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segunda-feira, 6 de dezembro de 2010

Cães e gatos:corte das unhas






As unhas dos cães e gatos diferem das do homem por estarem mais intimamente unidas ao osso da ponta do dedo. Seu leito é mais irrigado einervado e, se cortarmos demais, haverá sangramento e dor. Como saber então até onde cortar? Nos animais com unhas brancas é fácil, pois vemos os vasos sangüíneos na cor vermelha no leito ungueal e temos como evitá-los. Já nos de unhas escuras, é mais difícil acharmos o ponto certo de corte. Na dúvida, o melhor é irmos cortando aos poucos a fim de evitarmos acidentes.



Um bom parâmetro vara vermos se há necessidade de corte e até onde cortar é pormos o animal de pé e vermos se as unhas tocam o solo.




O tamanho correto da unha deve ser o que permite que as pontas das unhas toquem o solo, mas os dedos não fiquem dobrados. Isto se aplica aos cães, mas nos gatos, as unhas são retráteis e não tocam na superfície do solo. Inclusive, para cortá-las, precisamos fazer pressão nos dedos para expô-las.



Se ao cortar as unhas, houver sangramento, tenha calma. Segure um chumaço de algodão com água oxigenada sobre a unha e aclame o animal. Após algum tempo, o sangramento cessará.

 Fonte:cveuropa.com

quarta-feira, 1 de dezembro de 2010

Os Gatos da raça RagDoll



Origens:
A raça teve início nos anos 60, na Califórnia, graças aos esforços da criadora Ann Baker. Ela criou Josephine, uma fêmea de pêlo longo branco, muito amorosa que tinha marcas muito características dos Siameses e de outros gatos de pêlo longo como os Persas, e cruzou-os com animais Birmaneses até que conseguiu o resultado que queria. A raça é muito rara fora dos Estados Unidos, onde só foi reconhecida em 1965. Na Grã-Bretanha só foi aceite nas exposições há bem pouco tempo.
O Ragdoll, que em português significa “boneca de trapos”, tem um físico imponente, mas quando lhe pegamos ao colo seus músculos se descontraem, tornando-se fraco, mole e frágil como uma boneca de pano, vindo daí o seu nome. Outra fama dos animais desta raça é a de que seriam mais resistentes à dor, já que os Ragdolls originais nasceram depois de sua mãe, Josephine, ter sido ferida num acidente de automóvel e ficado dois dias ferida, até ser recolhida a assistida para sobreviver com sucesso. Mas segundo alguns criadores, o limite de resistência de dor dos Ragdolls são parecidos com o de outras raças, e pensar de maneira diferente parece ser muito arriscado.

Temperamento:
É um gato bastante tolerante aos caprichos e fraquezas dos outros, dedicando-se com muita alegria aos seus donos. Dá-se muito bem com crianças, idosos e até mesmo com outros cães. Os Ragdolls são fiéis a ponto de irem receber os seus donos à porta de casa, acompanhá-los pela casa durante o tempo que for necessário e até dormir com eles. É um animal muito amoroso, que mostra-se muito cuidadoso até ao arranhar as pessoas.
Apesar de tanta energia, são considerados gatos de chão, isto é, não costumam sair a saltar a todo o momento, sendo que depois de adultos são animais muito calmos, muito próprios para apartamentos, por exemplo. Muitas vezes são considerados os animais ideais para pessoas ocupadas, já que o Ragdoll toma o seu próprio banho de língua regularmente e para tratar do seu pêlo basta um pente de aço, uma vez que seu pêlo emaranha-se menos do que é vulgar em outros gatos. Como o pêlo adapta-se ao clima, convém ter atenção à uma maior queda de pêlo durante o Verão.
É um gato robusto que geralmente goza de uma perfeita saúde. Para favorecer o seu crescimento, o Ragdoll necessita de uma dieta completa e equilibrada. É uma raça perfeita para a vida em casa, mas que se adapta a outros ambientes, inclusivamente à vida no campo.,
Fonte:arcadenoe.com.br

Limpeza nas orelhas:facil e importante!!



Cães e gatos dependem muito de seus donos para cuidar da higiene e da saúde de seus ouvidos. Por serem estruturas bastante delicadas, a limpeza exige alguns cuidados especiais, para não machucar o pet e evitar inflamações, como otites, causando desconforto para o animal e até danos graves à audição.
Dentre as causas mais comuns de otites destacam-se fungos, bactérias, ectoparasitas, excesso de cera, corpos estranhos e processos alérgicos, revela a médica veterinária da Vetnil, Isabella Vincoletto. “As raças de cães de orelhas caídas são as mais predispostas a desenvolver o problema, já que a ventilação nos condutos auditivos é menor, tornando-os mais propícios à proliferação de micro-organismos”.
Quanto aos sintomas do problema, a veterinária diz que o pet que apresenta uma inflamação no ouvido logo se delata, coçando as orelhas com as patas traseiras ou sacudindo a cabeça. “O animal pode apresentar secreção purulenta no ouvido, com característica de mau odor, indicando que a infecção já está instalada. Em casos mais severos o animal pode apresentar desorientação e desequilíbrio, caracterizados por sinais neurológicos”.

Para prevenir as otites donos de animais de estimação devem cuidar da limpeza das orelhas de cães e gatos. Para isso, é importante levar em consideração alguns fatores como a produção natural de cera, a presença de pelos dentro das orelhas e a forma das orelhas. Segundo Vincoletto, a limpeza deve ser feita periodicamente, dependendo da observação desses fatores. “A produção de cera varia de animal para animal, portanto, é importante verificar regularmente como está a higiene das orelhas do pet”.
Os donos de animais de orelhas caídas devem ter cuidado redobrado, pois esses cães são mais predispostos a problemas de ouvido: o ambiente com pouca ventilação propicia a proliferação de micro-organismos.
O alerta da médica veterinária é para nunca introduzir objetos pontiagudos como cotonetes e pinças nos ouvidos do animal de estimação, pois isso pode machucá-lo, além de empurrar secreção (cerúmen) para o interior do conduto auditivo, agravando mais o quadro. “O uso de produtos ceruminolíticos pode diminuir a frequência das infecções micóticas ou bacterianas. A indústria de medicamentos veterinários já dispõe de auxiliares no combate aos sintomas clássicos da inflamação. Um exemplo disso é o Aurivet, da Vetnil, um medicamento com propriedades anti-inflamatória, antibiótica, antifúngica e analgésica, eficaz no combate aos principais sinais clínicos das otites”, completa a veterinária.
A dica para o dono do animal de estimação é observar o ouvido do pet para avaliar o acúmulo de cera e estar atento aos sinais clínicos decorrentes da otite. Caso haja constatação de que algo não está dentro da normalidade, o melhor é buscar a orientação de um médico veterinário de confiança.
Fonte:melhoramiga.com.br.

Depressão..seu animal tambem pode ter...



Como esta o ânimo de seu animal?
Por acaso seu cão aparenta olhar caído, tristonho? Você sabe quando se sente deprimido; seu cão também pode ter depressão. Quando pessoas estão deprimidas, elas podem falar sobre isto e facilitar o tratamento. Mas cães usam seu próprio sistema de ações não verbais para comunicação. Isto é o que o seu dono tem para reconhecer os sinais. Assim como nas pessoas, a depressão em animais pode ser tratada e diagnosticada.
“Muitas pessoas não tem notícia de depressão em cães” diz Katherine Houpt, VDM do James Law Professor Animal Behavior na Universidade de Cornel. Isto acontece pois o animal tem um comportamento quieto e não dá nenhum problema ao dono se esta em depressão.
Mas uma queda na energia e a baixa atividade do cão pode ser um sinal de depressão. O animal pode gemer sem um aparente motivo. O declinio do apetitee a consequente perda de peso são sinais também. Caso o animal permanece contra a parede e não interage com outros animais, ele deve passar por uma consulta veterinária. É importânte lembrar que muitas doenças e condições médicas mimetizam a depressão. Procure investigar com seu veterinário.
Tristeza é uma razão para depressão em cães. A perda de uma pessoa ou outro animal que era compania muitas vezes pode gerar uma tristeza ficando em depressão por um período. Alguns casos são perenes outros permanecem para uma condição severa. É o caso de animais insistentemente dormem na cama de pessoas que partiram.
Se você suspeita que seu animal sofre de depressão e possui características, diga a seu veterinário que houve motivo de tristeza recente. A continuidade da depressão por semanas pode levar o veterinário a optar por antidepressivos assim como o conhecido prozac. Caso você seja usuário deste medicamento, nunca use em seu animal. As doses são diferentes para cão. Existem também os efeitos colaterais como vômito e diarréia, sedação e boca seca (animal bebe muita água). Convulsões podem ocorrer em animais que usam o medicamento por longo período de tempo.
Atividade que podem ajudar
Deixar o animal ocupado em grande parte do tempo pode ajudar no tratamento da depressão.
Tente algumas dicas como:
Caminhadas com o animal. Se possível correr solto. A sensação de liberdade e movimento deve reanima-lo
Nova compania para seu animal. Principalmente quando o animal experimenta a perda de outro amigo animal. Caso não seja possível adquirir outro animal, deixe-o com passeadores de cães onde ele poderá caminhar com outros animais regularmente. É claro que é preciso uma recomendação para este tipo de serviço para que seja apropriado e proveitoso para seu animal.
Animais sozinho podem receber brinquedos especializados. Dr. Houpt recomenda os de bola associada a corda, são de particular interesse para cães que gostam de trazer objetos.
Existem momentos na vida do cão que ele pode passar por períodos de maior depressão. Um correto diagnóstico e tratamento é necessário. Entretanto, nenhum destes irá substituir o carinho e a atenção que o dono e sua família pode dar. Durante um caso de depressão com seu animal faça como um amigo faria por você!
Dr. Marcelo Botelho Migliano
Médico Veterinário

terça-feira, 23 de novembro de 2010

A História do Poodle




Origem:
Há certa dúvida quanto a sua origem. A maioria dos especialistas crêem que se trata de uma raça de origem francesa, enquanto alguns acreditam que os poodles sejam originários da Alemanha ou da Rússia.
Uma terceira versão afirma que estão relacionados com a ‘cão de água português’, sendo, portanto, de origem ibérica.Os cães da raça poodle, também conhecidos como ‘caniche’, são excelentes para companhia. Estão entre os cachorros mais encontrados no Brasil.

Comportamento:
O poodle se destaca por ser inteligente e brincalhão. Seu comportamento é dócil com seus donos e pessoas com quem convive. São bons caçadores e nadadores por instinto.
São cães extremamente recomendados como companhia, são fiéis aos donos. São excelentes cães de guarda, e diferentemente de algumas raças de trabalho, normalmente não ficam apegados a uma só pessoa (aceita vários ‘donos’). Os poodles tendem a ser docéis com crianças (cuidado com os ‘mini’ pois a molecada pode facilmente ‘acidentar’ o bicho!)
É considerada a segunda raça mais inteligente do mundo!

Características:
Possui cores variáveis, focinho retangular, orelhas pendentes e pelagem crespa e macia. Seus olhos têm coloração marrom, âmbar escuro ou preta, dependendo da pelagem.
O tamanho da raça, de acordo com a FCI, pode ser:
* Gigante (grande): de 45 à 60 cm na altura da cernelha;
* Tamanho médio: de 35 à 45 cm na altura da cernelha;
* Tamanho miniatura (mini): entre 28 à 35 cm na altura da cernelha, e
* Toy: no máximo 28 cm na altura da cernelha.
As cores dos poodles variam entre preto, branco, marrom, cinza e abricó. Cães com cores mescladas não são aceitos em exibições oficiais.

Cuidados e saúde:
Apesar de serem normalmente saudáveis, cães mais velhos podem estar predispostos a certos problemas de saúde. Sempre consulte um médico veterinário antes de dar qualquer ‘remedinho’.Os poodles toy são predispostos a certas enfermidades: catarata, entropia, epilepsia, degeneração do disco intervertebral, atresia dos ductos lacrimais, luxação de patela, atrofia progressiva da retina, e urolitíase.
Os ‘mini’ podem apresentar: catarata, entropia, epilepsia, glaucoma, degeneração do disco intervertebral, atresia dos ductos lacrimáis, luxação de patela, atrofia progressiva da retina, e urolitíase.
Já os de tamanho médio ou gigante podem ter: catarata, entropia, epilepsia, persistência do ducto arterioso, adenosíte sebácea e Doença de Von Willebrand.
Todos os tamanhos têm predisposição a desenvolver tumores na mama. Se o dono não planeja cruzar sua fêmea deve considerar castrar antes do primeiro cio (consulte seu veterinário). Isto reduz drasticamente as chances do aparecimento de tumores mamários.
 Fonte:presenteparahomem.com.br
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