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quarta-feira, 14 de janeiro de 2015

A Origem e Domesticação do Gato


Pesquisadores examinaram o DNA de quase mil gatos selvagens e domésticos de todo o Velho Mundo para determinar que subespécies do gato selvagem, Felis silvestris, deram origem ao gato doméstico. Descobriram que o DNA se concentrou em cinco grupos, baseados na semelhança das sequências. 

Observaram que os gatos selvagens de cada grupo vieram da mesma região do mundo (mapa). No entanto, os gatos domésticos se agruparam apenas com a subespécie F. silvestris lybica, o gato selvagem africano (fotografia). O resultado mostrou que, sem dúvida, todos os gatos domésticos descendem apenas da F. s. lybica (árvore genealógica).



DOMESTICAÇÃO PRECOCE:


Tradicionalmente, os antigos egípcios levaram o crédito por domesticar o gato há aproximadamente 3.600 anos. Entretanto, em 2004, arqueólogos trabalhando na ilha mediterrânea de Chipre descobriram uma cova de 9.500 anos, contendo um humano adulto e um gato. Como os gatos não eram nativos de Chipre, devem ter sido trazidos em barcos, provavelmente da região oriental próxima. A descoberta sugere que as pessoas do Oriente Médio começaram a manter gatos como animais de estimação muito antes dos egípcios. 




[LINHA DO TEMPO] - DE SELVAGENS A DOMÉSTICOS


Pesquisadores, baseados em registros arqueológicos e históricos, acreditam que a transformação do gato selvagem africano em um animal de estimação onipresente transcorreu no decorrer de milhares de anos.

- 10.500 - 9.500 ANOS ATRÁS

 
Restos de um camundongo doméstico preservado entre os depósitos de grãos em Israel; o início da agricultura e dos povoados permanentes cria oportunidades de aproximação entre os gatos e os homens, com o fim de caçar camundongos.

- HÁ 9.500 ANOS, 


Enterro duplo de um ser humano e de um gato na ilha mediterrânea de Chipre; evidência mais antiga de uma relação especial entre as pessoas e os gatos.

- HÁ 3.700 ANOS 


Estatueta de marfim, esculpida em Israel, sugere que os gatos eram comumente vistos próximo de povoamentos no Crescente Fértil.

HÁ 3.600 ANOS, 


Artistas pintam gatos domesticados em Tebas, Egito; a evidência mais antiga e óbvia do gato totalmente domesticado.

- HÁ 2.900 ANOS 


 Gatos se tornam “divindades oficiais” do Egito, na forma da deusa Bastet; o enorme número de gatos sacrificados e mumificados na sua cidade sagrada indica que os
egípcios criavam gatos domésticos.

- HÁ 2.300 ANOS, 


Auge da adoração do gato no Egito; os governantes ptolomaicos mantêm restrições severas para a exportação de gatos.

- HÁ 2.000 ANOS 


 Restos preservados de gato em localidade alemã de Tofting, em Schleswig, e referências crescentes aos felinos na arte e na literatura mostram que os gatos domésticos eram comuns em toda a Europa.

- 1350-1767 


 Tamara Maew (ou os poemas do livro-gato), composto por monges budistas na Tailândia, descreve as raças naturais autóctones como o siamês, que surgiram em grande parte por meio de oscilações genéticas, em contraste com a intervenção humana.

- SÉCULO 19 


A maioria das raças modernas se desenvolveu na Ilhas Britânicas, de acordo com textos do artista inglês de história natural, Harrison Weir.

- 1871 


Exposição de gatos no Crystal Palace, em Londres, é a primeira a incluir raças desenvolvidas pelo homem.

 - 2006 

 Primeiro gato hipoalergênico criado pela Allerca 

Leia mais na Fonte: http://www2.uol.com.br/sciam/reportagens/a_longa_e__incompleta__domesticacao_do_gato.html

Timidez em Cães


O excesso de timidez ou o medo podem ser um verdadeiro problema para cão e dono. Muitas vezes o dono tem de adaptar a sua vida aos constrangimentos do cão e há sempre o perigo de o cão reagir agressivamente.
Existem vários factores que podem contribuir para que um cão se torne demasiado tímido ou medroso:


  • genética
  • fraca socialização
  • incentivo inconsciente por parte do dono
  • doença
  • maus tratos

Genética


O comportamento dos cães resulta da combinação entre aquilo que é herdado e aquilo que é aprendido. Os criadores não devem produzir ninhadas de cães e sobretudo cadelas medrosas ou tímidas. Isto porque os traços de personalidade dos progenitores são herdades, em diferentes medidas, pelos cachorros. E também porque o comportamento da mãe é imitados pelos cachorros nos primeiros meses de vida. Logo, as crias de progenitores medrosos ou tímidos têm uma maior probabilidade de herdarem ou imitarem esses traços dos pais.

 

 Fraca socialização


Os primeiros meses de vida do cão são cruciais para que o animal se habitue a conviver com outros cães, pessoas e outros animais. O cão precisa de ter boas experiências nessa altura, já que as más experiências podem marcá-lo para o resto da vida. A gestão entre o isolamento necessário até à imunização total do cachorro e a socialização necessária para que cresça equilibrado pode ser difícil de fazer. Muitos donos são até mal aconselhados por veterinários que recomendam o confinamento em casa do cão até muito tarde. O ideal é apresentar o cão a muitas pessoas e cães devidamente vacinados.

 

Incentivo inconsciente por parte do dono


Os cachorros passam por dois períodos de medo enquanto crescem, embora estes sejam mais acentuados em alguns cães do que noutros. Nestas alturas, os cães tendem a reagir com alguma desconfiança ou mesmo medo perante situações, pessoas e animais estranhos. Ao ver o cão com medo, muitos donos tentam reconfortar o animal, fazendo-lhe festas. Com isto, o dono acaba por recompensar o cão por estar a mostrar medo e o cão começa a mostrar-se cada vez mais receoso não só naquela situação, mas também noutras.

Quando os cães reagem com medo, os donos devem encorajá-los a agir correctamente. Os cães são extremamente moldáveis e enquanto forem novos é possível fazê-los ultrapassar com alguma facilidade os medos injustificados que evidenciam.





Doença


Muitas vezes relacionado com o medo pode estar uma causa física. Um cão com dor pode ter medo que lhe toquem, ou um cão que vê mal, pode ter medo de estar em locais que não conhece. As causas podem ser muitas e só um veterinário pode determinar se o medo que o animal sente está ou não relacionado com algum mal-estar físico.

Maus tratos


Os animais que foram mal tratados não são geralmente animais equilibrados. São por norma animais receosos ou de pessoas, ou de determinados objetos com que eram castigados. As pessoas que acolhem cães que sofreram nas mãos de donos anteriores devem estar conscientes do trabalho de reabilitação que devem realizar com o cão. Com paciência e as recompensas certas é possível transformar cães muito medrosos em animais extrovertidos.


Fonte: arcadenoe.pt

quarta-feira, 7 de janeiro de 2015

Gifs de Cães e Gatos


Uma coletanea de gifs fofinhos para voces começarem bem o Ano!




















Gatos e Ratos



Por que gatos caçam ratos?

As duas principais fontes de alimentação e nutrição dos gatos selvagens são os pequenos roedores e vermes, como ratos por exemplo. Até os gatos domesticados, mesmo que bem alimentados, ainda assim mantém seus instintos para caça.

 

Por que gatos focam sua caça aos ratos?


Muitos gatos domésticos geralmente caçam, quase que exclusivamente, ratos mesmo quando outra presa está disponível. Por que isso acontece? Para começar, ratos são relativamente fáceis de serem capturados por gatos. Eles perseguem ratos lentamente, ou armam uma emboscada, e além disso os ratos não apresentam nenhum ameaça. 

Outras presas potências são os pássaros que além de serem mais difíceis de serem apanhados também podem causar mais riscos de danos aos gatos. Devido a este fato, muitos dos gatos domesticados podem apresentar artificialmente um nível de agressão maior a ratos e a outros pequenos roedores.

 

O que eu posso fazer para que meu gato pare de perseguir ratos?




O instinto felino a caça não é diferente ao instinto canino para latir ou ao instinto humano de falar. Um método de tentar atenuar o instinto de perseguição e caça a ratos é satisfazer tal instinto através de brincadeiras. 

Um rato de brinquedo, por exemplo, pode ocupar um gato quando balançado por um cordão. Ponteiros de laser, apontados pelo chão e movendo-se rapidamente em volta para que o gato persiga, podem também satisfazer seus instinto de caça ao rato.

Fonte: ehow.com.br

Cães Farejadores


O cão farejador é um personagem constante na solução de casos de polícia e em diversas outras situações que se referem ao resgate de vítimas. Celebrados pelo olfato aguçado e preciso, os cães usados como ferramenta nesse tipo de situação são treinados de maneira específica, desenvolvendo ainda mais a sua sensibilidade olfativa e permitindo que se tornem grandes aliados para a solução de casos variados. 

Além da grande sensibilidade e capacidade olfativa, características como lealdade e coragem também são levadas em conta para definir um bom cão farejador, sendo que algumas raças ganham destaque nesses quesitos - apresentando-se como os animais ideais para a realização das diversas tarefas envolvidas nesse tipo de trabalho. 

 Pastor Alemão, Pastor Holandês e Pastor Belga são alguns dos nomes mais populares entre os cães farejadores preferidos pela polícia e pelos bombeiros, sendo usados tanto na investigação de possíveis ameaças como no rastreamento de suspeitos e no resgates e vítimas. Além destas, raças como Labrador, Golden Retriever, Fox-Terrier e Rotweiller também entram na lista dos cães farejadores mais eficientes para solucionar casos.

 Embora o gênero do cão não seja um empecílho para esse tipo de trabalho, as fêmeas são conhecidas por se destacarem mais como farejadoras – já que não sofrem com distrações bastante comuns aos machos, que costumam correr atrás de cadelas no cio e marcar território com mais frequência.


Como funciona o olfato do cão farejador
 
O olfato é o sentido mais desenvolvido nos cães, e isso não é um privilégio único das raças consideradas entre as boas farejadoras. Claramente há diferenças entre as células olfativas que variam de acordo com a raça do cachorro, no entanto; quando comparados aos humanos, os cães tem uma sensibilidade infinitamente maior, permitindo que os odores que passam desapercebidos pelas pessoas sejam rapidamente captados pelos animais. 

Enquanto os seres humanos contam com cerca de 5 milhões de células olfativas em seu corpo, os cães possuem uma média de 200 milhões destas células em sua estrutura, sendo que em alguns casos – como no do Pastor Alemão - esse número pode atingir até 220 milhões. Nos animais de focinho mais curto, essa sensibilidade é consideravelmente menor, e um cão da raça Basset, por exemplo, destaca cerca de 120 milhões de células olfativas na sua estrutura corporal – e isso explica a preferência dada a outras raças no quesito “farejador”. 


Podendo identificar cheiros em concentrações até 100 milhões de vezes menores que as detectadas pelas pessoas, os cachorros conseguem perceber uma gota de sangue diluída em até 5 litros de água, facilitando muito a identificação de itens suspeitos em quaisquer tipos de investigação. 

Para se ter uma ideia, enquanto o corpo dos humanos tem um lobo olfativo que se assemelha ao tamanho de uma ervilha, os cães – que contam com um cérebro bem menor que o dos humanos – têm esse sistema do tamanho de uma castanha de noz, fazendo com que a sua percepção seja muito maior e capaz, inclusive, de registrar diferentes odores sem que a eficiência de destinção seja prejudicada.

Normalmente utilizado na busca de comida, ameaças e parceiros sexuais, o olfato dos cachorros pode ser incentivado de acordo com as suas necessidades, e o treinamento realizado para o preparo de cães farejadores é voltado, justamente, para isso; apostando em adestramentos que priorizam recompensas e direcionam os animais para a busca de itens e odores específicos.



As principais raças de cão farejador
 
Embora algumas raças de porte pequeno e médio também tenham uma sensibilidade olfativa extremamente desenvolvida – como Beagle, Setter e Pointer – são as de porte grande as mais populares e eficientes como farejadoras. Labrador, Pastor Alemão, Golden Retriever, Pastor Belga e Rottweiler são algumas das raças mais utilizadas pela polícia em investigações criminais, destacando características valiosas que vão além da grande sensibilidade olfativa canina. 

Coragem, lealdade, obediência e energia são fatores extremamente importantes em um cão farejador, e as raças citadas acima têm isso de sobra. Treinados desde filhotes, esses cães são do tipo que adoram trabalhar para agradar seus donos e, incentivados a desenvolver o seu sentido olfativo desde pequenos, podem ser usados para a identificação e busca dos mais diferentes itens. 

Leia mais na Fonte: cachorrogato.com.br
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