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segunda-feira, 25 de março de 2013

Gatos e Natureza



Existirá coisa mais bela do que contemplar os animais na natureza?Acho que não!Eis aqui belos bichanos em completa harmonia com o mundo!






















Os irresistíveis Vira Latas




Vira-lata ou rafeiro é a denominação dada aos cães ou gatos sem raça definida, SRD (Sem Raça Definida), como são geralmente referenciados em textos veterinários.

O termo vira-lata deriva do fato de muitos desses animais, quando abandonados, serem comumente vistos andando famintos pelas ruas revirando latas de resíduos em procura de algum alimento.







Geralmente os cães e gatos considerados sem raça definida são mestiços, descendentes de diferentes raças.

Os SRD, por outro lado, são todos os cães e gatos que não têm origem definidas em um pedigree que é um certificado emitido por entidades oficiais atestando a ascendência do animal.





 Para obter um pedigree o animal tem que ter pais com o mesmo certificado. Entidades certificadoras exigem verificação de ninhada e mais recentemente a aplicação de microchips por veterinários. 

O animal pode ter a aparência de um cão de raça mas só o certificado atesta. Hoje, com o avanço dos exames de DNA, provavelmente há possibilidade de se definir se um cão é de uma determinada raça ou não, mas são exames ainda caros. 







Se houver qualquer mistura de raça (incluindo a cruza de dois animais de raça ou um de raça e um vira-lata) esse animal já será considerado um SRD.
Fonte:wikipedia

quinta-feira, 21 de março de 2013

Sete Manias Caninas



Algumas manias Caninas para voces:




Boca aberta nem sempre é sinal de sede

 A maioria dos cachorros mantém a boca aberta para amenizar o calor que sentem e nem sempre estão com sede.  

Alguns cães andam em círculos antes de deitar

Como o tato do cachorro está nas patas, ele circula a região antes de deitar para verificar se a superfície está livre de obstáculos que gerem desconforto.





Os cães lambem uns aos outros

Está ligado a um estímulo da pele. Nos filhotes, se a mãe não lamber as partes genitais dos filhos para estimular a evacuação, eles acabam morrendo porque não fazem as necessidades. Em geral, a lambida do cão nele mesmo é uma automassagem. Quando o cão não pára de se lamber chegando inclusive a se ferir, trata-se de um comportamento compulsivo por estresse.

Alguns cães correm atrás do próprio rabo

Correr atrás do rabo está ligado a um alívio de ansiedade. Quando o cão está muito ansioso procura algo para se divertir e essa atividade ocupa seu tempo. Quando essa ação é muito constante vira compulsivo, daí é necessário procurar um veterinário. 

Cães que mastigam ossos 

O fato de roer ossos é um instinto primitivo deles, já que se trata de uma maneira de limpar os dentes e manter as gengivas saudáveis.








Cães  que gostam de morder chinelos e sapatos

Para eles é um exercício. Geralmente, chinelos e sapatos se encaixam perfeitamente na boca dos cachorros e são atrativos perfeitos visto que possuem cheiro tentador. Além disso, os sapatos são flexíveis e constituem o brinquedo perfeito ou a forma eleita de chamar a atenção do dono.

Os cães que levantam a perna para urinar

Eles levantam a pata para evitar que a urina escorra para a outra pata e procuram urinar o mais alto possível para marcar o território e anunciar a outros cães que ele esteve ali. Portanto, é verdade, o macho urina mais para demarcar seu espaço a outros, em uma competição entre meninos que é constante.
 Fonte:revistameupet.com.br

Gatos medrosos




Gatos são tidos como animais reservados, cautelosos, misteriosos. Se aproximam das pessoas quando vêem oportunidade de ganhar, se não, ficam distantes. E se dissermos que parte dessa “timidez” pode ser gerada por medo? 

Gatos podem, sim, ser medrosos e, por causa disso, ter dificuldades de se relacionar com pessoas, outros animais e até objetos. As orientações a seguir podem ajudar você a lidar melhor com seu gatinho medroso.
 
Primeiramente, devemos pensar na prevenção de problemas. Portanto, se você acabou de adotar ou comprar um filhote, você deve começar a sociabilização deste animalzinho. Ou seja, expor o bichano a diversos estímulos (sons, objetos, pessoas, crianças, cães, outros gatos), associando-os com um alimento bem saboroso ou um carinho, e ele aprenderá a se sentir mais confortável diante de situações novas. 

Para evitar traumas e por consequência, um gato medroso, evite estímulos muito exagerados, como barulhos altos, pessoas estranhas querendo tocar o gatinho, objetos grandes e muito próximos ao pet. 






A ideia é apresentar gradualmente os estímulos, para que o felino ganhe confiança. Manipule bastante e faça carinho no filhote. É comprovado que manipulação precoce diminui as chances do gato se tornar medroso.

Agora, se você já tem um gato medroso, a primeira providência é determinar exatamente qual o causador do medo – outro gato, uma criança, um barulho, um objeto… Devemos evitar expor o gatinho a essa situação fora dos treinos, para não traumatizá-lo. 





O treino deve começar providenciando um refúgio para o bichano – uma caixa de transporte – e ensinando o gatinho a descansar lá dentro. 

Coloque lá dentro rações, petisquinhos, brinquedos, um sachê com Catnip (erva que entretém gatos sensíveis ao princípio ativo, fazendo com que brinquem e relaxem) para que o gato se interesse em entrar na caixa..

Adaptado o refúgio, o felino deverá estar dentro dele sempre que for apresentado ao estímulo, porém a uma distância onde ainda não demonstre apreensão ou susto. 

Assim, devemos recompensar o bichano com um alimento saboroso, sem forçá-lo a entrar em contato com o estímulo. Diminuímos cada vez mais a distância entre o gato na caixa e o estímulo, até que possamos abrir lentamente a porta da caixa e ele tenha interesse em sair.

Se o medo for de pessoas entrando em casa, podemos também entreter o felino com brinquedos e alimentos, e recompensá-lo enquanto as pessoas se aproximam. Outra atitude benéfica é fazer refúgios no próprio ambiente, para que o gatinho medroso possa se esconder e sentir-se seguro. 





Gatos gostam de observar as situações do alto, e se sentem mais confiantes nesses locais, portanto, colocar prateleiras no alto, com caixas ou lugares onde o bichano possa entrar quando precisar sair de cena. Isso ajuda muito o gato a lidar com situações que considere perigosas, pois sente que tem uma “rota de fuga”.

Se o medo for muito grande, outro aliado é um produto chamado feromônio sintético, que pode ser comprado em grandes lojas especializadas em produtos para animais. Esse produto tem a função de exalar odores que similares aos produzidos naturalmente pelos gatos, odores que transmitem tranquilidade e segurança.

Muitos gatinhos, apesar da terapia comportamental e até do uso de medicamentos, podem não se tornar totalmente aptos a lidar com situações estressantes e causadoras de medo. Portanto, é importante visar a qualidade de vida do felino, fazendo com que ele viva num ambiente calmo e seguro.
Fonte:guiauniversopet.com.br

Waffers Caninos





Depois do sucesso do wafer canino coberto com chocolate, a V.I.P.dog mais uma vez inova ao trazer ao mercado pet o primeiro wafer sabor picanha. Segundo o chocolatier Julius Erwin Kaeser, diretor industrial da fabricante, o Happy Hour tem um aroma levemente temperado, sem prejudicar a saúde dos animais. 

“O petisco é seguro tanto para cães quanto para humanos, pois a composição é a mesma dos wafers encontrados no mercado, só que neste caso, é levemente salgado e com cheiro de picanha”, explica.

 



Além de apetitoso, a guloseima também é altamente energética e supre parte das necessidades diárias do cãozinho.

O Happy Hour é composto por gordura fracionada, leite em pó, maltodextrina, farinha de trigo, aroma sabor picanha e lecitina de soja, substância que ajuda a reduzir os níveis de colesterol alto e que melhora as capacidades cognitivas diversas como a aprendizagem, a memória e a concentração.
 




Segundo Julius, apesar dos benefícios do petisco, ele não deve ser oferecido em excesso. “Não podemos esquecer que ele deve ser um complemento alimentar e não é recomendado que o animal o consuma indiscriminadamente”, alerta.

A indicação de consumo diário do Happy Hour varia de acordo com o porte do animal: os pequenos devem ingerir até 10 unidades; os médios, 15 unidades; e os grandes, até 20 unidades. O produto vem em embalagens de 20 g, 100 g e 320 g, e o preço médio é de R$ 5,00.


 



Sobre a V.I.P.dog

Especializada em petiscos para cães, a V.I.P.dog, sediada em Araucária, região metropolitana de Curitiba, fabrica guloseimas sem adição de cacau ou açúcar, ingredientes que podem fazer mal à saúde dos animais. Além disso, a marca trabalha com um design moderno em suas embalagens, garantindo produtos visualmente inovadores. 

Os petiscos são feitos a partir de uma fórmula semelhante à do chocolate, desenvolvida pelo mestre chocolatier Julius Erwin Kaeser. Formado pela renomada escola alemã The Central College of the German Confectionery Industry ZDS, o empresário trabalhou por 20 anos em uma multinacional suíça de alimentos e agora se dedica à linha de petiscos exclusiva para pets.

V.I.P.dog
Tel.: (41) 3643-4664
www.vipdog.com
Fonte:www.mundodocachorro.com.br
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