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segunda-feira, 27 de dezembro de 2010

Chow chow,a história da raça


  O Chow é uma das mais antigas raças sendo criada pelo homem sem sofrer grandes mutações. Há referências em estátuas de 4000 anos e em registros escritos desde 1100 A.C. .
  Sua origem é a Mongólia e não a China, como muitas pessoas pensam, pois eram criados por tribos bárbaras mongóis ,e usados, a princípio, para guarda, caça e batalha. 

Com a invasão da China, os mongóis levaram este encantador cão para o território chinês. Eram chamados de "cães de guerra" e descritos como: "Aparência leonina, robustos e poderosos". Conta a lenda que "a escuridão da boca é a proteção contra espíritos do mal".
  Quando Genghis Khan e seu exército conquistou o seu império, os cães que o acompanhavam eram, provavelmente, Chow Chows. Com o passar dos anos suas funções foram ampliadas: Serviam para pastoreio, como farejadores, busca, tração, como puxadores de trenós, fornecedores de pele e comida, além das funções iniciais.
Entretanto, enquanto uns serviam como comida, outros possuiam até servos, pois eram os cães de companhia dos nobres chineses. Como caçadores, os chows tem um olfato notável, táticas inteligentes e uma grande força, por isso era muito apreciado pelos imperadores, que tinham muitos exemplares em seus palácios. Em uma pintura de um salão imperial de 2000 mil anos, aparece representado um chow deitado embaixo de uma das mesas, de pelagem vermelha e a mesma expressão dos chows atuais.
  Os mosteiros budistas e palácios, desde o século XIII, foram os grandes preservadores do padrão da raça, pois foram os primeiros a fazerem seleção dos melhores exemplares e, quando necessitavam introduzir novo sangue na criação, viajavam centenas de kilômetros para buscarem qualidade e genes novos para preservarem este cão.
 Esta foi, provavelmente, a causa da mudança de comportamento do Chow, mudando de um cão de múltiplo uso para uma cão de companhia.
  Na natureza, as características originais foram sendo perdidas, pois os cães originais e estrangeiros que chegavam dos paises conquistados, misturavam-se com os Chows. Marco Polo foi o primeiro ocidental a mencionar e descrever o Chow quando visitou a China no século XVIII. 

Eles foram, em 1781, levados para a Inglaterra para serem exibidos no zôo como cão selvagem. A nobreza inglesa apaixonou-se por esta raça e começou a criá-la. Logo houve muitos interessados em possuir esses animais, e em 1895 foi formado o Chow Chow Club. O cão foi ganhando popularidade, nos anos 30 e 40 eram sinônimos de status. A raça chegou a ser uma das mais populares nos Estados Unidos, o que gerou problemas de saúde típicos de raças muito procuradas. Por causa destes problemas sua popularidade foi caindo da mesma forma que os problemas iam sendo solucionados, pois a "produção em massa" foi trocada por uma criação selecionada.
Há algumas "explicações" peculiares para a língua azul dos Chows. Uma delas, diz que quando Deus criou o mundo, Ele pintou o céu de azul, e algumas gotas cairam no chão. O Chow com seu hábito de lamber tudo, lambeu as gotas e coloriu a língua para sempre.
  Outra antiga lenda chinesa conta que: A muitos séculos atrás, viveu um monge que morava em cima de uma montanha rodeado de muitos animais, entre os quais haviam muitos cachorros.







A lenda do Chow Chow
  O monge tratava a todos com grande bondade e eles lhes eram agradecidos. Um dia o monge ficou muito doente, a um ponto que não podia buscar a lenha que necessitava para acender o fogo e cozinhar. Alguns animais, entre eles, alguns cachorros sairam a buscar alguns troncos de lenha. No bosque haviam algumas árvores queimadas por um incêndio recente e no chão muitos pedaços de carvão que os cachorros levaram em suas bocas até a casa do monge. Os macacos prepararam a comida e o monge comeu e foi melhorando até ficar completamente curado. As bocas e as línguas dos cachorros mantiveram a cor da madeira queimada.

"Chaou" é um dos nomes originais e significa "Um grande, primitivo, e extraordinário cão de grande força" e, posteriormente, chamado de "Ao", provavelmente uma contração de "Chaou". Mas também no mesmo século era chamado de "Man Kou", significando "cão dos bárbaros". Até 100 A.C. eram chamados de "Mang" (cão com muito pêlo), "Chaou" (cão de grande poder) ou "Ti" (cão vermelho). Parece que o mais provável é que o nome provenha do antigo "Chaou" o término "tchau", que em certa época designava os grandes comerciantes chieneses, cujas mercadorias, em cantonês, recebiam o nome "Chow Chow". 
Fonte:chow.com.br

Cães:Cuidados com a Pelagem


Todo dono de cão sabe do inconveniente problema que é a presença de pêlos por todo o ambiente, seja no quintal ou dentro de casa. Isso porque os cães passam periodicamente por uma troca de pêlo. Essa troca normalmente coincide com as mudanças de clima e provocam uma queda abundante de sua pelagem, principalmente no calor, onde o organismo solta também o sub-pêlo, que é mais espesso e farto.
Porém, muita gente não sabe que algumas atitudes devem ser tomadas durante o ano todo para amenizar esse problema inevitável.
Algumas raças, por exemplo, necessitam de tosa periódica, que consiste no corte da pelagem com máquina. Essas raças devem ser submetidas à tosa, principalmente no verão, sempre num local de confiança e por um profissional qualificado para evitar acidentes e dermatites.
Outra atitude importante diz respeito à alimentação, que deve ser à base de ração comercial de boa qualidade. Mas atenção: rações muito baratas geralmente são formuladas com matéria-prima de baixo valor nutricional e, portanto, não vão ajudar em nada quanto à manutenção adequada da pelagem ou do organismo como um todo. Se o dinheiro anda meio curto, a ração não precisa ser a mais cara do mercado, porém também não deve ser uma das mais baratas. Com certeza o seu veterinário poderá indicar a melhor opção para o seu cão e para o seu bolso.
Devemos também banhar o cão periodicamente, não mais do que uma vez por semana, com xampus e sabonetes indicados para esse fim, providenciando uma boa secagem do pêlo, seja com o secador ou apenas com toalhas. O banho pode ser feito em casa ou no pet shop, mas, principalmente no caso de não usar o secador, o banho deve ser dado num dia quente e de sol. Aliás, banhos de sol também são importantes na manutenção de uma boa pelagem, evitando excesso de umidade e a má oxigenação dos pêlos.



Assim como os banhos de sol, a escovação deve ser freqüente, pelo menos três vezes por semana, principalmente em animais de pelagem longa. Essa escovação precisa ser feita no capricho, tirando o máximo possível de pêlos soltos e desembaraçando a pelagem para evitar a formação de ”nós”.
Obviamente, a higiene do ambiente onde vive o cão também será de extrema importância para a pelagem, evitando que ele se suje com mais facilidade, predispondo inclusive a problemas dermatológicos.
Enfim, com algumas atitudes relativamente simples, poderemos diminuir os efeitos da troca de pêlo. Mas se descuidarmos de qualquer um desses detalhes, sofreremos as conseqüências – tanto nós como o nosso cão, e também nosso sofá, nossa cama, nosso tapete, nossa almofada... 
Escrito por Dr. Luiz Carlos Garcia
Fonte:destaquesp.com

Cães:Queda de Pelos


Os males da pelagem são dos mais freqüentes entre os cães. Exceto pelas falhas normais devido à muda, esse problema envolve mais do que uma questão de beleza: sinalizam também a provável presença de enfermidade e do enfraquecimento do sistema imunológico. Há uma influência do clima quente na densidade das pelagens e até no comprimento,devido à tendência de nascer menos pêlos e deles crescerem menos. Por outro lado, o calor favorece a proliferação de pulgas e, associado a clima úmido, aumenta a probabilidade de fungos, ambos podendo resultar em queda de pêlos. Muitas vezes, problemas de pele provocam um forte odor, que desaparece se o doença for curada. Manter bonita a pelagem do cão significa mais saúde, mais resistência ao ataque de doenças e maior beleza. Há várias causas para os pêlos caírem. Conheça as mais comuns.
Falha no pêlo das patas ou do tronco ( Dermatite de Lambedura).
O cão arranca os pêlos por ficar muito tempo sozinho.
Tratamento: reduzir a sensação de solidão.
Falta de pêlo,coceira, ferida com infecção na pele e caspa, pêlo seco ou engordurado, pele escura ( Dermatite alérgica).
Há várias possibilidade de alergias. Entre elas, sensibilidade a componente do alimento (Hipersensibilidade alimentar, substituir a ração); a inalantes como poeira, ácaros, polens de planta e bolor ( Atopia, evitar a causa); a produto químico, como de limpeza, medicamento de uso externo, xampu ou condicionador mal enxaguados ( Dermatite de contato alérgico, observar qual pode ser a causa e evitá-la); a picadas de pulgas ( Dermatite por picada de pulgas, combater as pulgas).
Tratamento: dependendo da causa, pode-se usar anti alérgico, xampu medicamentoso e anti biótico se houver feridas infectadas. 

Queda de pêlo no tronco, ao redor dos olhos e da boca, ente os dedos, que se generaliza se não tratada; pele enegrecida; crostas úlceras, pus e sangue; pele escura ( Sarna Demodécia, conhecida também como Sarna Negra ou Demodiciose).
Causada pelo ácaro Demodex canis. A única forma de transmissão é pelo contato do filhote com a pele da mãe. Não há cura. mesmo quando tratada e sem sinais da doença, a mãe transmite o mal. Os sintomas costumam aparecer quando há baixa resistência - no primeiro ano de ida e em cães idosos.
Tratamento: com banhos semanais de acaricida ( Diamidina), por um período variável de 08 a 12 semanas. Se o mal persistir, pode-se usar Ivermectina ou Milbemicina, medicamentos mais fortes, que exigem acompanhamento veterinário, O Collie, o Old English SheepDog e o Pastor de Shetland não podem receber esses medicamentos devido à possibilidade de causar intoxicação intoxicação neurológica, com convulsões e morte. Infecções na pele são tratadas à parte. A alta é dada mediante três resultados de exames, negativos, em intervalos de 15 dias.
Queda de pêlo nas patas e na cabeça crostas ( Dermatite responsiva ao zinco).
A causa é a deficiência de zinco, por carência nutricional ou por não absorção intestinal. O Husky Siberiano e o Malamute do Alaska são as raças mais acometidas.
Tratamento: suplementação com zinco.
Queda de pêlo por disfunções hormonais.
Há a atrofia do local onde as raízes dos pêlos ) folículos pilosos), por causa hormonal. Uma das mais comuns ocorre no corpo, exceto cabeça e pernas. É o aumento de atividade das glândulas adrenais ( muita sede, urinar em grande quantidade, pele fina, vasos visíveis, depósito de cálcio na pele), normalmente devido a um tumor nas adrenais ou por alguma alteração na glândula chamada hipófise. Outra causa é a diminuição de atividade da glândula tireóide - o hipotireodismo ( sonolência, obesidade, queda de pêlo e pele escura). Pode também ser provocada pelo desequilíbrio dos hormônios sexuais ( alteração na freqüência do cio ou na libido dos machos). Normalmente a queda atinge a região abdominal.
Tratamento: dependendo da causa, quimioterapia ( tumor nas adrenais), reposição do hormônio ( hipotireodismo) ou castração ( hormônios sexuais ). 
Queda generalizada ou localizada de pêlo, pêlo seco ou engordurado, pele escura ( Micose).
Fungos invadem o local, onde fica a raiz do pêlo ( folículo piloso) e destroem a proteína que forma ( queratina).Se não tratada, a queda de pêlos pode ser total.
Tratamento: antifúngico oral e tópico, de acordo com o tipo de fungo.
Queda generalizada de pêlo, com feridas e crostas por toda a pele,descamação ( Dermatite genérica alimentar).
Causada por problema na alimentação, que pode ser de baixo valor nutricional ( com proteína e cálcio insuficientes), provocando subnutrição, Outra possibilidade é o alimento estar nutricionalmente adequada, mas com o prazo de validade vencido, causando intoxicação.
Tratamento: correção da alimentação.
Queda crescente de pêlo, pele vermelha, com crostas e infecções, pele escura ( Sarna sarcóptica).
Adquirida por contato do cão com objeto contaminado por uma cão acometido, como uma toalha.Pode passar ao homem. Começa com uma coceira intensa. Se não tratada, os pêlos podem cair de todo o corpo. O ácaro causados nos cães é o Sarcoptes scabiei, identificado em apenas 40% dos cães com sintomas. É completamente curável.
Tratamento: com sabonete, xampu e soluções sarnicidas. O veterinário pode indicar *Ivermectina ou *Milbemicina.
*O Collie, o Old English SheepDog e o Pastor de Shetland não podem receber esses medicamentos devido à possibilidade de causar intoxicação intoxicação neurológica, com convulsões e morte.
Queda generalizada de pêlo, pêlos opacos e sem vida ( Verminose).
Devido a verminose intensa, com emagrecimento do cão.
Tratamento: combater a verminose.
Queda localizada de pêlo, ferida, secreção clara ou com pus, crostas, coceira, escamas, pêlo engordurado ou seco, pele escura ( Infecção bacteriana superficial).
A perda dos pêlos ocorre no local da ferida.A principal causa são as alergias. Quando a ferida é profunda, o cão sente dor e tem febre causada por brigas, pequenos acidentes, alergias etc.
Tratamento:eliminar a causa. Pode ser usado anti biótico, xampu específico, etc.
Queda localizada de pêlo, pêlo ressecado, sem brilho, eventual pele avermelhada..
Devido a erros de manejo como usar sabão muito forte, escovar puxando os pêlos com força ou secar os pêlos com ar quente demais ( para evitar, use o secador morno a frio, a 20 cm dos pêlos).
Queda localizada ou generalizada de pêlo, pêlo ressecado ou engordurado, caspa ( Dermatite seborréica).
Normalmente acompanha outras dermatites como as por alergias, micose, manejo inadequado e por infecção de ferida. Pode também ser causada por deficiência nutricional. devido a falta de ácidos graxos, encontrados na gordura de origem vegetal ou de peixes marinhos. Há raças com tendência hereditária, como o Beagle, o Cocker Spaniel e o Pastor Alemão. No Cocker Spaniel pode ser desencadeada por falta de vitamina A.
Tratamento: xampu para pêlos secos ou oleosos. Descobrir a causa e tratá-la.
Matéria publicada da Revista Cães & Cia, nr. 248
Nota do Agility News: Essas são dicas de orientação geral.
CONSULTE SEMPRE SEU VETERINÁRIO
 Fonte:agillitynews.com.br

domingo, 26 de dezembro de 2010

Gatos Idosos:doenças geriátricas


Os felinos de hoje vivem muito mais do que há alguns anos atrás. Hoje, as pessoas levam seus gatos mais freqüentemente ao veterinário, estão mais informadas sobre vermifugação, vacinação, castração, alimentação correta, enfim, estão sabendo lidar melhor com seus bichinhos de estimação. Em conseqüência disso, eles estão vivendo mais e melhor. E por estarem chegando aos seus 18 a 20 anos, estão apresentando doenças características dos idosos, o que antes não acontecia, porque antigamente os felinos domésticos morriam antes de chegarem a essa etapa. Portanto, é importante que você leve seu gato idoso (após 9 anos de idade) para consultas e exames periódicos (a cada 6 meses), para que essas doenças sejam detectadas o mais rápido possível, pois quanto mais precoce o diagnóstico, maiores são as chances de sucesso no tratamento. Exemplos dessas doenças como Diabetes mellitus, hipertireoidismo, insuficiência renal crônica, hipertensão e neoplasias, serão discutidas resumidamente neste texto.

Ø  INSUFICIÊNCIA RENAL CRÔNICA
O rim é o órgão responsável pela filtração do sangue, eliminando as toxinas e devolvendo alguns minerais importantes ao organismo.  Portanto, quando há algum problema nesse órgão, o equilíbrio mineral do organismo fica prejudicado e as toxinas que deveriam ser eliminadas ficam retidas no organismo causando enorme prejuízo à saúde do indivíduo.
A insuficiência renal crônica ocorre devido à perda de função de mais de 75% do rim (e é quando os sinais clínicos se tornam mais aparentes), fazendo com que o sangue não seja filtrado corretamente. Com isso, o gato pode apresentar aumento na ingestão de água e no volume de urina, vômitos, perda de apetite, apatia, emagrecimento e alterações neurológicas. No entanto, tem gatos que apresentam somente apatia e emagrecimento. A insuficiência renal crônica, na maioria das vezes, vem acompanhada de aumento da pressão arterial, devido ao mecanismo de defesa que os rins lançam mão com o intuito de reverter a doença renal. E isso, só vem a agravar o problema renal. Além disso, a hipertensão arterial pode causar alteração neurológica e cardíaca, descolamento de retina e cegueira.
A insuficiência renal crônica não tem cura e pode levar à morte rapidamente. Porém, quando detectada no início, ela pode ser controlada com tratamento adequado e o gato pode viver por mais alguns anos, com boa qualidade de vida.

Ø  NEOPLASIAS
Neoplasia é o nome dado cientificamente ao resultado do crescimento desordenado de células com aspecto diferente das demais células do organismo. Vulgarmente é denominado de tumor ou câncer. As células neoplásicas ou cancerígenas têm a habilidade de entrar em vasos sangüíneos ou linfáticos e atingir órgãos distantes de sua origem, o que vem a se chamar metástases.
Os gatos acometidos podem apresentar sinais clínicos variados, dependendo do órgão acometido, mas no geral os proprietários relatam emagrecimento repentino e apatia do bichano. Se a neoplasia se localizar em algum órgão do abdômen, é possível palpar uma massa que pode ser quase imperceptível ou mesmo tomar todo o espaço abdominal. O tumor costuma causar dor, pois comprime as estruturas e órgãos adjacentes.
Poucos são os recursos para tratar neoplasia na veterinária. Quimioterapia, radioterapia e crioterapia (as duas últimas inexistentes no estado do ES) podem ser realizadas, mas as chances de cura vão depender do tipo de tumor e estágio em que se encontra, sendo que, na maioria das vezes essas chances são remotas. No início de seu aparecimento, dependendo do local em que está localizada, a neoplasia pode ser retirada com sucesso cirurgicamente, desde que por meio de técnicas adequadas. O gato com neoplasia em estado avançado vem a óbito muito rapidamente e, geralmente, possui má qualidade de vida.

Ø  HIPERTIREOIDISMO
Essa doença ocorre devido à disfunção da glândula tireóide e, na maioria das vezes, é provocada pela presença de tumor nessa glândula. O gato com hipertireoidismo apresenta aumento no metabolismo, ocorrendo assim, uma série de sinais clínicos como diarréia, vômitos, alteração comportamental (geralmente agitação), emagrecimento acentuado, apetite voraz, aumento na ingestão de água e no volume de urina excretado, além de hipertensão arterial. Muitas vezes, há somente um sinal clínico aparente, dificultando o diagnóstico precoce. A doença por si só não causa a morte do gato, o que causa sua morte são as conseqüências da doença, como a hipertensão, alteração cardíaca e lesão renal (conseqüente à hipertensão).  Quanto mais rápido o hipertireoidismo for tratado, menor as chances de o gato ser acometido pelas conseqüências da doença e morrer.

Ø  DIABETES MELLITUS
Esta é uma doença endócrina comum nos felinos. Ela ocorre devido ao comprometimento da função e/ou destruição das células do pâncreas (células β), ocasionando aumento de glicose no sangue.  Devido a isso, o gato diabético apresenta sinais clínicos como aumento na ingestão de água e de comida, exagerada excreção de urina e perda de peso. No diabetes complicado, onde o organismo passa a produzir elementos denominados corpos cetônicos causando acidose metabólica, o gato apresenta perda de apetite, vômito, desidratação e apatia, tratando-se de uma emergência clínica.
            O gato pode apresentar diabetes dependente de insulina que, como o próprio nome diz, necessita da aplicação de insulina para manter os níveis normais de glicose, ou pode apresentar diabetes não-dependente de insulina que, não precisa da aplicação de insulina, mas somente de um medicamento hipoglicemiante oral ou então, de modificação da dieta para gatos diabéticos.
            O diabetes, seja ele complicado ou não-complicado, dependente de insulina ou não-dependente de insulina, pode levar o gato à morte.


CUIDE DO SEU GATINHO IDOSO! NESTE MOMENTO ELE PRECISA MAIS DO QUE NUNCA DE VOCÊ.
Um abraço,
Drª Cynthia Brandão da Costa – CRMV 637-ES
3289-0617 / 8182-7277
Fonte:gatomania.com.br

terça-feira, 21 de dezembro de 2010

A idade de Cães e Gatos comparadas a idade do Homem


Confira na tabela abaixo a comparação entre as idades dos cães e gatos x homem:





Idade do cão Idade do homem Idade do gato Idade do homem
2 meses 14 meses 2 meses 9 meses
6 meses 3 anos 6 meses 14 anos
1 ano 14 anos 1 ano 18 anos
1 ano e meio 18 anos 2 anos 25 anos
2 anos 24 anos 3 anos 31 anos
3 anos 30 anos 4 anos  37 anos
4 anos 36 anos 5 anos 40 anos
5 anos 40 anos 6 anos 43 anos
6 anos 42 anos 7 anos 45 anos
7 anos 49 anos 8 anos 48 anos
8 anos 56 anos 9 anos 55 anos
9 anos 63 anos 10 anos 60 anos
10 anos 65 anos 11 anos 62 anos
11 anos 71 anos 12 anos  65 anos
12 anos 75 anos 13 anos 68 anos
13 anos 80 anos 14 anos 72 anos
14 anos 84 anos 15 anos  74 anos
15 anos 87 anos 16 anos 76 anos
16 anos 89 anos 17 anos  78 anos


18 anos 80 anos Fonte:www.avidaanimal.com.br

Cio e Gestação em Cadelas e Gatas



Quem tem fêmeas de cães e gatos deve estar atento ao momento em que os animais entram no cio, podendo acasalar e engravidar. O nascimento de filhotes geralmente traz muita alegria aos proprietários. Porém, para que não haja problemas nem grandes imprevistos financeiros, tudo deve ser muito bem pensado e planejado.
Nas cadelas, o primeiro cio geralmente acontece a partir do sétimo mês de vida em animais de pequeno porte e de um ano de idade em diante em animais de grande porte. Ele dura 21 dias, com ovulação entre o décimo e o décimo quarto, e se repete a cada cinco ou seis meses. "Os principais sinais são edema vulvar, corrimento sanguinolento, inchaço das mamas e comportamento mais dócil e quieto", comenta o médico veterinário Renato Renzo Romano, que atende na clínica Estimação Veterinária, em Curitiba.



Já as gatas têm o primeiro cio entre o sexto ou sétimo mês de vida. Ele também dura 21 dias, tem sinais menos visíveis do que nas fêmeas de cães e é bem mais freqüente. "Gatas que convivem com outras podem entrar no cio até uma vez por mês. Geralmente quando um animal entra, induz os outros a entrarem também. A isto chamamos cio induzido." Ao contrário das cadelas, as gatas costumam ficar bem mais ariscas nesse período.
Segundo Renato, animais de grande porte podem acasalar já no primeiro cio. Porém, é aconselhável que os donos de animais pequenos esperem até o segundo ou terceiro período fértil, quando já existe maturidade óssea. Na hora da escolha do pai dos filhotes, é indicado optar por um animal do mesmo tamanho da fêmea. Isso evita que os filhotes sejam muito grandes e que possa haver problemas no momento do parto.
O período de gestação dos felinos dura dois meses. Dos caninos, entre 63 e 65 dias. Até o parto, as fêmeas devem ser mantidas em locais protegidos do frio e podem voltar a receber ração de filhotes, mais rica em cálcio e proteínas.A grande maioria dos bichos tem parto natural e sem necessidade de auxílio dos proprietários. Porém, se após o período determinado de gestação o animalzinho não tiver dilatação e contrações é necessário buscar ajuda de médico veterinário. Nesses casos, pode ser indicada cesariana.
Os cães de pequeno porte geralmente têm entre dois e três filhotes. Os maiores têm uma média de oito, mas o número pode chegar a doze. Já os gatos podem ter entre dois e seis filhotes. 



Fonte:www.parana-online.com.br

Os Cães e as Cores


Os cães são cegos para o vermelho e o verde. Eles enxergam um mundo mais brilhante e menos detalhado quando comparados com os humanos. A visão periférica é melhor que a dos humanos (cães vêem mais do mundo), mas a distância não é avaliada tão bem. Os cães excedem na visão noturna e na detecção de objetos em movimento.
Essas diferenças na capacidade visual fazem sentido à luz da teoria da evolução. Uma boa percepção de profundidade e acuidade visual são necessárias para os primatas (dos quais os humanos evoluiram) saltarem pelos galhos das árvores. Uma boa visão de cores permite aos primatas escolherem as frutas mais maduras e nutritivas. Os canídeos, por outro lado, são bem adaptados como caçadores noturnos de presas camufladas.


Particularidades
1. Cores
Os cães enxergam, de certa forma, como um humano daltônico, isto é, eles são cegos para cores vermelho e verde (ocorre em 4% dos homens). Simplificando, isso ocorre devido ao fato deles terem somente dois tipos de cones ao invés de três (as células sensíveis à luz incluem os cones e bastonetes).
2. Detalhamento ou Acuidade
Uma vez que os cães não possuem fúlvea (ou área com 100% de cones), sua visão para detalhes é estimada (grosseiramente) como seis vezes menor que a de um humano médio.
3. Visão Noturna
Os cães têm uma visão noturna muito melhor por duas razões:
§ Eles têm mais bastonetes (que permitem a visão noturna)
§ Eles têm uma estrutura chamada Tapetum Lucidum, que é uma superfície reflexiva atrás da retina (área que inclui as células sensíveis à luz) que reflete a luz atrás dela (dá o estranho brilho à noite).
4. Sensibilidade ao Movimento
Os cães são mais capazes de detectar movimentos.
5. Profundidade & Campo
A figura mostra o campo de visão de um homem e de um cão. Devido à posição dos olhos, humanos têm uma sobreposição do campo de visão de cada olho num ângulo de 140 graus; nos cães essa sobreposição gira em torno de 100 graus.
Como resultado, o cão tem uma capacidade limitada de acomodação (foco em elementos a distâncias diferentes), mas uma largura geral de campo que permite a eles ver mais do mundo.
Tradução: Teresa Machado Rodrigues
Created 10/17/98. Text and images copyright © 1998 by Mark Plonsky, Ph.D.
http://www.uwsp.edu/psych/dog/DVision.htm


  Fonte:agiliteiros.com

segunda-feira, 13 de dezembro de 2010

Cães:Verme do Coração



Transmitido através de picadas de mosquitos, esta doença pode levar o seu cão à morte se não for tratada a tempo. Saiba como prevenir-se.
Os mosquitos são um praga tanto para as pessoas quanto para os pets. Um picada sua pode transmitir a larva que causa a "dirofilariose canina", ou a doença conhecida como "verme do coração", que pode levar o animal à morte se não for tratada a tempo.
A doença é conhecida como verme do coração porque o parasita se aloja no lado direito do coração e nas artérias pulmonares e pode chegar a medir até 25 cm.
Os sintomas são cansaço, respiração difícil, tosse crônica, apatia e barriga d'água. O cão pode conviver com o parasita a vida toda ou pode morrer de um a dois anos após o contágio.


Há como prevenir a doença através da ingestão de drogas, na maioria das vezes mensalmente e durante a vida toda, que matam os vermes na fase larval, antes que se desenvolvam. Estas drogas devem ser receitadas por veterinários.
A incidência dessa doença é maior nas regiões quentes, especialmente em cidades litorâneas, onde o clima favorece a propagação de mosquitos, mas há registros da doença nas grandes cidades.
Caso a doença seja diagnosticada, o tratamento é rápido e feito através da aplicação de uma injeção na coluna do cão. Os gatos também podem ser contaminados. A doença tem cura se for constatado que não há lesões no coração.
Nesta época do ano, de calor, é preciso estar mais atento. Evite levar o seu animal para viajar sem prevenir-se contra essa e outras pragas. Posse responsável é um ato de amor. ..

Fonte:mypet.terra.com.br

O Decálogo do Cão



  1. Minha vida não vai prolongar-se muito além de 10 anos. Nesse período, qualquer separação de você será muito dolorosa para mim.
  2. Me dê algum tempo para entender o que você quer de mim. Sou irracional, mas capaz de retribuir a sua estima e paciência.
  3. Tenha confiança em mim. Eu sou leal.
  4. Não fique zangado comigo por muito tempo. E não me prenda em um lugar como punição. Você tem seu trabalho, seus amigos, suas diversões. Eu só tenho você.
  5. Fale comigo de vez em quando. Mesmo que eu não entenda as suas palavras, compreendo muito bem a sua voz e simples som dela me deixa feliz.
  6. Esteja certo e seja como for que você me trate, isso ficará gravado em mim através de condicionamento.
  7. Antes de me censurar pôr estar sendo vadio, preguiçoso ou teimoso, pergunte se não há alguma coisa me incomodando. Talvez não esteja me alimentando bem. Pode ser que eu esteja com alguma dor, ou é apenas meu coração que está ficando velho e cansado.
  8. Cuide bem de mim quando eu ficar velho: você também vai ficar e certamente terá quem cuide de você.
  9. Não se afaste de mim em meus momentos difíceis ou dolorosos. Nunca diga a frase: "Prefiro não ver" ou "Faça isso quando eu não estiver presente". Tudo é mais fácil para mim quando você está ao meu lado, mesmo meus últimos momentos.
  10. Se na velhice eu estiver ao seu lado, eu saberei compreendê-lo, meu amo, porque as relações misteriosas entre nós dois estão nos segredos de Deus.

Gatos:Curiosidades,Comportamentos e Doenças



Adaptação e Comportamento:
A popularidade do gato é justificada, pois ele se adapta perfeitamente ao estilo de vida moderno. O gato que vive na região urbana fica mais protegido dentro de casa, mas os das regiões suburbanas ou rurais podem desfrutar a liberdade de perambular. Os gatos podem perfeitamente ficar sozinhos por um bom período, pois mesmo na ausência dos donos, apreciam o território que conquistaram em redor deles e em função deles. A sua estatura acomoda-se perfeitamente a uma casa pequena e não é caro mantê-lo. Exige muito menos cuidados do que o cão; não há necessidade de levá-lo para passear; é solitário por natureza e não possui espírito gregário. Não se agrada de mimos exagerados e não responde a nomes, mas sim a entonações. Os gatos adamptam-se muito bem à presença de outros animais, mesmo com o cão, seu pretenso inimigo hereditário. Basta que carícias, alimento e atenção sejam repartidos com equidade.
Um gato pode viver 15, 16 anos ou mais, o que para uma família com crianças pequenas significa que o gato vai viver até as crianças se tornarem adultas. É importante ter em mente que, como carros esportivos sofisticados, gatos de raça exigem cuidados especiais e possivelmente custam mais para “se manter bem”.
São animais extremamentes limpos; fazem suas necessidades em caixas com areia (compradas em lojas especializadas), porém devem ser mantidas sempre limpas, caso contrário eles procurarão outro lugar “para banheiro”, pois detestam entrar em caixas onde há dejetos antigos e sujas.
Um filhote pode se divertir por horas com uma bolinha ou carretel vazio, mas tome cuidado para não oferecer “brinquedos” que representem perigo, por exemplo um novelo de lã, pois ele pode mastigar e engolir a lã.
As fêmeas entram no cio por volta do 6º mês de vida e se repetirão a cada tres meses.
Elas têm um período de gestação de aproximadamente 60 dias e durante os 30 dias seguintes estarão em fase de amamentação, o que significa dizer que logo após o desmame dos filhotes ela entram novamente no período de acasalamento.
O ouvido do gato é de uma precisão extrema. A camada externa que o reveste chamada de córtex auditivo, possui dez milhões de neurônios e faz com que o gato consiga distinguir vários tipos de som próximos, simultaneamente. Os gatos também são capazes de reconhecer frequências de ultra-som, que são imperceptíveis tanto para os cães quanto para os humanos.
Os gatos se comunicam através do miado. Acredita-se que hajam 100 tipos diferentes de miados, cada um deles com o seu significado. Exemplo disso, é o miado fraco, que corresponde ao cumprimento do gato a seu dono. O miado curto indica que o gato está com fome ou deseja fazer suas necessidades, enquanto que o miado longo é a maneira de o gato expressar dor.

As Doenças mais comuns e a Vacinação:

As doenças combatidas com as vacinas são:
Herpesvírus, transmitida pelo contato direto com pessoas, gaiolas, comedouros e bebedouros contaminados, inclusive através de tosse e espirro. O maior risco de infecção ocorre em gatos não vacinados, jovens e confinados em gatis.
O herpesvirus se incuba no animal de 3 a 5 dias, e pode durar de 5 a 10 dias (ou mais), variando de animal para animal.
Os sintomas são febre frequente, anorexia e depressão, espirros, conjutivite severa, tosse, perda de voz, hipersalivação, pneumonia bacteriana, úlceras, algum tipo de infecção contraída durante a prenhez, aborto ou morte neonatal.
Calcivirus Felinos, que pode ser incubado entre 1 e 3 dias, podendo durar de 5 dias a uma semana. Seus sintomas mais frequentes são febre, espirros, úlcera na ponta do focinho, úlceras orais e no interior das patas, anorexia e depressão suaves, conjuntivite, gengivite crônica, pneumonial viral, claudicação (artirite), diarréia e vômitos.
Clamidiose Felina, que pode ser facilmente detectada quando o animal apresenta conjuntivite macropurulenta aguda ou crônica (primeiramente unilateral e, mais tarde, bilateral), corisa suave, espirros e tosse ou , até mesmo, pneumonia subclínica (detectada por exame histológico).
Para o tratamento de tais doenças, são indicadas a fluidoterapia para a prevenção da desidratação do animal, a suplementação da alimentação do animal com potássio e complexo de vitamina B, repouso e aquecimento, algum tipo de estimulante para o apetite. É importante, ainda, que os olhos e narinas sejam constantemente limpos e sejam ministrados antibióticos a fim de controlar as infecções secundárias.
No que diz respeito à vacinação contra essas doenças, recomenda-se que sejam ministradas duas doses com três semanas de intevalo entre elas e, posteriormente, que sejam reforçadas anualmente. As gatas devem ser vacinadas antes do acasalamento e, se possível, durante a prenhez (de 3 a 4 semanas antes do parto) com apenas uma vacina inativada para que os níveis de anticorpos maternos sejam potencializados não oferecendo riscos aos filhotes.
Panleucopenia
Vômitos freqüentes, falta de apetite, sede aparente são os sintomas desta doença. A Panleucopenia é uma doença causa por um vírus que provoca queda da imunidade física. Se tratada a tempo, o índice de cura é bastante alto, desde que as providências sejam rapidamente tomadas, iniciando-se pelo diagnóstico dado pelo veterinário.
Mantenha sempre o pelo limpo para que não ocorram dermatites e o único meio de prevenção é a vacina, que deve ser dada a partir da 8ª semana de vida do animal, com um reforço após 30 dias.
Envenenamento
Os envenenamentos químicos devem-se, sobretudo, à absorção de produtos químicos contidos em inseticidas e em raticidas.


Fonte:fasproteçãoanimal.org.br

terça-feira, 7 de dezembro de 2010

O Ronronar dos Gatos !!!


Quando acariciamos um gato dócil, ele normalmente começa a emitir um agradável ruído, como um "motorzinho". A verdade é que este hábito ainda não foi totalmente compreendido pelos biólogos. O certo é que o ronronar não provém de cordas vocais. Estas servem para outros sons menos agradáveis do seu repertório - os miados e gemidos.Quando um gato emite o característico ronronar de satisfação, pode-se sentir as vibrações que emanam da garganta. Dentro dela, juntamente com as cordas vocais, o gato possui um par de estruturas chamadas pregas vestibulares, ou falsas cordas vocais, e alguns cientistas acreditam que elas vibram quando o gato respira. É evidente que o ronronar exige muito pouca energia e o animal pode produzi-lo durante vários minutos seguidos.


No entanto, há quem diga que as falsas cordas vocais nada têm a ver com o ronronar e que é a sensação de prazer, que aumenta a turbulência no sistema circulatório do gato, que está na origem do fenômeno. Esta turbulência, segundo alguns cientistas, é maior onde o sangue flui numa veia excepcionalmente larga, situada no peito do animal. Quando os músculos à volta dessa veia se contraem, as vibrações provocadas pela turbulência são amplificadas pelo diafragma, antes de subirem pela traquéia e ressoarem na cavidade sinusoidal. Para os gatinhos recém-nascidos, que ainda não ouvem bem, sentirem as tranqüilizantes vibrações do corpo da mãe é provavelmente mais importante que o ronronar.
Não são só os gatos domésticos que ronronam: muitos felinos selvagens de pequeno porte, como o lince e a jaguatirica, também podem comunicar prazer dessa maneira. Contudo, os grandes felinos, como os tigres e os jaguares, não têm essa característica.
Fonte:www.osgatos.com.br

segunda-feira, 6 de dezembro de 2010

Labrador Retriever:a história da raça




ORIGEM

É provável que proceda do mesmo tronco étnico do Terra-nova, a outra raça oriunda dessa ilha.
Primitivamente chamava-se aos Labradores “pequenos Terra-nova” e ambas as raças apresentam a particularidade física de possuírem os dedos ligados por uma membrana. O Terra-nova recebeu a influência dos mastins, o que lhe proporcionou um maior porte, esqueleto forte e um pêlo mais comprido. Esses mastins tiveram seguramente origem nas montanhas dos Pirenéus, para aí levados pelos marinheiros bascos que se dedicavam à caça da baleia.

PREPARADOS PARA O FRIO

A latitude da Terra Nova faz daquelas terras uma região inóspita, fustigada por frios tremendos. Por isso é natural que as raças de cães adaptadas ao seu clima possuam características físicas apropriadas que as defendam das temperaturas baixas. Ao olharmos para um labrador podemos apreciar por um lado o seu corpo roliço, forte, com um bom tecido adiposo sob a pele que serve de câmara protectora contra o frio, e por outro um manto de pelagem apertada, espessa e impermeável. O seu tamanho, não muito grande (originariamente estes cães eram mais pequenos do que os actuais, produtos da criação britânica), o seu peito largo, que lhes permitia uma boa respiração para nadar nas águas geladas do Atlântico Norte, os seus pés com membrana, e o seu manto impermeável, faziam do labrador o cão perfeito para acompanhar as grandes barcaças de pesca e atirar-se à água, se fosse necessário, para recuperar uma rede ou um objecto que tivesse caído.
 


A SUA EVOLUÇÃO PARA CAÇADOR

Muito provavelmente, a história desta raça teria sido outra e até talvez desaparecesse, absorvida pela do seu irmão mais velho - o Terra-nova - se não se tivesse feito a fascinante descoberta de que este cão também era bom para a caça. A ilha da Terra Nova é rica em caça, especialmente em espécies aquáticas.
Os labradores eram usados com assiduidade nestas tarefas, recuperando as peças abatidas pelas espingardas e talvez até se tenham cruzado com cães cobradores e levantadores, tipo Spaniei, procedentes do Reino Unido.
Nos anos compreendidos entre 1750 e 1810, incluindo duas décadas antes e duas depois, este cobrador perfeito vai-se formando. Foram anos em que também ainda não tinham aparecido os modernos cães de exposição, que naquela altura se ncontravam em período de gestação. Um cão levantador e cobrador é o animal perfeito para caçar aves aquáticas. Naquela época, os cães procedentes de linhas de sangue empregadas na caça eram denominados “Cães de São João”. Estas circunstâncias fizeram com que os labradores adquirissem uma boa reputação como cães de caça e despertassem o interesse de alguns nobres e cavaleiros que viajavam por aquelas terras.


RAÇA RECONHECIDA E CORES

O Kennel Club britânico reconheceu oficialmente a raça como Labrador Retriever em 1903 e um ano mais tarde incluía-o dentro do grupo dos cães de caça.
Isto foi um êxito, comparando com as inúmeras raças que demoraram décadas a abandonar o grupo misto, onde competem todas as raças sem implementação no país, de modo a formarem um grupo concreto.
Os Labradores primitivos eram todos de cor negra. Todavia, em 1903, o Kennel britânico ainda não tinha feito uma classificação dos cães cobradores e por isso, nessa época, inscreveram-se cães-irmãos como o Golden (dourado) e labrador (negro), sem mencionar a textura e o comprimento do pêlo. Provavelmente, estes Golden não foram mais do que os primeiros labradores de cor amarelo-camurça.
A cor castanha é, contudo, mais recente, e teve origem nos canis do famoso criador Buccleuch.
Ao princípio eram cães castanhos com pêlo ondulado. Buccleuch foi ao afixo que inscreveu os primeiros sete Labradores nos registos de caça do Kennel Ctub e ao seu trabalho se deve um dos melhores machos de cobrição e campeões de “field” da sua época, o cão Peter of Faskally. É quase impossível encontrar uma linha de cães de campo na Grã-Bretanha ou Estados Unidos, nestes primeiros anos, que não tenha, nas suas veias, o sangue de Peter of Faskally.
O responsável pela difusão da cor dourada é outro cão destacado, Bem of Hyde, nascido em 1899, e que foi empregue como macho de cobrição em numerosas fêmeas, daí resultando os melhores labradores dourados do país.
O labrador é hoje uma das raças mais populares nos Estados Unidos, tanto como animal de companhia como na vertente de cão de caça, contando com centenas de associações por todo o país, que velam pelos seus cuidados e promoção.
Mas os cães americanos não são oriundos da ilha da Terra Nova, pois são filhos de cães britânicos levados para o Novo Mundo no princípio do século XX. A senhora Howe ofereceu vários Labradores a reputados “sportman” de Long Island (Nova Iorque) antes da Primeira Grande Guerra Mundial.
 Fonte:cpuc.org.br


Doenças graves em Cães que podem ser evitadas com a Vacinação


(1) Cinomose
A cinomose é uma doença infecto-contagiosa, causada por vírus e que atinge cães de todas as idades, mas especialmente os jovens com até 3 meses de vida. Esta doença pode ser fatal, se não descoberta logo no início e é transmitida através de secreções nasais ou da boca, fezes, água e alimentos, ou seja, por vias respiratórias ou por via digestiva.
O animal contaminado deve ser isolado, pois o vírus vive no ambiente por vários dias, meses e até mesmo alguns anos. Uma pessoa que esteve em contato com um animal infectado pode carregar o vírus até outro sadio.  Aproximadamente 50% dos cães não vacinados, se infectados com o vírus da cinomose, desenvolvem sinais clínicos da doença e aproximadamente 90% deles morrem.

(2) Hepatite (Adenovírus do tipo 1)
É enfermidade infecto-contagiosa provocada pelo vírus Adenovírus do tipo 1, própria dos cães que pode ser confundida com a cinomose.  Podem se apresentar formas clínicas distintas: Quadro Superagudo aqui a doença não é diagnosticada a não ser após a morte do animal, devido sua evolução ultra rápida, os animais são encontrados mortos pela manhã após pequenos sinais de doença na noite anterior. Nestes casos, os proprietários dos animais chegam a acreditar que a morte se deu por envenenamento. Quadro agudo - Os animais mostram apatia, falta de apetite e muita sede, além de secreções nasais e oculares (como na cinomose).  Após alguns dias a córnea fica opaca (podendo durar até 3 semanas) e coincide com novo pico de febre. O interior da garganta, encontra-se vermelho e inflamado, causando dificuldades para engolir , o que motiva vômito. O fígado fica aumentado de tamanho mas raramente ocorre icterícia (pele e mucosas amarelada).

(3) Adenovírus tipo 2
Levam a um quadro respiratório podendo resultar em broncopneumonia e pneumonia severa.  É altamente contagiosa a outros cães e seu contágio se dá pelas secreções nasais e salivares.
(4) Parainfluenza
É uma doença do trato respiratório superior (vias nasais, garganta e boca) e pode se tornar severa se ocorrer contaminação com outras bactérias ou vírus simultaneamente.  A transmissão se dá por contato direto ou veiculado por pessoas das secreções nasais e salivares.  É conhecida como uma “gripe” canina.
(5) Parvovirose
É provocada pelo Parvovírus, um vírus altamente resistente podendo permanecer ativo no quintal por semanas e até meses. É uma doença entérica, o animal apresenta apatia, falta de apetite, vômitos e muita diarréia sanguinolenta.  Pode levar o animal a morte devido à desidratação provocada rapidamente no organismo.  Animais não imunizados, de qualquer idade, porém mais freqüentemente em filhotes, podem adquirir a doença estando apenas em contato com o ambiente onde houve contaminação outrora.  O tratamento se baseia apenas no controle dos sintomas, reidratação, vitaminas e antibióticos prevenindo infecções secundárias, não há tratamento específico. O índice de mortalidade é alto, principalmente em filhotes. Filhotes de 4 – 12 semanas de idade acometidos pela doença ocasionalmente podem apresentar miocardite que pode resultar em deficiência aguda do coração após doença breve e imperceptível.  Após a infecção, muitos cães que se salvam ficam refratários a doença por um ano e cadelas soropositivas transferem anticorpos aos seus filhotes imunizando-os por até 16 semanas de idade.
(6) Coronavirose
Também causa uma doença intestinal em cães de todas as idades.  Altamente contagioso o vírus é transmitido inicialmente através do contato direto com fezes diarréicas contaminadas e pode causar enterite clínica dentro de até 4 dias após a exposição.  A gravidade da doença pode ser acentuada se houver contaminação com outros agentes simultaneamente, devido a queda de resistência do animal.  A freqüência de vômito pode diminuir 1 ou 2 dias após o surto de diarréia, mas a diarréia pode permanecer durante todo o período de evolução e a evacuação geralmente é sanguinolenta.
(7 e 8) Leptospirose  (Leptospirose canicola e Leptospirose icterohaemorrhagiae)
Ocorre em cães de todas as idades, com uma ampla variação de sinais clínicos que vai desde apatia, vômito, febre, diarréia, icterícia (pele amarelada) e nefrite crônica, geralmente após infecção aguda. Infecção por L. canicola e L. icterohaemorrhagiae não podem ser diferenciadas com sintomas clínicos.  Os animais adquirem essa doença entrando em contato com urina de roedores infectados e alojam as leptospiras em seus rins eliminando a forma contagiante (leptospiras) da doença tanto em período crônico como na fase aguda da doença.  É uma zoonose e portanto contamina seres humanos, sendo assim é uma doença de notificação pública (órgãos responsáveis) e não realiza-se tratamento para essa patologia, indicando então a eutanásia em animais doentes.

Vacina contra a Giárdia
A Giárdia é um protozoário que vive na água e pode contaminar seu animal e até mesmo os seres humanos através da ingestão de água e alimentos lavados em água contaminada.  A giardíase causa diarréia leve, com algumas estrias de sangue.  Esse protozoário se instala no instestino dos animais e acaba por prejudicar a função de reabsorção intestinal de nutrientes de sua dieta.  Não é uma doença fatal, possui tratamento, mas pode prejudicar muito a saúde do portador, sendo assim, a vacina contra a giárdia não se torna obrigatória, todavia, previne a infecção desse parasita em seu animal.
Vacina contra a Pneumonia - Bronchi-Shield III
Essa vacina foi produzida no intuíto de reforçar a V8 em animais mais sensíveis.  Ela traz imunidade para a Traqueobronquite Infecciosa Canina, contendo os principais agentes envolvidos: vírus da Parainfluenza, Adenovírus do Tipo 2 e Bordetella bronchiseptica,  sendo a última, a grande responsável pela famosa “Tosse dos Canis”.
Vacina contra a Leishmaniose
A primeira vacina do mundo contra Leishmaniose Visceral Canina, produzida por um dos maiores laboratórios do mundo – Fort Dodge. É uma vacina inativada e de subunidade, feita através de um extrato inativado de promastigotas de Leishmania donovani. A leishmaniose é uma zoonose (podendo ser transmitida ao homem).  É transmitida pela picada do mosquito do gênero Phlebotomus, que transmite a doença tanto ao cão como ao homem.  Possui sintomas dermatológicos (“verrugas” e feridas típicas na pele), causa febre, apatia, falta de apetite, fraqueza e também sintomas viscerais.  Não aconselha-se o tratamento dessa doença, sendo sugerido a eutanásia em animais doentes devido ao problema zoonótico.
Vacina contra a Raiva
A raiva é uma doença provocada por vírus, caracterizada por sintomatolo gia nervosa que acomete animais e seres humanos. Transmitida por cão, gato, rato, bovino, eqüino, suíno, macaco, morcego e animais silvestres, através da mordedura ou lambedura da mucosa ou pele lesionada por animais raivosos. A raiva pode apresentar vários sinais clínicos, tornando-se difícil diferenciar de outras síndromes nervosas aguda progressivas. Os sinais podem incluir alterações de comportamento, depressão, demência ou agressão, dilatação da pupila, fotofobia (medo do claro), incordenação muscular, mordidas no ar, salivação excessiva, dificuldade para engolir devido à paralisia da mandíbula, ataxia e peresia dos membros posteriores progredindo para paralisia. Neste estágio o animal pára de comer e beber. Tanto no homem como nos animais, quando os sintomas da moléstia se manifestam, já não há mais cura possível - a morte é certa.
Por todos esses sintomas que descrevi espero que não haja dúvidas quanto a necessidade da vacinação do seu animal.  A vacinação deve ser feita assim:
  • São 3 doses da vacina V8 ou V10, a partir dos 45 dias de vida em intervalos de 21 - 30 dias.  Fazer reforço anual em dose única.
  • Vacina anti-rábica aos 4 meses de idade (dose única) e reforço anual.
  • Vacina contra Giardia e Pneumonia a partir dos 45 dias, com reforço após 30 dias e reforço anual em dose única. (Opcional).
  • A vacina V10 difere da V8 apenas por possuir antígeno para dois tipos de Leptospiras a mais, ou seja, além da proteção contra a L. canicola e L. icterohaemorrhagiae também possuí antígenos contra a Leptospirose pomona e Leptospirose grippotyphosa.
  • Fonte:sospetshop.com.br

Cães e gatos:corte das unhas






As unhas dos cães e gatos diferem das do homem por estarem mais intimamente unidas ao osso da ponta do dedo. Seu leito é mais irrigado einervado e, se cortarmos demais, haverá sangramento e dor. Como saber então até onde cortar? Nos animais com unhas brancas é fácil, pois vemos os vasos sangüíneos na cor vermelha no leito ungueal e temos como evitá-los. Já nos de unhas escuras, é mais difícil acharmos o ponto certo de corte. Na dúvida, o melhor é irmos cortando aos poucos a fim de evitarmos acidentes.



Um bom parâmetro vara vermos se há necessidade de corte e até onde cortar é pormos o animal de pé e vermos se as unhas tocam o solo.




O tamanho correto da unha deve ser o que permite que as pontas das unhas toquem o solo, mas os dedos não fiquem dobrados. Isto se aplica aos cães, mas nos gatos, as unhas são retráteis e não tocam na superfície do solo. Inclusive, para cortá-las, precisamos fazer pressão nos dedos para expô-las.



Se ao cortar as unhas, houver sangramento, tenha calma. Segure um chumaço de algodão com água oxigenada sobre a unha e aclame o animal. Após algum tempo, o sangramento cessará.

 Fonte:cveuropa.com
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