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quarta-feira, 25 de março de 2015

Gatos Anti Sociais



Os gatos, não são antissociais como muitas pessoas acham. Na verdade, pergunte para alguém que tem gatos e veja a resposta, será o contrário.

Os gatos, diferentemente dos cães, tem uma personalidade mais independente, mas isso não quer dizer que eles sejam somente apegados ao ambiente ou ao seu território.

Quando faço socialização de felinos em ambiente doméstico, noto que os gatos na verdade veem o humano como outro gato, ou seja, diferente do cão que acaba seguindo uma hierarquia, peludos felinos, podemos dizer que tratam todos, numa questão "igualitária".



Por isso, dessa maneira, os gatos são dependentes e independentes ao mesmo tempo. Ao contrário de muitos animais que foram domesticados, os felinos não mudaram muito suas características durante esse período de domesticação, ou seja, ele ainda tem muitas características selvagens dos seus parentes antigos.

Se o gato fosse realmente antissocial, ele seria um animal solitário e certamente não seria socializado, com nada nem ninguém. E isso não é o que acontece, pois mesmo se os gatos não tivessem contato com os humanos, ainda sim eles gostam de viver em grupos com outros felinos.

Para ter um gato bem sociável, o mais importante de tudo é: entender seu jeito e seu temperamento. Não o trate como um cão, pois ele não tem nada de parecido com ele.



Você precisa respeitar o espaço do felino e entender que ele é muito mais independente que o cão, mas isso não quer dizer que ele não ame seu dono ou não seja sociável. É uma característica do felino, agir assim. Interaja bastante com seu peludo felino, com brincadeiras de esconder, com bolinhas, brinquedos com penas, carinho, afeto e faça com que ele também, interaja com outras pessoas que não sejam somente da sua casa. Seguindo essas regras básicas, seu felino será muito mais sociável e feliz.

E não se esqueça, que as primeiras semanas de vida de um gato, influenciam seu comportamento para o resto da vida, ou seja, uma boa socialização nesse período o tornará um gato muito tranquilo, dócil e carinhoso. Pois o gato também é o melhor amigo do Homem.


Fonte: http://equilibrioem4patas.blogspot.com.br

Cães resmungões


Faltando esse exercício, os cães tendem a ficar estressados, resmungões, chegando por vezes a descarregarem a energia na destruição de sofás e tapetes ou urinar e defecar com abundancia em locais onde não é permitido fazê-lo.

Também adoecem com maior frequencia.


Um cão feliz da vida, influencia e contribui para o bem estar e felicidade dos donos.
Afinal qual o objetivo de termos um animal de estimação em casa!

E os canitos, sempre estão dispostos e se entem felizes quando teem uma oportunidade de agradar ao dono. Sejamos também agradaveis com eles.

Fonte: http://racas.org

quarta-feira, 18 de março de 2015

A Equoterapia


Andar a cavalo deixou de ser, pura e simplesmente, um prazer ou um meio de locomoção. Hoje, essa prática tão antiga também é usada como terapia no desenvolvimento biopsicossocial de pessoas portadoras de deficiência ou de necessidades especiais e se você ler este artigo com atenção, perceberá que é terapêutico para qualquer um de nós.
Os benefícios ao usuário do método, conhecido como Equoterapia, não são apenas físicos, mas também psicológicos, educativos e sociais.

De acordo com especialistas no assunto, o cavalo, ao se deslocar, realiza um movimento semelhante à marcha humana, ou seja: o centro gravitacional do cavalo é deslocado tridimensionalmente, com a marcha, num movimento semelhante à bacia pélvica humana. A correspondência entre os movimentos, humano e eqüino é tal que a diferença entre um e outro é menor que 5%.

 Essa semelhança pode ajudar pacientes com lesões no cérebro, fornecendo imagens cerebrais seqüenciais e impulsos importantes para aprender ou reaprender a andar. Além disso, o cavalo passa três ondas vibratórias simultaneamente (para cima e para baixo, para um lado e outro e para frente e para trás), o que faz dele uma “máquina terapêutica” que nenhum outro método consegue imitar.

Um dos grandes motivadores da terapia é a inversão de papéis, considerando que o paciente é o protagonista do tratamento, tendo como parceiro o cavalo, e o terapeuta é um simples mediador. Outra vantagem da Equoterapia é o biorritmo do cavalo e o movimento rítmico-balançante, que estimulam o metabolismo, regulam o tônus e melhoram os sistemas cardiovascular e respiratório.



Já o movimento e a mudança de equilíbrio constante pedem uma adaptação incessante do próprio equilíbrio, fortalecendo a musculatura e a coordenação. Assim, a integração sensoriomotora e a consciência do próprio corpo são melhoradas. Os resultados da prática de equoterapia são, geralmente, o maior controle dos reflexos, equilíbrio de tronco e cabeça e correção de postura. As pessoas com musculatura supercontraída adquirem flexibilidade e as que possuem pouco tônus muscular são fortalecidas.

A interação do praticante da Equoterapia com o cavalo desenvolve, ainda, novas formas de socialização, auto-confiança e auto-estima. Para a criança, o cavalo é como um grande brinquedo de pelúcia que, entretanto, é de difícil manuseio e impõe respeito. O calor, o cheiro adocicado, a docilidade do corpo e o movimento rítmico do animal remetem a pessoa aos primeiros contatos com a mãe e à maneira como foi transportada e cuidada por ela. Assim, a criança portadora de deficiência tem o apoio e o amparo de que necessita para se desenvolver.

A técnica, exige profissionais hábeis, para que a Equoterapia seja aproveitada de maneira segura e correta.




Indicações

A Equoterapia é indicada para tratamento de casos de paralisia cerebral, acidentes vasculares cerebrais, traumas crânio-encefálicos, atrasos maturativos, formas psiquiátricas de psicoses infantis, estados marginais como autismo, Síndrome de Down e dependência química. O método também pode ser usado para aliviar ou eliminar problemas de estresse, depressão, dificuldades no aprendizado, na coordenação motora, timidez e deficiências físicas, entre outros.
O início

Embora o cavalo já tenha sido utilizado com fins terapêuticos por Hipócrates, na Grécia Antiga, e a equitação tenha sido recomendada pelos antigos médicos gregos, os tratamentos com Equoterapia tiveram início somente nos anos 30, na Alemanha, como alternativa para a cura de várias doenças. Os estudos sobre a Equoterapia tinham se iniciado no século anterior, quando médicos parisienses começaram a pesquisar o assunto, motivados pelos ensinamentos da Grécia Antiga.

Há mais de três décadas, a Equoterapia ganhou notoriedade com as observações do médico alemão Rider. Vítima de um acidente vascular cerebral que o deixou semiparalisado, ele notou que a prática de andar a cavalo contribuía para a sua recuperação. Um dos impulsos para a disseminação da técnica foi a Segunda Guerra Mundial. Com ela, houve uma renascença da Equoterapia, que foi usada em mutilados pela guerra, pois muitos deles tinham sido excelentes cavaleiros. A técnica se difundiu e começou a ser utilizada em todo o mundo.


 No Brasil, a terapia começou a ser aplicada em meados dos anos 80, e teve grande aceitação, sendo que há hoje várias clínicas especializadas em Equoterapia, embora somente em 1997 o Conselho Regional de Medicina tenha admitido a terapia como método de tratamento válido no país.
Suzete é Naturopata, Iridóloga e Instrutora dos Exercícios Visuais. Autora do livro: Cuide de Seus Olhos

Contato: suzete@saudeintegral.com
Sites: www.saudeintegral.com, www.iridologiasp.com.br e www.metodobates.com.br
Fonte: saudeintegral.com

Doença de Lyme


A Doença de Lyme é uma zoonose comum e tem ocorrência frequente no hemisfério norte, principalmente nos Estados Unidos. É uma enfermidade infecciosa, causada pela bactéria Borrelia burgdorferi e transmitida pela picada de carrapatos. Pode acometer cães e gatos, os quais não apresentam manifestações clínicas.

 No Brasil, os primeiros casos foram descobertos em humanos no ano de 1992. O grupo acometido, após ser picado por carrapatos, começou a ter manchas na pele, sintomas de gripe e artrite. Após análises, isolaram esta bactéria e descobriram que o carrapato implicado no caso era o Amblyoma cajenense. Atualmente, a doença de Lyme já foi diagnosticada em cães na cidade de São Paulo e Rio de Janeiro, tanto no interior quanto no litoral, sendo que, nas regiões onde encontraram os cães infectados também foram encontrados humanos com o mesmo problema.


Borrelia burgdorferi é uma bactéria do grupo das espiroquetas, isto é, seu corpo é em formato de saca-rolhas, se movimenta em espiral e são anaeróbias, isto é, não precisam de oxigênio para “respirar”. Ao causarem uma infecção, podem danificar diversas partes do organismo, causando, desde uma artrite a quadros de encefalite e pode levar a óbito. Nos humanos, um dos primeiros sinais é o aparecimento de uma mancha circular avermelhada, tendo como sintomas grande quadro de latência e episódios de polineuropatias.

Os sintomas mais comuns nos cães são dores articulares (relutância ao se movimentar), inchaços nos gânglios linfáticos, febre e letargia. Os animais mais acometidos são aqueles que convivem perto de equinos, sendo que o carrapato do cavalo (Amblyoma cajenense) geralmente é o mais frequente na transmissão da Borrelia burgdorferi aqui no Brasil. 


Ao levar o animal de estimação em zonas rurais, deve-se ter muito cuidado para preveni-lo de doenças como essa, para isso recomenda-se o uso de medicamentos anti carrapatos, coleiras carrapaticidas e manter a limpeza completa do ambiente onde o animal irá dormir. Cuidados esses que garantem a saúde do animal e acabam reduzindo gastos com medicamentos para o pet.

 O diagnóstico de um animal contaminado é feito após exames clínicos completos, junto com informações que o dono deverá fornecer sobre o histórico do bichinho e exames complementares como sorologia ou isolamento para detectar a presença da bactéria e, assim, concluir o prognóstico do veterinário. Para o tratamento, é realizada terapia com antimicrobianos à base de substâncias como doxiciclina e amoxicilina, ou, dependendo do quadro sintomático, pode ser realizado um tratamento de suporte, como hidratação, e uso de analgésicos e anti-inflamatórios.

 Fonte:http://dicas.petlove.com.br
É de conhecimento comum que carrapatos podem significar grandes riscos ao bem-estar dos nossos pets. Agentes transmissores de doenças como a babesiose e a erlichiose, comumente conhecidas como as doenças do carrapato, estes parasitas também podem ser responsáveis por ocorrências como a paralisia do carrapato e a doença de Lyme, que vamos tratar neste artigo.
Também conhecida como borreliose, a doença de Lyme é causada por uma bactéria chamada Borrelia burgdorferi, que é transmitida aos animais através da picada de um carrapato infectado. Ao atingir o hospedeiro, a bactéria pode causar desde uma artrite até quadros graves de encefalite (infecção cerebral) que podem levar ao óbito do animal acometido. Sendo uma zoonose, seres humanos também podem adquirir a doença de Lyme através da picada do carrapato, podendo, dependendo do estágio da doença, tratá-la com antibióticos.
Fonte: CachorroGato @ http://www.cachorrogato.com.br/cachorros/doenca-lyme-caes/
É de conhecimento comum que carrapatos podem significar grandes riscos ao bem-estar dos nossos pets. Agentes transmissores de doenças como a babesiose e a erlichiose, comumente conhecidas como as doenças do carrapato, estes parasitas também podem ser responsáveis por ocorrências como a paralisia do carrapato e a doença de Lyme, que vamos tratar neste artigo.
Também conhecida como borreliose, a doença de Lyme é causada por uma bactéria chamada Borrelia burgdorferi, que é transmitida aos animais através da picada de um carrapato infectado. Ao atingir o hospedeiro, a bactéria pode causar desde uma artrite até quadros graves de encefalite (infecção cerebral) que podem levar ao óbito do animal acometido. Sendo uma zoonose, seres humanos também podem adquirir a doença de Lyme através da picada do carrapato, podendo, dependendo do estágio da doença, tratá-la com antibióticos.
Fonte: CachorroGato @ http://www.cachorrogato.com.br/cachorros/doenca-lyme-caes/
A doença de Lyme tem o seu nome a partir da cidade de Lyme, Connecticut. Aqui, o primeiro surto da doença foi monitorada. Uma bactéria, denominada Borrelia burgdorferi é responsável por esta doença. Esta bactéria é transmitida pela picada de um carrapato. Diz-se que, de todas as espécies de carrapatos, apenas três espécies são conhecidas para transmitir a doença. Segundo a pesquisa, a doença de Lyme em cães é transmitida através da picada de um carrapato ou um carrapato de patas negras. Os sintomas geralmente ocorrem dentro de um período de dois a cinco meses de o cão ser picado por um carrapato. - See more at: http://caes.topartigos.com/sintomas-da-doenca-de-lyme-canina.html#sthash.lPZvxPnF.dpuf

Massagem canina

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