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sexta-feira, 15 de março de 2013

Dermatite por Lambedura





Também chamada de Dermatite Psicogênica, essa é uma doença que acomete cães e gatos. Consiste em lesões na pele que são provocadas pela lambedura constante do animal naquela região, causando feridas que são difíceis de tratar.

Conforme os anos passam, a rotina das pessoas de maneira geral fica mais intensa e os animais domésticos acabam passando boa parte do tempo sozinhos e recebendo cada vez menos atenção. A chegada de uma criança nova em casa, um ambiente desconhecido ou a negligência dos donos desencadeiam a mesma sensação em alguns animais: tédio, estresse, depressão.

Assim como nós, os cães também resolvem procurar o que fazer nesses momentos e acabam desenvolvendo a mania de lamber uma determinada parte do corpo, normalmente as patas. Ou seja, são lesões auto-induzidas – provocadas pelos próprios animais.


Por quê isso acontece?

“Na depressão canina e felina, a falta de neurotransmissores muitas vezes desencadeia um comportamento crônico, excessivo e estereotipado, que se exterioriza através da lambedura de partes mais distais do corpo.

A possível explicação para o desencadeamento deste tipo de comportamento deve-se ao fato de que em animais submetidos a estresse, supõe-se que ocorra um aumento dos níveis dos hormônios indutores dos melanócitos e adrenocorticotrópicos, levando a uma maior produção de endorfinas, gerando o comportamento anormal de lambedura, devido ao seu efeito narcótico.

 As lesões ocorrem mais frequentemente na porção dorsal de membros anteriores e posteriores, bem como, na região abdominal.” – segundo o site Center Vet.






Sintomas

a) Lambedura constante e excessiva em mesmo local (muitas vezes além de lamber o pêlo, o animal também o mastiga);

b) Falha no pelo em uma determinada região;

c) Formação de lesão que geralmente apresenta-se circular, devido à alta contaminação da boca dos animais.

Estas lesões podem agravar-se, resultando em infecções secundárias com pus. Outros sintomas também correlacionados são: o emagrecimento sem causa aparente, a irritabilidade e mudanças nos hábitos de higiene, no caso de gatos. Estes sintomas são correlacionados porque fazem parte do quadro de estresse e depressão, como foi visto anteriormente.

Atopia, dermatofitose, hipersensibilidade alimentar ou dermatite alérgica a picada de pulga são fatores que podem agravar a dermatite patogênica ou mesmo desencadeá-la. Entretanto, normalmente a causa principal é de fato a questão psicológica que provocam estresse ou depressão no animal, como deslocamente, chegada de um novo animal ou bebê em casa, mudança de móveis, viagem, perda de território, negligência, falta de exercício e atenção etc.





Tratamento

A primeira medida para que o tratamento seja bem-sucedido é a correção do fator desencadeante da doença. Não adianta tratar a pele do cão se o cenário continua o mesmo e ele continua estressado e deprimido. 
Porém muitas vezes é difícil encontrar a causa primária e para que isso aconteça é preciso que o dono do animal relate todos os detalhes da vida do animal para o veterinário no ato da consulta.

Segundamente, o distúrbio poderá ser tratado com ansiolíticos por no mínimo 30 dias. É importante reiterar que a Dermatite Patogênica, apesar de ser apresentada como uma doença do corpo, é na verdade uma doença mental, que precisa de tratamento psicológico. 

Normalmente o tratamento varia de 2 a 4 meses.
As lesões devem ser higienizadas com produtos anti-sépticos de 2 a 4 vezes ao dia e xampu terapêutico 1 ou 2 vezes por semana, dependendo da gravidade do quadro. Nos casos em que a contaminação das lesões for muito grave (dermatite úmida aguda), recomenda-se associar ao tratamento tópico, um antibiótico via oral.

É importante que durante o tratamento o animal seja mantido com colar cervical, para evitar recontaminação das lesões, pois durante a administração dos remédios ele ainda estará sob influência do distúrbio e continuará lambendo a região.

Como faço pro meu cão não ter novamente?

Como todos os distúrbios comportamentais, as dermatites psicogênicas tem difícil tratamento e podem se tornar recorrentes. Como a causa muitas vezes deve-se ao atual tipo de vida dos donos, não existe uma forma de prevenir se o animal irá desenvolver o distúrbio. O que se aconselha são passeios constantes, deixar sempre disponíveis brinquedos para que os animais se distraiam quando estiverem sozinhos, e dar o máximo de atenção possível a eles.

Aprenda como fazer para deixar seu cão sozinho em casa evitando que ele fique estressado ou deprimido.

Gatos:primeiros socorros






sses procedimentos não subestituem o atendimento veterinário.





-Estado de choque:

Em casos de ferimentos graves o gato entra em estado de choque. Ele fica quase imóvel, temperatura baixa, pulsação fraca e respiração leve. Cubra-o e mantenha-o aquecido até chegar ao veterinário.

-Insolação:

Leve-o para um lugar fresco e lhe dê água frequentemente.






-Sangramentos:

Se estiver sangrando muito, aplique uma bandagem e faça pressão até chegar ao veterinário.
Se a gengiva estiver branca ou cinza, ele deve estar sangrando internamente.
Os cortes devem ser examinados pelo veterinário, para saber se precisam de sutura ou não.

-Mordidas:

Se seu gato aparece com sinais de brigas e mordidas, leve-o ao veterinário para que estas sejam tratadas. os ferimentos de brigas estão sempre infectados, necessitando de tratamento adequado.

-Fraturas:
 
Coloque uma tala e leve-o ao veterinário. A tala evita que a fratura cause maiores danos ao tecido mole e vasos, diminuindo a dor também.
Fonte:becodosgatos.com.br

Gripe Canina:sintomas





Seu cachorro pode aparecer com uma pigarrinha, então fique atento: ele pode estar com uma virose conhecida popularmente como gripe canina ou tosse dos canis.

A tosse dos canis é causada principalmente por três agentes infecciosos, uma bactéria de nome Bordetella bronchiseptica e dois vírus, Parainfluienza e Adenovírus, agindo de forma isolada ou em combinação.-

O importante a ser observado é que a Bordetella bronchiseptica pode acometer humanos, sendo por-- isso considerada uma zoonose.

 



Normalmente nos cães acometidos pela gripe, os principais sintomas observados são acessos de uma tosse seca, parecendo que o animal está engasgado, às vezes expectorando um tipo de espuma branca. Essa tosse costuma piorar com exercícios físicos, agitação ou mesmo pela própria pressão da coleira.

Em casos mais graves seu cão pode apresentar secreção nos olhos, coriza, falta de apetite e febre. Nos filhotes e nos animais mais debilitados o quadro pode evoluir para situações mais complicadas, como pneumonia, por exemplo.

Se o cão já contraiu a doença o tratamento básico consiste em antibioticoterapia (tratamento à base de antibióticos), xaropes para alívio da tosse, antiinflamatórios e confinamento do animal, evitando que ele fique exposto ao frio, vento, umidade e evitar banhos. 
 
Normalmente aquela pessoa que tem mais de um cão, quando um deles contrai a gripe canina, todos eles acabam também ficando doentes, cada um deles com a sua gravidade, como se fosse uma gripe humana.

 
 
 
 
Portanto, nesta época do ano, convém por precaução evitarem-se lugares com grande concentração de animais, onde a probabilidade de transmissão da doença é muito maior, como parques, jardins, canis, lojas de animais.

É importante salientar que nem sempre o cão que apresenta o sintoma de tosse seca está com a gripe canina. Muitas vezes este sintoma também ocorre em animais cardiopatas (animal com problemas cardíacos), particularmente nos animais idosos.

 Por isso, sempre é importante levar o animal em seu veterinário de confiança, para que o diagnóstico seja correto.

quarta-feira, 6 de março de 2013

Dicas para brincar com seu Gatinho






Apesar dos gatos dormirem entre 16 a 18 horas por dia, são na verdade animais enérgeticos que não resistem a uma boa caçada. Mas existem vários aspectos a ter em conta para partilhar com o animal uma brincadeira divertida: as regras, o temperamento do gato, os brinquedos, entre outros.

A regra de Ouro


Tal como tudo o resto, se quer brincar com o gato, deve antes de mais ensinar-lhes os limites da brincadeira. O mais importante é ensinar o gato que as mãos do dono não são brinquedos e que por isso não podem ser mordiscadas nem arranhadas. Estas lições devem ser dadas ainda em pequeno, para evitar os estragos que os dentes e as unhas de uma gato adulto podem fazer.

Sempre que o gato morder ou arranhar as mãos, deve-lhe dizer “Não” e ignorá-lo durante alguns segundos. O gato tem associar o fim da brincadeira as mordidas ou arranhadelas. Cedo o gato vai evitar as suas mãos e lançar-se apenas aos brinquedos. Os gatos mais bem ensinados desviam-se das mãos dos donos e tentam agarrar apenas os objectos.



Gatos jovens

Os gatos jovens são muito energéticos e estão sempre prontos para a brincadeira. Não é difícil conseguir despertar um gatinho para a brincadeira, difícil é fazê-lo parar. Os gatos jovens podem ser facilmente estimulados. Mantenha sempre o controle nas brincadeiras e tenha em atenção a fragilidade do animal.


Gatos tímidos


Alguns gatos são mais reservados e menos brincalhões. Para os convencer a brincar, pode reduzir um pouco a luminosidade da sala, uma vez que os gatos gostam de caçar de noite. Depois, comece lentamente a chamar à atenção do gato com um dos brinquedos. Aumente o ritmo conforme a reação do gato. É importante cativar os gatos com mais idade que começam a ser menos activos. Se o gato não reagir após alguns minutos de tentativas, não force o animal. Volte a tentar noutra altura.






 

 

 Brinquedos


Existe um vasto leque de brinquedos feitos especificamente para gatos. São esses que os donos devem procurar. As bolas imitam ratos e outros pequenos roedores que o gato tenta apanhar. Já as luzes na parede assemelham-se mais a insectos. Cordas e fitas lembram cobras.

Os brinquedos recomendados para um gato tanto podem ser comprados como feitos em casa. Os brinquedos caseiros são geralmente mais baratos, mas menos resistentes.

Brinquedos no mercado:


  • Bolas de plástico com ou sem sino dentro – O dono deve retirar as bolas quando estas se deteriorarem.
  • Brinquedos com luz – Os gatos ficam fascinados com luzes. Canetas com luz na ponta são óptimas para entreter o gato durante horas.
  • Brinquedos com Erva-dos-Gatos – Alguns gatos são imunes ao catnip e podem não achar estes brinquedos especiais. Os gatos que se deixam seduzir por esta erva, gostam de transportar o brinquedo de um lado para o outro e roçar-se nele. Outros gatos podem ficar demasiadamente estimulados ao ponto de se tornarem agressivos. Antes de experimentar estes brinquedos, verifique a reacção do gato à Erva-dos-Gatos. Alguns destes brinquedos perdem contudo a frescura da erva e podem provocar reacções mais moderadas nos gatos. Outros tornam-se velhos ainda na loja e podem perder completamente o apelo do catnip.
  • Peluches – Brinquedos de pelúcia são objecto de conforto para o gato. O animal gosta de se aninhar junto a ele ou então transportá-lo pela casa. Para transportar deve ter um peluche mais pequeno do que o gato.
  • Brinquedos suspensos – Os gatos adoram brinquedos suspensos. Cordas grossas com nós são óptimas para trepar e para arranhar.

Brinquedos caseiros:


  • Sacos de papel – Tenha o cuidado de retirar as asas para evitar que o gato fique preso.
  • Rolos de papel higiénico ou de cozinha já gastos – Acabam por sujar mais do que os outros brinquedos, mas servem para boas horas de distracção
  • Caixas de cartão – Ao recortar partes de caixas de cartão e juntá-las pode fazer uma espécie de gincana que o gato pode percorrer ou usar para se esconder.

O que deve evitar:


  • Fios e fitas, que podem ser engolidos e alojar-se no estômago, sendo depois necessária uma cirurgia para os retirar;
  • Sacos de plástico, que podem sufocar o gato;
  • Objectos pequenos que possam ser engolidos, podem alojar-se na garganta ou estômago ficando presos e pondo em risco a vida do gato;
  • Elásticos e qualquer outro objecto que não tenha sido desenhado para gatos.




 

 Rotação de brinquedos


Os brinquedos não devem estar sempre disponíveis. Para manter as brincadeiras interessantes, os gatos devem ter acesso a 3 ou 4 brinquedos de cada vez. Mantenha acessível um grupo diversificado de brinquedos. Deixe o brinquedo preferido do gato sempre disponível. Mas tenha outros que apenas disponibilize quando é para brincar com o dono.


Quantas vezes deve ganhar o gato?


Os gatos que nunca conseguem apanhar o brinquedo, ou seja, caçar o objecto, acabam por perder o interesse na brincadeira. O dono deve deixar o gato apanhar o objecto de vez em quando para manter a brincadeira interessante. Correm algumas teorias que defendem que o gato deve ganhar uma vez em cada 3 a 6 tentativas.


Duração


Duas sessões de 10 a 15 minutos de brincadeira por dia são suficientes para um gato normal. No fim de cada brincadeira, recompense o gato com carícias e palavras meigas.


Quando terminar?


Não deve terminar uma brincadeira no período em que o gato está mais entusiasmado. Diminua o ritmo da brincadeira até o gato estar relativamente calmo e depois termine a brincadeira. Pode optar por guardar o objecto ou deixar que o gato continue a brincar com ele sozinho.


Fonte: arcadenoe.sapo.pt

Os Animais tem Alma?





Esta é uma pergunta difícil de ser detalhada, mas sem dúvida o Espiritismo tem uma resposta. Os animais não tem alma como nós os humanos, mas tem um princípio espiritual que sobrevive à morte do corpo. 

Segundo os espíritos disseram a Kardec, quando o animal morre, espíritos especializados recolhem esse princípio espiritual, que entra em letargia e é encaminhado para uma nova encarnação quase imediatamente. 








Este princípio inteligente, que ainda não é um espíritos, passará milênios incontáveis nesta condição, até chegar ao reino hominal, mas em mundos primitivos, onde o homem pouco se diferencia de um animal. 


Continua progredindo lentamente até adquirir consciência de si mesmo e desenvolver o livre arbítrio. Os homens progridem por sua vontade, mas os animais pela força das coisas ou do ambiente. 

Se eles permanecessem sempre animais seria uma injustiça, pois eles sofrem, são abatidos para a alimentação do homem, usados como cobaias e desenvolvem doenças como o câncer, por exemplo.








Mas eles não tem Carma, pois não tem livre arbítrio. Mas compreenda, caro amigo, que Carma é uma palavra das doutrinas indianas e não existe no espiritismo (preferimos ação e Reação ou causa e efeito). 

Os animais não são responsáveis pelos seus atos. Alguns são mais inteligentes pelos cuidados recebidos, ou talvez, porque progrediram um pouco mais do que os seus irmãos da mesma espécie. 

Respeitar e proteger os animais é um dever cristão.
Fonte:espirito.org.br
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