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quarta-feira, 18 de março de 2015

A Equoterapia


Andar a cavalo deixou de ser, pura e simplesmente, um prazer ou um meio de locomoção. Hoje, essa prática tão antiga também é usada como terapia no desenvolvimento biopsicossocial de pessoas portadoras de deficiência ou de necessidades especiais e se você ler este artigo com atenção, perceberá que é terapêutico para qualquer um de nós.
Os benefícios ao usuário do método, conhecido como Equoterapia, não são apenas físicos, mas também psicológicos, educativos e sociais.

De acordo com especialistas no assunto, o cavalo, ao se deslocar, realiza um movimento semelhante à marcha humana, ou seja: o centro gravitacional do cavalo é deslocado tridimensionalmente, com a marcha, num movimento semelhante à bacia pélvica humana. A correspondência entre os movimentos, humano e eqüino é tal que a diferença entre um e outro é menor que 5%.

 Essa semelhança pode ajudar pacientes com lesões no cérebro, fornecendo imagens cerebrais seqüenciais e impulsos importantes para aprender ou reaprender a andar. Além disso, o cavalo passa três ondas vibratórias simultaneamente (para cima e para baixo, para um lado e outro e para frente e para trás), o que faz dele uma “máquina terapêutica” que nenhum outro método consegue imitar.

Um dos grandes motivadores da terapia é a inversão de papéis, considerando que o paciente é o protagonista do tratamento, tendo como parceiro o cavalo, e o terapeuta é um simples mediador. Outra vantagem da Equoterapia é o biorritmo do cavalo e o movimento rítmico-balançante, que estimulam o metabolismo, regulam o tônus e melhoram os sistemas cardiovascular e respiratório.



Já o movimento e a mudança de equilíbrio constante pedem uma adaptação incessante do próprio equilíbrio, fortalecendo a musculatura e a coordenação. Assim, a integração sensoriomotora e a consciência do próprio corpo são melhoradas. Os resultados da prática de equoterapia são, geralmente, o maior controle dos reflexos, equilíbrio de tronco e cabeça e correção de postura. As pessoas com musculatura supercontraída adquirem flexibilidade e as que possuem pouco tônus muscular são fortalecidas.

A interação do praticante da Equoterapia com o cavalo desenvolve, ainda, novas formas de socialização, auto-confiança e auto-estima. Para a criança, o cavalo é como um grande brinquedo de pelúcia que, entretanto, é de difícil manuseio e impõe respeito. O calor, o cheiro adocicado, a docilidade do corpo e o movimento rítmico do animal remetem a pessoa aos primeiros contatos com a mãe e à maneira como foi transportada e cuidada por ela. Assim, a criança portadora de deficiência tem o apoio e o amparo de que necessita para se desenvolver.

A técnica, exige profissionais hábeis, para que a Equoterapia seja aproveitada de maneira segura e correta.




Indicações

A Equoterapia é indicada para tratamento de casos de paralisia cerebral, acidentes vasculares cerebrais, traumas crânio-encefálicos, atrasos maturativos, formas psiquiátricas de psicoses infantis, estados marginais como autismo, Síndrome de Down e dependência química. O método também pode ser usado para aliviar ou eliminar problemas de estresse, depressão, dificuldades no aprendizado, na coordenação motora, timidez e deficiências físicas, entre outros.
O início

Embora o cavalo já tenha sido utilizado com fins terapêuticos por Hipócrates, na Grécia Antiga, e a equitação tenha sido recomendada pelos antigos médicos gregos, os tratamentos com Equoterapia tiveram início somente nos anos 30, na Alemanha, como alternativa para a cura de várias doenças. Os estudos sobre a Equoterapia tinham se iniciado no século anterior, quando médicos parisienses começaram a pesquisar o assunto, motivados pelos ensinamentos da Grécia Antiga.

Há mais de três décadas, a Equoterapia ganhou notoriedade com as observações do médico alemão Rider. Vítima de um acidente vascular cerebral que o deixou semiparalisado, ele notou que a prática de andar a cavalo contribuía para a sua recuperação. Um dos impulsos para a disseminação da técnica foi a Segunda Guerra Mundial. Com ela, houve uma renascença da Equoterapia, que foi usada em mutilados pela guerra, pois muitos deles tinham sido excelentes cavaleiros. A técnica se difundiu e começou a ser utilizada em todo o mundo.


 No Brasil, a terapia começou a ser aplicada em meados dos anos 80, e teve grande aceitação, sendo que há hoje várias clínicas especializadas em Equoterapia, embora somente em 1997 o Conselho Regional de Medicina tenha admitido a terapia como método de tratamento válido no país.
Suzete é Naturopata, Iridóloga e Instrutora dos Exercícios Visuais. Autora do livro: Cuide de Seus Olhos

Contato: suzete@saudeintegral.com
Sites: www.saudeintegral.com, www.iridologiasp.com.br e www.metodobates.com.br
Fonte: saudeintegral.com

segunda-feira, 15 de dezembro de 2014

O Projeto Ararinha Azul na Natureza


A ararinha-azul (Cyanopsitta spixii) é um dos animais mais ameaçados do planeta e, embora tenha sido sempre considerada rara, devido ao histórico de destruição de seu habitat e a intensa captura para o comércio ilegal, a espécie tornou-se símbolo mundial da importância de preservação da biodiversidade.

 O Projeto Ararinha na Natureza é um esforço coletivo que pretende devolver à Caatinga brasileira a ararinha-azul, que foi declarada extinta na natureza após o desaparecimento do último macho da espécie no ano 2000.




O Projeto visa à implementação de algumas ações do Plano de Ação Nacional para a conservação da espécie, e atua em diferentes linhas temáticas como Políticas Públicas, Pesquisa Científica e Educação Ambiental, com o intuito de conservar a caatinga, hábitat da ararinha. 

O objetivo é criar as condições necessárias para proteger o hábitat natural da ave para que ela possa voltar à natureza.
Desde 2012, o Projeto Ararinha na Natureza está presente em Curaçá, na Bahia,onde estabeleceu uma sede para o desenvolvimento e acompanhamento das atividades relacionadas ao Projeto realizadas na região.



Principais objetivos

    •  Implementação de medidas de mitigação dos impactos por empreendimentos desenvolvidos na área onde será realizada a reintrodução da espécie.
    • Realização de análise de DNA em toda a população de cativeiro.
    • Identificação e análise das áreas de ocorrência histórica da ararinha-azul como potenciais sítios para reintrodução e buscar possíveis populações desconhecidas na natureza.
    • Realização de estudos e articulação para a criação de Unidades de Conservação públicas e privadas na área original de ocorrência da espécie.
    • Capacitação de agentes de fiscalização de forma integrada com as ações da comunidade local.
    • Desenvolvimento de programa de sensibilização e educação ambiental junto ao público local (região de Curaçá, Bahia) tendo a ararinha-azul como espécie bandeira.    
Fonte: http://savebrasil.org.br/

domingo, 7 de setembro de 2014

Tudo sobre o Cão-Guia



O cão-guia é responsável por auxiliar um deficiente visual a se locomover à qualquer lugar e, por estar a trabalho, costuma ser aceito em locais públicos. A responsabilidade de um cão-guia é bastante séria, então o animal é rigorosamente treinado para que siga as seguintes regras:

• Manter-se firme, sempre à esquerda ou um pouco à frente de seu acompanhante;
• Mover-se em qualquer direção apenas quando ordenado;
• Ajudar seu acompanhante a lidar com os transportes públicos;
• Ignorar distrações, como pessoas, outros animais, cheiros, etc.;
• Deitar silenciosamente enquanto seu acompanhante permanece sentado;
• Reconhecer e evitar caminhos com obstáculos;
• Sempre parar em topo ou pé de escadas até que receba uma ordem para seguir;
• Levar seu acompanhante até os botões dos elevadores;
•  E obedecer aos comandos verbais de seu acompanhante.

Além das regras e habilidades citadas, a desobediência seletiva é essencial ao cão-guia, ou seja, ele nunca deve obedecer qualquer comando que possa colocar seu acompanhante em perigo.





Treinamento e principais raças de cães-guia

Inteligência, saúde e boa memória são algumas das qualidades necessárias em um cão-guia.
O cão que auxilia pessoas com deficiências visuais é treinado em escolas especiais para cães-guia. Geralmente, as instituições responsáveis por eles oferecem o serviço de seus trabalhadores de quatro patas sem nenhum custo ao acompanhante, pois costumam operar sem fins lucrativos. Entre as principais funções dessas escolas estão:

• Criar filhotes para que se tornem cães-guia;
• Treinar os cães-guia;
• Treinar novos instrutores;
• Analisar a combinação entre cada cão-guia e seu acompanhante;
• Treinar os novos acompanhantes;
• Avaliar e decidir quando o cão-guia deve ser aposentado;
• E buscar lares para cães-guias aposentados.




As raças mais comuns de cães-guia são Labrador, Golden Retriever e Pastor Alemão. As principais características das mesmas incluem força, inteligência, afabilidade e adaptabilidade, o que as torna ideais para o trabalho.

Apesar de o cão-guia ser resultado de um cruzamento entre cachorros que já possuem habilidades especiais para o trabalho, pode ocorrer de alguns filhotes não serem ideais para a função. Nesses casos, os peludos rejeitados para o serviço, costumam ter sua inteligência e doçura aproveitadas de outras formas – fazendo companhia a pessoas com enfermidades, cadeirantes, etc. – ou vendidos como pets.

Os instrutores de cães-guia procuram qualidades essenciais em seus alunos, como fácil aprendizado, concentração, boa memória, inteligência e saúde excelente. Em contrapartida, excluem candidatos que apresentam problemas de socialização com outros animais e tendência à agressividade.

O treinamento de um cão-guia é bastante rigoroso, árduo e gradativo, durando cerca de 2 anos. Assim como muitos adestramentos, esse processo utiliza a recompensa para atitudes certas e a punição para atitudes incorretas. Entretanto, as recompensas dadas ao cão-guia nunca são comestíveis, pois o animal não pode perder o foco com qualquer guloseima durante seu trabalho.





 O início da relação de um cão-guia com seu acompanhante

O deficiente visual e seu futuro cão-guia devem ser compatíveis e passam por um período inicial de adaptação.
Ao final do treinamento, cerca de 25% dos cães – dependendo da instituição responsável pelo treinamento dos mesmos – são reprovados. Em seguida, os graduados chegam ao estágio final do processo: são apresentados aos seus novos acompanhantes.

As escolas que treinam cães-guia, trabalham para unir cachorros e acompanhantes compatíveis: um peludo mais agitado costuma auxiliar pessoas mais jovens, por exemplo. A introdução dessa união costuma durar um período de aproximadamente 1 mês, pois o acompanhante também deve ser treinado, principalmente se nunca esteve em contato com um cão-guia. O treinador do filhote sempre deve estar presente no início dessa relação.


Como conseguir um cão-guia

Para obter um cão-guia, o interessado deve entrar em contato com ONGs especializadas.

Segundo o Conselho Brasileiro de Oftalmologia, existem mais de 5,4 milhões de pessoas que apresentam deficiência visual em nosso país. Já a fila de espera para obter um cão-guia conta com mais de 2 mil solicitantes, mas apenas 70 pessoas, aproximadamente, possuem a oportunidade desse auxílio.

Para melhorar o quadro de cães-guias no Brasil, as organizações responsáveis trabalham de acordo com a quantidade de doações recebidas. Apenas assim podem treinar mais animais.
Apesar de existirem diferentes critérios para conseguir um cão-guia, a instituição americana Eye Dog 

Foundation for the Blind Inc exige os seguintes requisitos básicos:

O solicitante deve estar legalmente cego;
Possuir boa saúde física e mental; ter cursado ou estar cursando uma escola secundária;
Ser capaz de prover os cuidados necessários ao animal, como alojamento e alimentação;
E querer o cachorro para propósitos de mobilidade.
Após preencher todas as exigências iniciais, o interessado deve entrar em contato com uma ONG focada no treinamento de cães-guias, informar-se sobre o processo, fazer a solicitação e entrar para a lista de espera.

Algumas instituições brasileiras focadas no treinamento de cães-guia são:
Fonte: http://desenvolver-rs.com.br

quarta-feira, 6 de agosto de 2014

A Baleia Franca



Reino: Animal Filo: Cordata Ordem: Cetácea Subordem: Mysticeti Família: Balaenidae Gênero: Balaena Espécie: Eubalaena australis Peso: até 70 toneladas Comprimento: até 17 metros Expectativa de vida: desconhecida Status de conservação da espécie: ameaçada de extinção

A baleia-franca pertence à família Balaenidae, e é a mais antiga entre as grandes baleias atuais. Acredita-se que este mamífero aquático já exista, na forma aproximada da atual, há cerca de 2 a 2,5 milhões de anos.

De corpo negro e arredondado, as baleias-francas impressionam pelo seu tamanho: as fêmeas podem medir mais de 17m de comprimento e pesar mais de 60 toneladas. Já os machos crescem um pouco menos e raramente superaram as 45 toneladas de peso.


Mesmo ‘gigantes’, esses animais foram, por mais de 200 anos, presas fáceis de caçadores no Brasil, que utilizavam a gordura encontrada no seu corpo para produzir um óleo destinado à iluminação, lubrificação e fabricação de argamassa. Hoje, a baleia-franca é um dos animais mais ameaçados de extinção do planeta.

As baleias-francas estão dividas em duas espécies: a Eubalaena australis, encontrada no Hemisfério Norte; e a Eubalena australis, registrada no Hemisfério Sul. No Brasil, os exemplares costumam ‘frequentar’ a região Sul e, esporadicamente, a Sudeste

No final do verão, as baleias-francas deixam as áreas mais frias e buscam regiões costeiras (quentes) para reproduzir, dar à luz e amamentar os filhotes. O ‘namoro’ entre machos e fêmeas da espécie acontece de forma curiosa. Diversos machos cortejam a mesma fêmea, que tenta evitar o acasalamento se posicionando na superfície, com a barriga voltada para cima.



A fêmea tem o seu primeiro filhote entre os 8 e 9 anos de idade e a gestação dura em torno de 12 meses. Geralmente, os filhotes nascem entre os meses de julho e dezembro, já com 5m de comprimento e cerca de 4 a 5 toneladas de peso. Quando os filhotes completam um ano de vida, e já estão funcionalmente independentes, as fêmeas tomam a iniciativa de se afastar e deixam que os “pequenos” trilhem seu próprio caminho.


Para se alimentar, as baleias-francas nadam lentamente com a boca aberta, filtrando o alimento na superfície, principalmente pequenos copepodos e o krill, que é um crustáceo semelhante ao camarão. Na boca, nada de dentes, mas 250 pares de cerdas de barbatanas, que ajudam a “filtrar” o alimento. Outra característica curiosa do animal é a presença de calosidades ou “verrugas” no alto e nas laterais da cabeça.

Ainda não se sabe ao certo até quantos anos pode viver uma baleia-franca. No entanto, esquimós do Alaska capturaram um exemplar, em 1933, no qual foram achadas pontas de arpões primitivos. Estima-se que a baleia teria mais de 73 anos e, possivelmente, 80 anos de idade.

 O Projeto Baleia Franca

é dedicado à pesquisa e à conservação das baleias-francas, que é a segunda espécie de baleia mais ameaçada de extinção do mundo. Atualmente é mantido pela Santos Brasil, empresa que administra o Tecon Imbituba, no Porto de Imbituba e pela IWC/Brasil. Sua sede localiza-se na Praia de Itapirubá, no município catarinense de Imbituba.




No ano de 1981 o vice-almirante Ibsen de Gusmão Câmara, que era um dos líderes contra a caça de baleias no Brasil resolveu iniciar pesquisas próprias acerca de relatos de pescadores e visitantes da costa de Santa Catarina que atestavam o aparecimento esporádico de baleias pretas. Juntando pouquíssimos recursos estrangeiros realizou uma busca pelo litoral sul brasileiro e entrevistas com a população local.

Em 1981 muitas entrevistas indicavam a presença regular recente de "baleias Francas" com filhotes. Com a continuidade das buscas, em agosto de 1982 a avistagem de uma fêmea adulta e seu filhote na praia de Ubatuba, Ilha de São Francisco do Sul, SC, e de várias outras observações posteriores de pares de mãe e filhote no mesmo ano vieram a confirmar o status do litoral catarinense como área ativa de reprodução das baleias Francas no Brasil.

Uma análise das avistagens registradas por mais de vinte anos de atividades contínuas demonstra a existência de uma área de concentração nitidamente marcada, situada entre a Ilha de Santa Catarina e o Cabo de Santa Marta, na costa catarinense, em que os censos aéreos realizados corroboraram as avistagens de terra em determinar tal faixa de maior concentração sazonal dos animais. Ao longo dos anos seguintes, a partir de 1982, continuaram as atividades do já então denominado Projeto Baleia Franca, cujo objetivo fundamental, até hoje inalterado, é garantir a sobrevivência e a recuperação populacional da baleia franca em águas brasileiras.
Fonte:http://mamiferosaquaticos.org.br /wikipedia

sexta-feira, 11 de janeiro de 2013

Os Gatos de Roma




Voces sabiam que os Gatos são considerados como Patrimônio na cidade de Roma?

Os gatos perambulam pelas ruas de Roma desde a antiguidade, porém recentemente eles têm encontrado refúgio em uma associação de voluntários que carinhosamente cuida de milhares deles ao longo dos anos entre as ruínas da Piazza Argentina, um local onde Brutus esfaqueou Júlio César em 44 a. C.

O abrigo, confinado em um espaço subterrâneo perto de um adorado sítio arqueológico, possui diversas jaulas alinhadas em diferentes quartos que abrigam dezenas de gatos e ganhou fama - e doações – por ser uma atração turística popular.

Mas após algumas décadas de tolerância por sua ocupação não autorizada, os arqueólogos da Itália disseram que a associação tem que se retirar do local, dizendo que os riscos da ocupação ilegal podem prejudicar um monumento frágil. Os apoiadores da organização dos gatos responderam prontamente: eles não têm intenção de sair.

"Se eles querem guerra, vamos dar-lhes guerra", alertou Silvia Viviani, uma cantora de ópera aposentada e uma das fundadoras da associação Santuário de Gatos da Torre Argentina. "Os gatos precisam de nós."

O que se seguiu é uma disputa que incluiu uma série de oficiais da prefeitura recebendo uma enxurrada de e-mails de amantes dos gatos de rua e revelou-se um profundo choque entre a tradição e a legalidade que testou as noções que Roma possui de seu patrimônio cultural.

No meio de tudo isso estão também os gatos, antigos habitantes de Roma que foram oficialmente declarados "parte do patrimônio biocultural da cidade", observou Monica Cirinna, uma legisladora local do Partido Democrata, que criou um departamento de defesa dos direitos dos animais quando o partido de centro-esquerda começou a tomar conta do governo da capital.







Roma tem inúmeras colônias de gatos, normalmente atendidos por apaixonados pelos felinos que deixam vasilhas de plástico com petiscos para gatos em pátios municipais ou nas calçadas.
Também existem associações de voluntariado mais organizadas para grandes colônias de gatos selvagens, algumas em sítios arqueológicos, incluindo uma localizada na Pirâmide de Céstio, monumento do século I A.C., e outra no Mercado de Trajano, onde os gatos receberam um santuário dentro da antiga área. Mas eles possuem autorização oficial.

O abrigo da Piazza Argentina não possui autorizaçao oficial, disseram os oficiais de arqueologia do Estado, que estão tentando fechá-lo dois anos depois de uma solicitação de autorização para instalar um banheiro. Isso chamou a atenção dos oficiais, e eles agora insistem que o abrigo tem de se retirar do local, mesmo que, contando com apenas equipamentos básicos como jaulas, armários médicos, móveis caindo aos pedaços e cestos de lixo, ele seja muito melhor organizado do que os outros.

O abrigo, que cuida de cerca de 180 gatos, fica perto da Área Sacra do Largo Argentina, um local no centro arqueológico constituído por quatro templos da era da república. Localizado em um espaço criado durante o governo de Mussolini, quando uma rua foi construída sobre o local, o abrigo fica diretamente acima dos restos do pódio travertino do que arqueólogos identificam como sendo o Templo D, uma estrutura do segundo século A.C.

"Os amantes de gatos estão ocupando um dos locais mais importantes na Piazza Argentina e que é incompatível com a preservação do monumento", disse Fedora Filippi, arqueólogo do Ministério da Cultura responsável pela área.
Há dois anos, discussões tentam encontrar uma solução para o abrigo, disse ela. Até agora, elas têm sido infrutíferas, e a menos que uma alternativa seja encontrada em breve, a associação dos gatos vai ser despejada.






Sem o abrigo, o departamento de veterinária de Roma já sobrecarregado seria forçado a lidar com centenas, possivelmente milhares de novos gatos de rua, argumentou a associação.

Mudar o abrigo para uma área menos frequentada não é uma opção, disseram os voluntários. A associação precisa estar em um lugar visível para os turistas, que vêm de todo o mundo para visitar e fazer doações. Ele também precisa de um espaço físico para abrigar jaulas para gatos doentes e para armazenar alimentos e outros suprimentos.

Na semana passada, o prefeito de Roma, Gianni Alemanno, que irá disputar sua reeleição em 2013, deu sua opinião e disse no Twitter que ele e seu gato, Certosino, "estão do lado dos gatos de Roma. Qualquer um que mexer com eles vai ter problemas". "Os gatos não podem votar, mas as pessoas que amam gatos sim", observou Viviani.

Umberto Broccoli, superintendente cultural de Roma, reconheceu que a situação era delicada.
"Os gatos de Roma são, por definição, tão antigos quanto os monumentos de mármore da cidade," disse ele.

 "Temos que encontrar uma solução que equilibre o cuidado do patrimônio histórico arqueológico de Roma, com uma prática histórica, social, que tem sua própria tradição", disse ele.
Além disso, os gatos têm seus próprios costumes.

"Eles não conseguem ler placas ", disse ele. "Eles vão voltar para a Piazza Argentina", independentemente do abrigo estar lá ou não, e os amantes de gatos e os turistas irão continuar os alimentando. "A situação não é tão simples assim."
Por Elisabetta Povoledo
Fonte: ultimosegundo.ig.com.br

sábado, 6 de outubro de 2012

O Hospital Veterinário de Porto Alegre





03/09/2012
Em parceria da prefeitura com a iniciativa privada, Porto Alegre terá a partir de 2013 o primeiro hospital público para animais de estimação do Brasil. Na manhã desta segunda-feira, 3, o prefeito José Fortunati e representante da empresa Novavicenza Negócios e Participações assinaram termo de compromisso para a construção do Hospital Municipal Veterinário Vitória. A previsão é iniciar as obras até o final deste ano, com 10 meses de duração.

O hospital será construído pela iniciativa privada em terreno do município na rua Comendador Tibiriçá, no bairro Jardim Botânico, com área de 1,1 mil metros quadrados. O serviço oferecido pela prefeitura, por intermédio da Secretaria Especial dos Direitos Animais (Seda), incluirá procedimentos de média e alta complexidades, para animais vítimas de maus tratos e atropelamentos.







Para o prefeito, o fortalecimento das políticas públicas para os animais resguarda a saúde da população. “A proliferação de animais gera maus tratos, abandonos e transmissão de doenças. Quando tratamos da questão animal, estamos cuidando da saúde pública dos cidadãos”, enfatizou o prefeito.

O projeto tem ainda as parcerias do Sindicato dos Médicos Veterinários e do Conselho Regional de Medicina Veterinária do Estado. Conforme a primeira-dama Regina Becker, voluntária da Seda, a prioridade do atendimento gratuito será para animais de famílias em vulnerabilidade social, com renda até três salários mínimos.





Infraestrutura – De acordo com o arquiteto Rodrigo Souza, responsável pelo projeto, o hospital terá quatro salas para cirurgia, duas áreas de preparação e UTI, além das estruturas de triagem, quarentena e canil com capacidade para 120 animais em recuperação. A presidente do Sindicato, Maria Angelica Zollin, que apoiou o desenvolvimento da proposta, avaliou o novo serviço como “um marco para a saúde e o bem-estar animal”.

Este será o primeiro hospital público para animais de estimação do Brasil. Na capital paulista, a Associação de Clínicos Veterinários de Pequenos Animais (Aclinvepa) criou instituição para atender casos de baixa complexidade. A prefeitura daquela cidade repassa uma verba mensal para atender 70 casos por dia, incluindo consultas, retornos, internações, exames e cirurgias.

Seda – Há pouco mais de um ano, a área de medicina veterinária da Seda conta com uma equipe de seis veterinários que atendem, em média, 60 casos por dia, seja para esterilização, cirurgias de risco (tumores e amputações), tratamento quimioterápico e atendimento a animais vítimas de acidentes e atropelamentos.
Fonte: portoimagem.wordpress.com

sexta-feira, 5 de outubro de 2012

O Projeto Cão do Idoso





Foi lançado em setembro de 2000, na cidade de São Paulo, o projeto Cão do Idoso, que promete levar muito amor e carinho aos idosos. Atualmente está sendo desenvolvido um trabalho de apoio à Casa dos Velhinhos de Ondina Lobo, com aproximadamente 115 idosos ali abrigados. 

O projeto tem como objetivo levar alegria e amor aos idosos por meio de cães, que contribuem, principalmente, para a recuperação de sua saúde e estado físico e mental. Envelhecer com Dignidade é a máxima do grupo, que pela divulgação do projeto, espera contar com uma maior contribuição por toda a sociedade. 

O projeto não está vinculado a entidades, sendo 100% filantrópico.
Com uma filosofia simples e de fácil aplicação, pode ser adotado por qualquer pessoa ou grupo que disponha de dois elementos básicos:

- um cão amigo, extremamente dócil, que goste de estar entre muitas pessoas
- um dono que goste de vê-lo feliz, disposto a acompanhá-lo durante uma hora, em qualquer dia da semana, até uma casa de repouso. 





Jerson Dotti, criador do projeto, diz que a idéia nasceu da necessidade de exercer um serviço voluntário, pela conscientização da condição dos idosos e do amor pelos cães. "Pensei que se tivéssemos um grupo de cães visitando, conjuntamente, uma casa para velhinhos, poderíamos desenvolver neles mais vontade pela vida, através de uma troca de sentimentos, o que é essencial nesta fase.

Quantos deles não têm amor e carinho para dar e receber ? O cão visitante poderia ser a resposta alegre e amiga." O grupo, por enquanto, realiza as visitas aos sábados, mas o objetivo é estendê-las também aos dias da semana. O projeto envolve, a princípio, um revezamento de dez cães.






 "Os abrigados ficaram entusiasmados com o projeto", afirma Dea Moraes Roberto, vice-presidente da instituição. "Gostaria que houvesse uma seqüência, uma continuação."
Qualquer raça pode participar, até as maiores, mas o ponto fundamental é que o dono conheça bem o seu cão, que deve ser extremamente dócil e compartilhar muito carinho com os idosos. Jerson Dotti revela: "Ele tem de ser extremamente saudável.





Antes de qualquer visita, conhecemos o cão e ficamos com ele durante um tempo, analisando seu comportamento. É interessante, pois temos a Luna (Airedale Terrier), que já na primeira visita, passeava tranqüilamente pela casa, conhecendo um a um os velhinhos. É realmente espetacular. O cão fica mais à vontade na visita posterior e se sente em casa".

Tomara que esta iniciativa seja copiada por todo o Brasil, com novos grupos de voluntários levando a quem tanto precisa a alegria da amizade sincera e desinteressada que só um cão pode oferecer.
 Fonte:kennelclub.com.br

quinta-feira, 20 de setembro de 2012

A Arca Brasil





A ARCA Brasil - Associação Humanitária de Proteção e Bem-Estar Animal é uma entidade sem fins lucrativos, sem vínculos partidários ou religiosos, criada em 1993 com o objetivo de promover o bem-estar e o respeito aos direitos dos animais. A ARCA é reconhecida internacionalmente e tem se tornado cada vez mais uma referência brasileira junto a ONGs internacionais. Tem parcerias com a Humane Society International e a IFAW


A ARCA Brasil - Associação Humanitária de Proteção e Bem-Estar Animal é uma organização sem fins lucrativos, sem vínculos partidários ou religiosos, criada em 1993 com o objetivo de promover o bem-estar e o respeito aos direitos dos animais. Referência para entidades governamentais e não-governamentais, a atuação da ARCA Brasil é reconhecida internacionalmente. Sua proposta é interligar profissionais (em particular os médicos veterinários), saúde pública, proteção animal e sociedade para o aprimoramento das relações homem-animal. 





A ARCA Brasil foi a entidade que consolidou no país o conceito de Posse Responsável de Cães e Gatos, por meio de projetos pioneiros de conscientização e de controle populacional, além da realização de eventos inéditos. A criação dos Dez Mandamentos simboliza um trabalho que mudou a maneira de tratar esses bichos e deu novo rumo à proteção animal no Brasil.

 Exemplo disso é o Programa de Controle da Natalidade de Cães e Gatos, implantado em 1996 em Taboão da Serra, SP, com assessoria da ARCA Brasil. Reconhecido pela Organização Pan-Americana da Saude (OPAS), hoje serve de modelo para vários municípios do país, entre eles a própria cidade de São Paulo. 






A partir de então, atuar na raiz do problema provou ser a alternativa mais eficaz para a procriação descontrolada, o abandono e o sacrifício de cães e gatos. 

Em 1998, a convite da Organização Mundial da Saúde (OMS), a ARCA Brasil apresentou em Praga, na República Tcheca, seus trabalhos pioneiros, hoje reproduzidos em centenas de municípios, inspirando leis e reconhecidos por organismos internacionais.
Fonte: arcabrasil.org.br

segunda-feira, 3 de setembro de 2012

A Baía dos Golfinhos



A Baía dos Golfinhos

É onde acontece o show dos Golfinhos Rotadores, por esse motivo os mergulhos e banhos são estritamente proibidos. A Baía dos Golfinhos não é uma praia e sim uma grande enseada cercada por pedras onde o acesso é somente de barco com autorização especial do IBAMA, com finalidade de pesquisa.




 Para observar os golfinhos existe um mirante que o acesso é feito através de uma trilha que também leva a Baía do Sancho e ao o Mirante da Baía dos Porcos, definitivamente o lugar mais bonito de toda a ilha, já que a Praia do Sancho é considerada a mais bonita do Brasil e a Baia dos Porcos a segunda mais bonita do Brasil.








Do Mirante da Baía dos Golfinhos logo pela manha é possível ver centenas de golfinhos e seu filhotes, um espetáculo da natureza que é visto em poucos lugares do mundo. Um passeio Imperdível.




Outra opção bem interessante é o passeio de barco que passa nas redondezas da Baía, e ai os golfinhos acompanham o barco dando um show para os turistas.
Fonte: guiadepraias.com.br

quinta-feira, 7 de junho de 2012

Brigitte Bardot,eternamente!






 Nossa homenagem a eterna estrela,Brigitte Bardot,que mostra ao mundo a sua beleza eterna e interna,ao se dedicar de corpo e alma aos animais!!!!!A fundação cuida do bem estar animal,na França e ate pelo mundo!


















quinta-feira, 9 de fevereiro de 2012

Belas Imagens:O Rio e o Pelo Próximo



Essas belas fotos fazem parte do calendario do Projeto Pelo Próximo!Espero que gostem e se curtirem mesmo,visitem o site deles e conheçam seu maravilhoso trabalho!
www.peloproximo.com.br



















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