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quarta-feira, 18 de março de 2015

Doença de Lyme


A Doença de Lyme é uma zoonose comum e tem ocorrência frequente no hemisfério norte, principalmente nos Estados Unidos. É uma enfermidade infecciosa, causada pela bactéria Borrelia burgdorferi e transmitida pela picada de carrapatos. Pode acometer cães e gatos, os quais não apresentam manifestações clínicas.

 No Brasil, os primeiros casos foram descobertos em humanos no ano de 1992. O grupo acometido, após ser picado por carrapatos, começou a ter manchas na pele, sintomas de gripe e artrite. Após análises, isolaram esta bactéria e descobriram que o carrapato implicado no caso era o Amblyoma cajenense. Atualmente, a doença de Lyme já foi diagnosticada em cães na cidade de São Paulo e Rio de Janeiro, tanto no interior quanto no litoral, sendo que, nas regiões onde encontraram os cães infectados também foram encontrados humanos com o mesmo problema.


Borrelia burgdorferi é uma bactéria do grupo das espiroquetas, isto é, seu corpo é em formato de saca-rolhas, se movimenta em espiral e são anaeróbias, isto é, não precisam de oxigênio para “respirar”. Ao causarem uma infecção, podem danificar diversas partes do organismo, causando, desde uma artrite a quadros de encefalite e pode levar a óbito. Nos humanos, um dos primeiros sinais é o aparecimento de uma mancha circular avermelhada, tendo como sintomas grande quadro de latência e episódios de polineuropatias.

Os sintomas mais comuns nos cães são dores articulares (relutância ao se movimentar), inchaços nos gânglios linfáticos, febre e letargia. Os animais mais acometidos são aqueles que convivem perto de equinos, sendo que o carrapato do cavalo (Amblyoma cajenense) geralmente é o mais frequente na transmissão da Borrelia burgdorferi aqui no Brasil. 


Ao levar o animal de estimação em zonas rurais, deve-se ter muito cuidado para preveni-lo de doenças como essa, para isso recomenda-se o uso de medicamentos anti carrapatos, coleiras carrapaticidas e manter a limpeza completa do ambiente onde o animal irá dormir. Cuidados esses que garantem a saúde do animal e acabam reduzindo gastos com medicamentos para o pet.

 O diagnóstico de um animal contaminado é feito após exames clínicos completos, junto com informações que o dono deverá fornecer sobre o histórico do bichinho e exames complementares como sorologia ou isolamento para detectar a presença da bactéria e, assim, concluir o prognóstico do veterinário. Para o tratamento, é realizada terapia com antimicrobianos à base de substâncias como doxiciclina e amoxicilina, ou, dependendo do quadro sintomático, pode ser realizado um tratamento de suporte, como hidratação, e uso de analgésicos e anti-inflamatórios.

 Fonte:http://dicas.petlove.com.br
É de conhecimento comum que carrapatos podem significar grandes riscos ao bem-estar dos nossos pets. Agentes transmissores de doenças como a babesiose e a erlichiose, comumente conhecidas como as doenças do carrapato, estes parasitas também podem ser responsáveis por ocorrências como a paralisia do carrapato e a doença de Lyme, que vamos tratar neste artigo.
Também conhecida como borreliose, a doença de Lyme é causada por uma bactéria chamada Borrelia burgdorferi, que é transmitida aos animais através da picada de um carrapato infectado. Ao atingir o hospedeiro, a bactéria pode causar desde uma artrite até quadros graves de encefalite (infecção cerebral) que podem levar ao óbito do animal acometido. Sendo uma zoonose, seres humanos também podem adquirir a doença de Lyme através da picada do carrapato, podendo, dependendo do estágio da doença, tratá-la com antibióticos.
Fonte: CachorroGato @ http://www.cachorrogato.com.br/cachorros/doenca-lyme-caes/
É de conhecimento comum que carrapatos podem significar grandes riscos ao bem-estar dos nossos pets. Agentes transmissores de doenças como a babesiose e a erlichiose, comumente conhecidas como as doenças do carrapato, estes parasitas também podem ser responsáveis por ocorrências como a paralisia do carrapato e a doença de Lyme, que vamos tratar neste artigo.
Também conhecida como borreliose, a doença de Lyme é causada por uma bactéria chamada Borrelia burgdorferi, que é transmitida aos animais através da picada de um carrapato infectado. Ao atingir o hospedeiro, a bactéria pode causar desde uma artrite até quadros graves de encefalite (infecção cerebral) que podem levar ao óbito do animal acometido. Sendo uma zoonose, seres humanos também podem adquirir a doença de Lyme através da picada do carrapato, podendo, dependendo do estágio da doença, tratá-la com antibióticos.
Fonte: CachorroGato @ http://www.cachorrogato.com.br/cachorros/doenca-lyme-caes/
A doença de Lyme tem o seu nome a partir da cidade de Lyme, Connecticut. Aqui, o primeiro surto da doença foi monitorada. Uma bactéria, denominada Borrelia burgdorferi é responsável por esta doença. Esta bactéria é transmitida pela picada de um carrapato. Diz-se que, de todas as espécies de carrapatos, apenas três espécies são conhecidas para transmitir a doença. Segundo a pesquisa, a doença de Lyme em cães é transmitida através da picada de um carrapato ou um carrapato de patas negras. Os sintomas geralmente ocorrem dentro de um período de dois a cinco meses de o cão ser picado por um carrapato. - See more at: http://caes.topartigos.com/sintomas-da-doenca-de-lyme-canina.html#sthash.lPZvxPnF.dpuf

terça-feira, 17 de fevereiro de 2015

Tosse seca em Cães Idosos


A Insuficiência Cardíaca Congestiva (ICC) esquerda é um problema que acomete principalmente os cães maduros ou idosos de pequeno porte. Ele ocorre por conta de uma falha na valva mitral (uma "portinha", que separa o átrio do ventrículo esquerdo), que permite que o sangue volte de um compartimento para outro do coração. A causa dessa falha pode variar bastante: pode ser um problema genético, pode ser uma doença degenerativa, ou até mesmo uma infecção (comumente causada por bactérias que se deslocam dos dentes com doença periodontal para o coração).

Os cães que têm essa falha apresentam o chamado "sopro cardíaco", que é um ruído diferente que o veterinário ouve enquanto examina o coração, e que ocorre por conta do barulho que sangue faz quando volta de uma câmara para outra. Em condições normais, o sangue flui apenas dos átrios para os ventrículos (ver esquema abaixo); no caso destes pacientes, parte do sangue do ventrículo esquerdo volta para o átrio. O sopro indica apenas que o coração está doente, mas não necessariamente insuficiente. Quer dizer: mesmo com o sopro, há muitos indivíduos cujos corações continuam dando conta do recado normalmente - e não precisam ser medicados, nem necessitam de cuidados especiais. 



Quando o coração deixa de conseguir bombear corretamente o sangue é que se diz que o cão tem insuficiência cardíaca. É nesse momento que ele começa a apresentar sinais, como cansaço, sono excessivo, e a característica tosse seca (que parece um engasgo). Além dos sinais e do sopro, o diagnóstico pode ser confirmado com o auxílio de radiografias e do ecocardiograma



O eletrocardiograma destes cães costuma ser normal, e, por isso, este exame não tem grande valor diagnóstico para estes casos. Uma vez confirmada a insuficiência, o cão precisa ser tratado. O tratamento, geralmente feito com diuréticos e outras medicações anti-hipertensivas, associadas a uma dieta diferenciada, visa a diminuir o volume de sangue a ser bombeado pelo coração, de modo que ele não precise se esforçar tanto. O cão ainda pode fazer exercícios, porém, estes devem ser moderados.


 É importante ressaltar que este problema não tem cura; o tratamento apenas retarda a sua progressão, e dá conforto respiratório ao animal. Os medicamentos usados no tratamento da insuficiência cardíaca infelizmente possuem efeitos colaterais, e podem acabar afetando os rins (cabe notar que o simples fato de haver um problema cardíaco já costuma ter efeitos negativos sobre os rins). Os pacientes que estão em tratamento para insuficiência cardíaca devem ser acompanhados de perto pelo veterinário, e podem precisar de reajustes e trocas de medicamentos conforme o problema for progredindo. 

Leia mais na Fonte: http://www.meucaovelhinho.com.br/saude/icc-esquerda-a-tosse-dos-velhinhos

terça-feira, 3 de fevereiro de 2015

Lúpus


Lúpus em Cães, podemos falar que o sistema imunológico é uma barreira de defesa responsável por combater agentes patogênicos que por ventura entram no organismo, impedindo que se instalem ou eliminando-os depois de já instalados. Algumas vezes, por motivo desconhecido, essas células de defesa se voltam contra as células do próprio organismo, causando doenças denominadas autoimunes.

Uma destas doenças autoimunes é o lúpus que pode atingir humanos, gatos e principalmente cães. Esta   doença que pode manifestar-se como uma inflamação em qualquer parte do corpo, incluindo coração, rins, pulmões, articulações, pele, especialmente da face e do nariz, e também sangue. Existem dois tipos conhecidos de lúpus: o  LES (Lúpus Eritematoso Sistêmico) e o DLE (Lúpus Eritematoso Discoide).  Elas se diferem: por o lúpus sistêmico poder afetar todo o corpo enquanto o lúpus discoide poder afetar apenas a pele.


Causas

As causas para estas doenças são desconhecidas, podendo ser tanto por fatores genéticos como ambientais. Especialistas acreditam serem hereditárias e os cães já serem geneticamente predispostos a desenvolverem um dos tipos de lúpus. Somado a isto, fatores ambientais como luz solar e produtos químicos podem contribuir para o desenvolvimento do lúpus.

As raças que mais frequentemente são atingidas por esta doença são: Shetland Sheepdog, Collie, Afghan Hound, Beagle, Setter Irlandês, Old English Sheepdog, Poodle e Pastor Alemão.




Sintomas

Os sinais clínicos são muitos e variam de leves a graves dependendo dos órgãos afetados.
 O lúpus sistêmico pode causar:
1. artrite
2. claudicação (que é uma sensação dolorosa nos membros inferiores devido à insuficiência de circulação)
3. inflamação das articulações e músculos, inclusive o do coração
4. lesões e infecções de pele
5. perda de pelo em cães.
6.  febre
7. gengivas pálidas
8. aumento da micção


Por afetar as articulações e músculos, o animal pode tornar-se letárgico e, quando atinge órgãos importantes do corpo, pode levar à anemia, anorexia, confusão, convulsões e a um aumento do fígado, baço e linfonodos, confusão e convulsões.

O lúpus discoide, por sua vez, pode causar:

1. afeta apenas a pele, especialmente da face e focinho.
2. lesões e feridas causando uma mudança na aparência da mesma e despigmentação do nariz.
3. aos poucos, a pele das áreas afetadas pode começar a descamar.
4. com frequência, desenvolver úlceras.



Diagnóstico e Tratamento

Por serem tão variados, os sinais clínicos fazem com que o lúpus possa ser confundido com muitas outras doenças. Além de um detalhado exame físico, são necessários diversos exames laboratoriais como hemograma, leucograma, exame de urina, teste de anticorpos antinucleares, teste de imunofluorescência e biópsia da pele para diagnosticar a doença.

Infelizmente, o lúpus não pode ser curado, mas seus sintomas e complicações podem ser atenuados com tratamento apropriado. O tratamento é em grande parte determinado por fatores como: órgãos afetados pela doença, sua gravidade, estado geral de saúde e bem-estar do animal.

No geral, pode-se:

1.  Usar anti-inflamatórios esteroidais ou não esteroidais.
2. Para casos mais graves, medicamentos imunossupressores.
3. Os animais não devem ser expostos à luz solar forte, precisando usar filtro solar potente.
4. Tomar suplementos de vitamina E.
5. Em casos muito graves, a internação inicial para equilibrar o metabolismo animal, pode ser necessária.

Se o bichinho não estiver se movimentando direito, os cuidados com higiene e limpeza do ambiente precisarão ser redobrados. Com o diagnóstico precoce e o tratamento adequado, os sintomas do lúpus em cães podem ser controlados em grande medida e eles podem sobreviver muitos anos sem grandes complicações. É importante não esquecer que seu cãozinho precisará de ainda mais do seu carinho e atenção.

Fonte: http://dicas.petlove.com.br
Lúpus em Caninos
Lúpus eritematoso em cães podem ser de dois tipos, a saber, o lúpus eritematoso sistémico (LES) e o lúpus eritematoso discóide (DLE). Lúpus sistémico ou LES pode literalmente afectar qualquer parte do corpo, mais comumente articulações, pele, sangue e os rins. Por outro lado, o lúpus eritematoso discóide não afecta todo o corpo, em vez disso ele ataca apenas a pele, especialmente da face e do nariz. Em cães, lúpus discóide é encontrado para ser mais prevalente do que o lúpus eritematoso sistêmico.
- See more at: http://caes.topartigos.com/doenca-de-lupus-em-caes.html#sthash.YathrGdw.dpuf

terça-feira, 27 de janeiro de 2015

Distúrbio nos Cílios de Cães e Gatos



-Distiquíase 

é um cílio que cresce a partir de um ponto anormal na pálpebra.

-Cílios ectópicos 

 são pêlos simples ou múltiplos, que crescem através do interior da pálpebra. Em todas essas condições, o cabelo dos cílios pode entrar em contacto com e danificar a córnea ou conjuntiva do olho.



Estas condições são comumente vistos em cães jovens, mas os cães de qualquer idade ou raça pode ser afetada. 
Contudo, triquíase tende a aparecer mais freqüentemente em Pekingese, Cocker Spaniel Inglês, pugs, e bulldogs;

A distiquíase é comum em Pequinês,Cocker Spaniels, em Dachshunds miniatura pêlo longo, bulldogs Inglês, Golden Retrievers, Poodles Toys e miniatura, Pastores de Shetland

Cílios ectópicos são mais comumente encontrados em Dachshunds, Lhasa Apsos, Shih Tzu, Boxers, Golden Retrievers, e Shetland e Sheepdogs.

Sintomas 
 
-Triquíase
 
Alteração na pigmentação da íris (parte colorida do olho)
Anormais ou espasmos tique-taque da pálpebra (blefaroespasmo)
Transbordamento de lágrimas (epífora)
Inchaço dos olhos

-Distiquíase
 
Na sua maioria não apresenta sintomas visiveis
Cílios duros
Lesões no olho feitas com a pata
Contração da pálpebra (blefaroespasmo)

Transbordamento de lágrimas (epífora)
Aumento dos vasos sanguíneos na córnea
Mudança na pigmentação da íris
Úlceras de córnea


 

 
-Cílios ectópicos
 
Dor nos olhos
 
Espasmos da pálpebra (blefaroespasmo)
Transbordamento de lágrimas (epífora)

Causas
 
Conformação facial e predisposição racial
Etiologia desconhecida em muitos gatos

Diagnóstico
 
O veterinário irá verificar cuidadosamente as estruturas dos olhos e cílios para dicernir exatamente qual o tipo de distúrbio afeta os cílios do seu cão. O diagnóstico geralmente é simples na maioria dos casos. Ele irá realizar um teste de Schirmer lágrima para medir a produção de lágrimas e avaliar se o olho afetado é capaz de produzir lágrimas suficientes para mantê-lo húmido, e pingará uma gota de fluoresceína sobre a superfície do olho para  tornar visível úlceras na córnea.

Medir a pressão intra-ocular (dentro do olho)  também é um teste importante para avaliar o olho. Este teste permitirá que o seu veterinário possa avaliar o nível de pressão do fluido dentro do olho. Testes mais específicos podem ser realizados para avaliar as estruturas superficiais e profundas do olho.


Tratamento
 
Eliminando a causa da  irritação dos olhos irá resolver os sintomas na maioria dos casos.
Em caso de triquiase, em alguns pacientes, o cílio vai ser encurtada para evitar irritação nos olhos. Em outros pacientes a cirurgia pode ser necessária para a correção do defeito.
 
Em distiquíase nenhum tratamento é geralmente necessária. Cílios que foram arrancadas mecanicamente irão retornar dentro de quatro a cinco semanas, e precisarão ser novamente removido. Em alguns casos de distiquíase, a cirurgia pode ser necessária. Por exemplo, nos casos em que o cílio é uma irritação freqüente para a superfície do olho.
 
Em caso de cílios ectópicos, cirurgia é o método preferido para remover os pêlos dos cílios ectópicos.

Fonte: http://dicaspeludas.blogspot.com.br/2012/04/cilios-disturbios-em-caes.html

Cães de Focinho Rosa


A cor do nariz (trufa) dos cachorros é determinado por fatores genéticos. Apesar de ser normalmente preta, a pigmentação do nariz também pode ser rosa, marrom e da cor do cachorro. Então cachorro com nariz rosa é normal? Sim, mas também pode significar algum problema de saúde.

O caso mais comum de cachorros em que o nariz vai perdendo a coloração preta e se tornando rosa é o chamado “snow nose” (nariz de neve) ou “winter nose” (nariz de inverno), é quando o pet troca a coloração do nariz durante o inverno e voltando ao preto durante o verão. Isto é comum em raças como o Labrador Retriever, Golden Retriever, Boiadeiro Bernês e o Husky Siberiano.




 Em diversas raças o cachorro pode apresentar a troca na coloração do nariz de preto para marrom ou rosa durante o envelhecimento. A causa está na enzima Tirosinase, responsável pela produção do pigmento. A enzima também é sensível a temperatura e funciona melhor em temperaturas quentes, o que explica a mudança da cor no inverno.

Problemas físicos do animal também podem causar a perda na coloração do nariz. Às vezes, o nariz fica rosa devido a doença ou trauma, uma vez curado, o nariz volta a ter a cor original. O mesmo acontece se o cachorro machuca o nariz com algum arranhão ou corte.

Alguns cachorros têm alergias à materiais plásticos e a utilização de potes para alimentação e água podem irritar o nariz do seu pet, neste caso, utilize potes de aço inox.



Filhotes


Em muitas raças de cachorros os filhotes apresentam o nariz rosa no nascimento e com o tempo, que pode variar de semanas a meses, se tornam pretos.


Vitiligo


Vitiligo é uma doença no sistema imunológico que podem ser a causa de nariz rosa em cachorros. Porém, cachorros com essa doença normalmente apresentam manchas brancas pelo corpo. Algumas raças têm mais propensão de apresentar Vitiligo: Doberman, Pastor Alemão, Rottweiler e Dachshund. Um veterinário poderá diagnosticar a doença. O Vitiligo canino não é um risco a saúde do animal e há alguns tratamentos para amenizar a descoloração do cachorro.

Proteção


Se você tem um cachorro com nariz rosa, utilize protetor solar de uso veterinário na parte despigmentada do animal. Sem proteção, poderá ocorrer queimaduras e até desenvolver câncer. Há casos em que os donos escolhem tatuar o nariz do cachorro com tinta preta, desta forma o protegem do sol.

Ao identificar alguma mudança na coloração do nariz do seu pet, analise sua condição física, se o cachorro continua se alimentando, brincando e aparentemente saudável, provavelmente não há com o que se preocupar. De qualquer forma, sempre aconselhamos a levar o pet ao veterinário, só ele poderá tirar suas dúvidas e fazer uma melhor analise do animal.


Fonte:http://reidobanhoetosa.blogspot.com.br

quarta-feira, 21 de janeiro de 2015

Vitamina E e Óleo de Peixe para Cães


As gorduras e as vitaminas necessárias estão em falta em muitas das comidas comercializadas para animais de estimação hoje em dia. Outras comidas contêm ingredientes instáveis ou balanceados indevidamente. Ácidos graxos ômega e antioxidantes como a vitamina E são essenciais para um cão saudável. Óleo de peixe e vitamina E podem ser dados como alimento separadamente ou juntos, além de existirem alguns tipos de óleo que contêm a vitamina E. A suplementação da dieta pode prevenir potenciais riscos de saúde assim como também tratar dos problemas atuais do cão.



Óleo de Peixe:

Os ácidos graxos ômega-3 disponíveis no óleo de peixe têm um efeito anti-inflamatório. Os ômega-3 ativos (disponíveis) no óleo de peixe são os ácidos eicosapentanóicos (EPA) e os ácidos docosahezanóico (DHA). O EPA reduz o dano à cartilagem das juntas ao reduzir a ação de enzimas da artrite. Use o óleo para ajudar a reduzir coceiras e outros problemas relacionados a alergias. Adicionar o óleo de peixe à dieta nutre a pele e a pelagem. 

O óleo também é bom para a saúde do coração, da visão e das juntas. A redução na inflamação reduz a dor associada à artrite; outros benefícios também incluem a melhora da função de imunidade. Suplemente a dieta para um cão que sofra de qualquer tipo de doença inflamatória para diminuir os sintomas e o desconforto.


Vitamina E:

A vitamina E é um solúvel de gordura e um antioxidante muito potente. Reduz a oxidação de gordura e aumenta a produção do colesterol HDL. A vitamina E está ligada à melhora na circulação, prevenção de catarata, melhora na função de imunidade e diminuição do processo de envelhecimento. Em doses maiores, a vitamina E atua como um poderoso anti-inflamatório diminuindo a produção de prostaglandinas e leucotrienos. 

A vitamina E é acrescentada a maioria das comidas secas de animais de estimação, mas ela degrada rapidamente a partir do momento que o saco é aberto; portanto, deve ser suplementada. Dê aos cães de dois anos de idade ou menos, uma quantidade abaixo de 400 UI por dia. Dê 800 UI de vitamina E, por dia, para cães com mais de dois anos de idade.


 

 

Prevenção do câncer:




Ambos o óleo de peixe e a vitamina E ajudam a prevenir o câncer. A vitamina E proíbe a proliferação das células cancerígenas. Suplemente com óleo de peixe para impedir o crescimento e a disseminação de células cancerígenas. Muito ômega-6, comum em muitos alimentos, pode estimular o crescimento do câncer. O óleo fornece ômega-3 para corrigir o equilíbrio e estabilizar os níveis.

Aplicação:

Óleo de peixe pode ser dado oralmente a cães através de cápsulas ou líquido. As cápsulas podem ser abertas e colocadas na comida ou dadas inteiras. Assim que o cão perceber o que há dentro da cápsula, eles irão comê-la rapidamente. A vitamina E pode ser dada oralmente através de líquido ou cápsulas também. Ainda, a vitamina E pode ser aplicada topicamente à pele e pelagem do cão para agir com suas propriedades hidratantes.

Fonte: ehow.com.br

Vitiligo em Pets



O que é?

É uma distúrbio da pigmentação da pele e dos pêlos de origem desconhecida, provavelmente imuno-mediada ou hereditária em alguns casos.


 As raças mais acometidas são Pastor alemão, Collie, Rottweiler, Schnauzer e Siamês.




 

Sintomas principais

Branqueamento da pele do pelame ao redor dos olhos, nariz, lábios e cabeça., podendo evoluir por todo o corpo. 


Os coxins e as unhas também podem ser afetados. 

Normalmente acomete animais jovens.



Fonte: http://dermatopet.com.br

terça-feira, 23 de dezembro de 2014

Tumor de Mama em Gatas


 Os tumores da glândula mamária são os tumores mais comuns nos animais de companhia. Estima-se que estes tumores ocorram aproximadamente em 0,2 % das fêmeas, sendo cerca de metade malignos, tendo maior hipótese de se espalharem para outras partes do corpo.
A maioria dos tumores mamários aparece como nódulos nas glândulas mamárias, associado ou não a aumento da glândula mamária, sendo somente possível diagnosticar a malignidade (ou não) do processo, após exame microscópico das lesões em questão. Os tumores mamários malignos, também chamados de “cancro da mama” podem ser subclassificados em vários tipos de carcinomas, adenocarcinomas, tumores mistos malignos, ou sarcomas.

 

Diagnóstico

Quando um tumor mamário maligno é diagnosticado num animal, é aconselhável realizar uma série de exames para permitir saber o estado de evolução do cancro, ou seja, saber se as células tumorais metastizaram (espalharam) para outras partes do corpo e o seu grau de extensão. Estes testes podem incluir radiografias torácicas e abdominais e/ou ecografia abdominal.

Os locais mais comuns de metástases deste tipo de tumor são os pulmões e os linfonódos. Este tipo de exame permite detectar a existência de nódulos tumorais nos diferentes orgãos do corpo, sendo, no entanto, impossível de detectar nódulos com o tamanho inferior a 0,5cm, aproximadamente.


 
Tratamento
 
A remoção cirúrgica do(s) tumor(es) é o tratamento de eleição para os tumores mamários, sejam eles benignos ou malignos, que não se tenham alastrado para além das glândulas mamárias e linfonodos adjacentes.
A maioria dos tumores benignos são curados por cirurgia e aproximadamente metade dos malignos também o são, quando são removidos antes de haver metastização das células tumorais. Os tumores maiores que 3cm e de maior grau têm maior probabilidade de recorrência (70% no espaço de um ano) que os mais pequenos e de menor grau de malignidade (recorrência de 30% num ano).

Ainda não foi definido um protocolo de quimioterapia que seja efectivo para este tipo de tumores, sendo somente reservado para aqueles casos em que os tumores não podem ser removidos por cirurgia.




Prevenção

É importante realçar que os tumores mamários podem ser prevenidos através da realização da ovariohisterectomia (esterilização) em idade jovem.

O risco de desenvolvimento de tumores mamários é de cerca de 0,05% nas fêmeas esterilizadas antes do primeiro cio, 8% entre o primeiro e o segundo cio, e 26% naquelas que foram esterilizadas após o segundo cio, sendo muito aconselhável realizar a esterilização precoce naqueles animais que não têm fins reprodutivos.

A administração de anticonceptivos hormonais (pílulas e injecções contra o cio) aumenta consideravelmente o risco de cancro da mama no seu animal e devem ser evitados.


Fonte: hospitaldosanimais.com

sexta-feira, 28 de novembro de 2014

Pseudociese



Este quadro pode ocorrer em fêmeas não esterilizadas (mais comum em cadelas do que em gatas), em geral 6 a 12 semanas após o cio.

As fêmeas apresentam comportamento e sinais físicos de gravidez, sem estarem grávidas:

  • preparam o ninho, raspando o chão e/ou camas e tapetes
  • tratam brinquedos, sapatos e almofadas como se fossem filhotes, carregam com a boca, lambem e podem ficar agressivas, protegendo o “filhote falso”
  • aumento das glândulas mamárias – pode haver secreção fluida ou de leite
  • letargia, depressão e secreção vaginal – ATENÇÃO! Estes sinais podem ser de piometra (infecção uterina grave) e sua cadela deve ser examinada por um veterinário o mais rápido possível.


Apesar do termo “Gravidez Psicológica”, este quadro é causado por alterações hormonais, ainda pouco compreendidas. O aumento da prolactina e a diminuição da progesterona podem levar à pseudociese.

A esterilização é a melhor medida para evitar a pseudociese.
É possível que mesmo após a castração (se for realizada no diestro) a fêmea desenvolva estes sintomas, mas a partir do próximo cio, não ocorrerá mais.

A pseudociese não interfere na capacidade reprodutiva da fêmea.
Outras patologias reprodutivas podem ser confundidas com a pseudociese, como a mastite (inflamação das glândulas mamárias), tumores de mama, piometra  – confirme o diagnóstico com o veterinário dos seus animais.


Para confirmação diagnóstica, pode ser necessário realizar uma radiografia ou ultrassonografia para afastar a possibilidade de uma gravidez (real) ou de infecção uterina (piometra).
Na maioria das vezes, não é necessário medicação para cessarem os sintomas. Em aproximadamente 2 a 3 semanas, tudo voltará ao normal.

Evite estimular a secreção de leite, às vezes, a cadela mama nela mesma, ou outro animal da casa pode fazê-lo. Se necessário, vista uma roupa cirúrgica (saiba mais) ou colar Elizabetano (saiba mais) para impedir o acesso às mamas .
A esterilização não elimina os sinais durante o quadro de pseudociese, mas previne que ele ocorra novamente.

Se sua cadela estiver com muita produção de leite, dor nas mamas e prostração, pode ser necessário usar uma medicação para secar o leite, leve-a para consulta veterinária.

Fonte: bichosaudavel.com

quarta-feira, 12 de novembro de 2014

Cães e Insuficiencial Renal



Cães

A insuficiência renal crônica pode afetar cães de qualquer raça, sexo e idade. A idade media em que ocorre maior incidência de insuficiência renal crônica em cães é sete anos. A insuficiência renal crônica de origem genética (hereditária) costuma ocorrer nas seguintes raças: Basenji, Beagle, Bull Terrier, Cairn Terrier, Chow Chow, Cocker Spaniel, Dobermann Pinscher, Pastor Alemão, lhasa Apso, Shih Tzu, Maltes, Schnauzer, Norwegian Elkhound, Rottweiler, Samoieda, Shar Pei e Poodle.
 
Visão Geral
 
A insuficiência renal crônica, ou IRC, é uma doença grave geralmente encontrada em cães idosos, porem pode ocorrer em qualquer idade. Os sinais mais comuns da enfermidade são: polidipsia (aumento do consumo de água) , poliúria (micção em excesso), apatia, perda de apetite e vomitos.
A insuficiência renal crônica é causada por um processo normal de envelhecimento, devido ao declínio do funcionamento renal com o tempo. Tambem ocorre após longos períodos de insultos renais decorrentes de doença periodontal, hipertensão arterial, diabetes e outras endocrinopatias, infecções, hematozoários, filariose etc...Os sinais mais comuns da doença, como o aumento do consumo de água e micção freqüente, são tentativas do organismo de compensar a perda das funções renais, eliminando resíduos que se acumularam na corrente sanguínea.

Como a doença é progressiva e irreversível, o prognóstico para os cães afetados é ruim. Embora o tratamento raramente melhore as funções renais dos cães afetados, pode aliviar os sintomas e trazer um maior conforto para o animal. Cães afetados pela enfermidade têm uma expectativa de vida que pode variar de meses a alguns anos, dependendo dos fatores causais e de como estes fatores são tratados. atualmente com os avanços da medicina veterinária no Brasil, com a possibilidade de se utilizar a hemodiálise para controlar a uremia e com novos medicamentos e clinicas especializadas em nefrologia veterinária, podemos contar com a possibilidade de tratamentos que trarão melhoras clinicas, dando uma boa sobrevida  com qualidade para o animal afetado.


 
Sinais Clínicos
 
Os sinais clínicos mais comuns de insuficiência renal crônica são, polidipsia, aumento do consumo de água, e poliúria, ou micções mais freqüentes. Outros sinais são, letargia, anorexia, perda de peso, vômitos, diarréia, úlcera gástrica e/ou intestinal, mau hálito, fraqueza e intolerância ao exercício, ou inabilidade de se exercitar normalmente sem se cansar. Se associada à hipertensão (pressão alta), a insuficiência renal crônica pode levar à cegueira.
 
Descrição
 
A insuficiência renal crônica é uma desordem causada pelo mau funcionamento gradual dos rins ou pelas conseqüências de longo prazo de uma insuficiência renal aguda. Os rins têm algumas funções essenciais à sobrevivência tais como a excreção, a reabsorção de fluidos e alguns processos endócrinos. Eles filtram os resíduos da corrente sanguínea, de forma a excretá-los do corpo através da urina. Os rins também produzem hormônios como eritropoietina, que estimula a medula óssea a produzir novas hemácias (glóbulos vermelhos). Os sintomas da insuficiência renal crônica geralmente aparecerão quando setenta e cinco por cento do rim de um cão já estiverem comprometidos.
Os sinais mais comuns da doença, como o aumento do consumo de água e a urina em grandes volumes, são tentativas do organismo de compensar a perda das funções renais, eliminando resíduos que se acumularam na corrente sanguínea.

A causa mais comum da insuficiência renal crônica é o processo normal de envelhecimento, que provoca a perda gradual das funções renais. Como a doença é progressiva e irreversível, o prognóstico para os cães afetados é ruim. A meta primordial do tratamento é aliviar os sintomas que comprometem a qualidade de vida do cão. Dependendo de quão rápido seja o progresso da doença, os cães afetados podem sobreviver de semanas até anos. Outras causas comuns são a doença periodontal negligenciada, uso abusivo de antiinflamatórios por longo tempo, hipertensão, doenças cardíacas, hematozoários, endocrinopatias etc...



Diagnóstico
 
O veterinário vai primeiro identificar e corrigir qualquer doença renal pré-existente que possa exacerbar ou mascarar a insuficiência crônica, assim como todo e qualquer fator que esteja originando novos insultos renais. Um diagnóstico de insuficiência renal crônica necessita de exame físico e diversos testes laboratoriais. O exame físico do animal afetado geralmente revela desidratação, rins pequenos ou irregulares, caquexia ou grande perda de peso, membranas mucosas ou gengivas descoradas, úlceras orais e mau hálito ( hálito urêmico ). Os testes de laboratório devem incluir hemograma completo e análise bioquímica de sangue e exame de urina. Outros exames, como cultura de urina, radiografias, ultra-som, tomada da pressão sanguínea e biópsia, podem ser indicados para se obter um diagnóstico completo da causa da doença. Alguns destes exames requerem consulta a um especialista em nefrologia veterinária.
 
Prognóstico
 
O prognóstico de um cão afetado pela insuficiência renal crônica depende da gravidade da doença. Em alguns casos, os sintomas já são muito graves a ponto da enfermidade ser irreversível e não reagir a tratamento algum. Independentemente da gravidade, devido à insuficiência renal crônica ser progressiva e irreversível, os cães afetados têm um prognóstico ruim e podem sobreviver por meses ou alguns anos.
 
Transmissão ou Causa
 
Muitos casos de insuficiência renal crônica tem origem idiopática, ou não tem causa específica, além do processo normal de envelhecimento do cão. Em alguns casos, sabe-se que os seguintes problemas podem causar a enfermidade, doença renal hereditária e congênita, nefrotoxinas, ou toxinas renais, hipercalcemia, ou alta dosagem de cálcio no sangue, glomerulonefrite, ou inflamação das estruturas internas do rim, pielonefrite, ou infecção renal, rins policisticos, pedras nos rins, obstrução urinária crônica, certos medicamentos; e linfoma, que é um tipo de câncer. Além desses fatores , a doença periodontal,doenças auto-imunes, a hipertensão arterial e os hematozoários atuam fortemente na deterioração dos rins levando à casos de insuficiência renal crônica
 
 
Tratamento
 
Cães com insuficiência renal crônica moderada podem ser tratados em casa, com medicamentos e dietas apropriadas. O veterinário poderá prescrever ração canina com menor teor de proteína, fósforo e sódio do que a normal e assim reduzir a carga de trabalho dos rins.
Cães com insuficiência renal crônica devem beber água fresca todo o tempo. Podem ser receitados medicamentos para controlar a náusea, inapetência, desequilíbrio mineral e eletrolítico, deficiências hormonais e pressão sanguínea alta. Cães com insuficiência renal crônica moderada podem precisar de administração de soro por via subcutânea, além de monitoramento feito por médico veterinário, regularmente. A freqüência das visitas vai depender da gravidade da doença e da reação do animal ao tratamento.

Cães com insuficiência renal crônica grave vão precisar de internação hospitalar para tratamento com soro intravenoso, suplemento nutricional e remédios. Os exames laboratoriais serão monitorados para saber se houve melhoras durante a hospitalização.

Hoje já se encontra disponível o tratamento de suporte tanto da IRA quanto da IRC com o auxílio da HEMODIÁLISE e da DIÁLISE PERITONEAL.

A HEMODIÁLISE assim como a DIÁLISE PERITONEAL são processos de substituição temporária da função renal, diminuindo os niveis de toxinas uremicas. desta forma, melhora-se a condição geral do paciente, evitando que as toxinas acumuladas danifiquem outros sistemas orgânicos (cerebro, estomago, intestinos, sistema cardio-vascular etc...) enquanto ganha-se tempo para permitir que o tratamento instituido, visando a cura ou correção das causas dos insultos renais , surta efeito e se consiga recuperar total ou parcialmente um pouco da função renal.

 Vale lembrar que a HEMODIÁLISE não é necessária para o resto da vida. Apenas por um curto período suficiente para retirar o animal de um quadro agudo (IRA) ou de uma agudização em casos crônicos (IRC) animais e procurar aconselhamento veterinário o mais cedo possível.

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