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sábado, 18 de abril de 2015

Exercicios para Cães Idosos


Assim como os humanos precisam se manter ativos para aproveitar a melhor idade, o mesmo vale para os cães e gatos idosos.

    À medida em que envelhecem, os animais têm a tendência a se tornar menos ativos, perdendo massa e tônus muscular. Esta inatividade propicia o ganho de peso, e a consequente sobrecarga das articulações, que não mais têm uma quantidade de músculos adequada para suportá-las. 


 Sobrecarregadas e sem o suporte adequado, as articulações ficam fragilizadas, e, portanto, mais sujeitas a acidentes como torções, deslocamentos, entre outras, além da já conhecida artrose (degeneração articular). Com tudo isso, os exercícios se tornam mais difíceis e dolorosos, levando o animal a uma inatividade ainda maior, o que acaba gerando um círculo vicioso.


 Para evitar, ou pelo menos retardar este processo, a prática de atividades anti-envelhecimento é altamente recomendada tanto para pessoas quanto para os seus bichinhos. Algumas atividades interessantes incluem:

  • Exercícios direcionados à manutenção da força, flexibilidade e equilíbrio;
  • Caminhadas curtas e frequentes, para uma melhor saúde do coração; e
  • Massagens para aliviar dores musculares, articulares, e outras.
    Algumas destas atividades vão exigir a orientação de um fisioterapeuta veterinário, mas sem dúvida os tutores podem ficar a vontade para praticar algumas caminhadas curtas diariamente, para manter a sua saúde cardiovascular - todos serão beneficiados! 

Além disso, é possível se aprender, junto ao seu médico veterinário ou fisioterapeuta veterinário, técnicas de massagem simples e que podem ser praticadas em casa com segurança.



ALGUNS EXERCÍCIOS PARA MANTER O SEU CÃO IDOSO ATIVO:

    Existem três tipos básicos de exercícios que podem beneficiar o cão em processo de envelhecimento:
  • Exercícios de movimentação articular passiva;
  • Exercícios que mantêm o equilíbrio e a circulação dos fluidos;
  • Exercícios que fortalecem os principais músculos de suporte ao corpo, como os dos membros.
    Os exercícios de movimentação articular passiva podem beneficiar tanto animais com incapacidades ou dificuldades motoras quanto aqueles que são fisicamente saudáveis. Eles são feitos sobre o animal deitado de lado, numa posição confortável. Cada membro deve ser gentilmente flexionado e estendido, de modo que cada posição seja mantida por cerca de dez segundos. Deve-se cuidar para que a posição do membro se mantenha parelela ao chão, para não se forçar as articulações; além disso, é importante não hiperextender os pulsos e tornozelos do animal. 

Fonte: meucaovelhinho.com.br

sexta-feira, 3 de abril de 2015

Como lidar com Cães Fujões


Alguns cães simplesmente não resistem a uma frestinha aberta do portão. Desconhecendo o perigo que correm nas ruas, saem alucinadamente procurando algo para comer, cheirar, pegar… Ou simplesmente correm muito até chegar a lugar nenhum.

 O risco de ter em casa um cachorro fujão é grande, começando pela intranqüilidade da família em manter tudo sempre trancado para que ele não escape, mas também pela própria vida do cão doméstico, que não habituado a “se virar” por aí pode se perder ou ser atropelado. Se tudo isso lhe parece familiar, veja como lidar com um cachorro fujão tomando alguns cuidados básicos.



Inicialmente, é unanimidade entre os cães que fogem: eles geralmente não obedecem aos comandos dos donos. O primeiro passo então é trabalhar a obediência do animal. Para isso, é importante que ele tenha um nome e aprenda a reconhecer uma palavra de comando: “NÃO” ou “JUNTO” são algumas opções. 

Deve ser uma expressão curta que você utilizará sempre que ele fizer algo inadequado.
Aproveite algum momento do dia para sair com seu cão, brincar, passear ou simplesmente dar uns afagos. Um cachorro fujão geralmente é bastante ativo e tem vontade de fazer algo novo a todo instante. Durante as brincadeiras, use bastante o nome dele, aos poucos ele vai entender que aquela palavra é para ele e sempre atenderá aos chamados.

É importante, sobretudo, que você entenda que não adianta castigar o animal, ele não entenderá – pelo menos não da forma que você espera. Ele precisa associar coisas boas com recompensas, coisas ruins com falta de atenção. Assim saberá quando está fazendo certo ou errado. Se você brigar, falar, se agitar ao ver seu cão errando, ele pode entender que essa é uma forma de atenção especial e voltar a fazer para que você dê atenção novamente.


Outra coisa fundamental é entender as razões das fugas do seu cão. Ele pode estar invocado com um cachorro que passou na rua, pode estar com fome, pode estar agitado demais (acontece especialmente com cães que vivem presos em correntes), etc. Se você dedicar meia hora por dia a ele, verá que a atenção destinada à próxima fuga irá diminuir consideravelmente.

Ressaltamos também que, para não estimular seu cão a fugir, você deve manter muros altos, portões com barras estreitas e trancas seguras. Coloque uma coleira com plaquinha de identificação para reduzir os riscos de ele se perder. Lembre-se: um cão castrado tem menos chances de fugir, pois não terá o instinto de perseguir as fêmeas no cio.

Por fim, um passeio em horário fixo todos os dias ajuda o cão a reconhecer os cheiros da vizinhança. Outro ponto importante: sempre que voltarem de um passeio, faça elogios ao seu cão, ele vai entender que quando ele sai, também deve voltar – ou seja, que voltar para casa é bom. Lidar com um cachorro fujão não é tão simples, requer bastante atenção e cuidados especiais, mas o resultado é seu cão mais seguro e obediente. Vale à pena!

Fonte:  caesonline.com

Tres cuidados no Outono


Quem não gosta muito de altas temperaturas sente um alívio ao perceber que o outono está se aproximando. Ufa! Aquele friozinho à noite e pela manhã dão uma trégua para a sensação de forno em potência alta. Mas quem tem cachorro precisa ficar atento à virada da estação, que pode fazer seu peludo ficar mais suscetível a alguns probleminhas de saúde. Veja quais são e o que você deve fazer:

 1 – Alergias de outono

Acredite ou não, as alergias do seu cão podem ser ativadas por mudanças sazonais no clima. É comum os cães terem erupções alérgicas na pele. Em alguns casos, se você observar que o seu cão tem tido mais espirros que o de costume, começar a bufar, roncar e dar sinais de coriza, com grande quantidade de secreção no nariz, ele pode ter desenvolvido uma alergia ou rinite. Se você observar que o seu cão parece estar tendo uma reação alérgica, leve-o ao veterinário.



2 – Manter aquecido

O outono, como é uma meia-estação, apresenta variações de temperatura ao longo do dia. Se você fizer caminhadas com o cachorro de manhã ou à noite, fique atento à temperatura. Uma agasalho leve pode ajudar a manter o bichinho protegido, principalmente no caso das raças menores, que podem se resfriar mais rapidamente.

3 – Manter o cão ativo 

Quando o clima fica mais frio, muitas pessoas tendem a levar seus cães para passear com menor frequência que no verão. É importante verificar que o seu cachorro mantém o mesmo nível de atividade que tinha no verão. Se você desanimar no outono, imagine o que vai acontecer no inverno? Deixe seu animalzinho aproveitar o clima mais brando do outono, cheirar as folhas que caem e, principalmente, manter os níveis de exercício e lazer, que são tão importantes para ele.

Fonte: http://almanaquepet.com.br

sábado, 14 de março de 2015

Caminhas ideais para Gatos



Assim como no caso dos humanos, o gato também prezará pelo conforto, ou seja, a cama dele deverá ser aconchegante e confortável. Quando filhotes, os felinos preferem camas que ofereçam proteção e retenham bastante calor. Vale a pena ressaltar que dormir é muito importante para o desenvlvimento do gato, especialmente nessa fase da vida.

No caso dos animais mais crescidos, a prioridade se altera um pouco. Ele já não se importa tanto com o calor, mas sim, com a localização de sua cama em seu território. Provavelmente o felino irá apreciar ficar com a caminha em um local visível para visitas do dia-a-dia e que ele possa acompanhar a rotina da casa.

Após levantar as questões de bem-estar, conforto e o posicionamento é que você poderá determinar o estilo de cama que mais agrada e se enquadra com a personlidade de seu gato.

Os animais e, principalmente, os felinos são criaturas que rapidamente percebem quando são e quando não são bem vindos em um ambiente. Faça com que a presença do seu gato seja agradável, de forma a não criar situações que façam com que você não queira seu gato por perto. Como por exemplo, o drama de onde colocar a cama do seu animal, para evitar que ele durma na sua cama.



Saiba como posicionar a cama do gato na sua casa

 

Os gatos são animais que fazem questão de evidenciar quando estão incomodados com alguma coisa. Por isso, se a sua cama não estiver em um local que o agrade, o felino simplesmente não dormirá nela. Justamente por isso, observe o comportamento de seu gato antes determinar o tipo e onde deverá ficar a cama dele.

Em geral, os felinos apreciam lugares com pouco movimento, mas que ofereçam pontos de observação precisos da casa. Muitas vezes o escritório ou mesmo uma janela podem ser lugares estratégicos. No entanto vale a pena lembrar que os felinos apreciam lugares quentes no frio e ambientes mais frescos no calor. 

 Vale a pena lembrar que camas no estilo de tocas ou caixas podem ser uma ótima aquisição por transmitirem uma sensação segurança a eles.
Além do modelo, conforto e posicionamento estratégico, felinos também prezam pela limpeza.

 

Camas práticas e de fácil limpeza são as mais recomendadas

 

Como muitos de donos de gatos sabem, se o ambiente tiver sujo, o gato ficará infeliz e deixará de usar ou frequentar sua cama. Por isso, camas que sejam práticas e de fácil limpeza são as mais recomendadas para os felinos e para os donos atarefados.

É importante que a cama do gato não fique mal cheirosa, seja por xixi, seja pelo cheiro do animal ou até mesmo pelo cio da gata. Por isso o tecido de fácil limpeza e manutenção é importante. Outro fator relevante é que o material da mesma seja de secagem rápida. Isso evita que sejam proliferados fungos e mofos.

Se possível, opte por camas que permitam o uso de capas. Isso ajudará a reduzir consideravelmente sujeiras e mau cheiro. Inclusive para camas desse tipo, você poderá ter mais de uma capa e revesá-las para sempre ter a caminha do gato limpa.

A primeira coisa que se deve levar em conta na hora de comprar a cama para gatos é o conforto; preocupe-se em comprar uma cama que seja confortável e aconchegante. Se você mora em um local muito quente, procure camas frescas para o seu gato adulto. Porém, os filhotes de gatos precisam de um lugar que retenha seu próprio calor e os mantenha aquecidos.
Segundo fator: facilidade de limpeza da cama. Hoje em dia vivemos a maior parte do tempo muito ocupados, por conta disso é importante que a caminha seja fácil de lavar e limpar. Desta maneira é possível garantir que o cheiro do gato não incomode você nem suas visitas. Uma dica para melhor higienização seria a castração do gato; evitando que sua gata entre no cio e entre outras coisas.
Fonte: CachorroGato @ http://www.cachorrogato.com.br/gato/cama-para-gatos/
A primeira coisa que se deve levar em conta na hora de comprar a cama para gatos é o conforto; preocupe-se em comprar uma cama que seja confortável e aconchegante. Se você mora em um local muito quente, procure camas frescas para o seu gato adulto. Porém, os filhotes de gatos precisam de um lugar que retenha seu próprio calor e os mantenha aquecidos.
Segundo fator: facilidade de limpeza da cama. Hoje em dia vivemos a maior parte do tempo muito ocupados, por conta disso é importante que a caminha seja fácil de lavar e limpar. Desta maneira é possível garantir que o cheiro do gato não incomode você nem suas visitas. Uma dica para melhor higienização seria a castração do gato; evitando que sua gata entre no cio e entre outras coisas.
Fonte: CachorroGato @ http://www.cachorrogato.com.br/gato/cama-para-gatos/

domingo, 8 de março de 2015

Gatos e Peixes



Gatos precisam de muito mais carne em sua dieta do que os cães, mas não é por isso que você deverá alimentá-lo somente com carnes ou peixe, na verdade muitos gatinhos acostumados desde filhotes, costumam apreciar frutas e legumes, no entanto a grande maioria não gosta muito de comidas à base de cereais. 
Já o peixe é um alimento clássico quando pensamos em gatos, de fato, nossos pequenos amigos felinos gostam tanto desta iguaria que chegam a ser gananciosos, mas uma dieta baseada no consumo excessivo de peixes pode, com o passar do tempo vir a ser prejudicial para o gato.
O peixe tem pouca quantidade de cálcio, e níveis muito baixos de cálcio na comida elevam os níveis de fósforo, podendo prejudicar animais que tenham problemas renais.
 Um estudo de 2004 publicado na Acta Neuropatholgica descobriu que alguns distúrbios neurológicos em gatinhos jovens, que haviam sido alimentados com atum diariamente,  teriam ocorrido pois os peixes continham uma substância que comprovava altos níveis de mercúrio, metais pesados, além de pesticidas e outras toxinas em seus organismos.
Definitivamente não é interessante colocar peixe enlatado na dieta de seu gato. Estudos indicam que peixe enlatado contém éter difenil e esta substancia fará com que aumente a probabilidade de seu amiguinho desenvolver hipertiroidismo.

O Peixe na alimentação de seu felino deve ser administrado com moderação

De acordo com um artigo publicado recentemente no Washington Post, o peixe deve ser administrado com moderação, pois muitos tipos de peixes contêm altas concentrações de tiaminase, uma enzima que destrói a tiamina, também conhecida como vitamina B1. Uma deficiencia de tiamina pode gerar problemas neurológicos em seu gatinho. Se você oferecer para seu peludo o peixe cozido, saiba que o cozimento destrói  tanto a tiaminase quanto a tiamina, fazendo com que a carne perca seus nutrientes.
Isso é prejudicial para o equilíbrio físico e mental do gato, porque provoca grave escassez de nutrientes vitamínicos que poderá resultar além de doenças neurológicas, possíveis problemas gastro- intestinais e imunológicos.
Peixe contém muito magnésio que pode contribuir para um tipo de problema no trato urinário felino
Para manter seu gatinho saudável, é necessário manter um dieta alimentar diária com uma dose equilibrada de proteínas, que sejam adequadas ao paladar dele. E o peixe é sem dúvida um alimento que dá água na boca de seu bichano, mas não exagere!


O peixe proporciona para seu gatinho vitaminas, hidratos de carbono, gorduras, açúcares e sais minerais. Mas comendo apenas peixe seu gatinho poderá sofrer desequilíbrios e deficiências nutricionais. ao oferecer peixe para seu felino, você deverá estar sempre muito atento para não expô-lo a um perigo não deve ser subestimado, os ossos e espinhos. Ossos e espinhos são altamente prejudiciais se ingeridos por animais, eles podem causar lacerações graves e acabar em uma mesa de cirurgia!
Por isso você deve sempre optar por peixes frescos e deve verificar se o peixe está completamente limpo. Tenha sempre muito cuidado para administrá-lo como parte de uma dieta rica e completa, tanto quanto possível inclua vegetais e outras carnes na dieta de seu amiguinho, a dieta de nosso gato não deverá ser baseada exclusivamente no consumo de peixe, como já mencionado, esta dieta seria carente de alguns nutrientes que são requeridos pelo corpo do gato e por isso poderia ter um sério impacto sobre a saúde e o bem físico e mental de seu gatinho.

terça-feira, 10 de fevereiro de 2015

Cães podem comer Queijos?



Cachorro pode comer queijo? Proprietários de cães podem ficar na dúvida quando pensam em oferecer algum tipo de queijo aos seus pets. Muitos cães adoram o sabor do queijo, especialmente os queijos amarelos, com gosto e cheiro mais marcantes. Mas será que o queijo é um alimento seguro para cães? Para responder a esta pergunta, vamos primeiro falar um pouco sobre os benefícios que o queijo pode trazer para a alimentação do seu cachorro.

O queijo pode ser uma boa fonte de proteína para o seu cão. É também um alimento que fornece vitaminas e minerais, como por exemplo o cálcio, vitamina A, vitaminas do complexo B e ácidos-graxos essenciais. Mas será que os benefícios que os queijos trazem à alimentação do seu pet são motivos suficientes para introduzir esse alimento na sua dieta?

  

Cachorro pode comer queijo?


É importante saber que, assim como os seres humanos, muitos cães podem apresentar intolerância à lactose. Cada cão pode apresentar ou não algum tipo de intolerância aos derivados do leite, e isso deve ser analisado com cautela a cada caso. Mas, para respondermos a questão inicial deste artigo a resposta é: sim, cachorro pode comer queijo, desde que em quantidade moderada, e de vez em quando. 
O consumo excessivo de queijo pode causar distúrbios digestivos no seu cachorro. O tipo de queijo mais indicado para o consumo canino é o queijo cottage, que pode ser uma excelente fonte de proteína e pode ainda auxiliar no tratamento de um cão convalescente ou com enjoo.
Determinar a quantidade certa de queijo que seu cão pode comer, ou o nível de tolerância que ele apresenta em relação a esse alimento pode ser difícil e acaba por tornar-se um processo de tentativa e erro. Lembre-se que para cães intolerantes, uma superdosagem de qualquer derivado de leite pode causar problemas digestivos, como flatulência, distensão abdominal ou até mesmo diarreia ou constipação. Todos esses problemas são causados aos cães intolerantes porque eles não conseguem digerir a lactose.
 Alguns cães também podem ter dificuldade em processar o elevado teor de gordura contida em alguns tipos de queijos, em especial os queijos amarelos, como por exemplo o queijo prato ou a mussarela. É muito importante saber que, mesmo que o seu cão não tenha problema algum quando consome queijo, ainda assim a quantidade oferecida deve ser moderada. O motivo de limitar a ingestão de queijo a uma quantidade pequena é que os cães não conseguem digerir uma quantidade grande de queijo de uma só vez.



Qual a quantidade de queijo que um cachorro pode comer?


Como nem todos os cães são completamente intolerantes à lactose, caso você queira oferecer a ele este tipo de alimento, vai ser necessário testar os limites de consumo de produtos derivados de leite. Seja cauteloso nesse processo, nunca ofereça uma quantidade grande de queijo sem saber se ele é ou não intolerante, e lembre-se que os cães de pequeno porte devem receber porções realmente pequenas. 
Se ele não se sentir mal depois de comer um pedaço de queijo, você pode continuar a oferecer uma pequena porção ocasionalmente, como uma guloseima, mas sempre em pequena quantidade para não prejudicar o seu sistema digestivo. Apesar de não ser um alimento que possa ser considerado tóxico para cães, a ingestão em grande quantidade vai, no mínimo causar uma dor de barriga e diarreia.

Dica: uma coisa interessante sobre o queijo, é que se o seu cachorro não demonstrar uma forte intolerância à lactose, um pedaço desse alimento pode ajudar bastante na hora de dar remédio. Se o seu cão está com alguma enfermidade e o veterinário prescreveu algum tipo de remédio em cápsulas ou comprimidos, vai ficar bem mais fácil administrar esse remédio escondido em um delicioso pedaço de queijo.

Fonte: cachorropodecomer.com

Gatos e Frutas


As frutas fazem muito bem para o organismo das pessoas, sendo um alimento muito recomendado para o dia a dia das pessoas. Hoje em dia existe até mesmo uma falta do consumo de frutas, já que a maioria das pessoas acabam comendo outros tipos de alimentos, menos saudáveis e mais práticos.

Como as frutas são benéficas, a grande maioria dos as pessoas pensam que as frutas podem fazer bem para qualquer tipo de organismo, mas não é bem assim que funciona. Os gatos, por exemplo, podem não se dar muito bem as fibras que podem ser encontradas na maioria das frutas. E o cuidado deve ser tomado principalmente pelas pessoas que aderem à alimentação natural para os felinos.


 

Gatos são carnívoros

 
Um fato importante sobre a alimentação dos felinos e que muitas vezes passa batido pelos donos, especialmente os que estão começando a se familiarizar com os gatos, é o fato deles serem carnívoros, assim como seus parentes selvagens. Portanto, os gatos precisam de proteínas para sobreviver.

Como os gatos domesticados passaram por uma série de transformações, hoje eles conseguem viver apenas com a ração, mas a base desta ração é proteína. Portanto este é um nutriente que não pode faltar na alimentação dos felinos nunca. O organismo dos felinos ainda necessita da proteína e acaba rejeitando outros tipos de alimentos.

 As frutas, por exemplo, são alimentos que não conseguem ser devidamente digeridas pelo organismo dos felinos. O principal problema das frutas é que elas acabam dando uma sensação de saciedade para os felinos, ou seja, eles deixam de ter fome e provavelmente podem não querer comer outros tipos de alimento, como a ração.

O problema nesta situação é que as frutas não conseguem oferecer para os gatos o mínimo de nutrientes que são necessários para que ele consiga manter uma vida saudável. Com isso os gatos podem começar a perder peso, ao mesmo tempo que desenvolvem anemia e consequentes outros problemas de saúde.

O problema pode ser ainda mais grave quando estamos falando das frutas cítricas, como a laranja e o limão, pois estas contém muito ácido, mais do que o estomago dos felinos geralmente conseguem suportar.



Cuidado com os locais onde as frutas ficam


Apesar das frutas fazerem mal para o organismo dos gatos, muitos deles acabam se sentindo atraídos pelo açúcar ou então pelo cheiro das mesmas. Portanto eles podem acabar indo atrás das frutas por conta própria. Por isso, cuide para deixar elas guardadas em um local onde eles não possam alcançar.
 Fonte:http://fofuxo.com.br
Muitos donos costumam aderir à alimentação do seu bichinho alguns alimentos que eles próprios consomem, como frutas, vegetais e doces. Porém, deve se ter muito cuidado com o que seu animal ingere, e um desses cuidados é no quesito de frutas para gatos.
Gatos são animais carnívoros, que tem como alimentação base a proteína fresca, o necessário para sua nutrição está em peixes, frangos e carne vermelha. Outro tipo de alimento não é necessário na sua dieta, e alguns são até perigosos. Os donos costumam dar frutas para gatos como aperitivos ou até misturá-las em sua ração, com a ilusão de que estão acrescentando nutrientes à alimentação do seu bichinho. Muito cuidado com isso!
Fonte: CachorroGato @ http://www.cachorrogato.com.br/gato/frutas-para-gatos/

terça-feira, 3 de fevereiro de 2015

Cuidados com os Recém Nascidos


Os cuidados com os filhotes de cães começam mesmo antes deles nascerem. Deve-se preparar o local onde os neonatos, como são chamados os cães recém-nascidos, vão ficar antes mesmo da data provável do parto. “O ambiente deve ser seguro, tranquilo, com temperatura ideal e que dê conforto tanto para a mãe como para os filhotes”, explica o veterinário Hélio Margiota.

Parto e primeiros cuidados

Caso o parto ocorra de forma natural, o acompanhamento é de suma importância para que os neonatos não sofram nenhum infortúnio e consigam nascer bem. O cachorro pode necessitar de cuidados de emergência logo após o nascimento. É o que se chama reanimação neonatal.

Em primeiro lugar, é indispensável saber extrair o cachorro dos invólucros fetais para que o mesmo não corra o risco de inalar líquido e morrer asfixiado. Em seguida é importante limpar a boca e as narinas do animal: o modo mais simples é mantê-lo suspenso pelas patas traseiras. Se ele ainda não começar a respirar, pode-se soprar com força no nariz, e se também isso não der resultado, pode-se tentar desencadear o reflexo de salvação, mergulhando rapidamente a cabeça do animalzinho em água fria.

Imediatamente após o nascimento, os neonatos devem ser massageados na região torácica para estimular a respiração e a circulação, o que pode ser feito friccionando essa região, em sentido contrário ao pelo, com o auxílio de toalhas secas. Essa manobra também secará o neonato dos líquidos dos anexos placentários ainda existentes.

 Assim que o filhote começar a respirar, deve-se secá-lo. Em geral, a mãe encarrega-se instintivamente dessa operação, que, no entanto, não está isenta de perigos; de fato, quando a cadela come os invólucros fetais e corta com os dentes o cordão umbilical, existe o perigo, se o cachorro não gritar, dela mesma machucá-lo ou até devorá-lo.


Alimentação

Após o nascimento, durante as primeiras 24 ou, no máximo, 36 horas, os cães recém-nascidos necessitam se alimentar. O primeiro alimento naturalmente disponível é o colostro, um tipo especial de leite produzido pela mãe logo após o parto, que, além de nutrir e hidratar, proporciona imunidade e resistência contra doenças aos filhotes recém-nascidos. Em geral, o instinto e os movimentos da mãe são suficientes para pôr os filhotes em contato com as mamas; se eles não conseguirem, devem ser ajudados. De qualquer forma, é muito importante monitorar o consumo de colostro, pois filhotes que não o ingerem têm poucas chances de vida.

“O colostro é sucedido, gradativamente, pelo leite, que possui proteínas, gorduras, carboidratos, vitaminas e minerais suficientes para nutrir o neonato. Se, por algum motivo, a mãe não puder amamentar ou tiver pouco leite, ou, ainda, no caso de órfãos, é necessário fornecer aos filhotes um substituto do leite, até começarem a ingerir alimentos sólidos ou semissólidos”, explica Hélio.
Não se deve dar somente leite de vaca aos neonatos, pois a composição do leite varia conforme a espécie animal e essa dieta pode gerar deficiências nutricionais graves. O leite de cadela possui mais que o dobro de proteínas, gorduras e energia que o leite de vaca. Existem alternativas como o leite de cabra e também uma mistura de leite condensado não açucarado, gema de ovo, nata e mel. Em qualquer caso é o veterinário quem deve indicar o melhor substituto.

O leite substituto deve estar em temperatura morna e ser fornecido através de uma pequena mamadeira. Durante o aleitamento artificial, os filhotes precisam ser mantidos em uma posição vertical, com a barriga para baixo e a cabeça ligeiramente inclinada para a frente e para cima, com cuidado ao fornecer o alimento para não ocorrer ingestão de ar. 

 Quando o filhote já estiver rejeitando o leite fornecido, significa que seu estômago já está cheio e não se deve forçar sua ingestão. É importante verificar se a mãe promove, com lambidas na região perianal e genital, após a mamada, a estimulação para que o neonato urine e defeque. Caso isso não ocorra, deve-se estimulá-los passando nessa região um algodão umedecido com água morna.
Durante a primeira semana são necessárias oito refeições diárias, na semana seguinte passa-se para sete, reduzindo até chegar a três ou quatro refeições diárias na época do desmame.




Desmame

O surgimento dos primeiros dentes ocorre entre o 21º e o 31º dia, por isso, a introdução de alimentos sólidos ou semissólidos para os filhotes deve ser feita durante a 4ª semana de idade.
Durante 15 a 20 dias, mesmo os filhotes alimentando-se de ração, é comum que a mãe ainda amamente algumas vezes por dia.
Para o desmame, procure oferecer papinhas para filhotes ou rações próprias em forma de papa (preparada com leite ou água morna), 3 a 4 vezes ao dia.

É importante não realizar esse procedimento com todos os filhotes de uma única vez. Isso porque o organismo da cadela, não tendo a cria para mamar, poderá fazer com que o leite se acumule e "empedre". Esse processo pode causar a mastite.
Após o início do desmame é esperado que as tetas sequem sozinhas, devido à baixa estimulação dos filhotes. Caso isso não ocorra, uma boa dica para ajudar no processo é diminuir a quantidade de comida oferecida à fêmea. É importantíssimo não dar remédios para a fêmea secar o leite, pois isso acontecerá de forma natural.




Vacinação

Com 15 dias de vida, é indicado fazer um exame de fezes da ninhada e dar o vermífugo (que deve ser indicado pelo veterinário) tanto para a ninhada quanto para a mãe.
A vacinação dos filhotes só começa a partir da 6ª semana de idade, com reforços a cada 21 dias até completarem 12 semanas. Os neonatos devem ser vacinados contra cinomose, hepatite infecciosa canina, adenovírus, coronavírus, parainfluenza, parvovírus canino e leptospirose.


De acordo com Hélio, “com 45 a 60 dias deve-se providenciar as primeiras doses das vacinas múltiplas (V8 ou V10), contra giárdia e contra tosse dos canis. Após 21 dias da primeira dose deve-se fazer o reforço da V8 ou V10 e da vacina contra giárdia e após mais 21 dias da segunda dose, o terceiro reforço, mas agora só da V8 ou V10 deve ser repetido. Sem contar a vacina antirrábica que é exigida por lei e deve ser feita após 4 meses de idade. Passado esse primeiro ciclo de vacinação, todas as vacinas deverão ser repetidas anualmente”.




Cuidados gerais

É fundamental o acompanhamento de um médico-veterinário com experiência para diagnosticar e tratar alterações dos neonatos, que também possa orientar os donos nos cuidados dos neonatos. Muitas ninhadas são perdidas por manejo inadequado dos filhotes.
É extremamente importante que os filhotes sejam pesados diariamente. Nas primeiras 24 horas de vida, o filhote perde aproximadamente 10% do seu peso ao nascimento. Depois deve ganhar ao redor de 10% do peso (do dia do nascimento) ao dia. Uma parada ou perda de peso sempre indicam que alguma alteração pode estar ocorrendo.


Filhotes que choram e se isolam dos outros devem ser observados. Nesses casos, podem estar hipoglicêmicos (resultado de alimentação inadequada), com hipotermia (temperatura abaixo do normal) ou com a presença de alteração sistêmica. A tríade hipoglicemia (diminuição nos níveis de glicose), hipotermia e desidratação é a maior causa de mortalidade neonatal em cãezinhos. Cada um desses fatores está relacionado ao outro.

Ao final do período de quinze dias, os filhotes devem estar agitados, se movimentando, com os olhos abertos e crescendo dentro dos padrões normais.




Atividades físicas

A atividade física é fundamental para o desenvolvimento saudável de um cachorro. É importante estimular o cão a exercitar-se desde cedo.

“Dos dois aos quatro meses a atividade física do filhote deve ser restrita às brincadeiras dentro de casa, pois ele ainda estará seguindo o programa de vacinas. Sem a imunidade adequada, o cão não deve ser levado a praças, parques e jardins nem ter contato com outros cães que não estejam vacinados. Já nessa fase o filhote precisa ser estimulado através de jogos e brincadeiras para que ele se acostume com o ritmo de exercícios”, informa Hélio.

O cuidado com pisos muito lisos deve ser considerado. Eles podem prejudicar o aprumo e a postura do filhote. Evite que seu cão tenha acesso a lugares altos, como terraços, e mesmo de pouca altura, como bancos e muros, pois uma queda poderá causar fraturas. O filhote deve se acostumar a usar guia e coleira desde cedo.
As longas caminhadas são atividades úteis para o animal, pois o ajudam a descarregar todo o stress acumulado durante o dia. Também é importante deixar o cão praticar suas atividades primitivas, como pular, mastigar e cavar.

Hélio Margiota é médico-veterinário – CRMV/SP Nº 24922 - formado na Universidade Metodista de São Paulo.

Fonte:http://idmedpet.com.br

quarta-feira, 14 de janeiro de 2015

Cuidados com o Tempo Seco


Atenção deve ser redobrada com cães e gatos com problemas respiratórios como bronquite e asma.

Em determinadas épocas do ano, diversas regiões do Brasil sofrem com a falta de umidade no ar. E com o ar seco, principalmente os mais sensíveis, como crianças e idosos, tendem a sofrer. Mas não são apenas os seres humanos que precisam recorrer aos umidficadores de ar e hidratação para driblar o calor.



De acordo com o médico veterinário Mário Marcondes, diretor clínico do Hospital Sena Madureira, é importante que cães, gatos e aves sejam bem hidratados, oferecendo água fresca e abundante ao longo do dia. “Colocar toalhas molhadas no ambiente também é recomendável para auxilar no aumento da umidade através da evaporação da água”, completa.

Assim como o recomendável para a população em geral, os umidificadores de ar também devem ser adotados para os bichinhos, sobretudo, os que sofrem de bronquite ou asma. O dr. Mário ressalta ainda que animais com predisposição a doenças respiratórias também merecem atenção redobrada, sendo preferível que evitem passeios entre às 11h e 18h, recomendação que pode ser adotada para todos os cachorros.

Os principais sintomas de animais que estão sofrendo com o clima seco são dificuldades respiratórias, cansaço e ofegação. Nesses casos, o dr. Mário explica que, especialmente os que já sofrem de doenças respiratórias devem ser levados ao veterinário para que um possível reajuste na medicação seja feito.


Hipertermia

Caracterizada pelo aumento excessivo da temperatura corporal, a hipertermia é um problema grave que pode causar convulsões, edema pulmonar, parada cardíaca e até a morte. Apesar de resistentes, os cães tendem a sofrer bastante com o calor, sobretudo, os mais peludos. Nesse sentido, as tosas e os banhos devem ser mais frequentes.

Lembrando ainda que deixar o cão dentro do carro, seja lá por quanto tempo for, é uma das principais causas de morte devido à hipertermia. Em dias muito quentes e ensolarados, se ficarem dentro de automóveis, não são necessários mais que poucos minutos para que os animais comecem a apresentar sintomas do problema, como convulsão, prostração e taquicardia.

Recentemente, um casal foi condenado no Reino Unido justamente por deixar seu Pequinês dentro do carro por 45 minutos, tempo suficiente para o animal falecer devido ao calor. 

Fonte: petmag.com.br

Timidez em Cães


O excesso de timidez ou o medo podem ser um verdadeiro problema para cão e dono. Muitas vezes o dono tem de adaptar a sua vida aos constrangimentos do cão e há sempre o perigo de o cão reagir agressivamente.
Existem vários factores que podem contribuir para que um cão se torne demasiado tímido ou medroso:


  • genética
  • fraca socialização
  • incentivo inconsciente por parte do dono
  • doença
  • maus tratos

Genética


O comportamento dos cães resulta da combinação entre aquilo que é herdado e aquilo que é aprendido. Os criadores não devem produzir ninhadas de cães e sobretudo cadelas medrosas ou tímidas. Isto porque os traços de personalidade dos progenitores são herdades, em diferentes medidas, pelos cachorros. E também porque o comportamento da mãe é imitados pelos cachorros nos primeiros meses de vida. Logo, as crias de progenitores medrosos ou tímidos têm uma maior probabilidade de herdarem ou imitarem esses traços dos pais.

 

 Fraca socialização


Os primeiros meses de vida do cão são cruciais para que o animal se habitue a conviver com outros cães, pessoas e outros animais. O cão precisa de ter boas experiências nessa altura, já que as más experiências podem marcá-lo para o resto da vida. A gestão entre o isolamento necessário até à imunização total do cachorro e a socialização necessária para que cresça equilibrado pode ser difícil de fazer. Muitos donos são até mal aconselhados por veterinários que recomendam o confinamento em casa do cão até muito tarde. O ideal é apresentar o cão a muitas pessoas e cães devidamente vacinados.

 

Incentivo inconsciente por parte do dono


Os cachorros passam por dois períodos de medo enquanto crescem, embora estes sejam mais acentuados em alguns cães do que noutros. Nestas alturas, os cães tendem a reagir com alguma desconfiança ou mesmo medo perante situações, pessoas e animais estranhos. Ao ver o cão com medo, muitos donos tentam reconfortar o animal, fazendo-lhe festas. Com isto, o dono acaba por recompensar o cão por estar a mostrar medo e o cão começa a mostrar-se cada vez mais receoso não só naquela situação, mas também noutras.

Quando os cães reagem com medo, os donos devem encorajá-los a agir correctamente. Os cães são extremamente moldáveis e enquanto forem novos é possível fazê-los ultrapassar com alguma facilidade os medos injustificados que evidenciam.





Doença


Muitas vezes relacionado com o medo pode estar uma causa física. Um cão com dor pode ter medo que lhe toquem, ou um cão que vê mal, pode ter medo de estar em locais que não conhece. As causas podem ser muitas e só um veterinário pode determinar se o medo que o animal sente está ou não relacionado com algum mal-estar físico.

Maus tratos


Os animais que foram mal tratados não são geralmente animais equilibrados. São por norma animais receosos ou de pessoas, ou de determinados objetos com que eram castigados. As pessoas que acolhem cães que sofreram nas mãos de donos anteriores devem estar conscientes do trabalho de reabilitação que devem realizar com o cão. Com paciência e as recompensas certas é possível transformar cães muito medrosos em animais extrovertidos.


Fonte: arcadenoe.pt

terça-feira, 30 de dezembro de 2014

Dicas para Rojões e Fogos



Em épocas nas quais a sociedade intensifica o uso de fogos de artifício, rojões, bombas, cornetas, buzinas, apitos e carros de som, os animais sofrem tremendamente. Há muitos registros de fugas e mortes de cães e gatos. Por isso, é fundamental conhecer seus animais, avaliar o comportamento deles diante do excesso de ruídos e protegê-los.
Cães e gatos tem audição bem mais desenvolvida do que os humanos e suas orelhas móveis captam sons provenientes de todas as direções. Eles percebem sons de frequências inaudíveis para as pessoas (alta frequência e baixos volumes). Um barulho audível para um humano a 4 metros de distância pode ser percebido por um cão a 25 metros.
O drama envolvendo fogos e animais vem à tona em várias épocas do ano, mas infelizmente as pessoas não tomam providências básicas e seus cães e gatos, machucam-se gravemente, morrem ou se perdem para sempre. Antes de tudo, é fundamental manter coleira com plaqueta de identificação no pescoço de seus animais, em todas as épocas do ano e, mais ainda, quando os ruídos intensificam-se. Na plaqueta deve constar o fone atualizado da família, com DDD da cidade, principalmente se o animal é levado para casas de campo ou praia.
Outra dica valiosa é observar com atenção o comportamento de seu companheiro de quatro patas – algumas famílias possuem vários cães (ou gatos) e cada um reage de forma diversa aos barulhos intensos. O estampido repentino, de um rojão ou trovão, pode ser compreendido como perigo por um cão e, instintivamente, ele reagirá tentando fugir ou agredindo a “ameaça”.

Proteção extra
Em momentos festivos e de comemorações tradicionais, as famílias adotam comportamentos próprios – em algumas casas, muitas pessoas reúnem-se para o réveillon, Natal, para curtir jogos de futebol em finais de campeonato ou na Copa do Mundo. Nessas situações, a presença de animais de estimação deve ser considerada e a proteção deles pensada com antecedência.
Em momentos festivos e de comemorações tradicionais, as famílias adotam comportamentos próprios – em algumas casas, muitas pessoas reúnem-se para o réveillon, Natal, para curtir jogos de futebol em finais de campeonato ou na Copa do Mundo. Nessas situações, a presença de animais de estimação deve ser considerada e a proteção deles pensada com antecedência.
Mesmo cães e gatos bem adaptados à presença de estranhos, podem reagir mal ou fugir, num momento festivo, quando é menor o cuidado com portas ou portões, propiciando fugas. Considere a possibilidade de manter o animal em um local mais protegido ou dentro de casa, se a festa acontecer no quintal. Isso evita ainda que os animais, cães principalmente, comam alimentos diversos de sua dieta rotineira, provocando sérios problemas gástricos.
Portanto, antes da festa ou de alguma comemoração ou jogo de futebol considerado relevante na cidade ou no País, como a Copa do Mundo, estude a melhor forma de proteger seu cão (ou gato). Perceba onde ele se sente mais calmo e à vontade – se num quarto da casa, por exemplo, e prepare o local para receber o animal.
Alguns gostam de casinhas, outros cabaninhas. Certos cães sentem-se protegidos sob u edredon, debaixo ou em cima da cama. O ambiente pode contar um aparelho de som reproduzindo músicas suaves, além brinquedos. Recomenda-se, ainda, colocar algodão nos ouvidos do animal, com muito cuidado para não machucar, bem como manter janelas e portas de sacada bem fechadas.
Se os cães são grandes e normalmente permanecem no quintal, em seus canis, redobre o cuidado com correntes ou cordas para que eles, num momento de desespero, não se enforquem. Alguns cães chegam a escalar e pular muros altos para “fugir” de fogos e outros barulhos intensos, como os trovões ou a queda de granizo durante tempestades.

Evite a solidão
Deve-se evitar deixar animais sozinhos na casa, quando barulhos intensos são previstos, principalmente cães e gatos com problemas crônicos de saúde (cardíacos, epiléticos). Se você não tem como permanecer com seu cão ou gato, tente providenciar um local onde onde o animal possa ficar em segurança e em companhia de pessoas que ele goste – casa de familiares, amigos ou até uma hospedagem.
Detalhe; para não deixar o animal sozinho, não vale leva-lo para o foco do barulho – uma comemoração na avenida ou praça da cidade. Também não leve seu cão para assistir queimas de fogos ou manifestações onde haja apitos, buzinaços ou caminhões de som. Bom senso é fundamental.

Medicação e florais
Na tentativa de proteger seus cães e gatos, tome muito cuidado com “receitas caseiras”, principalmente envolvendo o uso de medicamentos de uso humano ou animal. Se o veterinário que cuida do animal de seu amigo receitou um medicamento, não necessariamente o mesmo produto servirá para o seu cão ou gato. Mais cuidado ainda com “poções milagrosas” fartamente divulgadas em redes sociais.
Bons resultados têm sido obtidos com o uso de florais, mas estas substâncias devem ser formuladas por especialistas que indicarão com precisão a forma de administração e dosagens adequadas para cada animal. Algumas pessoas fazem uso até de sedativos em seus cães, e além de efeitos colaterais imprevistos, se a dose for excessiva, o animal poderá morrer.
Portanto, o velho conselho – infelizmente pouco seguido por tantos proprietários de animais – continua valendo: converse com o médico veterinário. E se o cão ou gato está recentemente com a família, procure observá-lo para criar rotinas em relação a comemorações. Filhotes, principalmente, podem ser mais facilmente condicionados.
Por fim, vale lembrar que apesar da existência de leis, a quase totalidade das cidades é bastante permissiva com a venda e uso de rojões e bombas. É importante não comprar e nem usar tais artefatos e tentar conscientizar amigos e parentes. Ajude a proteger cães e gatos de sua casa e dos vizinhos, e mesmo os animais comunitários ou em situação de rua.
Além disso, animais de vida livre sofrem muito durante essas comemorações, bem como outros pets mantidos em casa, principalmente as aves. Curta muito os jogos de futebol, o réveillon ou as festas juninas, sem causar prejuízos a outras vidas.
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