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quarta-feira, 16 de maio de 2012

Hidrocefalia em Cães






 O termo hidrocefalia refere-se ao acúmulo excessivo de líquido cefalorraquidiano (LCR) no crânio. Ocorre com muita freqüência em filhotes, mas parece ser relativamente rara em filhotes felinos.
Ela pode ser adquirida ou congênita. A maioria dos casos de hidrocefalia adquirida ocorre como conseqüência de neoplasias ou processos infecciosos. As formas congênitas de hidrocefalia podem ocorrer devido a defeitos estruturais que obstruem o fluxo de LCR ou que impedem a sua absorção. Elas podem ainda ocorrer secundariamente à encefalite nos animais jovens.
Uma possível causa que pode explicar um maior comprometimento das raças pequenas é o traumatismo no parto, devido ao tamanho desproporcional do canal pélvico da mãe e a cabeça do filhote.









Algumas raças apresentam um risco maior da ocorrência de hidrocefalia (em ordem decrescente) :
  • Maltês
  • Yorkshire terrier
  • Buldogue inglês
  • Chihuahua
  • Lhasa apso
  • Lulu da Pomerânia
  • Poodle toy
  • Cairn terrier
  • Boston terrier
  • Pug
  • Pequinês.






Os fatores potenciais de risco incluem pequeno tamanho do filhote, a curta duração da gestação e a distocia (complicações no parto).
Os sintomas clínicos tipicamente vistos nos animais afetados incluem o andar compulsivo, batidas com a cabeça, alterações de atitude, cegueira e convulsões. Nos indivíduos menos afetados, os sinais sutis, como as alterações comportamentais e a dificuldade do treinamento em casa, podem predominar. Pode haver deformidades da estrutura cranial, incluindo o crânio abaulado e fontanelas abertas. Os animais afetados apresentam caracteristicamente estrabismo convergente e geralmente estão atrofiados.
Algumas alterações podem ser reconhecidas radiograficamente. Os crânios dos cães com hidrocefalia congênita geralmente são maiores. A ultrassonografia também tem sido útil na demonstração do aumento ventricular em cães com fontanelas persistentes.
Os cães sem disfunção neurológica ou com disfunção mínima podem não precisar de tratamento. Muitos cães jovens com hidrocefalia congênita permanecem relativamente livres de sinais clínicos com o uso de glicocorticóides de ação prolongada em dias alternados.
Texto extraído do site: www.kennelclub.com.br

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