devem ser observadas pelo seu dono, se tiver como determinar o prognóstico cedo, a doença causa menos mal ao animal. Os sinais clínicos da Erlichiose felina são: febre, anorexia, fraqueza muscular, secreção nasal purulenta, insuficiência hepática e renal. O veterinário consegue comprovar a doença através de exames como hemograma. No gato, não precisam aparecer necessariamente todos os sintomas, apenas alguns deles, e deve-se procurar um profissional rapidamente.

Tratamento

O veterinário é quem sabe como tratar a Erlichiose (Erliquiose) nos gatos com precisão. O tratamento começa pela retirada dos carrapatos, em seguida são usados antibióticos. Por causar anemia, prevenir e tratar são medidas importantes pois a Erlichiose é uma doença que tem cura.

Prevenção

Os métodos de prevenção são importantes para não ter que recorrer a um tratamento no futuro. A principal medida de prevenção da doença do carrapato em gatos é manter uma boa higiene do animal, observar se existem carrapatos, e usar carrapaticidas adequados a eles uma vez por mês. Caso o animal tenha tido carrapatos, o tratamento preventivo para que ele não volte a desenvolver é desinfetar o local de convívio. Quando o carrapato não está no gato (hospedeiro), eles podem se alojar em vãos de pisos, batentes de portas, tapetes, sofás. O carrapaticida feito para estes locais deve ser utilizado.

Fonte:portalpets.com.br

Bolinho Caseiro de Carne para Cães e Gatos





Anotem ai a receitinha!!


Ingredientes

- 250 gramas de qualquer carne bovina moída
- 325 gramas de queijo cottage ou queijo minas light
- 2 ovos
- ¼ xícara de leite em pó
- 1/8 de xícara de gérmen de trigo
- 4 fatias de pão de cereais integrais em pedacinhos
- 4 xícaras de aveia cozida
- 2 xícaras de arroz integral cozido



Mode de preparo


1. Em uma vasilha bem grande, combine a carne moída e o queijo e misture bem.
 2. Adicione os ovos, o leite em pó e o gérmen de trigo. Misture bem. 
3. Acrescente os pedaços de pão, a aveia e o arroz integral cozidos. Misture bem. 
4. Divida a mistura em cinco forminhas de alumínio pequenas. 
5. Asse a 180 graus centígrados por uma hora. 6. Deixe esfriar em temperatura ambiente por uma hora e sirva um pedaço do bolo de uma das fôrmas ao seu cão ou gato.



Observação

Refrigere ou congele as demais forminhas. O bolo de carne não tem conservantes e por isso é perecível. Não o guarde na geladeira por mais de três dias. Para descongelar, basta tirar a porção do freezer e deixá-la na parte mais baixa da geladeira por umas 10 horas. Se preferir, aqueça o bolo no fogão antes de oferecer, ou posicione a fôrma dentro de um recipiente com água quente por alguns minutos.

Terapias Alternativas para Animais





Fora da medicina alopática ou tradicional, existem diversas terapias que oferecem caminhos alternativos para tratar as doenças. Em geral, analisam o indivíduo como um todo, observando de maneira holística todos os sintomas que ele apresenta, tanto físicos como psíquicos, e também o ambiente em que vive, sua alimentação e relações sociais.
Entendendo seus benefícios como complemento de diversos tratamentos, cada vez mais os veterinários estão recorrendo a terapias alternativas para aumentar a qualidade de vida dos animais de estimação.

 Conheça algumas delas:
Homeopatia
Sob a premissa “semelhante cura semelhante”, esta ciência (que para alguns é pseudociência), emprega ativos altamente diluídos, partindo do princípio de que as substâncias da natureza podem curar os mesmos sintomas que produzem.
Os remédios homeopáticos se aplicam a todo tipo de doenças, tanto agudas – cinomose, gastroenterite, alergias, crises respiratórias, traumatismos o abcessos – como crônicas – insuficiência hepática, renal ou cardíaca, alergias e tumores, entre outras.
Segundo Daniela Merlo, veterinária com mestrado em medicina homeopática, sua eficácia depende “da gravidade lesional das patologias e da capacidade de resposta do organismo”.





Reiki
É um sistema de cura simples e não invasivo que se baseia na energia universal para aliviar os males do paciente, canalizada pela imposição das mãos do terapeuta reiki.
Diferentemente de outros métodos, a aplicação do reiki não gera estresse para o animal, trabalhando seus seus centros de energia e pontos de dor.
“Antes das sessões, fazemos um diagnóstico pontual do problema. A imposição das mãos dura aproximadamente de 60 minutos, em diferentes partes do corpo, de acordo com a área que precisa ser tratada. O reiki é um método complementar para tratar todo tipo de doença, e também como método profilático de desintoxicação energética”, explica o veterinário Jorge Omar Rodríguez.




Florais de Bach
Por meio da ingestão de algumas gotas diárias de essências concentradas de flores, é possível controlar, potencializar ou combater certos estados de ânimo, tanto nos seres humanos como nos animais.
Para receitar os florais, o terapeuta deve verificar os problemas de comportamento do animal e também o estado emocional do dono e das pessoas com quem convive.





Acupuntura
É uma técnica da medicina tradicional chinesa que busca restaurar a saúde e o bem-estar do paciente por meio da inserção e manipulação de agulhas no corpo.
“A acupuntura tem um efeito excelente nos animais domésticos, já que a percepção do alívio da dor e a liberação de endorfinas provocam um estado prazeroso de relaxamento e cooperação”, explica a veterinária Susana Monteverde, professora do Instituto Médico Argentino de Acupuntura e da cátedra de Fisioterapia em Cinesiologia da Universidade de Buenos Aires.
A acupuntura é recomendada para tratar patologias musculoesqueléticas ou neurológicas, como displasia, osteoartrose, hérnias de disco, paralisias e epilepsias; distúrbios gastrointestinais, como vômitos, diarreias e prisão de ventre; urinários, caso da insuficiência renal e cálculos; alterações imunológicas, como alergias; problemas respiratórios, reprodutivos e de comportamento.





Massagens
As massagens manuais podem ajudar a aliviar problemas musculares – sejam por tensões, bloqueio energético ou falta de tônus – além de melhorar o aspecto do pelo, a circulação linfática e o sistema imunológico do animal.
Podem ser aplicadas por um profissional ou pelo próprio dono. Para isso, é preciso levar o animal a um espaço tranquilo e agradável para que se sinta relaxado. As massagens devem ser feitas com movimentos circulares, longos e fluidos, da ponta do focinho ao final da cauda, e nunca no sentido contrário aos pelos.
Confira as recomendações de Margaret Clark, especialista de um centro de massagem canina de Abbotsford:
Cabeça: fazer carícias suaves do focinho até o pescoço, usando toda a mão e as pontas dos dedos. Depois, fazer pequenos círculos com a ponta dos dedos de cada lado do rosto, no crânio e na região das orelhas.
Costas, ombros e quadris: massagear suavemente a pele dessas regiões. Em seguida, dobrar ligeiramente os dedos e sacudi-las para gerar vibrações agradáveis.
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