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segunda-feira, 11 de agosto de 2014

Porque Cães amam Bolinhas!



Uma das brincadeiras mais divertidas com o melhor amigo do homem, sem dúvida, é a de pegar a bolinha. Pode ser que seu cachorro só faça isso e com certeza você já se perguntou ‘Mas será que ele não cansa de pegar a bolinha?’

Afinal, porque os cachorros gostam tanto de pegar a bolinha, o graveto, o brinquedo ou seja lá o que? A brincadeira além de divertida para o animal é um momento de interação real com o dono. Mas, acima de tudo, a bolinha funciona como a ‘presa’ de caça e aguça o instinto de sobrevivência do cão.


Ou seja: uma bolinha correndo é para o cachorro como uma galinha tentando fugir. Esta aí o motivo pelo qual ele sente tanto prazer nesta brincadeira, especialmente quando captura a bolinha e a ‘mata’ (morde).

Agora, fazer o bichinho pegar o brinquedo, para muitos donos é uma tarefa não tão fácil.
Por isso, aí vão algumas dicas para você convencer o seu cãozinho a pegar (finalmente) a bolinha que você comprou com tanto carinho e claro, devolver para que você possa jogar de novo.



O truque está no petisco. Mostre o biscoitinho quando o cão voltar com a bola. Quando ele abrir a boca, dê o petisco para o cachorro e pegue a bolinha. Aos poucos o cachorro vai entender, que, se for buscar a bolinha novamente, ganhará outro petisco!

Aprenda a plantar Catnip!



Quem é dono de um pet felino, sem dúvidas, já ouviu falar sobre os poderes da catnip: a erva medicinal que atrai os bichanos. Também conhecida como a ‘erva do gato’, essa planta conta com substâncias que estimulam e despertam o interesse dos felinos em suas propriedades, servindo como um auxílio importante para controlar e manter o bem estar destes bichinhos de estimação.


Onde encontrar e como plantar a Nepeta, erva conhecida como Catnip

Comumente encontrada em pet shops, floriculturas e lojas que atuam no comércio de produtos para jardinagem, a catnip é bastante usada em acessórios que ajudam a manter o interesse dos felinos por atividades e brincadeiras estimulantes – sendo, geralmente, inserida na parte de dentro de bichinhos de pelúcia e novelos de lã desenvolvidos especificamente para os momentos de diversão de gatos.

Embora, nos dias de hoje, não seja nada difícil encontrar estabelecimentos que comercializem a erva, plantá-la em casa também pode ser uma ótima opção para quem tem bichanos de estimação como parte da família – permitindo que os donos desses pets tenham sempre uma solução natural e agradável para os momentos mais agitados ou de estresse na vida felina.
Vale lembrar que a ação relaxante da catnip não faz efeito em absolutamente todos os gatos, e que cerca de 30% da população felina não é afetada de forma alguma pelas propriedades da erva. Dito isso, basta comprar um saquinho de sementes da erva e seguir as dicas expostas a seguir para ter, em pouco tempo, uma plantação própria – que pode He ajudar muito caso o seu bichano se encaixe entre os 70% dos felinos que sentem os efeitos estimulantes da erva do gato.


Em primeiro lugar, é preciso ter uma área específica da casa separada para a plantação da erva, que fique em um local que receba bastante luz e, de preferência, fique longe do alcance do felino (pelo menos, em um primeiro momento, evitando que ele destrua a plantação antes do seu crescimento). Regar a planta todos os dias e mantê-la protegida do sol muito forte são recomendações importantes, já que, a catnip pode ressecar e morres sob o sol escaldante.
Embora esse cuidado seja fundamental para que a planta cresça saudável, também vale lembrar que o verão e as épocas de calor são as mais indicadas para o cultivo da planta – que é considerada uma erva daninha e, por isso, pode acabar se ‘infiltrando’ em outras plantas da sua casa, caso não tenha um local afastado delas para se desenvolver. Além do poder de ‘sedução’ exercido nos felinos, a catnip também traz benefícios aos donos de gatos que têm a erva em casa – já que ela é capaz de repelir roedores de diferentes espécies e ainda atrai insetos responsáveis pela polinização de outras flores e frutos.

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Matéria validada pela Dra. Raquel Madi (CRMV – SP 20.567), Médica Veterinária formada pela Universidade Estadual de Londrina – PR e responsável pelo setor de Radiologia, Ultrassonografia e Ressonância Magnética em Hospital Veterinário de São Paulo. Dra. Madi é integrante da equipe de veterinários do portal CachorroGato.

quarta-feira, 6 de agosto de 2014

Cães Desobedientes



Os cães considerados desobedientes são na verdade, cães independentes, que tomam suas próprias decisões, e que não precisam de seus donos para realizar tal façanha. Quando deparamos com um cão deste tipo, logo o taxamos de “cão teimoso”.

No entanto, nem sempre algumas atitudes são teimosias. Precisamos entender que o homem desenvolveu as raças de acordo com as suas necessidades em um determinado momento. Raças mais independentes ou “teimosas” também são necessárias e muito bem vindas em alguns casos.




Os cães denominados de “terriers”, por exemplo, de forma geral, não trabalharam em parceria com o homem e nem dependeram das ordens dele para tomar decisões. Ficavam soltos nas fazendas e eliminavam, por conta própria, os predadores entocados. Assim, ganharam independência e capacidade de resolver seus problemas sozinhos.

Muitos cães já nascem com esta índole. O exemplo mais comum são aqueles filhotes que mastigam e destroem moveis e objetos e mesmo após levarem uma bronca, continuam mastigando principalmente, quando o dono sai de perto.


 Não existe uma fórmula eficaz para modificar a índole de um cão teimoso, mas, podemos torná-los mais receptivos às ordens. O segredo está no nosso tom de voz que deve ser bastante imponente. Outro ponto chave é sempre insistir na bronca até que o cão acate as nossas ordens. Caso o cão note certa desistência por parte do dono (o que eles percebem com muita facilidade), não obedecerá mais, por mais que se insista.

É claro que educar um cão independente é mais difícil do que educarmos um cão mais dependente do homem, mas, isto é possível. O seu treinamento irá exigir paciência e tempo além de muita dedicação e carinho.

Dra. Vanessa Mollica Caetano Teixeira
Médica veterinária – UFV
Especialização em clínica e cirurgia – UFV
Mestrado em cirurgia – Unesp – Jaboticabal


Fonte: petshopauqmia.com.br/

Lesões na Cauda dos Pets



O rabo ou a cauda do cão e do gato são continuação da coluna vertebral, por isso qualquer machucado nesta parte vai doer muito, pois é uma área sem muita proteção e o osso e nervos ficam cobertos, praticamente, por uma fina musculatura e pele.

Quais são os problemas mais comuns?

Cães que batem muito o rabo na parede e começa a sangrar a ponta (muito comum em Dogue Alemão, Dálmatas e em animais confinados em canis estreitos).

Tem cães que sofrem acidente no rabo, por exemplo quando uma porta se fecha neles prendendo o rabo, principalmente quando estamos tirando ou colocando o cão do carro e fechamos a porta.  Por isso, toda a atenção nesta hora.




Estes problemas muitas vezes vão ter que ser tratados com curativos locais ou mesmo cirurgia com amputação de uma parte do rabo e colocação de colar protetor por um bom tempo pois o animal vai querer  lamber a região e não deve.

Atendemos também problemas de pele no rabo causado, principalmente, por alergia a picada de pulga, micoses, tumores de pele, seborreia. Todos estes problemas tem que ser tratados por dermatologista veterinário.



Existem varias raças que nascem com problema no rabo, ou seja, vértebras defeituosas e, dizem popularmente, com o rabo quebrado (comum em Rhodesian Ridgeback e nos gatos siameses).

Todos estes problemas tem que ser prontamente atendidos e dados uma solução rápida devido ao incomodo causado no animal.

Fonte: http://petcare.com.br

A Baleia Franca



Reino: Animal Filo: Cordata Ordem: Cetácea Subordem: Mysticeti Família: Balaenidae Gênero: Balaena Espécie: Eubalaena australis Peso: até 70 toneladas Comprimento: até 17 metros Expectativa de vida: desconhecida Status de conservação da espécie: ameaçada de extinção

A baleia-franca pertence à família Balaenidae, e é a mais antiga entre as grandes baleias atuais. Acredita-se que este mamífero aquático já exista, na forma aproximada da atual, há cerca de 2 a 2,5 milhões de anos.

De corpo negro e arredondado, as baleias-francas impressionam pelo seu tamanho: as fêmeas podem medir mais de 17m de comprimento e pesar mais de 60 toneladas. Já os machos crescem um pouco menos e raramente superaram as 45 toneladas de peso.


Mesmo ‘gigantes’, esses animais foram, por mais de 200 anos, presas fáceis de caçadores no Brasil, que utilizavam a gordura encontrada no seu corpo para produzir um óleo destinado à iluminação, lubrificação e fabricação de argamassa. Hoje, a baleia-franca é um dos animais mais ameaçados de extinção do planeta.

As baleias-francas estão dividas em duas espécies: a Eubalaena australis, encontrada no Hemisfério Norte; e a Eubalena australis, registrada no Hemisfério Sul. No Brasil, os exemplares costumam ‘frequentar’ a região Sul e, esporadicamente, a Sudeste

No final do verão, as baleias-francas deixam as áreas mais frias e buscam regiões costeiras (quentes) para reproduzir, dar à luz e amamentar os filhotes. O ‘namoro’ entre machos e fêmeas da espécie acontece de forma curiosa. Diversos machos cortejam a mesma fêmea, que tenta evitar o acasalamento se posicionando na superfície, com a barriga voltada para cima.



A fêmea tem o seu primeiro filhote entre os 8 e 9 anos de idade e a gestação dura em torno de 12 meses. Geralmente, os filhotes nascem entre os meses de julho e dezembro, já com 5m de comprimento e cerca de 4 a 5 toneladas de peso. Quando os filhotes completam um ano de vida, e já estão funcionalmente independentes, as fêmeas tomam a iniciativa de se afastar e deixam que os “pequenos” trilhem seu próprio caminho.


Para se alimentar, as baleias-francas nadam lentamente com a boca aberta, filtrando o alimento na superfície, principalmente pequenos copepodos e o krill, que é um crustáceo semelhante ao camarão. Na boca, nada de dentes, mas 250 pares de cerdas de barbatanas, que ajudam a “filtrar” o alimento. Outra característica curiosa do animal é a presença de calosidades ou “verrugas” no alto e nas laterais da cabeça.

Ainda não se sabe ao certo até quantos anos pode viver uma baleia-franca. No entanto, esquimós do Alaska capturaram um exemplar, em 1933, no qual foram achadas pontas de arpões primitivos. Estima-se que a baleia teria mais de 73 anos e, possivelmente, 80 anos de idade.

 O Projeto Baleia Franca

é dedicado à pesquisa e à conservação das baleias-francas, que é a segunda espécie de baleia mais ameaçada de extinção do mundo. Atualmente é mantido pela Santos Brasil, empresa que administra o Tecon Imbituba, no Porto de Imbituba e pela IWC/Brasil. Sua sede localiza-se na Praia de Itapirubá, no município catarinense de Imbituba.




No ano de 1981 o vice-almirante Ibsen de Gusmão Câmara, que era um dos líderes contra a caça de baleias no Brasil resolveu iniciar pesquisas próprias acerca de relatos de pescadores e visitantes da costa de Santa Catarina que atestavam o aparecimento esporádico de baleias pretas. Juntando pouquíssimos recursos estrangeiros realizou uma busca pelo litoral sul brasileiro e entrevistas com a população local.

Em 1981 muitas entrevistas indicavam a presença regular recente de "baleias Francas" com filhotes. Com a continuidade das buscas, em agosto de 1982 a avistagem de uma fêmea adulta e seu filhote na praia de Ubatuba, Ilha de São Francisco do Sul, SC, e de várias outras observações posteriores de pares de mãe e filhote no mesmo ano vieram a confirmar o status do litoral catarinense como área ativa de reprodução das baleias Francas no Brasil.

Uma análise das avistagens registradas por mais de vinte anos de atividades contínuas demonstra a existência de uma área de concentração nitidamente marcada, situada entre a Ilha de Santa Catarina e o Cabo de Santa Marta, na costa catarinense, em que os censos aéreos realizados corroboraram as avistagens de terra em determinar tal faixa de maior concentração sazonal dos animais. Ao longo dos anos seguintes, a partir de 1982, continuaram as atividades do já então denominado Projeto Baleia Franca, cujo objetivo fundamental, até hoje inalterado, é garantir a sobrevivência e a recuperação populacional da baleia franca em águas brasileiras.
Fonte:http://mamiferosaquaticos.org.br /wikipedia
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