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domingo, 30 de novembro de 2014

Sobre Gatos



Domesticado primeiramente no oriente médio, o gato doméstico é o resultado de uma adaptação evolutiva dos gatos selvagens. O entrecruzamento de diversas espécimes o tornou menor, e menos agressivo aos seres humanos.

O gato é um animal de tamanho pequeno a médio, em geral pesando entre 2,5 e 7 kg. Trata-se de um caçador por natureza, curioso, independente, porém sociável. Sua alimentação é essencialmente orientada ao consumo de carne, mas até mesmo os exemplares selvagens costumam complementar sua alimentação com folhas e outros elementos vegetais.




As características comportamentais dos gatos variam dependendo da raça, idade e sexo. Os gatos de pelagem curta tendem a ser mais magros e ativos fisicamente, enquanto os de pelo longo são, em geral, mais pesados.

O comportamento dos filhotes de gatos no entanto, pode variar de acordo com a ninhada e com a socialização. Considerados animais de cérebro bastante evoluído, os gatos são inteligentes, capazes de sentir emoções e de sofrer stress ou depreessão, da mesma forma que os seres humanos.




Raças de Gatos



Existem atualmente mais de 200 raças de gatos, distintas entre si pelo tamanho, tipo e cor de pelagem, temperamento, entre outras características.

O surgimento da maior parte das raças de gatos é relativamente recente. Algumas raças surgiram naturalmente, enquanto outras foram desenvolvidas através de cruzamentos planejados no intuito de promover um aprimoramento genético, ressaltando determinadas características físico-comportamentais. Enquanto os gatos da raça Munchkin devem ter as patas curtas, por exemplo, outros gatos como o Bengal devem apresentar característica oposta.

As raças de gatos apresentam uma grande variedade de cores e padrões e podem ser divididas em 3 categorias distintas: os de pelagem longa, os de pelo curto e os de pelagem rala. A cor dos olhos também pode estar relacionada a certas raças. Os Persas, por exemplo, costumam apresentar a íris da mesma cor da pelagem.

sexta-feira, 28 de novembro de 2014

Cães e Pipocas


A pipoca é um grão de milho cozido, que contém cerca de 3,5 kcal por grama. Portanto, a primeira questão que deve ser ponderada é que oferecer pipoca em quantidades grandes pode adicionar calorias à alimentação do seu cachorro. 
 
Outra questão que não podemos deixar de comentar, é que se você está lá no seu sofá, assistindo um filme e deixa o seu cão degustar aqueles irresistíveis grãos de pipoca, você está criando um hábito ruim, acostumando o seu cão com um comportamento que não é positivo para a educação dele.

Com isso tudo em mente, vamos então responder a nossa pergunta inicial, e depois comentar um pouco sobre a questão da pipoca para cães. A resposta curta para essa pergunta é sim, cachorro pode comer pipoca, mas há algumas restrições muito importantes que não podem passar despercebidas.
 
 
 Em primeiro lugar, a pipoca que estouramos na panela, em geral com óleo vegetal ou manteiga, não é boa para os cães. O mais indicado é não oferecer esse tipo de pipoca, e permitir apenas se forem pipocas estouradas à ar, aquelas feitas na pipoqueira elétrica ou no microondas. 
 
Outra questão importante é que a pipoca deve ser oferecida pura. Ou seja, pipoca doce faz mal, pipoca com manteiga faz mal, pipoca com sal faz mal e pipoca com qualquer sabor faz mal. Portanto, as chances daquela pipoca da hora do filme fazer mal para o seu cachorro são grandes, pois provavelmente ela contém sal, manteiga, açúcar ou outros agentes de sabor que podem ser prejudiciais ao cachorro. Outro ponto importante a se considerar é em relação a quantidade.
 
 Nenhum cachorro deve consumir mais do que o equivalente a uma xícara de pipoca, mesmo que seja um cão grande. No caso de cães menores, o consumo deve ser ainda menor. Na verdade, como sempre comentamos aqui no blog, é importante evitar sair da dieta regular do seu cão, e tudo aquilo que for considerado um petisco, ou uma refeição fora-de-hora, deve ser limitado a uma porção mínima, e sempre que possível, pouco calórica.

Para reiterar, cachorro pode comer pipoca em pequenas quantidades, desde que seja pura, sem açúcar, sem sal, sem manteiga e sem nenhum sabor.
 

Benefícios da pipoca para cães

Pode até soar estranho, mas a verdade é que a pipoca tem um valor nutricional surpreendente. Para que possamos ter uma ideia do valor nutricional da pipoca, cada porção de aproximadamente 100 gramas, fornece 2,7 miligramas de ferro e, cerca de 300 miligramas de fósforo (claro que você não vai oferecer 100 gr de pipoca ao seu cão, isso é só para efeitos comparativos). Além de ser um alimento considerado de baixa calorias (desde que consumido com moderação), a pipoca contém cálcio e é rica em carboidratos complexos.

A pipoca também pode ser utilizada nas sessões de treinamento pois são muito menos calóricas do que petiscos industrializados, além de serem mais naturais do que a maioria dos tira-gostos utilizados para o adestramento canino.

 Cuidados importantes ao oferecer pipoca aos cães

  • Tenha muito cuidado e utilize de bom senso ao oferecer pipoca a cães de menor porte. Na verdade a pipoca é um alimento contra-indicado para cães muito pequenos, como os cães das raças Chihuahua e Yorkshire, pois existe o risco de engasgo.
  • Nunca permita que o seu cão busque a pipoca direto do prato ou da tigela. Os grãos de milho que não estouraram podem ser prejudiciais aos dentes e até causar uma dor de estômago.
Fonte: http://www.cachorropodecomer.com

Pseudociese



Este quadro pode ocorrer em fêmeas não esterilizadas (mais comum em cadelas do que em gatas), em geral 6 a 12 semanas após o cio.

As fêmeas apresentam comportamento e sinais físicos de gravidez, sem estarem grávidas:

  • preparam o ninho, raspando o chão e/ou camas e tapetes
  • tratam brinquedos, sapatos e almofadas como se fossem filhotes, carregam com a boca, lambem e podem ficar agressivas, protegendo o “filhote falso”
  • aumento das glândulas mamárias – pode haver secreção fluida ou de leite
  • letargia, depressão e secreção vaginal – ATENÇÃO! Estes sinais podem ser de piometra (infecção uterina grave) e sua cadela deve ser examinada por um veterinário o mais rápido possível.


Apesar do termo “Gravidez Psicológica”, este quadro é causado por alterações hormonais, ainda pouco compreendidas. O aumento da prolactina e a diminuição da progesterona podem levar à pseudociese.

A esterilização é a melhor medida para evitar a pseudociese.
É possível que mesmo após a castração (se for realizada no diestro) a fêmea desenvolva estes sintomas, mas a partir do próximo cio, não ocorrerá mais.

A pseudociese não interfere na capacidade reprodutiva da fêmea.
Outras patologias reprodutivas podem ser confundidas com a pseudociese, como a mastite (inflamação das glândulas mamárias), tumores de mama, piometra  – confirme o diagnóstico com o veterinário dos seus animais.


Para confirmação diagnóstica, pode ser necessário realizar uma radiografia ou ultrassonografia para afastar a possibilidade de uma gravidez (real) ou de infecção uterina (piometra).
Na maioria das vezes, não é necessário medicação para cessarem os sintomas. Em aproximadamente 2 a 3 semanas, tudo voltará ao normal.

Evite estimular a secreção de leite, às vezes, a cadela mama nela mesma, ou outro animal da casa pode fazê-lo. Se necessário, vista uma roupa cirúrgica (saiba mais) ou colar Elizabetano (saiba mais) para impedir o acesso às mamas .
A esterilização não elimina os sinais durante o quadro de pseudociese, mas previne que ele ocorra novamente.

Se sua cadela estiver com muita produção de leite, dor nas mamas e prostração, pode ser necessário usar uma medicação para secar o leite, leve-a para consulta veterinária.

Fonte: bichosaudavel.com

quinta-feira, 20 de novembro de 2014

O Cão da Serra da Estrela


O Cão da Serra da Estrela é uma das raças mais antigas da Península Ibérica. Entre as raças portuguesas, é a mais popular nosso país.

O Cão da Serra da Estrela deve o seu nome ao maciço central português onde este cão se fixou e se desenvolveu. O Cão da Serra da Estrela é um cão de montanha, forte e resistente, cujo papel é o de proteger os rebanhos. Ao longo dos séculos, esta raça passou também a ser utilizada na guarda de casas e propriedades, sobretudo por ser bastante grande e emitir um som forte ao ladrar.

 
O cão acompanhava e acompanha os rebanhos nas subidas sazonais à serra na procura por pastagens mais verdes. Nesta zona existem alcateias, embora atualmente com população reduzida, e outros predadores de ovelhas, cabras, etc. Por vezes, a transumância era mais alargada e os pastores desciam até ao Alentejo ou subiam até ao Douro, conforme a época do ano.


O Cão da Serra da Estrela enfrentava alcateias em grupos, entre 2 a 6 indivíduos, que se asseguravam da vigilância dos rebanhos. Os cães colocam-se naturalmente nas zonas mais altas para poderem observar uma maior extensão da pastagem. Por vezes, os pastores tinham de regressar às aldeias e confiavam aos cães a guarda dos rebanhos sem supervisão.


Devido ao seu trabalho, onde tinha de enfrentar lobos, por exemplo, e às condições climáticas adversas da serra, o Cão da Serra Estrela esteve bastante sujeito à selecção natural. Apenas os cães que sobreviviam ao frio e às lutas conseguiam reproduzir-se.





A seleção humana foi tendo um maior papel ao longo do tempo, sobretudo quando o Cão da Serra da Estrela passou a ser exportado para zonas urbanas.

Mas o maciço central, devido ao seu isolamento permitiu que o Cão da Serra da Estrela se desenvolvesse e fixasse na região. Acredita-se que as duas variedades de pêlo existentes – pêlo curto e pêlo comprido – se devam a variações regionais.

Contrariamente ao que seria de se esperar, era na região mais quente, a zona Sul da Serra, na região de Manteigas, onde se podia encontrar mais cães de pêlo comprido, enquanto que a variedade de pêlo curto era mais frequente no Norte, em Seia e Gouveia. Como os pastores interferiam pouco na selecção dos cães, os cruzamentos entre estas duas variedades eram frequentes.

Em 1934 foi elaborado o estalão da raça, no qual se estabeleceu duas variedades de pelagem. A partir desta altura, o cruzamento entre as duas variedades passou a ser indesejável.


A publicação do estalão em 1966 e o reconhecimento da raça pelo FCI não veio trazer mais popularidade à raça. O declínio das alcateias era notório e os pastores podiam arriscar utilizar cães menos possantes e não puros para a guarda do rebanho. Nos anos 60 e 70, os portugueses emigraram procurando fugir da guerra, do regime e também da pobreza. O êxodo rural era outra alternativa e as zonas rurais foram particularmente afectadas por estas migrações.


A população de cães da Serra da Estrela diminuiu drasticamente neste período, mas a dedicação de alguns criadores permitiu a continuação da raça.


 Hoje em dia, o Cão da Serra da Estrela é bastante procurado, sobretudo a variedade de pêlo comprido. Embora, fosse a variedade de pêlo curto a mais numerosa no início do século passado, pois não exigia tantos cuidados com o pêlo, sendo mais funcional, hoje em dia, é a variedade de pêlo longo que se destaca. Sobretudo por ser mais vistoso e com um porte mais elegante. Isto fez com que os criadores se concentrassem sobretudo na variedade de pêlo comprido e mesmo hoje a variedade de pêlo curto é particularmente vulnerável e mais rara.

 

 Temperamento 


É um cão de guarda por excelência! Independente, era por vezes deixado sozinho a tomar conta do rebanho. Isto fez com que aceite a ausência do dono enquanto trabalha.
Vigoroso e robusto, o Cão da Serra da Estrela é um cão territorial e dominante. Necessita de uma boa socialização e de um dono capaz de impor a sua liderança de forma consistente e recorrendo ao reforço positivo.


O Cão da Serra da Estrela não é um pastor, no sentido em é responsável pela condução do gado. Está antes encarregue de o proteger e o acompanhar. Apesar de uma matilha poder enfrentar uma alcateia de lobos, os cães da Serra da Estrela funcionavam sobretudo como elementos dissuasores para os lobos.


Sempre alerta, o Cão da Serra da Estrela está igualmente apto para defender casas e propriedades.


Com os donos, esta raça é extremamente meiga e afectuosa. Por trás do aspecto imponente, está um cão muito dócil com as crianças da família, de quem aceita muitos abusos.


Com estranhos é reservado e seguro de si. Os donos devem apresentar todas as visitas ao cão e não devem deixá-las sozinhas com ele. Como cão de guarda incorruptível, o Cão da Serra da Estrela é desconfiado em relação aos humanos que não são da casa.


Os machos não toleram outros cães do mesmo sexo. As fêmeas tendem a ser mais receptivas. Podem conviver com animais de outras espécies desde que habituados com elas desde pequenas.


Muito resistentes, esta raça está preparada para enfrentar situações climáticas adversas, tal como é o tempo que se encontra na serra. Por isso, são cães que tanto podem viver no interior como no exterior da casa. 


 O Cão da Serra da Estrela necessita de um espaço exterior que possa guardar. A sua necessidade de exercício é moderada, mas ainda assim, passeios longos são a melhor forma de exercitar o animal.

 

 Descrição


O Cão da Serra da Estrela é um cão de grande porte, de linhas rústicas e aspecto poderoso.

A cabeça é volumosa e imponente e o crânio arredondado. Tem uns olhos ovais, castanhos, de expressão inteligente e serena. As orelhas são pequenas e pendentes sendo revestidas por um pêlo macio.


Molossóide, tipo mastim, o Cão da Serra da Estrela tem o peito largo e a garupa ligeiramente descaída. Os membros são fortes e musculosos, sendo os anteriores verticais. Os pezunhos estão presentes nos posteriores. A cauda é comprida, grossa e mantida descaída.


Existem duas variedades de pelagem no Cão da Serra da Estrela: pêlo comprido e pêlo curto. O pêlo é forte, algo grosseiro mas não muito áspero. Em algumas regiões é mais comprido do que outras, como por exemplo na cauda, em volta do pescoço e na parte traseira.


São admitidas apenas as cores fulvo, amarelo e lobeiro, que podem formar uma cor sólidas ou apresentar manchas brancas.

 

Saúde e Higiene 


O Cão da Serra da Estrela é um cão saudável para o porte que apresenta, muito devido à forte selecção natural a que esteve exposto. Contudo existem algumas doenças típicas de animais de porte grande com maior incidência na raça. A displasia é uma delas, sobretudo a da anca, por isso certifique-se de que os progenitores realizaram os despistes correspondentes.

Devido a esta propensão, os donos devem utilizar rações de qualidade, não exercitar demasiado o cão enquanto jovem, evitar a subida de degraus e saltos e mantê-los afastados de pisos escorregadios.


Tendo duas variedades de pêlo, o Cão da Serra da Estrela precisa de cuidados diferenciados. A variedade de pêlo comprido necessita de maior manutenção: escovagens diárias para desembaraçar. A variedade de pêlo curto exige apenas escovagens semanais.

O banho apenas deve ser dado quando não for evitável, uma vez que a oleosidade protectora da pele é danificada pela água e produtos de limpeza.


Fonte: arcadenoe.pt

Tristeza Felina


Tem gente que nem imagina, mas os felinos, assim como os cães, sentem a falta de seus donos quando estes se ausentam, o que pode impactar em seu comportamento alimentar. Especialmente se estiverem fora de casa, em locais como hotéis ou residência de parentes, pois a mudança de ambiente e rotina costuma deixar os gatos estressados.

“Observamos que gatos quando estão sozinhos por longos períodos ou em situação de estresse passam a comer mais ou menos do que o habitual. Os dois extremos acontecem”, afirma a médica veterinária Andressa Gontijo, médica veterinária da empresa de pet sitter My Pet´s Nanny, referência da PremieR pet.


Em sua rotina de trabalho já vivenciou diversas situações. “Vi casos de gatos que por se sentirem entediados passaram a devorar todo o pote de comida quando em sua rotina normal costumavam deixar uma sobra. E ainda pediam mais depois”, revela.  Nesses casos, segundo ela, um pouco mais de atenção costuma resolver.

Outro caso foi de um gato que ficou hospedado na residência de uma cuidadora e se recusava a comer porque se sentia em ambiente estranho, convivendo com outros felinos que não eram familiares.


“Quando ocorre uma reação assim, sugerimos deixá-lo permanecer em sua casa para ser cuidado lá, pois diminuímos o estresse”, orienta Andressa.

A médica veterinária sugere ainda aumentar a atividade dos felinos quando eles demonstram menos apetite. “Brincadeiras ajudam a aumentar o gasto de energia, o que geralmente contribui para aumentar a vontade de se alimentar”, diz.

Fonte: gateiro.com.br
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